DIOCESE  DE  PONTA  GROSSA

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DIACONOS PERMANENTES - DIOCESE DE PONTA GROSSA



São Lourenço - Padroeiro dos Diáconos.

1. Definição e estado: o Diaconato é ordem sagrada, conferida pela imposição das mãos e pela oração consecratória prescrita (cf. CDC, c. 1009 §§ 1 e 2). Pela ordenação, o Diácono passa ao estado de clérigo, de ministro sagrado (cf. CDC, c. 207 § 1), incardinado a uma igreja particular, para cujo serviço (diaconia) foi ordenado (cf. CDC, c. 266 § 1).

NB: A Diocese de Ponta Grossa assumiu a ordenação de Diáconos Permanentes. Nenhum sacerdote, portanto, pode ignorar tal fato ou impedir o exercício desse ministério, a não ser com respaldo da autoridade diocesana.

2. Formação: exige-se um período mínimo de três anos de formação (cf. CDC, c. 236) e exercício de três anos de encargos pastorais e, pelo menos, de seis meses para os ministérios de leitor e acólito (cf. LC-CNBB, de 27.02.86).

3. Idade e consentimento da esposa: para o Diaconato Permanente são idades mínimas exigidas: 30 anos completos, para aqueles que pretendem assumir o estado celibatário (cf. LC-CNBB, n. 6); e 35 anos completos, para os casados. Para estes requer-se, ainda, o indispensável consentimento da esposa (cf. CDC,c. 1031).

4. Seleção: “Escolham-se candidatos bem identificados com o espírito do povo, em todos os níveis da escala social. Existam modos de a comunidade também poder participar na apresentação de candidatos. Estes, além de apresentar equilíbrio emocional, lar suficientemente harmonioso, instrução suficiente, capacidade de adaptação e renovação e certa estabilidade econômica, sejam homens de vida espiritual comprovada, com espírito de serviço à comunidade.“ (CNBB, 10.09.70) Os candidatos deverão estar conscientes de que estarão a serviço da comunidade paroquial e não apenas de uma determinada pastoral, associação, movimento ou organismo eclesial.

NB: Tendo o pároco o nome de algum possível candidato ao diaconato permanente, consultará as lideranças da comunidade em que ele atua (consulta direta, pessoal, para garantir a liberdade de opinião). Se essas o aprovarem, apresentará o nome à comunidade, numa celebração ou reunião; a aprovação poderá ser feita por aclamação. No final dos estudos, será necessário um abaixo-assinado da comunidade ao Bispo diocesano, pedindo a ordenação.

5. Missão dos diáconos:
* Administrar o Batismo solene;
* Conservar e distribuir a Eucaristia;
* Em nome da Igreja, assistir Matrimônios e abençoá-los;
* Levar o Viático aos moribundos;
* Ler a Sagrada Escritura aos fiéis;
* Instruir e exortar o povo;
* Presidir o culto e a oração dos fiéis;
* Administrar os sacramentais;
* Presidir os ritos dos funerais e da sepultura;
* Dedicar-se às tarefas de caridade e administração.

6. Critérios para a escolha de candidatos ao diaconato

6.1 - Requisitos pessoais:
Qualidades humanas: Maturidade pessoal; Equilíbrio afetivo-emocional; Capacidade de liderança; Capacidade intelectual (estudo mínimo: 2º grau completo; casos extraordinários serão estudados à parte); Espírito de equipe.

Qualidades espirituais: Maturidade na fé; Sensibilidade e especial amor pelos pobres; Espírito de oração; Espírito de serviço; Abertura pastoral.

Qualidades familiares: Amadurecimento e estabilidade matrimonial; Aprovação e apoio da família, por escrito; Vida familiar harmônica com solução cristã para os problemas familiares que surgirem.

* Aprovadas pelo Bispo Diocesano, dia 09.11.1995.

6.2. Requisitos comunitários
* Aceitação por parte da comunidade;
* Indicação a partir de uma escolha da comunidade;
* Integração na comunidade;
* Vinculação a uma determinada comunidade;
* Capacidade de manter financeiramente a própria família;
* Capacidade física e disponibilidade de tempo para servir à comunidade.

6.3. Requisitos quanto à dimensão hierárquica

* Ser capaz de integrar-se na comunhão hierárquica, em espírito de unidade e fraternidade com o Bispo diocesano, os sacerdotes e diáconos;
* Ser chamado pelo Bispo, ouvidos o respectivo pároco, o Conselho Presbiteral e, quando houver, a Comissão Diaconal Diocesana.

7. Escola Diaconal: os primeiros candidatos ao Diaconato Permanente freqüentarão a Escola Diaconal da Arquidiocese de Florianópolis. Posteriormente, a Diocese organizará sua própria Escola. As despesas da participação do futuro diácono na Escola Diaconal serão subsidiadas, no todo ou em parte, pela sua comunidade paroquial.

8. Padre Responsável: Haverá um presbítero, designado pelo Bispo Diocesano, ouvido o Conselho Presbiteral, que será responsável pelo Diaconato Permanente, acompanhando todas as etapas (escolha, formação inicial, aprovação, formação permanente etc.). Ao ser criada a Comissão Diaconal Diocesana, passará a ser seu assistente espiritual.

(Fonte: Estatutos, Diretórios e subsídios – Diocese de Ponta Grossa)

Oração do Diácono Permanente

Deus e Pai Nosso, fortalece com a graça do Espírito Santo os diáconos de vossa Igreja, para que desempenhem com alegria, fidelidade e em espírito de comunidade eclesial, o seu ministério de diáconos, seguindo os passos de vosso Filho, Jesus Cristo, que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate de muitos”.Nós vos pedimos pelas famílias dos diáconos casados: que sejam autênticas “igrejas domésticas”, segundo o exemplo da Sagrada Família de Nazaré, e delas surjam vocações sacerdotais e religiosas. Virgem Maria, Mãe da Igreja e Rainha dos Apóstolos, rogai pelos ministros do Senhor! São Lourenço, diácono e mártir, rogai pelos diáconos, servos do Povo de Deus! Amém! (CND)

Congregação para a Educação Católica

Diretrizes para o Diaconado Permanente
Roma, 28 agosto 2003
Prot.N. 1227/2002/8

A Sua Eminência Reverendíssima

Sr. Geraldo Card. Majella Agnello
Presidente da CNBB
Brasília DF – Brasil

Eminência Reverendíssima,
Com apreciada carta de 24 de junho p.p. (N. 0372/2003), a Presidência da CNBB nos transmitiu o texto “Ratio nationalis” para os diáconos permanentes (Diretrizes para o Diaconado Permanente. Formação, Vida e Ministério do Diácono Permanente da Igreja no Brasil), cuidadosamente emendado de forma de responder plenamente às “Normas fundamentais para a formação dos diáconos permanentes” desta Congregação e ao “Diretório do ministério e da vida dos diáconos permanentes” da Congregação para o Clero.

Esta Congregação, depois de examinar cuidadosamente a referida “Ratio” e as relativas emendas, está alegre de comunicar-Lhe que a considera substancialmente bem elaborada. A “Ratio nationalis”, de fato, oferece úteis indicações para formar personalidades diaconais maduras e completas desde o ponto de vista humano, espiritual, intelectual e pastoral e está conforme os ensinamentos do Vaticano II, da legislação canônica vigente e com as orientações das “Normas fundamentais para a formação dos diáconos permanentes” da nossa Congregação e do “ Diretório do ministério e da vida dos diáconos permanentes” da Congregação para o Clero.

Considerado tudo isto, este Dicastério concede de bom grado à referida “Ratio” (Diretrizes para o Diaconado Permanente. Formação, Vida e Ministério do Diácono Permanente da Igreja no Brasil) sua aprovação “ad sexennium”, com o Decreto Prot. N. 1227/2002/7, na mesma data desta.

Com o desejo de que esta “Ratio” possa ser efetivamente aplicada por todos os interessados e produzir os abundantes frutos esperados, aproveitamos esta ocasião para confirmar-me com sentimentos de venerável obséquio de Vossa Eminência Reverendíssima devotíssimo no Senhor

Zenon Card. Grocholewski
Giuseppe Pittau,SJ
PRAEFECTUS A SECRETIS

Aspectos Históricos

* Igreja Primitiva – O Diaconado é um ministério que já esteve presente nos primórdios da Igreja. Os documentos do Magistério situam a sua origem na escolha dos sete homens “de boa reputação, repletos do Espírito e de sabedoria” (Atos 6,1-6). Na Igreja primitiva há vários documentos sobre a vida e a ação dos diáconos. O ministério Diaconal, nos primeiros séculos, assume a dimensão da caridade, juntamente com o serviço ao culto e à pastoral.

* Concílio Vaticano II – O Concílio Vaticano II (LG 29) restaurou o Diaconado como grau próprio e permanente da hierarquia. As primeiras orientações sobre a formação dos diáconos e sobre o estatuto jurídico foram propostas pelo Papa Paulo VI.

* América Latina – O primeiro acontecimento importante para o Diaconado na América Latina foi a ordenação dos primeiros quatro diáconos permanentes brasileiros, no dia 22 de Agosto de 1968, em Bogotá.

* Brasil – Em junho de 1963, foi publicada a Petição ao Concílio em favor da restauração do diaconado permanente feita pela “Comunidade do Diaconado no Brasil”, manifestando apoio formal à iniciativa. Durante a IV Sessão do Concílio Vaticano II, nos dias 22 a 24/10/65, os Bispos do Brasil participaram do encontro promovido pela Comunidade Internacional do Diaconado. Na V Sessão do Concílio, no dia 15/11/65, foi aprovada a restauração do diaconado como grau distinto e permanente da hierarquia.Vários encontros realizados no Brasil contribuíram para amadurecer a opção pelo diaconado. O primeiro foi preparado pelo Instituto Superior de Pastoral Latino-Americano e realizado de 16 a 24/02/65, em São Paulo. O 1º. Encontro Nacional sobre o diaconado realizou-se em Porto Alegre, de 17 a 19/06/70.

Fundamentos Teológicos

* Diaconia de Cristo.
A missão e o ministério de Cristo constituem a fonte dos ministérios e o modelo da ministerialidade da Igreja.

* Diaconia da Igreja
O ministério apostólico perdura até hoje na Igreja. É transmitido graças à sucessão apostólica que assegura a continuidade entre os ministérios atuais e o ministério dos Apóstolos e une a missão dos Doze à missão de Cristo. Os vários ministérios, assumidos como carismas do Espírito e reconhecidos como serviços prestados à comunidade, situam-se no âmbito da diaconia eclesial. Desde os tempos apostólicos, a Igreja conheceu larga variedade de serviços, uns ligados à coordenação e orientação das comunidades (ministérios ordenados ou hierárquicos), outros relacionados às necessidades concretas das comunidades (ministérios não-ordenados: confiados, reconhecidos e instituídos).

Ministério Diaconal

No contexto da ministerialidade da Igreja e no âmbito do ministério ordenado, o diácono define-se como sacramento de Cristo-Servo e como expressão da Igreja Servidora.

* Natureza do Diaconado – O Concílio Vaticano II afirma que os diáconos constituem um grau do sacramento da Ordem.

* Identidade do Diácono – A Igreja reconhece que o ministério eclesiástico foi instituído por Cristo,e, desde os tempos apostólicos, exercidos pelos bispos, presbíteros e diáconos. Portanto, é de instituição divina. O presbiterado e o diaconado desde o início são considerados inerentes ao sacramento da Ordem, que tem a sua plenitude no episcopado, (LG 21). Pela imposição das mãos do bispo, ele recebe, publicamente, de modo irrevogável e definitivo, o mandato e a missão do serviço. A identidade do diácono se encontra, antes de tudo, na ordem do ser. Ele recebe uma graça sacramental que determina o espírito com que exerce o seu ministério.

Tríplice Missão

Diaconia da Caridade. Na promoção social e na vivência das obras de misericórdia, o diácono assume a opção preferencial pelos pobres, marginalizados e excluídos. Ele é o apóstolo da caridade com os pobres. Estás próximo da dor do mundo. Em razão da graça sacramental recebida e da missão canônica, compete aos diáconos administrar os bens e as obras de caridade e promoção social da Igreja.

Diaconia da Palavra. A missão evangelizadora do diácono não se restringe à homilia ou ao anúncio da Palavra no contexto litúrgico. Como anunciador da Palavra, ele dá testemunho de um ouvinte assíduo e convicto do Evangelho. Transmite a Palavra redentora; identifica-se com a Palavra anunciada; é, em sentido pleno, servidor da Palavra. Anuncia a Palavra de Deus com a autoridade que nasce, especialmente, da convivência com o Evangelho.

Diaconia da Liturgia. Hoje, a diaconia litúrgica é exercida pelo diácono na celebração dos sacramentos ou sacramentais, na presidência das Celebrações da Palavra e nas orações.

Vida e Articulação dos Diáconos

1. Testemunho de vida e comunhão.
O testemunho de vida e comunhão do diácono afeta todos os ministros ordenados. Nesse sentido, o ministério ordenado “necessita recuperar sua vivência colegial.(...) Essa comunhão ministerial deve ser vivenciada, afetiva e efetivamente, em todos os graus do ministério”. Os diáconos dêem testemunho de que não são apegados a cargos e funções, nem a lugares, nem estão atrás de honrarias, sabendo com generosidade promover outros ministros num revezamento salutar nas funções assumidas, para que não cedam ao perigo de perpetuar-se nos cargos ou portar-se como “senhores” em vez de servos.

2. Vida Familiar.
O diácono casado não descuidará do seu lar sob o pretexto do exercício do ministério. Desenvolverá uma autêntica espiritualidade matrimonial e estará atento para que os trabalhos diaconais não o afastem da necessária convivência com a esposa e os filhos. Bispos e presbíteros devem respeitar a condição do diácono como homem casado e ministro ordenado. A família do diácono constitui o primeiro campo da sua ação ministerial (...). Com caridade e atenção considere-se a situação daqueles diáconos que ficam viúvos.

3. Vida Profissional e social.
Os diáconos sejam homens do seu tempo: vivam, participem, estejam presentes, convivam com os conterrâneos e contemporâneos sendo em tudo como eles, menos naquilo que contradiz o Evangelho e os ensinamentos da Igreja. O tipo de profissão ou trabalho civil que o diácono exerce não deve ser inconveniente ou inadequado para um ministério ordenado (cf. CDC 17); por isso, será sempre oportuno decidir essa questão em comunhão com o bispo. Diante da realidade das comunidades paroquiais das Dioceses do Brasil, não é oportuno que o diácono permanente seja agente nas campanhas eleitorais ou candidato a cargos eletivos. Cabe ao Bispo Diocesano determinar a eventual necessidade.

4. Sustentação Econômica. É conveniente que os diáconos tenham condições de assegurar sua própria manutenção e a de sua família, o que se dará normalmente pelo exercício de uma profissão civil. Quando convidados a limitar sua atividade profissional para dedicar-se às tarefas pastorais, ou ficar plenamente dedicados a tarefas eclesiais, os bispo devem providenciar a remuneração para o sustento da família, assim como os encargos trabalhistas e de previdência social, pois “o operário é digno do seu salário” (Lc 10,7) e “o Senhor dispôs que aqueles que anunciam o Evangelho, vivam do Evangelho” (1Cor 9,14). Os diáconos prestem contas aos seus párocos dos emolumentos, coletas e doações que os fiéis costumam dar por ocasião de algum serviço sacramental. E os párocos estejam atentos para cobrir as despesas por ocasião dos serviços prestados, tratando-se também de serviços sacramentais. Princípio fundamental que deve ser observado pelos diáconos e também pelos presbíteros é o de nunca onerar a família no exercício do ministério.

5. Incardinação e Missão Canônica.
O diácono permanente fica incardinado na Igreja Particular para a qual foi ordenado. Assim o diácono fica unido ao seu bispo. Cuide, pois, o diácono de cumprir as tarefas pastorais que lhe são confiadas por seu bispo ou por seu pároco.

6. Orientações Gerais.

* É conveniente que exista algum dispositivo diocesano para que o diácono, chegando a certa idade, deixe de ter obrigações provisionadas, ficando livre para assumir atividade pastoral de caráter voluntário e compatível com suas capacidades físicas e mentais.

* O espírito de comunhão e a co-responsabilidade no ministério ordenado urgem que os diáconos tenham participação garantida nas assembléias diocesanas, nas reuniões do clero, retiros e convivências.

* É necessário grande empenho de bispos e padres para a articulação dos diáconos com o presbitério.

* Os diáconos participem, se possível com suas esposas, de um retiro espiritual com todos os diáconos da Diocese ou da Província Eclesiástica

* A formação pastoral, espiritual e teológica permanente dos diáconos seja assumida como um dos principais deveres da diocese, procurando motiva-los para um processo de renovação e atualização.

* Os diáconos se reúnam periodicamente com o bispo ou seu representante.

* Nas reunião dos diáconos é salutar a presença das esposas.

* É conveniente que haja uma Associação Diocesana de Diáconos, com a constituição de um fundo comum para socorrer imprevistos de saúde e de trabalho que possam atingir as famílias dos diáconos.

Os requisitos pessoais dizem respeito estritamente à pessoa do candidato:
a) saúde física e psíquica e equilíbrio afetivo-emocional;
b) idade canônica: 25 anos para solteiros e 35 para casados;
c) situação civil e profissão compatíveis com o ministério diaconal;
d) independência econômico-financeira;
e) escolaridade: enquanto possível, equivalente ao Ensino Médio;
f) capacidade de boa liderança e espírito de equipe;
g) capacidade de autocrítica, de renovação e formação permanente.

Os requisitos eclesiais referem-se à caminhada na fé de cada vocacionado, indicando sua vivência dos compromissos batismais nos níveis pessoal, familiar e comunitário:
a) maturidade na fé;
b) visão de Igreja solidária com a realidade atual;
c) capacidade de comunhão eclesial para ouvir, dialogar e acolher;
d) consciência apostólico-missionária;
e) vida sacramental e busca contínua da conversão;
f) espírito de oração e de contemplação;
g) espírito de serviço, principalmente aos mais pobres;
h) interesse pelo estudo e aprofundamento da Palavra de Deus e da doutrina da Igreja.

Os requisitos familiares referem-se à vida do vocacionado em seu ambiente de convivência mais íntimo, como esposo, pai, filho e irmão:
a) aceitação, consentimento e colaboração efetiva da esposa e dos filhos;
b) estabilidade matrimonial;
c) envolvimento da família na caminhada da comunidade;
d) vida familiar em coerência com os ensinamentos da Igreja;
e) mínimo de cinco anos de vida matrimonial.

* Além dos requisitos comuns a todos, os celibatários devem manifestar a capacidade de, livremente, assumir o amor a Cristo e aos irmãos com a totalidade que mostra um coração indiviso.

Por fim, os requisitos comunitários concernem à dimensão interativa da caminhada de fé do vocacionado no que se refere à sua postura diante da comunidade, e vice-versa:
a) consciência de que será diácono da Igreja e não apenas de um grupo ou comunidade determinada;
b) engajamento pastoral de cinco anos ou outro estabelecido pela Diocese;
c) visão do ministério como dom e serviço, superando possíveis tendências utilitaristas e autoritárias;
d) sensibilidade para os desafios que se apresentarem na comunidade;
e) comunhão com os bispos, presbíteros e todos os organismos do povo de Deus;
f) capacidade de inculturação;
g) capacidade de perceber e valorizar outros ministérios e boas lideranças da comunidade;
h) visão de pastoral de conjunto e abertura missionária;
i) capacidade de diálogo ecumênico com outras denominações cristãs;
j) aceitação por parte da comunidade e do presbitério.

ORGANISMOS DE ARTICULAÇÃO DOS DIÁCONOS -3 NÍVEIS:

* Diocesano.
Comissão Diocesana do Diaconado Permanente - Diocese de Ponta Grossa

* Regional
Comissão Regional do Diaconado Permanente - Regional Sul 2 - Paraná.

* Nacional
Obs.: A Comissão Nacional dos Diáconos (CND) é organismo vinculado à CNBB, para animar e promover o diaconado, sem sintonia com o episcopado nacional.

Histórico do Diaconato Permanente - Diocese de Ponta Grossa

Depois de longa conscientização do Clero, o Diaconato Permanente foi aprovado na Diocese de Ponta Grossa.
A primeira turma cursou a Escola Diaconal São Francisco de Assis, em Florianópolis, de julho de 1996 até o ano 2000.
A primeira turma foi ordenada em 2000.
Em janeiro de 1999 iniciou-se a Escola Diaconal em Ponta Grossa, tendo Santo Estevão como padroeiro.
A primeira turma em Ponta Grossa começou com alunos desta Diocese e Dioceses de Umuarama, Palmas e Maringá.
Em janeiro de 2003 a Escola iniciou a preparação de um novo grupo com 30 candidatos ao Diaconato Permanente.


DIÁCONOS PERMANENTES - DIOCESE DE PONTA GROSSA

NOME ENDEREÇO TEL NASCIM. ORDEM ESPOSA
1. Ademar de Oliveira Av. D. Pedro II, 1250 – Ap 12 – Nova Rússia 42 3227-4701 31/12/53 19.01.2003 Maria das Graças R. Oliveira
2. Ademir Lazarini Av. Rio de Janeiro, 245 42 3250-1161 03/07/51 19.01.2003 Zilda W. Lazarini
3. Alexo Siuta Rua Andrade Neves, 288 – Uvaranas 42 3226-5101 03/07/49 17.05.2008 Márcia Quitéria de Almeida
4. Alfredo Assad Neto Rua Miguel Couto, 1111 – São José 42 3223-1818 22/09/61 20.08.2000 Eloisa Helena Assad
5. Antônio Sidival Franco Rua Antonina, 300 – Vila Cipa 42 3229-5567 06/05/64 27.04.2008 Jussane V. Franco
6. Apolonio Marcos Marchinski Rua Bonifácio Ribas, 194 – Vila Coronel Cláudio 42 3025-1652 09/02/45 17.05.2008 Neusa Marchinsk
7. Armindo Alves de Souza Assentamento Menino Jesus- Reserva/ Tibagi. 42 3327-5123
42 8818-4314
19/10/62 30.05.2009 Tereza Alves de Souza
8. Benedito P. dos Santos Clemente Rua Capanema, 09 – Jardim Itália – Oficinas (42) 3229–2817 25/11/67 27.04.2008 Seliane Barbosa Clemente
9. Carlito da Silva Kosan Rua São Josafat, 841 – Nova Russia (42) 3224-0660 03/10/52 19.01.2003 Maria Helena Kosan
10. Carlos Henrique Falcão * “Falecido” Rua Profº Laudelino Gonçalves, 90 – Sabará (42) 3227-2724 16/10/47 19.01.2003 Rosicler de Fátima Feola Falcão
11. Cassemiro Teixeira da Silva Av Alzemira de Oliveira, 10 (42) 3278-1349 13/03/65 25.05.2008 Ilsa de Fátima Rosa Silva
12. Claiton Born Alves Rua Rio Grande do Sul, 1537 – Vila Liane (42) 3238-1514 16/11/49 19.01.2003 Margarida Maria Tonon Alves
13. Eduardo Levandoski Av. Pref. V. Neves, 558 – Teixeira Soares- Pr. (42) 34601740 01/10/44 24.05.2009 Viúvo.
14. Eduardo Sedoski Rua Expedicionários José de Lima, 842 (42) 3422-2401 14/06/36 03.09.2000 Luiza Ivete Sedoski
15. Flávio Antonio Pauluk (Toninho) Rua José Pedro de Carvalho, 89 – Nova Russia (42) 3227-7785 21/12/57 27.08.2000 Marisa do Rocio S. Pauluk
16. Florandir José Baier Rua Tiradentes, 669 – Centro – Ed Aracuária – Ap 52 (42) 32240995 15/01/34 24.05.2008 Maria Lorení Baier
17. Isoil Correia Rua Quaresmeira, 133 – Santa Paula (42) 32287886 18/06/50 27.08.2000 Lenice Alves Correia
18. João Brecalto Pacheco Rua Prof. Jugurta G.de Oliveira, 185 – Jardim Maracanã (42) 3224-1007 02/05/60 27.08.2000 Lili Pacheco
19. João Kolodzieiski Rua Pedro Mezzomo, 1105 – Los angeles –P.Grossa. (42) 3027-7518 19/10/59 23.05.2009 Josiane de Fátima Kolodzieiski
20. João Grochovski Rua Cid Cordeiro Prestes, 180 – Uvaranas (42) 3226-5305 17/01/40 17.05.2008 Sofia S. Grochovski
João Valdevino da Luz Rua Belo Horizonte, 74 – Jardim Brasília (42) 3231-4580 25/06/62 31.05.2008 Maria Romilda Milek da Luz
22. João Vedelin Kieltyka Rua Azaleia, 451 – Santa Paula (42) 3027-7075 17/11/54 19.01.2003 Marisa Costa Kieltyka
23. Joel Luiz Gonçalves Rua Júlia da Costa, 512 – Oficinas (42) 32291239 18/07/47 27.04.2008 Marta Gonçalves
24. Jorge Antônio Czecalski Taborda Missão – Paranaguá- Matinhos – Pr. (42) 9122-2729
(42) 9825-5503
18/11/63 30.05.2009 Lurdes Taborda
25. Jorge Antônio Lacerda Rua Moacir Lazarotto de Oliveira, 480 (42) 3228-9863 07/12/60 24.05.2008 Zoraide de Souza Marques Lacerda
26. José Claudinei Zampier Rua Rui Barbosa, 1.064 (42) 3436-1118 21/07/70 19.04.2008 Neuciléia Aparecida Moleta Zampier
27. Josoel da Cruz Borges Rua Violeta, 102 – Santa Terezinha (42) 3239-4381 20/10/61 27.08.2000 Idalina Coimbra Borges
28. Julio Pavelski Rua Valter Bakaus, 76 (42) 3422-3169 03/08/51 19.01.2003 Sônia Regina Pavelski
29. Luiz Cezar Silva (Luizinho) Rua Henrique Dias, 153 – Uvaranas (42) 32228496 30/04/49 17.05.2008 Lucia Marilda Silva
30. Luiz Petit Ciola Conj. Habitacional Monteiro Lobato, Bloco 13 – Ap 01 (42) 3238-5690 07/10/68 10.05.2008 Telma Ciola
31. Marcelo Miró Cioffi Rua João Torres Pereira, 354 – Fundos (42) 3237-1564 18/09/67 02.09.2004 Jusmara Fernandes Cioffi
32. Metódio Retexin Rua: Pinhal Bonito, s/n – Parque Limeira – T. Borba (42) 3272-8557 12/09/55 19.01.2003 Sebastiana Vera B. Retexin
33. Miguel Gelinski Rua São Paulo, s/nº Carambéi- Pr. (42) 32311758 21/09/64 19.01.2003 Sandra Aparecida F. Ribas
34. Miguel Valmir Ornes Rua Teixeira de Macedo, nº 685 (42) 32229021 19/09/66 17.05.2008 Denise Aparecida Ornes
35. Moacir Taques Rua Daily Luiz Wambier, 3.012 (42) 3238-3011 09/01/62 10.05.2008 Dirce Chimiloski Taques
36. Natalino Mascarello Rua Profº Vitor do Amaral, 203 – Centro (42) 3422-1752 25/12/47 03.09.2000 Ana Rita Gartnei Mascarelo
37. Nelson Luiz Salles Rosa (Nelsinho) Rua Lamenha Lins, 77 – Ap 24 (42) 3224-1984 18/05/58 10.05.2008 Janete Terezinha Salles Rosa
38. Paulo Sérgio Ferreira da Silva Rua Bocaiúva do Sul, 822 – Oficinas (42) 3229-1507 11/07/67 27.04.2008 Rosane de Lurdes Ferreira da Silva
39. Pedro Diniz Barbosa Rua Colombo, 100 – Jardim América (42) 3225-8821 14/07/61 27.04.2008 Arlete Rossa Barbosa
40. Pedro Ricardo Basilio Linha Pinho – Cx. Postal 111   25/06/54 03.09.2000 Marlene Polak Basílio
41. Rubens José Lopes Rua Francisco Stroparo, 40 (42) 3423-1557 19/03/47 19.01.2003 Idalci Aparecida Chequete Lopes
42. Rubens Silva Nascimento Rua São João, 398 – Sta Luzia (42) 3239-8890 20/06/60 19.01.2003 Cléia de Fátima do Nascimento
43. Sebastião Mendes Rua Marcílio Dias, 555 (42) 32762062 16/10/55 25.05.2008 Cleonice de Fátima Oliveira Mendes
44. Vitor José Witsmiszyn Rua Cruz Machado, 36 – Vila Rio Branco (42) 3233-1107 17/07/49 31.05.2008 Maria Jovita Witsmiszyn
45. Willen Hennipman Rua Francisco A. Andrade, 704 (42) 3233-2800 21/07/41 31.05.2008 Rosalia Hennipman

Obs.: Atualizada em 2010.

Comissão Diocesana de Diáconos Permanentes - 2011 - 2013

Presidente: Diácono Natalino Mascarelo
Vice-Presidente: Diácono Pedro Diniz Barbosa
Secretário: Diácono Benedito Pedro dos Santos Clemente
Tesoureiro: Diácono Vitor José Witsmiszyn
Assessor Diocesano: Pe. Mario Dwulatka | E-mail: dwulatka@yahoo.com.br | Contato: (42) 3229-2817/ 99021735


Link CND - www.cnd.org.br

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