DIOCESE  DE  PONTA  GROSSA

MENU

FUNDAÇÃO

A Fundação da Diocese de Ponta Grossa


   Toda cidade tende a crescer num progresso muitas vezes rápido, outras vezes lento e gradativo. Cidades que crescem rapidamente, sofrem muitas vezes o perigo de paralisação neste crescimento, e às vezes até de regressão. Isso já aconteceu com muitos centros urbanos. Enquanto que outros, com um progresso lento, firmaram-se e continuaram crescendo, despontando então como grandes centros, irradiadores inclusive, de influência marcante nas cidades vizinhas. São necessários certos fatores, considerados primordiais para que isto aconteça: posição geográfica, clima, terras férteis, população e influência sócio-econômica na região circunvizinha.

   Foi o que se deu com Ponta Grossa. De crescimento e progresso lento mas gradativo, tinha a seu favor sua privilegiada situação geográfica no Estado; entroncamento rodo-ferroviário excepcional; clima, dos melhores, solo fértil e uma posição sui-generis em relação à região dos Campos Gerais, influindo econômica e culturalmente nas cidades vizinhas como: Castro, Tibagi, Prudentópolis, Imbituva, Piraí, Guarapuava, etc...

   Tudo isso contribuiu para que as autoridades políticas e eclesiásticas escolhessem nossa cidade para sede de uma diocese do Paraná, em 1926. O nosso estado, mesmo depois de separado politicamente de São Paulo em 1853, continuou religiosamente ligado à Diocese da capital paulista. Anteriormente de 1551 a 1575, havia pertencido hierarquicamente ao bispado de Salvador, na Bahia. Passou então a pertencer à Prelazia do Rio de Janeiro até 1745, quando foi criado o bispado de São Paulo, e automaticamente o Paraná, como 5a. Comarca de São Paulo, passou a pertencer a este bispado. A 27 de abril de 1892, através da Bula “Ad Universas Orbis Ecclesias" do Papa Leão XIII, foi criada a Diocese de Curitiba, que abrangia todo o Estado do Paraná e o de Santa Catarina, até 1908, quando foi ereta a Diocese de Florianópólis.

   Em 1926 havia grande interesse em transformar a Diocese de Curitiba em Arquidiocese. Desta maneira ela seria desligada da Arquidiocese de São Paulo, da qual era sufragânea. Isto viria satisfazer os anseios dos paranaenses que há muito almejavam não depender mais de São Paulo. Já em 1924 quando o Senador paranaense Dr. Afonso Camargo, ex-governador do Estado, ao passar por nossa cidade, viajando por via férrea, para a Capital, ouviu na plataforma da estação ferroviária, de alguns políticos que aí estavam para cumprimenta-lo, que Ponta Grossa seria elevada a bispado dentro de pouco tempo, manifestou seu interesse e prometeu ajudar no que fosse possível, para que isto se tornasse realidade.

   A 7 de maio de 1924, recebíamos a visita do bispo de Curitiba, D. João Francisco Braga, que aqui esteve tratando com o chefe do executivo pontagrossense, e outros grandes políticos, das possibilidades de formar um patrimônio para a provável diocese que aqui seria instalada. Voltando à capital, o bispo viajou de trem em companhia do governador Dr. Caetano Munhoz da Rocha, que estivera também em visita aos Campos Gerais e em especial a Ponta Grossa. Conversando com o bispo, o governador comunicou-lhe ter recebido correspondência do Ministro do Exterior que o avisava da vinda de um Visitador Apostólico ao Paraná. Como a maioria dos habitantes influentes de Ponta Grossa haviam se manifestado a favor da criação de uma diocese nesta cidade, comprometendo-se em ajudar financeiramente no que fosse necessário, tudo indicava que o Paraná teria outra Diocese e Curitiba automaticamente viria a ser Arcebispado, ficando o Paraná independente, neste sentido, de São Paulo, satisfazendo-se o desejo de todos os paranaenses. A população do Estado aumentava e o número de fiéis católicos era bastante expressivo. Viram então as autoridades eclesiásticas e políticas o momento oportuno para o desligamento, mesmo porque a Diocese de Curitiba atingindo as fronteiras do Estado, não estava mais em condições de atender tão vasta região. Era necessária uma divisão.

   Nos meses que se seguiram, D. João Braga entrou em contato por correspondência com o Núncio Apostólico D. Henrique Gasparri, dizendo que estava de acordo com a elevação de Curitiba e Arcebispado. Quando o Arcebispo, teria a oportunidade de optar por uma diocese sufragânea, direito este, que seria exposto à Santa Sé, em Roma. D. Braga dizia ainda, nesta correspondência, ser a criação de novas dioceses, metas altamente desejadas, mas achava que uma divisão entre Curitiba e Ponta Grossa ofereceria problemas, uma vez que a Capital abrangeria grande parte de lugares estacionários, enquanto que Ponta Grossa teria alguns de grande desenvolvimento. Até o governador Caetano Munhoz da Rocha havia sugerido que Curitiba ficasse com o território além de Ponta Grossa, mas o bispo curitibano não concordou, provando que a divisão planejada era a melhor, dando como exemplo o que já havia sido feito no Rio Grande do Sul com relação à Capital e às cidades de Uruguaiana e Pelotas.

   Tudo esclarecido e de pleno aceitamento, o governador prometeu ajudar financeiramente o patrimônio das novas dioceses como também o Arcebispado, que seria compensado por ter um território menos aquinhoado. O Núncio Apostólico de posse destas noticias, respondeu, que a idéia havia sido muito bem recebida e sugeria que fosse preparado o processo de nomeação dos novos bispos.

   Foi então a 10 de maio de 1926 pela Bula "QUUM IN DIES NUMERUS" do Papa Pio XI, desligada a Diocese de Curitiba da Igreja Arquiepiscopal de São Paulo; seu território foi dividido em quatro partes. A Diocese de Curitiba foi revestida do caráter Arquiepiscopal, e erigidas as Dioceses de Ponta Grossa e Jacarezinho, e a Prelazia de Foz do Iguaçu, criando-se assim a Província Eclesiástica do Paraná. À Arquidiocese de Curitiba pertenceriam vinte e nove Paróquias: Curitiba, Abranches, Água Branca, Antonina, Araucária, Assunguí de Cima, Bocaiúva, Campo Largo, Cerro Azul, Colombo, Contenda, Lapa, Morretes, Murici, Orleans, Palmeiras, Paranaguá, Piraquara, Rio Negro, Rondinha, Santa Cândida, Santa Felicidade, São João do Triunfo, São José dos Pinhais, São Mateus, Tamandaré, Tomáz Coelho, Umbará e Votuverava.

   À Diocese de Ponta Grossa pertenceriam doze Paróquias: Ponta Grossa, Castro, Cruz Machado, Guarapuava, Imbituva, Ipiranga, Ivaí, Palmas, Prudentópolis, Rio Claro, Tibagi e União da Vitória. Oito Paróquias passaram a constituir a Diocese de Jacarezinho, sob o rogo de Nossa Senhora da Conceição e São Sebastião: Jacarezinho, Barbosas, Colônia Mineira, Jaguariaíva, Piraí, Ribeirão Claro, São José da Boa Vista e Tomazina.

   À Diocese de Ponta Grossa, dedicada à Sant´Ana, Mãe da Santíssima Virgem, cabia uma vasta região central e todo o sudoeste do Estado, com uma população de cerca de 209.000 habitantes, distribuída entre poucas cidades de certa expressão, algumas com um passado histórico bastante eloqüente.

Castro

   Foi o povoado mais antigo da região dos Campos Gerais. Fundado à margem esquerda do rio Iapó, por tropeiros e viajantes. Aí chegaram mais tarde os frades Carmelitas, que passaram a viver na região. Construíram por volta de 1769 um convento numa de suas muitas fazendas, à do Capão Alto. As outras eram denominadas de Tabor, Canhaporanga e Fazendinha. Junto ao Convento, foi construída a Capela mais antiga do lugar, dedicada à Nossa Senhora do Carmo. Já em 1771, o povoado foi elevado à Freguesia com o nome de Sant´Ana do Iapó.

   A 5 de março de 1775 Frei José de Santa Tereza de Jesus, registrava no 1º Livro Tombo, o provimento da divisão de Sant' Ana do Iapó com a de Curitiba, tendo o Rio Tibagi como divisor pelo sul, até a Fazenda de Santa Cruz com todo o seu vasto território, e pelo norte o rio Itararé.

   Não há uma data precisa da criação da Paróquia pelos padres Carmelitas, mas seu primeiro vigário secular foi o padre Tomé Aloés de Castro. Seu sucessor foi o padre José Loureiro de Almeida. A partir de 1790 foi regida pelos padres Carmelitas, e mais tarde novamente pelos padres seculares. A primeira matriz era pobre, de pau a pique, coberta de palmeira, situada no centro de um cemitério, hoje Praça da Matriz. Em 1841 foram iniciadas as obras da Matriz atual, feita de estuque e pedras, inaugurada em julho de 1848. Era Vigário nesta ocasião o padre Dâmaso José Correia, que deixou após usa morte um legado com o qual foram construídas a torre e o frontispício da Matriz, em 1886.

   Desde 1798, Castro era Comarca Eclesiástica da região que abrangia as Paróquias de Ponta Grossa, Conchas, Piraí, Imbituva, Jaguariaíva, Sant' Ana do Itararé, São José da Boa Vista, Tomazina, Tibagi, Jataí e São Jerônimo. Em 24 de setembro de 1788 a Freguesia de Sant' Ana do Iapó foi elevada à Vila com a denominação de Vila Nova de Castro. Uma homenagem feita por Manoel Gonçalves Guimarães, grande proprietário de terras na região, e que havia prometido ao seu benfeitor Martinho de MeIo e Castro, Ministro dos Negócios Ultramarinos, em Portugal, ao ser libertado por crimes políticos, de que haveria de transformar, no Brasil, um povoado em uma grande cidade com o sobrenome do Ministro. Foi elevada à categoria de cidade pela Lei nº 1 de 21 de janeiro de 1857, com a denominação de Castro. Foi Capital Interina do Paraná no período revolucionário de 1893 a 1894, conforme Decreto nº 24 de 18 de janeiro de 1894 até 18 de abril de 1894.

Guarapuava

   Região habitada pelos índios guarapuavas, que muito dificultaram na colonização iniciada pelos primeiros desbravadores que aí chegaram em 1768. Em 1809 o padre Francisco Chagas de Lima, curitibano, chega aos Campos de Guarapuava para catequizar os índios. Fundou a primeira igreja dedicada a Nossa Senhora do Belém.

   A Paróquia foi fundada em 17 de julho de 1809, mas reconhecida oficialmente em 11 de novembro de 1818. Abrangia uma extensão enorme indo até Foz do Iguaçu, numa região entre os rios Iguaçu, Paraná e Paranapanema. Em 27 de junho de 1810 chegava aos campos de Guarapuava, o Cap. Diogo Pinto de Azevedo Portugal, chefe de uma Entrada, enviada por D. Luís Antônio de Souza Botelho Mourão, Morgado de Mateus, e Governador Geral da Capitania de São Paulo, e fundava o arraial denominado Atalaia.

   Em 1817 o Ten. Antônio Rocha Loures substituiu Diogo Pinto de Azevedo Portugal no governo do Arraial. A 11 de novembro de 1819, foi criada a Freguesia de Nossa Senhora do Belém de Guarapuava, a dez quilômetros do Arraial de Atalaia, pelo padre Francisco Chagas de Lima, e que foi destruída logo depois pelos índios, mas foi novamente reconstruída. De acordo com a Lei º 12 de 17 de julho de 1852 a Freguesia foi elevada à condição de Vila, e alguns anos mais tarde à condição de cidade. Com pouco mais de vinte mil habitantes e abrangendo tão vasta região, assim era Guarapuava, que passava agora à Paróquia da Diocese de Ponta Grossa.

Cruz Machado

   Núcleo fundado pelo Governo Federal para sediar imigrantes de origem polonesa, em 19 de dezembro de 1910. Região povoada por índios belicosos. Seu nome foi dado em homenagem ao Senador do Império, Dr. Antonio Cândido da Cruz Machado, que muito fez pela criação da Província do Paraná. A primeira Paróquia em honra do Sagrado Coração de Jesus, foi criada em 1911, e confiada aos padres Lazaristas. Mais tarde sucederam-se os padres do Clero Secular e ultimamente os padres da Sociedade de Cristo. Pela Lei Estadual nº 22 de 22 de .fevereiro de 1918 foi elevada à categoria de Distrito Judiciário e somente em 1951 elevada à categoria de Município, desmembrado de União da Vitória.

Imbituva

   Chamada primitivamente de Arraial do Cupim, fundada em 1810 às margens do Caminho do Viamão. Sua Paróquia em honra de Santo Antônio, foi criada a 16 de agosto de 1879 pelo bispo de São Paulo, D. Lino Deodato Rodrigues de Carvalho. A 26 de março de 1881 pela Lei nº 651, foi elevada à Vila com o nome de Santo Antônio de Imbituva. Alguns anos mais tarde, elevada à categoria de Município, passou a ser apenas Imbituva.

Ipiranga

   Fundada por Joaquim Teixeira Duarte em 1867. Em 1868 foi construída uma CapeIa em honra de Nossa Senhora da Conceição nos terrenos doados por D. Maria Joaquina de Andrade e outros, que passou a pertencer à Paróquia de Conchas. A primeira missa foi rezada pelo padre Antônio Pina. No lugar desta Capela, alguns anos depois, foi construído um templo bem maior. Com a chegada, em 1890, de imigrantes alemães, austríacos e poloneses, o povoado cresceu rapidamente. Em 5 de abril de 1890 foi criado o Distrito de Ipiranga. E a 7 de dezembro de 1894, pela Lei nº 115, foi elevada à categoria de Município.

Ivaí

   Núcleo criado no final do século XIX, para alojar imigrantes de origem polonesa. Seu nome provém do rio Ivaí, que banha suas terras. Alguns anos depois passou a Distrito de Ipiranga. Em 1913 foi fundada a Paróquia de lvaí, confiada aos padres Lazaristas. Recentemente tomou-se município.

Palmas

   Região do sudoeste paranaense. Segundo a tradição, religiosos aí chegaram por volta de 1843, quando então teria sido fundada a Paróquia dedicada ao Senhor Bom Jesus e mantida por padres Franciscanos. Pela Lei nº 22 de 28 de junho de 1855 foi criada a Freguesia de Palmas, e pela Lei Provincial nº 484 de 13 de abril de 1877 foi elevada à categoria de Município.

Prudentópolis

   Fundada por Firmo Mendes de Queiroz, em 1882, com o nome de Vilinha. Pela Lei nº 25 de 26 de janeiro de 1886 foi elevada a Distrito com o nome de São João do Capanema. Em 1895, com a chegada dos imigrantes poloneses, seu nome foi mudado para Prudentópolis, em homenagem ao presidente do País, Dr. Prudente de Morais. Em 1900 foram criadas as Paróquias do Rito Latino, de São João Batista, e do Rito Ucraniano, dedicada a São Josafat. O primeiro Vigário do Rito Latino foi o Padre Antônio Rymar, de origem polonesa e o da Paróquia Ucraniana foi o Padre basiliano Silvestre Kissima.

Rio Claro

   Sua Paróquia foi fundada no início do século. Seu primeiro Vigário foi o Padre ruteno, Nicon Rozdolski.

Tibagi

   Antônio Machado Ribeiro fundou a povoação às margens do rio Tibagi. Teve inúmeros filhos que ajudaram o povoado a prosperar. Pela Lei Provincial nº 15 de 16 de março de 1846 foi elevada à categoria de Freguesia, e neste mesmo ano a 16 de maio foi criada a Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios, instalada solenemente em 1851. Seu primeiro Vigário foi o Capuchinho, Frei Gaudêncio de Gênova.

   A 15 de março de 1872, de acordo com a Lei nº 302, foi elevada a Município. A sede municipal foi elevada à cidade em 27 de dezembro de 1897 conforme a Lei nº 259.

   No início do nosso século os Missionários Scalabrinianos trabalharam em Tibagi, de 1904 a 1911.

   Foram substituídos pelos Padres Estigmatinos e este pelos Redentoristas Norte-Americanos.

União da Vitória

   Foi o Cap. Antônio da Silveira Peixoto que fundou às margens do rio Iguaçu, um povoado com o nome de Entreposto de Nossa Senhora da Vitória, em 1769. Veio de São Paulo para governar o Entreposto, o Sargento-Mor Francisco José Monteiro. Em 1880 fixa residência neste local o Cel. Amazonas de Araújo Marcondes, quando o Entreposto já era conhecido pelo nome de Porto União da Vitória. Este homem muito colaborou para que o lugar prosperasse.

   A 22 de maio de 1887 chegou por via fluvial, o Cônego João Evangelista Braga, Vigário Geral Forense, autorizado pelo Bispo de São Paulo, Dom Lino Deodato Rodrigues de Carvalho, para fazer a visita pastoral e crismar. Não havia capela no lugar, e a missa foi celebrada na residência de Líbero Braga. Em reunião posterior ficou resolvida a construção de uma igreja. Foi benta a pedra fundamental pelo Cônego Evangelista Braga, no dia 5 de junho. Esta igreja nunca foi construída.

   Porto União da Vitória pertencia à Paróquia de Palmas, e os padres franciscanos desta cidade solicitaram ao Bispo de Curitiba, um padre que ficasse morando naquele lugar. Foi enviado o Padre João de Oliveira que ali só permaneceu dois meses. Outro padre, o Ernesto Urbani, aí chegou ficando pouco tempo. Em 1909, chegava o padre José Lechner que permaneceu até 1914. Foi então iniciada a construção de um templo. Este ainda não estava pronto quando em 7 de setembro de 1917, como ponto final na famosa Questão do Contestado, grande parte do território de Porto União da Vitória, passou a pertencer a Santa Catarina, juntamente com a igreja parcialmente construída, a casa paroquial e o Colégio das Irmãs da Divina Providência, que ali haviam se instalado a alguns anos. Foi então construída outra igreja no lado do Paraná, União da Vitória, terminada em 1920. Porto União da Vitória havia sido elevado a Município em 27 de março de 1890, desmembrado de Palmas.

   Assim, em 1926, a Diocese de Ponta Grossa abrangia doze Paróquias, contando com a de Sant'Ana, aqui fundada em 1823. O Clero então existente era constituído na maioria, de religiosos, e somente três seculares. Havia 31 sacerdotes do Rito Latino e 8 do Rito Ucraniano:

   Seculares: nenhum do Rito Latino; 3 do Rito-Ucraniano.

   Franciscanos: 4 em Palmas e um em União da Vitória.

   Verbo Divino: 7 em Ponta Grossa e 6 em Guarapuava. Lazaristas: um em Prudentópolis, um em Imbituva, um em Cruz Machado, um em Rio Claro, e um em Ivaí.

   Estigmatinos: 2 em Castro e 2 em Tibagi.

   Basilianos (Rito Ucraniano): três em Prudentópolis e dois em Ivaí.

   As religiosas nesta região eram : Servas do Espírito Santo, com Colégio em Ponta Grossa e Guarapuava, e com Hospital e Colégio em Palmas. Irmãs de São José, com a Santa Casa e Hospital da Estrada de Ferro em Ponta Grossa, e com um Colégio em Castro. lrmãs da Sagrada Família, com um Colégio em Cruz Machado. Irmãs da Caridade, em Prudentópolis, Rio Claro e Ivaí. Servas da ImacuIada Virgem Maria, em Prudentópolis e Ivaí.

Navegue até a sua Paróquia



Pastorais e Movimentos
Pastorais
Organismos
Movimnetos
Cúria
Cúria
Imprensa
Cliping
Download