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A Coordenação da Ação Evangelizadora

 
 
Coordenador da Ação Evangelizadora - Pe. Mario Dwulatka /2007
 

Etimologia e entendimento.  Etimologicamente, co-ordenar vem do latim “Ordinatione”, que quer dizer “dispor segundo certa ordem, organizar”. E o prefixo “co” significa com ou em conjunto. Assim, coordenação é ordenar em conjunto, realizar um trabalho ordenado coletivamente.Depois das Diretrizes de 1995, a Coordenação de Pastoral mudou o nome para Coordenação da Ação Evangelizadora, nome mais abrangente que leva em conta não apenas as pastorais entendidas em seu sentido técnico, mas todo o processo de Evangelização de uma Igreja Particular. Atualmente se usa a expressão “Ministério da Ação Evangelizadora”. Ministério é “um cargo; uma função, ou então, um carisma, uma força divina conferida a uma pessoa em vista da necessidade da comunidade religiosa” (cf. Dicionário Aurélio).No caso em questão, o Ministério da Ação Evangelizadora é um serviço que implica atitudes existenciais e não uma função sagrada que consagra uma pessoa separando-a das demais. Tem como pressuposto teológico a ação do Povo de Deus que participa do tríplice Múnus de Cristo: sacerdócio, profético e real. O ministério nasce das necessidades reais do povo de Deus e da sua necessidade Evangelizadora.  

A Pastoral de Conjunto  

O mundo em que vivemos é plural, complexo, fragmentado. Os bispos escrevem: “Constata-se na ação pastoral, de um lado, a fragmentação e a dispersão de atividades e, de outro lado, a busca de uma articulação” (Diretrizes  da CNBB 91-94, nº287). A articulação se realiza pelo planejamento pastoral, pelas Assembléias, pelos Conselhos de Pastoral, encontros, reuniões e acompanhamento individual. A Pastoral de Conjunto é o serviço da unidade que visa a eficácia da Igreja.   Os Princípios do Ministério da Ação Evangelizadora:

  • Variedade e complementaridade: A comunhão eclesial caracteriza-se pela presença simultânea da variedade e da diversidade de cada um na Ação Evangelizadora;
  • Autonomia: Todos têm o direito de desenvolver seus dons e carismas. A articulação, longe de nivelar os carismas, deve permitir seu pleno desenvolvimento na Igreja;
  • Participação responsável: a articulação envolve o maior número de interessados seja na decisão, seja na execução ou nos resultados. A participação não suprime nem nivela as responsabilidades.

     

  ·      O Ministério da Coordenação da Ação Evangelizadora na Diocese de Ponta Grossa

         O Coordenador da Ação Evangelizadora:

  • É o responsável em promover todas as iniciativas que  visam a Pastoral de Conjunto, onde Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos tenham uma ação evangelizadora que gere a comunhão entre si e com a Diocese. 
  • É um serviço que decorre da concepção de Igreja Povo de Deus, comunhão e participação;
  • É um serviço à unidade da Igreja na diversidade;
  • É um novo jeito de exercer o poder não como dominação, mas como serviço;
  • É um serviço à Igreja local, às suas Diretrizes e seu plano de Pastoral, visando articulação e animação;
  • É um serviço profético, pois não deixa a caminhada parar.

 

        Exigências da Espiritualidade da Coordenação da Ação Evangelizadora: 

  • “Revestir-se” de Cristo;
  • Espírito pastoral, doação e caridade;
  • Sentido de “diocesaneidade” e amor à Igreja particular;
  • Comunhão eclesial com o povo, com o presbitério e com o Bispo;
  • Amor compreensivo, humildade, serviçal e dialogante;
  • Busca de meios eficazes na ação evangelizadora;
  • Renúncia a si mesmo;
  • Paciência e respeito pelo ritmo das pessoas;
  • “Zelo pelo mundo” numa abertura ao diálogo com todos e abertura missionária.

Fonte: C.D.A.E.

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