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Colégio dos Consultores  

 “Fazer da Igreja a casa e a escola da comunhão”. 

 (Carta Apostólica Novo Millennio Ineunte – Papa João Paulo II – n.43)

 Fundamentos

1. Código de Direito Canônico – Cân. 495 até 502.

2. A experiência da Igreja ao longo dos séculos; as luzes da Palavra de Deus e dos ensinamentos de Jesus Cristo presentes nos Evangelhos, e uma espiritualidade de comunhão são as bases fundamentais do Colégio dos Consultores.

3. Espiritualidade da Comunhão:
Espiritualidade de comunhão significa:

  • Em primeiro lugar ter o olhar do coração voltado para o mistério da Trindade, que habita em nós e cuja luz há de ser percebida também no rosto dos irmãos que estão ao nosso redor.
  • A capacidade de sentir de sentir o irmão de fé na unidade profunda do Corpo Místico, isto é, como “um que faz parte de mim”, para saber partilhar as suas alegrias e os seus sofrimentos, para intuir os seus anseios e dar remédio às suas necessidades, para oferecer-lhe uma verdadeira e profunda amizade.
  • É ainda a capacidade de ver antes de mais nada o que há de positivo no outro, para acolhê-lo e valorizá-lo como dom de Deus: um “dom para mim”, como o é para o irmão que diretamente o recebeu.
  • Por fim, espiritualidade da comunhão é saber “criar espaço” para o irmão, levando “os fardos uns dos outros” (Gl 6,2) e rejeitando as tentações egoístas que sempre nos insidiam e geram competição, arrivismo, suspeitas, ciúmes. *Fonte: Carta Apostólica Novo Millennio Ineunte - Papa João Paulo II, n. 43.
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  • Os Conselhos de Pastoral, Conselho Presbiteral, Colégio dos Consultores, Conselho Diocesano de Pastoral e Conselho Econômico são vias para a expressão e crescimento da Espiritualidade de Comunhão. “A Comunhão faz a Igreja”.
  • Os espaços da comunhão hão de ser aproveitados e promovidos dia a dia, em todos os níveis, no tecido da vida de cada Igreja /(NMI 45).
  • Colégio – colegiado : co–responsabilidade junto com o Bispo Diocesano ou Administrador Diocesano.
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Estatutos

1.   Dentre os membros do Conselho Presbiteral, o Bispo Diocesano escolherá ao menos seis (6) sacerdotes para constituir o Colégio dos Consultores -(cf. CDC, c. 502 § 1).

2.   O colégio dos consultores é presidido pelo Bispo Diocesano pessoalmente. (cf. CDC, c. 502 § 2).

Parágrafo único: “Sede impedita aut vacante”; preside-o quem fizer as vezes do Bispo Diocesano, nos termos dos Cânones 413 e 419.

3.   “Sede impedita aut vacante”; cabe ao Colégio de Consultoreseleger o sacerdote que, com poderes e encargos de Administrador Diocesano, governará a Diocese (cf. CDC, c.413 § 2, 419 e 421 § 1).

4.   A convocação do Colégio de Consultores é necessária nos seguintes casos:

  • Tomar conhecimento dos documentos apostólicos do Bispo Diocesano, para que este tome posse canônica da Diocese (cf. CDC, c. 382 § 3);
  • Tomar conhecimento dos documentos apostólicos de nomeação do Bispo Coadjutor, para que este tome posse de seu ofício (cf. CDC, c. 404);
  • Eleger o Administrador Diocesano nos casos prescritos pelo Direito, a não ser que a Santa Sé determine diversamente (cf. CDC, c. 413 § 2 e 421);
  • Dar parecer ao Bispo Diocesano, na nomeação do Ecônomo e nos atos econômicos de maior importância para a Diocese (cf. CDC, c.494 e 1277);
  • Dar consentimento ao Bispo Diocesano, para atos de administração ordinária (cf. CDC. c. 1277);
  • Dar consentimento ao Bispo Diocesano, para casos de alienação entre a quantidade mínima e a máxima estabelecida pela Conferência Episcopal, de pessoas jurídicas subordinadas ao Bispo Diocesano (cf. CDC, c. 1292);
  • Dar consentimento ao Bispo Diocesano, para alienar bens da própria Diocese (cf. CDC. c. 1292);
  • Dar consentimento ao Administrador Diocesano, para a concessão de excardinação, incardinação, ou transferência para outra Igreja Particular (cf. CDC, c. 272);
  • Dar consentimento ao Administrador Diocesano, para a remoção do Chanceler ou dos outros notários (cf. CDC, c. 1018 § 1, n. 2).

5. O Colégio de Consultores, à norma do Direito, jamaispode inexistir, inclusive “sede vacante”, “sede impedita” ou dissolvido o Conselho Presbiteral.

 6.Terminado o mandato para o qual foi constituído, tem o Colégio de Consultores seu mandato prorrogado pelo Direito, até a legítima constituição do novo Colégio (cf. CDC, c. 502 § 1).

 7. Os membros do Colégio que não puderem continuar no desempenho do cargo serão substituídos, ressalvado sempre o total mínimo de seus (6) membros (cf. CDC, c.502 § 1).

 8. A duração do mandato do Colégio de Consultores é de cinco (5) anos (cf. CDC, c. 502 § 1).

 9. O Colégio de Consultores só delibera por maioria absoluta dos membros presentes.

 10.Para cada período de mandato, o Bispo Diocesano designará um Secretário, que lavrará o relato das reuniões em livro próprio.

Parágrafo único: As atas das reuniões serão assinadas pelo Bispo Diocesano e por todos os presentes à respectiva reunião.

 Disposições Gerais

Cabe ao Bispo Diocesano propor ou acolher propostas dos Conselheiros para as modificações do Estatuto.

 Revogam-se as disposições em contrário.

 Fonte: Estatutos, Diretórios e Subsídios.

 Diocese de Ponta Grossa.

 1º. de Março de 1997.

Membros do Colégio dos Consultores

Pe. Jaime Rossa – (042) 3224-1140.

Pe. Silvio Mocelin - (042) 3276-1283.

Pe. Pedro Gavlak – (042) 3224-1140.

Pe. Luiz Carlos Mirkoski - (042) 3460-1352.

Pe. José Lauro G. Gomes- (Missões).

Pe. Casemiro Oliszeski - (42) 3224-0143

Pe. Joel Nalepa - (42) 3235-3429.

 

Dados 2010.

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