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A Mãe da Divina Graça
Nossa Senhora foi escolhida, pela Santíssima Trindade, desde toda a eternidade, para ser a Mãe de Jesus. Graças ao sim generoso que disse quando foi convidada pelo anjo (Lc 1,28), ela tornou-se mãe de Cristo, mãe da própria Graça.

O apóstolo São Paulo (Tito 2,11) nos ajuda a entender melhor a palavra graça: “A graça de Deus, fonte de salvação, manifestou-se a todos os homens”. De quem o apóstolo Paulo está falando? Quem é a graça de Deus? É o próprio Jesus Cristo, o caminho, verdade e vida. A partir desta afirmação podemos concluir que quando estamos dizendo a expressão “Nossa Senhora, Mãe da Divina Graça” estamos afirmando: que a Virgem Maria é a mãe D`Aquele que é a própria graça divina para toda a humanidade.
Porque Jesus Cristo é a divina graça? Porque Ele é o nosso Salvador. Jesus é o dom gratuito que recebemos de Deus, sem merecimento de nossa parte. Graças à sua paixão, morte e ressurreição fomos remidos. 
Aorezar “Ave Maria, cheia de graça”, estamos afirmando que Nossa Senhora está plena da vida de Deus, visto que ela foi a sua mais generosa cooperadora e a serva humilde do Senhor. Mediante os gestos de toda mãe, desde os gestos mais ordinários até os mais difíceis, Maria cooperou livremente na obra da salvação da humanidade, em profunda e constante sintonia com o seu Divino Filho.

Maria é ainda nossa mãe, ela se interessa por todos os cristãos e nos guia para o encontro com seu Filho Jesus. Ela cuida, com amor materno, dos irmãos de seu Filho que, entre perigos e angústias, caminham ainda na terra, até chegarem à pátria bem-aventurada. 
 
* Padroeira da Diocese de Ponta Grossa - Decreto do Papa João Paulo II, de 25.07.1983. 

 

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