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SEMINÁRIO MAIOR DE TEOLOGIA SÃO JOÃO MARIA VIANNEY

BREVE HISTÓRICO DA CAMINHADA FORMATIVA DE TEOLOGIA
Em 1974, convicto de que se tornava necessário centralizar mais os estudos, visando engajar os seminaristas na realidade diocesana, antes disso os seminaristas maiores estudavam no Seminário Rainha dos Apóstolos em Curitiba, após várias reuniões com o Conselho Presbiteral, Dom Geraldo Pallanda decidiu fundar um Seminário Maior na própria Diocese.
 
Em março de 1974 iniciou-se o Curso Filosófico e, em 1977 foi iniciado o Curso de Teologia. Assumiu como reitor Pe. Abrão Becher auxiliado pelos padres: Pedro Guerra, Pedro Grzelczaki, José Chipanski e Jaime Batista.
 
No período de 1977 até 1991 moravam na mesma casa, Seminário Diocesano São José em Uvaranas, os seminaristas Menores e Maiores.
 
Em 1992, sendo bispo, D. Murilo Sebastião Ramos Krueger, o Seminário Menor mudou para Irati no Seminário Mãe de Deus, permanecendo juntos a Filosofia e Teologia e sendo formador Pe. Silvio Mocelin.
 
Em 1993 houve a separação da Filosofia e Teologia. A Teologia mudou para Seminário dos Padres Doutrinários na Vila Liane, ficando nesta residência apenas até o mês de julho do mesmo ano com Pe. José Lauro Gonçalves Gomes. A Filosofia continuou no Seminário Diocesano São José em Uvaranas.
 
De agosto de 1993 até dezembro de 1994 o Seminário de Teologia foi para a Paróquia São Cristóvão em Ponta Grossa com o Pe. José Lauro Gonçalves Gomes.
 
No ano de 1995 nova mudança: para a Paróquia São Sebastião em Ponta Grossa tendo agora como reitor Pe. Jaime Rossa.
 
 
Em 1996 o Seminário de Teologia mudou-se para o prédio do IFITEME, em Oficinas junto a Paróquia São Cristóvão, permanecendo até o final do ano de 2001 continuando como Reitor Pe. Jaime Rossa e tendo como padroeiro São João Maria Vianney.
 
Em 2002, a Diocese adquiriu o Seminário dos Padres Doutrinários, situado a Rua Sinhara Natel de Paula s/n, na Vila Liane, mudando o Seminário de Teologia para este local. Assumiu como Reitor Pe. Wilson Aurélio Pianaro. Em julho deste mesmo ano assumiu a formação do Seminário de Teologia, Pe. Silvio Mocelin, ficando até janeiro de 2005 quando assumiu a formação do Seminário de Teologia, Pe. Valdeslei Sviercoski, que é o atual reitor do Seminário de Teologia.   
 
 SEMINÁRIO DIOCESANO DE TEOLOGIA SÃO JOÃO MARIA VIANNEY 
 
 
·          O que é?
 
“A identidade profunda do Seminário é a de ser, a seu modo, uma continuação na Igreja da mesma comunidade apostólica reunida à volta de Jesus, escutando a sua palavra, caminhando para a experiência da Páscoa, esperando o dom do Espírito para a missão. Esta identidade constitui o ideal normativo que estimula o seminário, nas mais diversas formas e nas múltiplas vicissitudes que, enquanto instituição humana, vive na história, a que encontre uma concreta realização, fiel aos valores evangélicos em que se inspira e capaz de responder às situações e necessidades dos tempos”. (PDV, 60)
 
“O Seminário é, pois, uma comunidade eclesial educativa, mais, uma particular comunidade educante. E é o fim específico a determinar-lhe a fisionomia, ou seja, o acompanhamento vocacional dos futuros sacerdotes, e portanto o discernimento da sua vocação, a ajuda para lhe corresponder e a preparação para receber o sacramento da Ordem com as graças e as responsabilidades próprias, pelas quais o sacerdote é configurado a Jesus Cristo Cabeça e Pastor e é habilitado e comprometido a partilhar a Sua missão de salvação na Igreja e no mundo”. (PDV, 61)
 
·          Objetivo
 
Proporcionar uma formação especificamente presbiteral pela identificação progressiva com o Cristo Profeta, Sacerdote e Pastor; com uma opção consciente, numa vida fraterna visando o presbitério, nos estudos sistemáticos de teologia e nas atividades pastorais, em vista da missão e da pastoral de conjunto com a Diocese de Ponta Grossa.
 
·          Justificativa
 
A vivência de comunhão e participação, cultivando a co-responsabilidade, a partilha e a correção fraterna, num processo de formação integral e progressiva, em vista do ser e da missão dos presbíteros na Igreja Diocesana de Ponta Grossa.
 
 
CONTEÚDO FORMATIVO – TEOLOGIA
DIMENSÃO HUMANO-AFETIVA (110-120: Doc 55)
Considerando o que a Igreja pede no campo formativo dos seminários maiores, no que se refere a etapa de teologia, verifica-se a necessidade de que: A dimensão humano-afetiva esteja devidamente ordenada e em plena harmonia com o estilo de vida aspirado, a saber, a vocação ao ministério ordenado. Leve o seminarista a ter não apenas convicções sobre a clareza de conceito à vida sacerdotal, mas também uma autêntica realização como pessoa e a uma eficácia no exercício de seu ministério.
 
ABORDAGEM DA TEMÁTICA
1. Relacionamentos humanos equilibrados (integração da sexualidade) tendo em vista o sacerdócio: com homens, mulheres, velhos, criança, nos diversos contextos: trabalho pastoral, comunitário, classe social, etc.
2. Celibato – levar em consideração aspectos humanos em vista da vida sacerdotal, harmonizando a natureza sexual ao estilo celibatário de vida, como expressão de amor e doação.
3. Vício e tendências – questões de alcoolismo, homossexualismo, internet (salas de chat, bate-papo, etc).
4. Carências – relacionamentos virtuais, meios de comunicação social.
5. Autêntica ascese cristã: nem maniqueísmo nem “angelismo”.
Obs:. Cuidar com psicologismo: ação de Deus e liberdade humana se integram. Colocar objetivos e metas avaliando conquistas e dificuldades.
O caminho para a maturidade humana acontece à luz do Evangelho.
 
Temas Formativos – Dimensão Humano-afetiva
1º Ciclo
1) Princípios da Dimensão humano-afetiva equilibrada e considerada para a vocação ao ministério ordenado:
A) Levar o formando a se auto-afirmar como varão (identidade definida, auto-afirmação);
B) Trabalhar sua identidade familiar (condicionamentos, traumas, valores de família): aprofundar a história da pessoa.
2) Virtudes humanas:
Generosidade, disponibilidade, acolhida, sinceridade, responsabilidade, prudência, disciplina, humildade, amabilidade, renúncia, fortaleza, auto-confiança, segurança.
 
2º Ciclo
1) Vícios e tendências:
A) Alcoolismo, tabagismo, entorpecentes em geral, internet, etc.;
B) Masturbação, homossexualidade.
2) Afetividade (relacionamento humano):
A) Trabalhar as carências (relacionamentos virtuais, MCS), como conviver;
B) Relacionamento maduro com as mais diversas categorias: homens, mulheres, homossexuais, portadores de necessidades excepcionais, etc.
 
3º Ciclo
1) Auto-Estima:
A) Desenvolver as seguranças e convicções pessoais;
B) Internalização de valores;
C) Auto-conhecimento e auto aceitação: das qualidades e defeitos.
 
4º Ciclo
1) Sexualidade:
Desenvolver a sexualidade (integrar a sexualidade da pessoa com o contexto em que se encontra: idade, ambiente, etc.);
2) Celibato:
A) Valor do matrimônio como caminho natural do ser humano; desejo de paternidade como doação realizada;
B) Castidade como caminho de realização humana;
C) Celibato como possibilidade humana somada à graça ordenada ao ministério; renúncia ao matrimônio (como algo natural);
D) Reflexão Eclesial sobre o celibato, tratando sobre como a Igreja vê o celibato em seu valor humano e cristão: celibato pelo reino, mesmo com a tendência natural ao matrimônio.
 
DIMENSÃO COMUNITÁRIA (101-109: Doc 55)            
Sendo a dimensão comunitária o ponto de convergência entre as demais dimensões, esta deve ser desenvolvida num plano teórico e prático para que possa levar o seminarista a sentir-se família com os demais irmãos de caminhada, onde as capacidades e dons de cada um se manifestam e são colocadas a serviço.
 
ABORDAGEM DA TEMÁTICA
1. A formação na dimensão comunitária, ministrada pelo reitor da casa, seguindo uma devida ordem temática, favoreça o renovar das motivações pessoais e a reflexão sobre: partilha, perdão, amizade e fraternidade, superando os obstáculos que se opõem à vida comunitária;
2. No campo prático, que haja momentos de maior intensidade de convivência e correção fraterna. Como proposta, que se reservem pelo menos duas datas por semestre para eventos de caráter comunitário;
3. Gerar e fazer crescer o sentimento de pertença à Comunidade e responsabilidade para com os irmãos de caminhada, superando a acomodação e o “aburguezamento”.
Obs:. Que esta dimensão seja trabalhada com a comunidade toda reunida;
 Colocar objetivos e metas avaliando conquistas e dificuldades.
 
Temas Formativos – Dimensão Comunitária
1º Ciclo
1 – O que a Igreja da dimensão comunitária (sua razão de ser):
A) Comunhão com o Bispo e Presbitério;
B) Convivência com povo de Deus.
 
2º Ciclo
Fundamentação teórica do grupo de vida: promoção da mística para a vida comunitária.
 
3º Ciclo
A) Trabalhar as realidades presentes na comunidade: qualidades e defeitos (partilha, perdão... e seus obstáculos para a vida comunitária);
B) Critérios orientativos para auto-avaliação comunitária.
 
4º Ciclo
1 – Experiência de doação, caridade e espírito de sacrifício.
2 – Gerar consciência de inserção no presbitério:
A) Convidar padres diocesanos para estarem presentes no seminário: presidindo celebrações, devolvendo temas, partilhando a vida, etc.;
B) Promover momentos de convivência com o clero e com demais seminaristas.
Obs.: Sugeridos que se sirva de documentos do Magistério, da CNBB, Congregações e demais autores.
 
DIMENSÃO ESPIRITUAL (Doc 55 CNBB 101-109-)       
Segundo a revelação e a experiência cristã, a formação espiritual possui uma inconfundível originalidade que provém da “novidade” evangélica. Efetivamente “essa formação é obra do Espírito e compromete a pessoa em sua totalidade: introduz na comunhão profunda com Jesus Cristo, Bom Pastor; conduz a uma submissão de toda a vida ao Espírito numa atitude filial para com o Pai e numa ligação fiel à Igreja. A formação espiritual radica na experiência da cruz para poder introduzir, em profunda comunhão, na totalidade do mistério pascal” (PDV, 45).
A formação espiritual ordenada à santidade de vida, consiste na comunhão íntima e profunda com o Pai, pelo Filho no Espírito Santo que se expressa na caridade, deve preparar o futuro presbítero para desempenhar seu ministério.
O carisma do celibato como gratuidade pelo Reino, dom para a Igreja, deve ser descoberto, aprofundado e assumido de modo maduro e livre como experiência de amor e doação, vivido na castidade e na alegria testemunhando a possibilidade de um amor gratuito e desinteressado.
Esta dimensão deve abranger o homem inteiro desenvolvendo as virtudes humanas, cristã e sacerdotal, uma vez que a Graça não destrói, mas aperfeiçoa a natureza.
 
ABORDAGEM DA TEMÁTICA
1. Desenvolver no formando a experiência-reflexão, sobre a caridade pastoral pela identificação com o Cristo Pastor, numa dimensão trinitária afim de unificá-lo na vida e missão;
2. Sacerdote, homem de comunhão presbiteral e promotor da comunhão eclesial;
3. Aprender com Maria o significado de uma total dedicação de amor a missão;
4. Meios para o dinamismo no crescimento espiritual que contemplem a Palavra, os sacramentos, o serviço, a partilha, a oração e a direção espiritual;
5. A Palavra como itinerário de conversão, a fé como resposta para novos critérios de juízo e avaliação;
6. A Eucaristia na vida do Presbítero;
7. A Igreja, povo de Deus;
8. As tendências e escolas de espiritualidade, e a espiritualidade do padre diocesano;
9. Oração sálmica, bíblica, Pai Nosso;
10. Lectio Divina.
 
Temas Formativos – Dimensão Espiritual
Cada ciclo poderá ser desenvolvido para ser trabalhado em um ano.
 
1º Ciclo
1) Teologia da Vocação Presbiteral – Oração da Ordenação – (Ritual de Ordenação);
2) Quem é o Presbítero? A Identidade Sacerdotal (Diretório para a Vida e o Ministério do Presbítero);
3) A identificação com o Cristo Pastor numa dimensão Trinitária, Cristológica e Eclesiológica;
4) Espiritualidade do Padre Diocesano; “Ser o Bom Pastor... Jo 10”;
5) A Prática da Orientação Espiritual como caminho para o relacionamento com Deus.
 
2º Ciclo
1) Oração Sálmica (Liturgia das Horas), Pai-Nosso;
2) Mynisteriam Quaedum (Em vista dos Ministérios a ser recebido a partir deste ciclo);
3) Aprender com Maria o significado de uma total dedicação de amor à missão: Amor à Virgem Maria (Doc. Rosárium Virginis Mariae);
4) A Palavra de Deus como itinerário e conversão e a fé como resposta para novos critérios de juízo e discernimento vocacional; (Prática da Lectio Divina)
5) Alguns aspectos da Psicologia da Vocação: Vocação Presbiteral, caminho para a Maturidade e Realização Pessoal. (Sugestão: Padre, você é feliz? Uma sondagem psicossocial sobre a realização pessoal dos Presbíteros do Brasil – Edênio Valle; Luiz Roberto Benedetti; Alberto Antoniazzi – Ed Loyola. 2004).
 
3º Ciclo
1) Ministros e dispenseiros dos mistérios de Deus (O Presbítero e a vida dos Sacramentos).
2) O Sacramento da Eucaristia, alimento da vida Cristã e do Presbítero;
3) A prática da Confissão Sacramental como caminho de conversão pessoal e exercício do Ministério Sacerdotal;
4) O itinerário dos Discípulos de Emaús (Lc 24, 13-35) (Doc. Mane Nobiscum Domine, João Paulo II);
5) O Carisma da Consagração Celibatária (Doc. Celibato Sacerdotal: uma opção de amor. Paulo VI).
 
4º Ciclo
1) Sacerdote, homem de comunhão presbiteral e promotor da comunhão eclesial;
2) A Igreja povo de Deus (Doc. Vaticano II, Lúmen Gentiun);
3) Amor a Jesus Cristo e à Igreja;
4) O Presbítero servidor do povo (Jô 13, 1ss);
5) O Presbítero, pastor e guia da comunidade (Instrução da Congregação para o Clero - 2002).
 
OBJETIVOS ESPECIFICOS DA FORMAÇAO
1.        Humano-afetiva
 
“Sem uma oportuna formação humana, toda a formação sacerdotal ficaria privada de seu necessário fundamento” (PDV, 43). Considerando o que a Igreja pede no campo formativo dos seminários maiores, no que se refere a etapa de teologia, verifica-se a necessidade de que: - A dimensão humano-afetiva esteja devidamente ordenada e em plena harmonia com o estilo de vida aspirado, a saber, a vocação ao ministério ordenado; - Leve o seminarista a ter não apenas convicções sobre a clareza de conceito à vida sacerdotal, mas também uma autêntica realização como pessoa e a uma eficácia no exercício de seu ministério.
Essa dimensão requer: 
Objetivos
Meios
Critérios de Avaliação
  • Favorecer  a  saída    si em direção ao outro.
  •  

     

 
- Dinâmicas de partilha e revisão de vida.
- Demonstre capacidade de relacionamento maduro com as pessoas da comunidade (Seminário).
  • Cultivar atitudes de altruísmo e disponibilidade.
- Experienciando a doação e o serviço gratuito.
- Demonstre superação do fechamento, do isolamento e do individualismo.
  • Possibilitar a descoberta da  realização pessoal,  na relação com o outro.
- Oferecendo oportunidade de acompanhamento psicológico (pessoal e comunitário).
- Cultive o diálogo com o diferente;
- Demonstre estar realizado na opção.
  • Aprimorar o exercício da    independência-autônoma nos relacionamentos.
- Convivência fraterna e igual com todos da comunidade.
- Apresente equilíbrio emocional;
- Não seja exclusivo em seus relacionamentos.
  • Aprimorar a capacidade para o relacionamento madura no ministério da coordenação.
  •  

- Exercitando papéis de liderança dentro da comunidade.
- Manifeste espírito de liderança que favoreça a comunhão;
- Capacidade de se colocar a serviço através de uma responsabilidade.
  •  Amadurecer a opção para o Celibato em clima de diálogo e transparência.
  •  

- Promovendo momentos de formação afetiva e orientação sexual.
- Cresça e defina a opção pelo Celibato.
 
  • Favorecer e estimular a identidade presbiteral.
  •  

- Assumindo a condição de candidato ao presbiterato.
- Mostre alegria em assumir a identidade presbiteral.
  • Aprimorar a capacidade de trabalhar em equipe.
  •  

- Realizando trabalhos em grupos;
- Praticando esportes.
- Capacidade de trabalhar em equipe.
  • Perceber vícios e tendências – por exemplo: alcoolismo, homossexualismo, internet (salas de chat, bate-papo, relacionamentos virtuais), meios de comunicação.
 
 
- Colóquios pessoais com o formador;
- Acompanhamento especializado.
- Perceber sinceridade e autenticidade;
- Capacidade de renúncia;
- Sentido positivo da ascese.
 
2. Espiritual
Segundo a revelação e a experiência cristã, a formação espiritual possui uma inconfundível originalidade que provém da “novidade” evangélica. Efetivamente “essa formação é obra do Espírito e compromete a pessoa em sua totalidade: introduz na comunhão profunda com Jesus Cristo, Bom Pastor; conduz a uma submissão de toda a vida ao Espírito numa atitude filial para com o Pai e numa ligação fiel à Igreja. A formação espiritual radica na experiência da cruz para poder introduzir, em profunda comunhão, na totalidade do mistério pascal” (PDV, 45). A formação espiritual ordenada à santidade de vida, consiste na comunhão íntima e profunda com o Pai, pelo Filho no Espírito Santo que se expressa na caridade, deve preparar o futuro presbítero para desempenhar seu ministério.
Essa dimensão requer:
 

Objetivos
Meios
Critérios de Avaliação
  • Alimentar - Fomentar a Espiritualidade  Presbiteral.

  • Construir a identidade com o   Cristo  Bom Pastor.
  •  

- A Palavra como itinerário de conversão;
- Formação sobre a Vocação como resposta de fé.
- Vivência dos Sacramentos,(Eucaristia e Penitência);
- Prática da Caridade.
- Descoberta da Palavra de Deus na vida pessoal;
- Resposta à vocação num espírito de fé;
- Prática assídua dos Sacramentos da Eucaristia e da Confissão;
- Exercite a misericórdia.
- Expresse aceitação e alegria por estar no seguimento de Cristo.
  • Conhecimento da Espiritualidade do Presbítero Diocesano.
  •  

- Formação sistemática
(Jô 10).
- Assuma essa espiritualidade;
- Amor e sentido de pertença à Diocese de Ponta Grossa.
  • Aprofundar a prática da oração pessoal e comunitária.
  •  

 
  • Aprofundar o sentido da Liturgia das Horas e dos Salmos.
  •  

- Possibilidade de conhecimento das modalidades de oração;
- Prática da “Lectio Divina”;
- Momentos de oração pessoal e comunitária.
- Momentos de Adoração.
- Promover retiros anuais e tardes de espiritualidade.
- Prática e participação na oração pessoal e comunitária.
 
  • Conhecer as Espiritualidades na Igreja..
  •  

- Formação sistemática.
- Leitura de livros de espiritualidade.
  • Desenvolver espírito de pobreza,  obediência e co-responsabilidade.
  •  

- Formação sobre a Doutrina Social da Igreja;
- Estudo sobre a obediência.
- Amor as pobres e abertura missionária;
- Capacidade de viver a Obediência evangélica.
  • Crescer no relacionamento com Deus;
  • Elaborar um Projeto Pessoal Espiritual.
  •  

.
- Prática da vida de oração;
- Vivência da espiritualidade do Bom Pastor;
- Prática da Orientação Espiritual.
- Seja capaz de avaliar seu crescimento pessoal.
  • Desenvolver o Presbítero como homem de comunhão presbiteral e     promotor da comunhão eclesial.
  •  

- Apresentar o Mistério Trinitário como modelo.
 
- Vida de comunhão no Seminário;
- Acolher os presbíteros que visitam o Seminário.
- Demonstre amor à Igreja.
  • Aprofundar Espiritualidade Mariana.
- Momentos individuais e comunitários de Oração do Terço;
- Incentivar devoções pessoais.
- Amor a Maria;
- Imitação de suas virtudes.
  • Sentido da  “Castidade no  Celibato”       como dom e opção.
 
- Estudar Documento: “Celibato Sacerdotal uma opção de amor”.
- Aprofundar e fazer a opção pela Castidade no Celibato.

 
       3 – COMUNITÁRIA
 
“É essencial assegurar a formadores e seminaristas as condições efetivas de uma vida comunitária inspirada pelo Evangelho, qualquer que seja a solução institucional adotada, grande seminário ou comunidades menores”. (Doc. 55, n.101). Sendo a dimensão comunitária o ponto de convergência entre as demais dimensões, esta deve ser desenvolvida num plano teórico e prático para que possa levar o seminarista a sentir-se família com os demais irmãos de caminhada, onde as capacidades e dons de cada um se manifestam e são colocadas a serviço.
 
Essa dimensão requer:
Objetivos
Meios
Critérios de Avaliação
  • Cultivar o senso de comunhão e participação.
  •  

- Participando das atividades comunitárias.
- Cresça na capacidade de comunhão e participação.
  • Assumir o Seminário como “minha casa”.
- Formação sistemática sobre o tema.
- Assumindo com espírito de alegria tudo o que se refere à comunidade e a casa;
- Espírito de colaboração e participação no cuidado do ambiente.
  • Proporcionar um ambiente familiar.
- Momentos informais de conversas.
- Participação nesses momentos.
  • Cultivar a responsabilidade do que é de todos.
- Exercendo funções e serviços.
- Assimile o espírito de co-responsabilidade;
- Favoreça a participação e co-responsabilidade.
  • Aprender a corrigir e ser corrigido de forma fraterna.
- Correção fraterna periódica nos grupos de vida.
- Participação ativa e interessada.
  • Cultivar a virtude da solidariedade e partilha.
- Promover momentos de partilha dos bens.
- Participar do “caixa comum”.
  • Organizar, valorizar e avaliar a convivência.
- Momentos comunitários de avaliação.
- Aprenda a avaliar e colaborar ativamente no processo de avaliação e metas.
  • Crescer no espírito de alegria.
- Momentos de passeio e lazer dentro da comunidade;
- Comemorações de datas ou fatos importantes.
- Espírito celebrativo;
- Atitude de agradecimento.
  • Participação ativa na elaboração do projeto anual de formação.
  •  

- No início do ano promover a “Assembléia da Comunidade”.
- Participação e elaboração das prioridades para a comunidade.
  • Conhecer o sentido dos Ministérios Instituídos na Igreja.
  •  

- Formação sobre o Documento Minysteriam Quaedam.
- Desempenhar os Ministérios na Comunidade do Seminário.
  • Aprofundamento do sentido dos “Grupos de vida”.
  •  

- Estudo sobre o tema.
- Participação semanal nos grupos de vida.
 
4. INTELECTUAL
"A formação intelectual dos candidatos ao sacerdócio encontra a sua específica justificação na própria natureza do ministério ordenado e manifesta a sua urgência atual defronte o desafio da nova evangelização, a qual o Senhor chama a Igreja, no limiar do terceiro milênio. 'Se já cada cristão — escrevem os Padres sinodais — deve estar pronto a defender a fé e a dar a razão da esperança que vive em nós' (1Pd 3,15), com muito maior razão os candidatos ao sacerdócio e os presbíteros devem manifestar um diligente cuidado pelo valor da formação intelectual na educação e na atividade pastoral..." (PDV 51).
Essa dimensão requer:
Objetivos
Meios
Critérios de Avaliação
  • Capacitar para uma visão Global da realidade para o diálogo entre teologia e vida de fé.
  •  

- Aulas no IFITEME – Instituto de Teologia e Filosofia Mater Ecclesiae.
- Capacidade de reflexão teológica;
- Saiba relacionar teologia e vida.
  • Cultivar o hábito da leitura e do estudo em vista da formação permanente.
  •  

- Desenvolvendo a leitura de livros e Documentos da Igreja extra-curriculares.
- Manifeste interesse pela formação permanente.
  • Ajudar o candidato a desenvolver um aspecto da teologia que se interesse.
- Apoiando em cursos e palestras sobre o assunto.
- Assuma com responsabilidade e dedicação.
  • Desenvolvimento do conteúdo teológico acadêmico.
  •  

- Momento de estudo pessoal.
- Aproveitar o tempo para o estudo pessoal.
  • Desenvolver uma boa comunicação oral e escrita.
  •  

     

- Momentos de partilha na comunidade;
- Reflexão do Evangelho nas missas.
- Adquira gosto pela leitura e pesquisa.
  • Conhecimento crítico da realidade.
  •  

     

- Jornais, revistas, livros sobre esse tema.
- Interesse para conhecer o mundo em que vive.
 
5. PASTORAL
A formação especificamente pastoral, como toda dimensão da pastoral, comporta um aspecto teórico e um aspecto prático, vivencial. O estudo da teologia pastoral alcançará sua plenitude no curso teológico. Deverá ser precedido por uma iniciação à reflexão pastoral, na medida em que o seminarista vivenciar experiências pastorais... (Doc. 55 CNBB n. 93).
 
Essa dimensão requer:

Objetivos
Meios
Critérios de Avaliação
  • Comungar da Caridade de Cristo Bom Pastor.
- Desenvolvendo em si as atitudes de Cristo Bom Pastor.
- Demonstre interesse pelo ministério presbiteral e pelo serviço ao povo.
  • Interiorizar a dimensão pastoral como espiritualidade, mística e ciência. (Caridade Pastoral)
- Vivenciando a mística da atividade pastoral.
- Mostre sensibilidade com as exigências da evangelização: testemunho de comunhão, diálogo, serviço e anúncio.
  • Fazer um exercício pastoral a ser realizado na Pastoral Vocacional ou em uma Paróquia.
- Realizando as atividades pastorais nos fins de semana (Sábado e Domingo).
- Disposição a freqüência nos compromissos pastorais.
  • Acompanhamento e avaliação das atividades pastorais.
- No Seminário, partilha Pastoral no domingo a noite;
- Pedir ao pároco avaliação no final da atividade pastoral realizada.
- Interesse e espírito de aprendizagem com suas experiências e dos outros.
  • Habilitar para o ministério da coordenação e animação da Pastoral de Conjunto.
- Formação sobre as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e na Diocese (Prioridades);
- Participação na Assembléia Diocesana.
- Capacidade para coordenar e atuar na pastoral de conjunto;
- Demonstre adesão ao projeto diocesano de evangelização.
  • Suscitar o Espírito Missionário.
- Cultivando abertura para as necessidades da Igreja Diocesana e da Igreja Universal.
- Manifeste abertura missionária e sensibilidade às realidades mais urgentes.
  • Inserção gradativa na colegialidade presbiteral.
- Visitas do bispo;
- Acolhendo reuniões pastorais realizadas no Seminário;
- Visitas aos padres.
- Crescimento na oração e integração com os presbíteros.

 
 
São João Maria Batista Vianney – Padroeiro do Seminário de Teologia
João Maria Batista Vianney (Lion, Dardilly, 8 de maio de 1786 - Ars-sur-Formans, 4 de agosto de 1859), ou Santo Cura de Ars, como ficou conhecido, foi um sacerdote francês, canonizado pela Igreja Católica. É considerado o padroeiro dos sacerdotes.
Era filho de Mateus Vianney e Maria Béluse, e o quarto de seis irmãos numa família de camponeses. somente foi ordenado sacerdote depois de vencer muitas dificuldades. Foi-lhe confiada uma pequena paróquia em Ars, na diocese de Belley, foi admirável exemplo de vida de cristã, exercitou uma eficaz pregação, com a mortificação, oração e caridade. Revelou qualidades excepcionais na administração do sacramento da Penitência e na direção espiritual das almas. Sua fama de santidade correu por toda a França ainda em vida, de todas as partes acorriam pessoas para se confessar com ele e ouvir os seu conselhos. Faleceu em Ars, em odor de santidade, em 1859.
Três anos após a sua morte o bispo Monsenhor Langalerie, deu início ao processo da sua canonização e o ouviu setenta testemunhas. O Papa Pio IX, em 1866 abriu o processo Apostólico, em 30 de outubro de 1872 foi declarado Venerável, em 8 de janeiro de 1905 foi declarado Beato e patrono de todos os sacerdotes que têm cura de almas na França, por Pio X. Foi canonizado pelo Papa Pio XI em 1 de novembro de 1924. A sua festa litúrgica é comemorada no dia 4 de agosto.
Por ocasião do centenário da sua morte, em 1959, o Papa João XXIII promulgou a Carta Encíclica Sacerdotii Nostri Primordia realçando a suas virtudes e relembrando o seu exemplo principalmente para os sacerdotes da Igreja Católica.
Dele disse João XXIII: "Por último, resta-nos evocar na vida de s. João Maria Vianney este aspecto do ministério pastoral, que para ele, durante muitos anos de sua vida, foi como um longo martírio e fica para sempre ligado à sua memória: a administração do sacramento da penitência, que dele recebeu singular brilho e produziu os mais abundantes e salutares frutos. "Em média, cada dia, passava quinze horas no confessionário. Este labor cotidiano começava de madrugada e só acabava à noite". E quando caiu esgotado, cinco dias antes de morrer, os últimos penitentes aglomeravam-se à cabeceira do moribundo. Calculou-se que no final da vida, o número anual dos peregrinos atingisse oitenta mil." (op. cit.)
"Dificilmente se podem imaginar as contrariedades e os sofrimentos físicos destas intermináveis horas no confessionário, para um homem já esgotado pelos jejuns, macerações, enfermidades, e falta de sono... Mas, acima de tudo, ele sentia-se como moralmente esmagado pela dor. Escutai a sua lamentação: "Ofende-se tanto a Deus, que quase nos sentimos tentados a pedir o fim do mundo!..É preciso vir a Ars para se saber o que é o pecado e a sua multidão quase infinita... Não se sabe o que se deve fazer: só se pode chorar e rezar". O santo esquecia-se de acrescentar que tomava também sobre si uma parte da expiação: "Pela minha parte - contava ele a quem lhe pedia conselho - dou-lhes uma penitência pequena e o resto faço-a eu por eles"." (op. cit.)

 
 

"Se tivéssemos fé, veríamos Deus oculto no sacerdote, como a luz por trás da vidraça, como vinho misturado na água."

"Devemos considerar o padre quando está no altar e no púlpito como se fosse o próprio Deus"

"Oh! como o sacerdote  é algo sublime! Se ele se apercebesse morreria... Deus lhe obedece: diz duas palavras e Nosso Senhor desce do céu."

"Se não tivéssemos o sacramento da Ordem, não teríamos Nosso Senhor. Quem o colocou no tabernáculo? O padre. Quem foi que recebeu nossa alma à entrada da vida? O padre. Quem a alimenta para lhe dar força de fazer sua peregrinação? O padre. Quem a preparará para comparecer perante Deus, lavando a alma pela última vez no sangue de Jesus Cristo? O padre, sempre o padre. E se alma vier a morrer, quem a ressuscitará, quem lhe dará a calma e a paz? Ainda o padre."

"O Sacerdote não é para si, mas para vós...

"Quem  recebeu vossa alma à sua entrada na vida? É o sacerdote. - Quem a sustenta para dar-lhe a força de fazer sua peregrinação? O sacerdote. - Quem há de prepará-la para se apresentar diante de Deus, purificando-a pela última vez no sangue de Jesus Cristo? O sacerdote, sempre o sacerdote. -  E se a alma morrer quem há de ressuscitá-la? Ainda o sacerdote. - Não há benefício alguma de que vos lembreis sem ver logo ao lado desta recordação a figura do sacerdote. - O sacerdote tem as chaves dos tesouros celestiais; é o procurador de Deus, é o ministrador de seus bens." 

 "Só no céu compreenderemos a felicidade de poder celebrar a Missa."

 "O padre não é para si. Não dá a si a absolvição. Não administra a si os sacramentos. Ele não é para si, é para vós."

 "Se um padre vier a morrer em conseqüência dos trabalhos e sofrimentos suportados pela glória de Deus e a salvação das almas não seria nada mal."

 "O Sacerdote só será bem compreendido no céu... Se o compreendêssemos na terra, morreríamos, não de pavor, mas de amor."

"Se não fosse o padre, a morte e a Paixão de Nosso Senhor de nada serviriam."

"O Sacerdote é o amor do Coração de Jesus. Quando virdes o padre, pensai em Nosso Senhor Jesus Cristo."

São João Batista Maria Vianney

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