Destaques:
Pesquisar:  

        Seminário Mãe da Divina Graça – Propedêutico
                        Reitor: Pe. Osvaldo Pinheiro
Rua Rio Paranapanema, 49   Caixa Postal, 1269 Fone (42) 3231-4170
Boqueirão    Carambeí - Pr    CEP 84145-970 
 
 
INTRODUÇÃO
 
Não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande idéia, mas através do encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá um novo horizonte à vida e, com isso uma orientação decisiva...” (Doc. de Aparecida, n. 243). Sendo assim, no início do cristianismo está um encontro de fé com a pessoa de Jesus.
 
O Seminário Propedêutico da Diocese de Ponta Grossa quer possibilitar aos jovens viver esta experiência profunda de encontro com Jesus que os torna seus discípulos e missionários a serviço da vida.
 
O fato de se encontrar numa casa de formação cristã indica que alguma experiência de encontro com Jesus já aconteceu. Por isso é que podemos estar, “no caminho, na busca e na descoberta de Cristo”. A experiência do encontro vai se renovando e intensificando ao longo da caminhada e na busca de cada jovem. A descoberta de Cristo e o encontro com Ele possibilitam uma verdadeira vida, onde a cruz é assumida e a alegria é uma certeza.
 
Nos colocamos no seio de Maria, a Mãe da Divina Graça, para que ela nos gere para o seu filho Jesus. Maria, aquela que se encontrou com Jesus em seu seio nos ajudará sempre a fazer a experiência profunda de uma comunhão intensa com Jesus. Maria, que gerou Jesus, nos haverá de gerar agora para Jesus. Queremos que Maria nos ajude a intensificar de tal forma a nossa comunhão com Cristo que possamos dizer um dia as palavras de São Paulo: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20).
 
Esperamos que, ao longo de cada ano propedêutico, possamos crescer e amadurecer como pessoas e cristãos tendo por orientação aquilo que se encontra nas linhas a seguir.
 
Esperamos e rezamos para que o Ano Propedêutico seja, pela intercessão da Mãe da Divina Graça, um tempo propício de transformação na vida de todos os envolvidos nesta caminhada.
 
 
A NOSSA HISTÓRIA
 
1. A idéia inicial
 
Decorria o ano de 1982. Dois estudantes do 3º ano de teologia: Diácono José Lauro Gonçalves Gomes, coordenador diocesano da Pastoral Vocacional e Mathias Andreas Jocobus Ham, membro da Pastoral Vocacional de nossa Diocese, inconformados com o grande número de desistência daqueles que iniciavam a Filosofia, se propuseram ir a fundo para tentar identificar o porquê da falta de perseverança. Após um acurado estudo chegaram à conclusão de que, apesar do grande esforço da Equipe de Formadores, o Seminário Menor deixava muito a desejar no que se referia a formação humano-afetiva e espiritual dos candidatos ao Seminário Maior. Não que houvesse negligência, porém, devido às lacunas tanto no campo intelectual como humano daqueles que ingressavam no Seminário Menor, somando ao fato de que muitos permaneciam somente por um ou dois anos no Seminário, pois vinham com o 1º ou 2º ano do Ensino Médio concluído, o que dificultava muito para um acompanhamento, que além de suprir as lacunas, levasse o jovem a um discernimento vocacional maduro.
 
Foi levada ao conhecimento da Equipe de Formadores esta preocupação para que juntos encontrassem uma saída. Havia uma proposta concreta: um ano dedicado à formação. Porém, a grande dificuldade estava no número escasso de presbíteros diocesanos. No momento não era possível colocar em prática a idéia do Ano Introdutório ou Propedêutico. Era necessário amadurecer mais e, o principal: ter alguém para acompanhar o Ano Propedêutico. Um outro fator era que essa experiência era nova e muito pouco conhecida.
 
Em 1984, foi designado para a formação o recém ordenado Pe. José Lauro Gonçalves Gomes. Sua função era de Assistente dos seminaristas do Ensino Médio. A idéia do Propedêutico ainda estava bem presente. Durante o ano, muitas vezes o assunto foi pauta de reuniões. No final do ano se chegou à decisão de fazer uma experiência abreviada do Propedêutico. Foi decidido que durante o mês de janeiro de 1985, os candidatos ao Seminário Maior fariam, em uma chácara em Carambeí, um mês de convivência, onde, de um modo intensivo, seriam aprofundadas as quatro dimensões da formação.
 
2. Os primeiros passos
 
Em janeiro de 1985, numa chácara da paróquia de Carambeí, aconteceu a primeira experiência do Propedêutico. Foram quatro semanas. Em cada semana foi abordada uma das dimensões da formação. Participou dessa experiência toda a Equipe de Formação: Pe. Jaime Rossa, Pe. Francisco Carlos Bach, Pe. José Sniegovski e Pe. Mathias J. Ham. Cada um deles permaneceu uma semana na chácara, durante a qual abordou uma das dimensões. Pe. José Lauro permaneceu durante o mês todo junto com os candidatos. Há que se destacar a presença do Senhor Bispo diocesano, Dom Geraldo Micheletto Pellanda, que passou um dia com o grupo, onde teve um contato pessoal com cada um deles.
Participaram da experiência 14 jovens. Dois deles já tinham cursado o 1º ano de filosofia. A avaliação, tanto por parte dos candidatos como dos formadores, foi a melhor possível.
 
A partir do resultado positivo desta experiência, após ter sido apresentada ao clero diocesano, se decidiu iniciar, já em 1986, o Ano Propedêutico. Dentre os padres diocesanos, os que mais se entusiasmaram com o projeto foram os mais idosos. O local escolhido foi a paróquia de Carambeí. Os motivos para tal escolha foram: uma paróquia que oferecia dois tipos de ambientes, urbano e rural; a paróquia tinha uma casa disponível; o formador do Propedêutico auxiliaria ao Pároco no atendimento das comunidades rurais. Como formador foi designado, pelo Senhor Bispo diocesano, Dom Geraldo M. Pellanda, o Pe. José Lauro Gonçalves Gomes. 
 
3. Os primeiros anos
 
Em 1º de fevereiro de 1986 teve início o Ano Propedêutico sob o patrocínio de São João Maria Vianney, com o nome de: Comunidade São João Maria Vianney, com um grupo de quatro jovens: Mário Dwlataka – da paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - de Irati; Paulo César Machado – da paróquia Sant’Ana de Ponta Grossa; Paulo César Balandiuk – da paróquia Nossa de Guadalupe de Ponta Grossa e Ademir da Guia dos Santos – da paróquia Nossa Senhora Auxiliadora de Ponta Grossa. Três deles procedentes do Seminário Menor e um sem ter passado pelo Seminário.
 
* Seguindo a orientação do CELAM, procurou-se evitar com que o Propedêutico tomasse a forma de um Ano Acadêmico.
 
Colaboravam no processo formativo: Pe. Theodorus Köpp e Pe. Mathias J. Ham, Sra. Leoba Heerdt e Ir. Paula Tiramani. As atividades pastorais dos Aspirantes consistia em acompanhar nas capelas, auxiliando na animação litúrgica; assistiam algumas reuniões de movimentos ou pastorais, sem no entanto, assumir qualquer cargo. Por decisão da comunidade passaram juntos a Páscoa e o Natal. Dos quatro aspirantes, dois saíram e dois ingressaram no Seminário Maior e hoje são presbíteros: Pe. Mário Dwlatka e Pe. Ademir da Guia dos Santos.
 
Em 1º de fevereiro de 1987, teve início o segundo grupo do Propedêutico, ainda sob a direção de Pe. José Lauro G. Gomes. Eram seis jovens: Wilson Aurélio Pianaro – da paróquia São José; Moacir Gomes e Adilson Kosak – da paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Irati; Claudemir do Nascimento Leal – da paróquia São Pedro Apóstolo; Ricardo Assad – da paróquia São José e Antônio Kimierski – da paróquia de Nossa Senhora da Conceição em Carambeí.
Dos seis jovens que iniciaram o Ano Propedêutico, cinco ingressaram na filosofia e três foram ordenados presbíteros: Pe. Wilson Aurélio, Pe. Moacir e Pe. Claudemir
 
4. Início da construção da Nova Casa no Boqueirão
 
No ano de 1987, com o número maior de aspirantes, a casa começou a se tornar inviável. Por esse motivo, começou-se a pensar na possibilidade de conseguir uma casa mais adequada, onde se pudesse realizar o Ano Propedêutico com maior tranqüilidade. No segundo semestre, procurou-se um terreno, onde se pudesse construir. Com a ajuda do senhor Mário de Oliveira e Silva e do senhor Anor Ajus Issa foi adquirido um terreno na Comunidade do Boqueirão e, no dia 04 de dezembro de 1987, foi iniciada a construção de uma casa de 216 m2. É bom destacar que o terreno foi doado pelo Sr. Mário de Oliveira e Silva. Havia um problema: o dinheiro em caixa deu apenas para comprar 400 Kg ferro, 100 sacas de cimento e 100 sacas de cal. Faltava com que pagar a mão de obra. Porém, logo uma Construtora de propriedade do Senhor José Moreira, colocou a disposição todos os seus funcionários para fazer a fundação e o piso bruto. Eram 08 funcionários da Construtora mais os aspirantes e o padre. Os tijolos, 32.000, assim como todo o telhado, foram doados pelo senhor Anor; a madeira da cobertura, pela família Barth da comunidade de Terra Nova, a madeira para o forro foi doada pela família Maus e o beneficamente pela família Gerhards, os vitrôs - 17 ao todo -, foram doados pela comunidade da Terra Nova. Toda a parte elétrica foi realizada gratuitamente pelo Sr. Pedro Monfianski e a parte hidráulica pelo Sr. Marcos Preus, também sem nenhum ônus.
 
No dia 17 de dezembro foi concluída a fundação. No dia 04 de janeiro de 1988 começou-se a levantar as paredes, desta vez com um pedreiro profissional, um servente, muitos voluntários da comunidade e, entre eles, os seminaristas (durante as férias de 1988) Mario Dwulatka e Sílvio Breginski, que hoje são presbíteros.
 
No dia 31 de março de 1988 o padre José Lauro e mais um seminarista mudaram-se para a nova residência ainda inacabada. A construção, com a ajuda da comunidade e da Providência de Deus que nunca faltou, foi concluída em dezembro de 1988.
 
Todo recurso financeiro foi fruto de doações do povo: material, serviço, etc. A Mitra da Diocese não teve absolutamente nenhuma despesa, assim como não veio nenhuma doação de fora do país. Participaram com uma generosa contribuição: Pe. Pedro Gavlak, Pe Silvio Mocelin e Pe. Nicolau Psybychen ( de saudosa memória).
 
5. O terceiro grupo e a Nova Casa
 
Com a construção inacabada, iniciou-se o Ano Propedêutico no dia 15 de fevereiro de 1988 com três jovens que concluíram o Estudo Médio no seminário São José. Este terceiro grupo do Propedêutico era formado por: Miguel Gelinski e Wanderlei do Carmo, ambos da Paróquia Imaculada Conceição de Carambeí e Eldo Malmann, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Ipiranga.
 
O ano de 1988 não foi muito bom para a formação, pois eram muitos os problemas decorrentes da construção. Dois saíram na metade do ano e o Eldo saiu no final.
 
Miguel Gelinski, casou-se e tem dois filhos, fez a escola Diaconal e foi ordenado Diácono Permanente em 19 de janeiro de 2003.
 
6. Leigos ajudam o Seminário
 
No início de 1988, foi fundada uma Associação de leigos com objetivo de auxiliar na condução financeira o Propedêutico e também dar uma Pessoa Jurídica ao Seminário: a CEFIS (Comissão Econômica Financeira do Seminário). Foi constituída uma diretoria: Diretor Geral: Pe. José Lauro Gonçalves Gomes; presidente: Sr. Mário de Oliveira e Silva; vice-presidente: Sr. Edson Baby; secretário: Sr. Cláudio da Silva Machado;    tesoureira: Srta. Ivone Gouveia; diretor de obras: Sr. Conrado Butcoski. Esta Associação deu um grande contributo tanto na conclusão da construção como no andamento do Seminário nos anos subseqüentes.
 
7. Novo Formador
 
Em 28 de fevereiro de 1989, na nova casa destinada ao Propedêutico na localidade do Boqueirão, teve início o quarto grupo do Propedêutico com cinco jovens: Joel Nalepa – da paróquia da Imaculada Conceição de Teixeira Soares; Jorge Carsiminski, Celso Sedacz e José Domingos Baugarth - da Paróquia São Miguel de Irati; José Amauri da Cruz de Curitiba. Todos procedentes do Seminário Menor. Para formador foi designado o Pe. Abrão Becher. Dos cinco, três ingressaram na Filosofia e já foram ordenados presbíteros. São eles: Pe. Joel, Pe. Jorge e Pe. José Amauri. Este último pertence a Arquidiocese de Curitiba, onde exerce seu ministério.
 
Em 15 de fevereiro de 1990, ainda sob a responsabilidade de Pe. Abrão Becher, teve início o quinto grupo do Propedêutico. Ingressaram nesse ano sete jovens: Celso Spechet – da paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Irati; Cláudio Sedulowski – da paróquia Menino Jesus de Reserva; José Bueno – da de São Sebastião de Ponta Grossa; Josnei Nogueira – da paróquia São Judas Tadeu de Ponta Grossa; Carlinhos Moreira e Vilso Padilha – da paróquia Imaculada Conceição de Teixeira Soares e Noel Dias – da paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Harmonia. Deste grupo, quatro ingressaram no Seminário Maior (Celso, Cláudio, José e Noel) e um foi ordenado padre: Pe. Celso Specht. 
 
8. Propedêutico em Ponta Grossa
 
Em 1º de março de 1991, deu-se início ao sexto grupo do Propedêutico com dois candidatos: Mário Spaki – da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Iratí e Cícero José de Almeida – da Paróquia São José de Ponta Grossa. Devido o número reduzido de candidatos, o Propedêutico foi transferido para a Paróquia São Sebastião, em Ponta Grossa, sob a orientação de Pe. Silvio Mocelin.
 
Dois acontecimentos marcaram a nossa Diocese neste ano: O falecimento do Bispo Diocesano, Dom Geraldo Micheletto Pellanda no dia 02 de janeiro e a posse do seu sucessor, Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, no dia 22 de junho.
 
O Propedêutico assumiu uma nova fisionomia. Os aspirantes tiveram um envolvimento maior na vida da paróquia. Os dois ingressaram e concluíram a Filosofia e, posteriormente a Teologia. Mário Spaki concluiu a Teologia em Roma, onde também fez especialização. Foi ordenado diácono em 02 de fevereiro de 2003 e presbítero no mesmo ano, no dia 03 de agosto. Cícero cursou a Teologia em Brasília e foi ordenado presbítero em outubro de 1998, incardinado na Arquidiocese Militar.
 
Em 1º de março de 1992, no Seminário Diocesano São José (junto com a Filosofia), teve início sétimo grupo do Propedêutico. Foi designado como formador Pe. Agostinho Antônio Rutkoski. O motivo de não se utilizar a Casa do Propedêutico, foi decisão dos formadores.
 
Ingressaram neste ano sete jovens: Elcio José Gutervil e Rosel Antônio Beraldo – da paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Irati; Cleimar Pedro Fassini – da paróquia Menino Deus de Piraí do Sul; Nelson Bueno – da paróquia São Sebastião de Ponta Grossa; Valdeslei Sviercoski – da paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Carambeí; Adilson Aparecido dos Santos – da paróquia Nossa senhora de Fátima de Telêmaco Borba e Marcelo Nogueira – da paróquia de são Judas Tadeu de Ponta Grossa. Apesar de todos terem ingressado na Filosofia, somente três continuaram no Seminário Diocesano e foram ordenados presbíteros: Nelson Bueno, ordenado em 2000, Élcio Gutervil e Valdeslei Sviercoski, ambos ordenados presbíteros em 2001. Outros dois, após terem concluído o 2º ano de teologia, ingressaram no Seminário dos Padres Cavanis. Cleimar Pedro Fassini, ordenado presbítero após ter concluído o 3o ano de Teologia. Após seis meses da ordenação, voltou para a casa do Pai Celeste, vítima de um Câncer. Rosel desligou-se dos cavanis em 2003.
 
9. Interrupção
 
No final de 1992, por decisão do Senhor Bispo Diocesano, Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, foi interrompido o Ano Propedêutico, pois o mesmo não via razão de sua existência, já que todos os jovens haviam passado pelo seminário maior.
 
Nos anos de 1993 a 1997, nenhum jovem fez a experiência do propedêutico.
 
O ano de 1997 foi marcado por algumas mudanças em nossa Diocese. No dia 22 de abril, a comunidade diocesana foi pega de surpresa com a notícia da nomeação de Dom Murilo como Arcebispo de Maringá. Após a sua posse ocorrida no dia 22 de junho, assumiu a Diocese, como Administrador Diocesano, o Revmo. Pe. Francisco Carlos Bach. 
 
10. Reinício em Piraí do Sul
 
Ao aproximar-se o final do ano de 1997, a Equipe de Formadores, tendo já constatado o mesmo fenômeno ocorrido anos atrás – o grande número de desistência daqueles que ingressavam na Filosofia – retomou a idéia de reativar o Propedêutico. Foi designado Pe. José Lauro Gonçalves Gomes como formador. Ficou decidido como local a casa paroquial da Paróquia Menino Deus, na cidade de Pirai do Sul.
 
Acertados os detalhes com o Pároco da citada Paróquia, Pe. Evaldo Fidelix, foi estabelecida a data do reinício do Ano Propedêutico. Pe. José Lauro, além do cargo de Reitor do Propedêutico, foi nomeado Vigário Paroquial.
No dia 22 de fevereiro, reiniciou o Propedêutico sob o patrocínio de Maria. A comunidade teria o nome de: Seminário Mãe da Divina Graça.
 
Oito foram os jovens que ingressaram nesse ano fazendo parte do oitavo grupo do propedêutico: Edson Marchinski e José Ademir Chaves - da paróquia Imaculada Conceição de Teixeira Soares; Paulo César Stark Junior - da paróquia Nossa Senhora de Guadalupe; Evaldo Sebastião Lopes e José Nilson dos Santos - da paróquia Nossa Senhora dos Remédios de Tibagi; João Carlos de Oliveira - da paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Irati; Loir Antônio de Oliveira - da paróquia Menino Deus de Piraí do Sul e Sandro José Brandt - da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Carambeí. Destes, quatro ingressaram no Seminário Maior: José Nilson, Sandro José, Loir Antonio e João Carlos. O João desligou-se no final de 2003. José Nilson e Loir concluíram a teologia e foram ordenados diáconos e presbíteros no ano de 2006. O Sandro foi ordenado presbítero em 2007.
 
Contribuíram no processo de formação do Propedêutico: Pe. Estanislau Kapucinski. Sra. Terezinha Taques Fanchin, Prof. Estanislau de Almeida e Dr. Noel Ceoffi.
 
No dia 15 de outubro, tomou posse o tão esperado Bispo Diocesano, D. João Braz de Aviz. E já no dia 25, nos presenteou com sua visita.
 
No dia 28 de fevereiro de 1999, iniciou-se o Ano Propedêutico com sete candidatos: Luis Augusto Schenkemberg – da Paróquia Santa Rita de Cássia de Ponta Grossa; Renato Henich – da Paróquia Nossa Senhora da Luz de Irati; Enéias José de Oliveira e André Ricardo de Oliveira – da Paróquia Menino Jesus de Reserva; Ricardo José Bini – de Rio Azul; Rosaldo Onofre Andregeski – da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Carambeí; Henrique Alexandro Senderski – da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Irati.
 
Este grupo iniciou a experiência em uma nova casa. A experiência do Propedêutico na casa paroquial não foi muito boa devido a falta de ambiente que favorecesse a oração e o silêncio necessários para um bom aproveitamento. A nova casa era um pouco precária, mas o ambiente bem melhor.
 
Ingressaram na Filosofia cinco dos sete: André, Luis Augusto, Ricardo, Rosaldo e Henrique. O Rosaldo e o Luis desistiram durante o curso de filosofia e os outros concluíram e ingressaram no Seminário de Teologia. Concluiu o 1o ano de Teologia somente o Henrique, desligando-se após a Experiência de Amadurecimento Vocacional no seminário Mãe de Deus em Irati, no final do ano de 2004.
 
Neste ano colaboraram no processo formativo: Pe. Estanislau Kapuscinski, Sra. Teresinha Fanchin Sandrini, Dr. Noel Ceoffi e Prof. Estanislau de Almeida.
 
11. Grupo de apoio ao Seminário - GRAPOS
 
Motivado pelo fato de que, segundo João Paulo II, “a vocação é a resposta de um Deus providente a uma comunidade orante”, e, visto que os jovens que vêm para a experiência do Propedêutico, estão a procura de um melhor discernimento vocacional, após ter refletido junto a alguns leigos, foi decido convidar um grupo de senhoras para aprofundar o assunto. No dia 19 de maio de 1999, após terem sido convidadas diversas senhoras da comunidade paroquial de Piraí do Sul, compareceram para o encontro um grupo bastante representativo. Foi exposto o projeto de criar um grupo que fosse o apoio espiritual para os jovens aspirantes ao Seminário Maior. Após a colocação e ouvida as opiniões dos presentes, se definiu não só uma finalidade do grupo, mas três: religiosa, social e financeira. A finalidade religiosa corresponderia a formação de grupos de intercessão, isto é orações pelos aspirantes; a finalidade social, se efetivaria por meio contatos, visitas, etc. e a finalidade financeira, através de promoções visando auxiliar na manutenção da casa de formação. Ficou assim constituído: um grupo de 16 senhoras formaria o Grupo Piloto. Destas, por sua vez, cada duas se responsabilizariam por um Grupo de Intercessão. Foram, portanto, formados 8 Grupos de intercessão. Com funcionamento diário, em horário combinado, se encontrariam na Igreja para rezar pelos seminaristas. De acordo com o objetivo do grupo, se chegou a um nome: GRAPOS – Grupo de apoio ao Seminário.
 
12. Retorno para Carambeí
 
No dia 27 de fevereiro de 2000, teve início o décimo grupo do Propedêutico, com dez jovens: Daniel José Ferreira, Fábio Sejanoski e Paulo Roberto Hejel – da Paróquia São Miguel de Irati; Marcos Aurélio e Ricardo Machado – da Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Castro; Reginaldo Ferreira – da Paróquia Nossa Senhora dos Remédio de Tibagi; Sandro Martins Gomes – da Paróquia Santa Rita de Cássia de Ponta Grossa; Gilberto Machado – da Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Telêmaco Borba, Lúcio Mauro de Campos – da Paróquia São Judas Tadeu de Ponta Grossa e Carlos Speke – da Paróquia Menino Jesus de Reserva.
 
No dia 25 de junho de 2000, por decisão da Equipe de formadores, o Seminário Mãe da Divina Graça mudou de residência, retomando à casa do Propedêutico na cidade de Carambeí. 
 
Neste ano contou-se com a colaboração na formação das seguintes pessoas: Prof. Daniel Scaramello, Prof. Estanislau de Almeida, Sra. Terezinha Fanchin Sandrini, Dra. Lúcia Coimbra e Pe. Estanislau Kapuscinski.
 
Dos dez, sete ingressaram no Seminário Maior de Filosofia (Fábio, Lúcio, Paulo, Gilberto, Reginaldo, Sandro e Carlos). Em 2004 o Paulo concluiu o Curso de Filosofia e desligou-se do seminário e quatro ingressaram na Teologia: Fábio, Lúcio, Gilberto e Reginaldo. O Fábio foi ordenado diácono e presbítero em 2009.
 
13. Criação da ACASEG e do GRAPOS
 
O dia 21 de agosto de 2000 ficou marcado pela criação de uma Associação, que seria um grupo para auxiliar a condução do Seminário Propedêutico: Associação “Cooperadores Amigos do Seminário Mãe da Divina Graça” – ACASEG. A diretoria ficou assim constituída: Reitor: Pe. José Lauro Gonçalves Gomes; Presidente: Sr. Marcelo da Silva Gomes; Vice Presidente: Sra. Fátima Disonete Baby; Secretário: Sr. Cláudio da Silva Machado; tesoureiro: Sr. Osvaldo Pinheiro; Coordenadora de Eventos: Sra. Maria de Lourdes Ramos; Consultor de Obras: Sr Conrado Butcoski. A ACASEG tem como finalidade: apoiar o Reitor na condução da entidade formativa; auxiliar na manutenção do Seminário, econômico e social; apoiar e ajudar a implantar os projetos de interesse do Seminário Propedêutico.
No ano de 2001, no mês de fevereiro, foi criado, em Carambeí, o GRAPOS (Grupos de Apoio ao Seminário). São Grupos de senhoras que se reúnem diariamente, em grupos, para rezar o terço e, uma vez ao mês, para uma adoração vocacional. Orações sempre feitas nas intenções dos seminaristas do propedêutico e pelas demais vocações.
 
14. Continuidade na Caminhada
 
Em 28 de fevereiro, o décimo primeiro grupo do Ano Propedêutico iniciou com cinco jovens: Anderson Vascove – da Comunidade São Roque – Ventania; Athanagildo Vaz Neto – da paróquia N. Sra. do Perpétuo Socorro de Irati; Divonei Ribas – da paróquia Menino Jesus de Reserva; Iribelto Gonçalves da Rosa – da paróquia Nossa Senhora dos Remédios de Tibagi; Marlon Rogério – da paróquia Senhor Menino Deus de Piraí do Sul e Martinho Luiz Hartmann – da paróquia Nossa Senhora da Conceição – Ipiranga.
 
Dos cinco, três (Martinho, Iribelto e Athanagildo) ingressaram na Filosofia. O Iribelto desligou-se no final de 2003 e os demais a teologia e preparam-se para a diaconal e presbiteral em 2010.
 
No dia 04 de março de 2002 iniciou-se a décima segunda turma do Propedêutico com 11 jovens, provenientes de diversas paróquias de nossas Diocese. São eles: Alessandro Vascove – da Comunidade São Roque de Ventania; Eloir Benedito de Morais – da paróquia Sant’Ana de Castro; Ronaldo e José Maria – da paróquia Sr Menino Deus de Piraí do Sul; Nataniel Adriano e Elias Mattos de Lima – da paróquia Menino Jesus de Reserva; Eziquiel Hull – da paróquia Nossa Senhor do Perpétuo Socorro de Irati; Marcelo José de Oliveira – da paróquia São José de Ponta Grossa; Luiz Carlos Vantroba – da paróquia São Sebastião de Ponta Grossa; Kleber Fiori – da paróquia São Miguel de Irati e Pedro Júnior – da paróquia Nossa Senhora dos Remédios de Tibagi. Destes, seis ingressaram na filosofia: Eloir, Elias, Eziquiel, Marcelo, Luiz Vantroba e Kleber. Dois ingressaram na Teologia (Eziquiel e Marcelo) e continuam sua preparação para o sacerdócio no Seminário Diocesano.
 
Neste ano, o Diác . Evandro Luis Braun também residiu o Seminário Propedêutico, a partir do dia 08 de março. Auxiliava nos trabalhos da paróquia de Carambeí e ajudava no seminário. O Pe. José Lauro tornou-se Administrador Paroquial da Paróquia Imaculada Conceição a partir do mês de março devido à gravidade da doença do Pe Theodurus que partiu para o paraíso no dia 28 de agosto. Destaque-se também neste ano a transferência de D. João Brás de Aviz para a Arquidiocese de Maringá. Como Administrador Diocesano assumiu o Pe. Francisco Carlos Bach. 
 
Auxiliaram na formação neste ano o Prof Estanislau de Almeida, a Dra. Lúcia Coimbra, o Seminarista Clayton Delinski e a Prof. Cristiane Gomes.
 
Neste ano é importante destacar o sucesso dos chamados “Café de Rua”, realizados no final das Missas de alguns dos domingos do ano. Toda a comunidade se envolve: alguns doam bolos, doces e salgados. Outros preparam o café e os pastéis. Os demais fazem questão de comprar algo e, assim, ajudar o Seminário. Generosidade é o que não falta. 
 
15. O Propedêutico tem novo Reitor
 
Em dezembro de 2002, o Administrador Diocesano, com o colégio de consultores, definiu o novo reitor do seminário propedêutico para o ano de 2003: Pe. Evandro Luis Braun.
 
No dia 10 de fevereiro de 2003, foi convocada a Reunião para a Diretoria da ACASEG a fim de definir os novos cargos de tesoureiro e reitor da Associação. Assumiu como tesoureiro o Sr. João Valdevino da Luz.
 
A décima terceira turma do propedêutico iniciou com 11 jovens: Anderson Morais, Lauro Stanski e Simão Kanarski – da paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Irati; André Félix da Silva Neto e Sergio Luís Kosturehko – da paróquia Nossa Senhora do Pilar de Ponta Grossa; Bruno Guilherme Cartelli – da paróquia Sant’Ana de Ponta Grossa; Diego Emanuel Starke – da paróquia Nossa Senhora de Guadalupe de Ponta Grossa; Eleandro de Carvalho – da paróquia São Miguel de Irati; Osmar Mackeivicz – da paróquia Menino Jesus de Reserva; Osnildo Antonio dos Santos – da paróquia Nossa Senhora dos Remédios de Tibagi e Rosnei Pedroso Félix – da Comunidade São Roque de Ventania. Destes, 08 ingressaram na filosofia: Anderson, Bruno, Eleandro, Lauro, Osmar, Rosnei, Sérgio e Simão. O Osmar iniciou a teologia, desligando-se no ano de 2009.
 
Neste ano os seminaristas ajudaram como professores no Albergue de Deus (Creche), ministrando aulas de catequese nas quintas feiras. Uma vez por mês também participaram das celebrações eucarísticas na Chácara Rainha da Paz que atende dependentes químicos. Destaque-se ainda a participação nas aulas da Escola da Fé paroquial, nas sextas-feiras e a realização do GOV Masculino (Grupo de Orientação Vocacional) que aconteceu no Seminário a cada 20 dias.
Destaque-se neste ano a posse do novo bispo diocesano, D. Sérgio Arthur Braschi, no dia 05 de setembro. No dia 18 do mesmo mês visitou o Seminário Propedêutico.
 
No ano de 2004 fez a experiência do propedêutico a décima quarta turma que iniciou com 07 jovens: Diego Matos Barbosa – da paróquia Sant’Ana de Castro; Elton Rupel e Marcos Diogner Lopes – da paróquia N. Sra do Perpétuo Socorro de Irati; Everson Luiz Mendes e Josimar Mackevicz – da Paróquia Menino Jesus de Reserva; Hélio Guimarães – da paróquia Imaculada Conceição de Teixeira Soares e Janescleo Guimarães Souza – da Paróquia Menino Deus de Piraí do Sul. Apenas três ingressaram na filosofia: Everson, Hélio e Janescleo. Iniciaram e continuam seus estudos na Teologia o Hélio e o Janescleo.
 
Continuaram neste ano as aulas no Albergue de Deus e a participação nas missas na Chácara Rainha da Paz e da Escola da Fé. Também foram celebradas missas com a presença dos seminaristas no Lar de Idosos Santo Antônio.
 
No dia 06 de março de 2005 chegaram os 10 jovens para fazer a experiência do Ano Propedêutico, a décima quinta turma da história. São Eles: Adriano PereK – da paróquia Nossa Senhora da Luz de Irati; Emerson Gomes Martins – da paróquia Imaculada Conceição de Ipiranga; Luiz Carlos Vaz Rodrigues e Marcelo Botiko – da paróquia Menino Jesus de Reserva; João Paulo da Silva – da paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Irati; Gabriel Augusto Pereira Freytag e Marcelo Ferreira Ribas – da paróquia Imaculada Conceição de Carambeí; Maurício Schibelbain – da paróquia Nossa Senhora dos Remédios de Tibagi; Raphael Hagy – da paróquia Sant’Ana de Castro e Thiago Antonio Ingenchki – da paróquia São Jorge de Ponta Grossa. Destes, terminaram o ano propedêutico e ingressaram na filosofia sete: Adriano, Emerson, Luiz, João Paulo, Gabriel, Marcelo e Thiago. Desligaram-se durante o período filosófico o Gabriel e o Emerson. Todos os demais concluíram a filosofia em 2008 e iniciaram a teologia. Permanecem no Seminário o Adriano e o João Paulo.
 
No mês de fevereiro foi composta a nova diretoria da ACASEG. Como presidente assumiu o Sr. Deodoro Nogueira da Silva; Vice-presidente: Marcelo da Silva Gomes; Secretário: Luiz Freytag; Tesoureiro: João Valdevino da Luz.
 
Os seminaristas neste ano continuaram suas atividades no Albergue de Deus e participaram das celebrações na Comunidade Rainha da Paz e Lar dos idosos Santo Antonio.O GOV Masculino continuou acontecendo a cada 20 dias no seminário.
 
Destaque-se neste ano a Ordenação Episcopal do Pe. Francisco Carlos Bach, no dia 27 de outubro, para ser bispo de Toledo e, a partir do mês de julho, todo o trabalho para a gravação do CD Canções de Um Chamado, com músicas vocacionais. A gravação, com a direção de voz da Dalva Tenório, dos Cantores de Deus, aconteceu no mês de novembro. Este CD é o resultado de lutas, dedicação, experiências de vida e de muitas preces. É o ícone da vida no seminário propedêutico neste ano.
 
Auxiliaram no processo formativo nos últimos três anos o Pe. José Lauro Gonçalves Gomes, como Diretor Espiritual; a Sra. Lúcia Coimbra, como psicóloga e os professores: Pe Marcelo R. do Carmo (2004 e 2005) (Documentos da Igreja); Pe. Clayton A. Delinski Ferreira (Catecismo da Igreja Católica); Estanislau de Almeida (Português); Cristiane Gomes (Música e Canto); Ana Lúcia Pereira (Comportamento Social); Gabriel Augusto Pereira Freytag (2003) e Claudenir Kremes (2005)(Noções de Informática).
 
16. Festa dos Vinte Anos
 
Nos dias vinte e sete de janeiro a quatro de fevereiro de 2006, foi realizada uma novena e diversos eventos comemorativos dos vinte anos do Seminário Propedêutico na Diocese de Ponta Grossa. Aconteceram procissões, bingos e convivências com os diversos grupos envolvidos na caminhada do seminário. Foram dias de muita alegria e que contaram com a participação de grande número de pessoas, especialmente nas Celebrações Eucarísticas realizadas na Igreja São Judas Tadeu – Boqueirão. A Missa Solene da Festa dos Vinte Anos, presidida por Dom Sérgio e concelebrada pelos padres formadores e outros sacerdotes, aconteceu no dia cinco de fevereiro. Foram convidados, para a Missa e o Almoço festivo, aqueles que fizeram a experiência do propedêutico ao longo desta caminhada histórica. A Celebração continuou com o “Bingão do Seminário”, que reuniu muitas pessoas numa confraternização muito familiar, no dia onze de fevereiro.
 
Em comemoração ao Aniversário dos Vinte Anos também aconteceu o Lançamento do CD Canções de Um Chamado,na Capela São Judas Tadeu, no dia quatro de março, e na Igreja Matriz de Carambeí, no dia cinco de março. O lançamento deste CD foi uma verdadeira festa vocacional. Muitas pessoas participaram e celebraram juntas o dom da vocação. Também Dom Sérgio, bispo diocesano, se fez presente.
 
16. Últimas Turmas
 
A décima sexta turma do propedêutico iniciou sua experiência no dia 06 de março de 2006 com 11 jovens: Adriano Rodrigues de Freitas, Gilson Fracaro e Leandro Marcos Sobotka – da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Irati; Diego Renato Teixeira – da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios de Tibagi; Genialdo de Agostinho – da Paróquia São José de Imbaú; Jorge Augusto Schereda Chuchene e Nelson Soares dos Anjos – da Paróquia São Miguel de Irati; Kléber Alexandre Pacheco – da Parroquia São Roque de Ventania; Marcelo Zaguobinski Pilarski – da paróquia Nossa Senhora. da Saúde de Ponta Grossa; Rodrigo Tribek – da Paróquia São Sebastião de Fernandes Pinheiro e Wilson Santos Morais – da Paróquia Sant’Ana de Castro. Destes, oito concluíram o propedêutico (Adriano, Genialdo, Gilson, Jorge, Kléber, Nelson, Rodrigo e Wilson) e, excetuando o Gilson, iniciaram a formação no Seminário São José – Filosofia. Desligaram-se do seminário, durante a filosofia, o Adriano, o Genialdo, o Nelson e o Rodrigo. Em 2010 iniciaram a Teologia o Jorge, o Kleber e o Wilson.
Destaca-se neste ano o grande envolvimento dos seminaristas com as famílias de Carambeí. Muitos encontros nas casas e muitas visitas ao seminário aconteceram.
 
No dia 28 de fevereiro de 2007, foi eleita a nova diretoria da ACASEG: Presidente: Nelson de Andrade; Vice-Presidente: Daniele Cristina Fiala Solek; Secretário: João Valdevino de Oliveira e Tesoureiro: Deodoro Nogueira da Silva.
 
No início do ano, foi adquirido mais um terreno de 525 metros quadrados aos fundos do seminário. Assim, a área para horta e jardim aumentou em um terço.
 
No dia 02 de março de 2007, com 13 jovens, iniciou a caminhada do propedêutico a décima sétima turma da história: César Marinho do Prado – da Paróquia Sant’Ana de Castro; Cristiano Marcos Rodrigues – da Paróquia N. Sra. Perpétuo Socorro de Irati; Emerson dos Santos Trisote – da Paróquia N. Sra. Monte Claro de Ponta Grossa; Felipe Junior Antunes Correia e Rodrigo Diego de Souza – da Paróquia São Sebastião de Ponta Grossa; Fernando Carneiro da Silva e Lucas Santos de Oliveira – da Paróquia Imaculada Conceição de Carambeí; Josmar de Graauw e Michel Goloiuh – da Paróquia Imaculada Conceição de Teixeira Soares; Marcos Santos Baccin – da Paróquia Sr. Menino Deus de Piraí do Sul; Moizés André Rodrigues Lima – da Paróquia N. Sra. Fátima de Telêmaco Borba; Ricardo Barbieri – da Paróquia São Sebastião de Ortigueira e Roberval Mülhstedt – da Paróquia São Pedro de Ponta Grossa. No Seminário de Teologia, orientados pelo Pe. Valdeslei Svierkoski, fizeram uma experiência especial de propedêutico, devido aos cursos universitários e idade, outros dois jovens: Pedro Luiz da Silva – da Paróquia São Jorge de Ponta Grossa e Luiz Valério Prandel, da Paróquia N. Sra. de Guadalupe de Ponta Grossa.
 
Destes jovens, 9 concluíram a experiência do propedêutico e 8 iniciaram a filosofia (Cristiano, Emerson, Fernando, Josmar, Luiz, Ricardo, Roberval e Rodrigo). O Ricardo e o Fernando desligaram-se do seminário no início de 2009 e os demais prosseguem a caminhada formativa.
 
Foi dado início neste ano à Novena em Honra da Mãe da Divina Graça, no dia 15 de cada mês, sempre seguida de um bingo no seminário.
 
A décima oitava turma do propedêutico iniciou sua caminhada no dia 03 de março de 2008. Foram 11 jovens que iniciaram a experiência: Adevilson dias de Lara - da Paróquia Menino Jesus de Reserva; Alan Danilo Moura e Edevaldo Halat Carneiro - da Paróquia Sr. Menino Deus de Piraí do Sul; Álvaro Luiz Martins Nortok - da Paróquia Nossa Senhora da Luz de Irati; Diego Antonio Pinheiro - da Paróquia São Sebastião de Ponta Grossa; Douglas Specht - da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Irati; Isair Chagas Machado e Thiago Pedro Beira Franco - da Paróquia Nossa Senhora Medianeira de Ponta Grossa; Valdinei dos Santos - da Paróquia São Sebastião de Ortigueira; Wagner oliveira da Silva - da Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Telêmaco Borba e Wanderson de Oliveira Rosas - da Paróquia São Roque de Ventania.
 
No término do ano, permaneciam no seminário e iniciaram a filosofia 6 jovens (Adevilson, Álvaro, Diego, Edevaldo, Wagner e Wanderson). O Diego e o Wanderson do seminário em 2009. Retornou ao seminário de filosofia em 2010 o Alan.
 
Destaque-se que no final do ano foi adquirido mais um terreno de 525 metros quadrados aos fundos do seminário. Assim o espaço ficou bem mais apropriado para as atividades dos seminaristas.
 
No dia 06 de março de 2010 a décima nona turma do propedêutico iniciou sua experiência. A turma era formada por 7 jovens: Albino Damião Vizinoni Júnior - da Paróquia N. Sra. da Luz de Irati; César Marinho do Prado - da Paróquia Sant`Ana de Castro; Daniel Aparecido Ribeiro - da Paróquia Menino Jesus de Reserva; Genilson Sebastião Lopes de Oliveira - da Paróquia Imaculada de Carambeí; José Guilherme Heil Plem - da Paróquia Imaculada Conceição de Ponta Grossa; Leandro Alves - da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Irati e Wesley Danilo Bueno da Silva Cruz - da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios de Tibagi.Apenas o Daniel concluiu o propedêutico e iniciou a filosofia.
 
Neste ano destacou-se o lançamento do segundo CD dos Seminaristas Diocesanos “Vou Anunciar”, que aconteceu em Carambeí. A Festa do Seminário deste ano também ficou marcada pela caminhada vocacional de 14,3 Km que atraiu mais de quatrocentas pessoas e a carreata que reuniu muitos veículos.
 
Nos quatro últimos anos, auxiliaram no processo formativo o Pe Valdeslei Svierkoski, como diretor espiritual e a Sra. Lúcia Maria Coimbra, como psicóloga e os professores: Pe Osvaldo Pinheiro, Pe Márcio Milek Marques, Pe Mário Spaki (2007) e Hélio Guimarães (2007 e 2009) (Documentos da Igreja); Pe Clauton A. Delinski Ferreira (2006, 2008 e 2009) Pe. Sandro José Brandt (2007) Fábio Sejanoski (2008) e Osmar Mackeivicz (2008) (Catecismo da Igreja Católica); Estanislau de Almeida (Português); Cristiane Gomes (Música e Canto) e Ana Lúcia Pereira (Comportamento Social).
 
Desde o ano de 2006, regularmente, os seminaristas participaram de atividades no Lar Santo Antonio, Chácara Rainha da Paz e Casa Pe. Theodorus. O GOV Masculino foi realizado mensalmente.
 
No final do ano de 2009 o Pe Evandro foi designado para uma nova missão e foi nomeado por Dom Sérgio o novo reitor do Seminário Propedêutico para o ano seguinte: o Pe Osvaldo Pinheiro, até o momento pároco da Paróquia N. Sra. do Perpétuo Socorro de Castro.
 
 “Até aqui o Senhor nos conduziu. Certamente, daqui para a frente ele nos conduzirá e nos ajudará ainda mais!
 
Prosseguimos a caminhada na certeza de que não estamos sozinhos.
 
 
SEMINARISTAS E SUAS ORIGENS
 
ANO PROPEDÊUTICO - 1986
NOMES                                                        PARÓQUIA - CIDADE
01 – Ademir da Guia dos Santos          Nossa Senhora Auxiliadora – P. Grossa
02 – Mário Dwulatka                                Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Irati
03 – Paulo César Balandiuk                  Nossa Senhora de Guadalupe – P. Grossa
04 – Paulo César Machado                    Sant’Ana – Ponta Grossa
 
ANO PROPEDÊUTICO -1987
01 – Adilson Kosak                      Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Irati
02 – Antônio Kimierski                Imaculada Conceição - Carambeí
03 – Claudemir L. Nascimento  São Pedro – Ponta Grossa
04 – Moacir Gomes                       Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Irati
05 – Ricardo Assad                      São José – Ponta Grossa
06 – Wilson Aurélio Pianaro       Sao José – Ponta Grossa
 
ANO PROPEDÊUTICO - 1988
01 – Miguel Gelinski                                  Imaculada Conceição - Carambeí
02 – Wanderley do Carmo                       Imaculada Conceição - Carambeí
03 – Eldo Malmann                                    Nossa Senhora da Conceição - Ipiranga
 
ANO PROPEDÊUTICO -1989
01 – Celso Sedacz                         São Miguel - Irati
02 – Joel Nalepa                             Imaculada Conceição – Teixeira Soares
03 – José Domingos Baugarth   São Miguel – Irati
04 – José Amauri da Cruz            Curitiba
05 – Jorge Carsiminski                 São Miguel – Irati 
 
ANO PROPEDÊUTICO - 1990
01 – Carlinhos Moreira                 Imaculada Conceição – Teixeira Soares
02 – Celso Spechet                       Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
03 – Cláudio Sidolowski              Menino Jesus - Reserva
04 – José Bueno                            São Sebastião – Ponta Grossa
05 – Josnei Nogueira                    São Judas Tadeu – Ponta Grossa
06 – Noel Dias                                 N. Senhora do Perpétua Socorro - Harmonia
07 – Virso Padilha                          Imaculada Conceição – Teixeira Soares
 
ANO PROPEDÊUTICO - 1991
01 – Cícero José de Almeida    São José – Ponta Grossa
02 – Mário Spaki                           Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Irati
 
ANO PROPEDÊUTICO - 1992
01 – Adilson Ap. dos Santos                 Nossa Senhora de Fátima – Tel. Borba
02 – Cleimar Pedro Fassini                    Senhor Menino Deus – Piraí do Sul
03 – Élcio José Gutervil                          Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Irati
04 – Marcelo Nogueira                            São Judas Tadeu – Ponta Grossa
05 – Nelson Bueno                                  São Sebastião – Ponta Grossa
06 – Rosel Antônio Beraldo                   Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Itati
07 – Valdislei Sviercoski                          Imaculada Conceição - Carambeí
 
ANO PROPEDÊUTICO -1998
01 – Edson Marchinski                 Imaculada Conceição – Teixeira Soares
02 – Evaldo Sebastião Lopes     Nossa Senhora dos Remédios – Tibagi
03 – José Ademir Chaves            Imaculada Conceição – Teixeira Soares
04 – José Nilson dos Santos      Nossa Senhora dos Remédios – Tibagi
05 – João Carlos Oliveira             Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Irati
06 – Loir Antônio de Oliveira       Senhor Menino Deus – Piraí do Sul
07 – Paulo Stark Junior                Nossa Senhora de Guadalupe – Ponta Grossa
07 - Sandro José Brandt              Imaculada Conceição – Carambeí
 
ANO PROPEDÊUTICO - 1999
01 – André Ricardo Oliveira                    Menino Jesus – Reserva
02 – Enéias José Oliveira                        Menino Jesus – Reserva
03 – Henrique Alexandro Senderski    N. Sra do Perpétuo Socorro –Irati.
04 – José Ricardo Bini                            São Jorge – Ponta Grossa
05 – Luiz Augusro Schnekmberg         Santa Rita de Cássia – Ponta Grossa
06 – Renato Henich                                  Nossa Senhora da Luz - Irati
07 – Rosaldo Onofre Andregeski          Imaculada Conceição - Carambeí
 
ANO PROPEDÊUTICO - 2000
01 – Carlos Djuba Speke              Menino Jesus – Reserva
02 – Daniel José Ferreira             São Miguel – Irati
03 – Fábio Sejanoski                     São Miguel – Irati
04 – Gilberto Machado                  N. Sra de Fátima – Telêmaco Borba
05 – Lúcio Mauro de Campos     São Judas Tadeu – Ponta Grossa
06 – Marcos Aurélio                       Nossa Senhora do Rosério – Castro
07 – Paulo Roberto Hejel             São Miguel – Irati
08 – Reginaldo Ferreira                Nossa Senhora dos Remédios – Tibagi
09 – Ricardo Machado                  Nossa Senhora do Rosário - Castro
10 – Sandro Martins Gomes        Santa Rita de Cássia – Ponta Grossa
 
ANO PROPEDÊUTICO - 2001
01 – Anderson Vascove                   São Roque - Ventania
02 – Athanagildo Vaz Neto              N. Senhora do Perpétuo Socorro - Irati
03 – Divonei Ribas                             Menino Jesus - Reserva
04 – Iribelto Gonçalves da Rosa    Nossa Senhora dos Remédios - Tibagi
05 – Marlon Rogério                         Senhor Menino Deus – Piraí do Sul
06 – Martinho Hartmann                  Nossa Senhora da Conceição - Ipiranga
 
ANO PROPEDÊUTICO - 2002
01 – Alessandro Vascove             São roque - Vantania
02 – AntônioRonaldo Alves          Senhor Menino Deus – Piraí do Sul
03 – Eloir Benedito de Morais      Senhora Sant”Ana – Castro
04 - Elias de Mattos de Lima         Menino Jesus – Reserva
05 – Eziquiel Hul                              N.Senhora do Perpétuo Socorro - Irati
06 – José Maria Mainardes           Senhor Menino Deus – Piraí do Sul
07 - Kleber Fiori                                São Miguel – Irati
08 – Luiz Carlos Vantroba            São Sebastião – Ponta Grossa
09 – Marcelo José Oliveira            São José _ Ponta Grossa
10 – Nataniel Andrino                     Menino Jesus - Reserva
11 – Pedro da Rosa Junior           Nossa Senhora dos Remédios - Tibagi
 
ANO PROPEDÊUTICO - 2003
01 – Anderson Morais                    Nossa Sra. do Perpétuo Socorro – Irati
02 – André Félix da Silva Neto     Nossa Senhora. Pilar – P. Grossa
03 – Bruno Guilherme Cartelli     Sant’Ana – P. Grossa
04 – Diego Emanuel Starke          N. Senhora de Guadalupe – P. Grossa
05 – Eleandro de Carvalho           São Miguel – Irati
06 – Lauro Stanski                          Nossa Sra do Perpétuo Socorro – Irati
07 – Osmar Mackeivicz                  Menino Jesus – Reserva
08 – Osnildo A. dos Santos           Nossa Sra. Remédios – Tibagi
09 – Rosnei Pedroso Félix            Comunidade São Roque – Ventania
10 – Sergio Luís Kosturehko        Nossa Senhora do Pilar – P. Grossa
11 – Simão Kanarski                       Nossa Sra. do Perpétuo Socorro – Irati
 
ANO PROPEDÊUTICO - 2004
01 – Diego Matos Barbosa                   Sant’Ana - Castro
02 – Elton Rupel                                      N. Sra do Perpétuo Socorro - Irati
03 – Everson Luiz Mendes                   Menino Jesus – Reserva
04 – Hélio Guimarães                             Imaculada Conceição – Teixeira Soares
05 – Janescleo Guimarães Souza      Menino Deus – Piraí do Sul
06 – Josimar Mackeivicz                       Menino Jesus – Reserva
07 – Marcos Diogner Lopes                 Nossa Sra. do Perpétuo Socorro – Irati
 
ANO PROPEDÊUTICO - 2005
01 – Adriano Perek                                   N. Sra. da Luz – Irati
02 – Emerson Gomes Martins               N. Sra da Conceição - Ipiranga
03 – Gabriel A. Pereira Freytag              Imaculada Conceição – Carambeí
04 – João Paulo da Silva                         Nossa Sra. do Perpétuo Socorro – Irati
05 – Luiz Carlos Vaz Rodrigues           Menino Jesus – Reserva
06 – Marcelo Botiko                                  Menino Jesus – Reserva
07 – Marcelo Ferreira Ribas                    Imaculada Conceição – Carambeí
08 – Maurício Schibelbain                       N. Sra. dos Remédios – Tibagi
09 – Raphael Elias Hagy                          Sant’Ana – Castro
10 – Thiago Antonio Ingenchki              São José – Ponta Grossa
 
ANO PROPEDÊUTICO - 2006
01 – Adriano Rodrigues de Freitas       N. Sra. Perpétuo Socorro – Irati
02 – Diego Renato Teixeira                     N. Sra. dos Remédios – Tibagi
03 – Genialdo de Agostinho                   São José - Imbaú
04 – Gilson Fracaro                                   Nossa Sra. do Perpétuo Socorro – Irati
05 – Jorge A. Schereda Chuchene       São Miguel – Irati
06 – Kléber Alexandre Pacheco            São Roque – Ventania
07 – Leandro Marcos Sobotka               N. Sra. Perpétuo Socorro – Irati
08 – Marcelo Zaguobinski Pilarski         N. Sra. da Saúde – Ponta Grossa
09 – Nelson Soares dos Anjos               São Miguel – Irati
10 – Rodrigo Tribek                                  São Sebastião – Fernandes Pinheiro
11 – Wilson Santos Morais                      Sant’Ana - Castro
 
ANO PROPEDÊUTICO - 2007
01 – César Marinho do Prado                    Sant’Ana – Castro
02 – Cristiano Marcos Rodrigues              N. Sra. Perpétuo Socorro – Irati
03 – Emerson dos Santos Trisote             N. Sra. Monte Claro – Ponta Grossa
04 – Felipe Junior Antunes Correia          São Sebastião – Ponta Grossa
05 – Fernando Carneiro da Silva               Imaculada Conceição – Carambeí
06 – Josmar de Graauw                                Imaculada Conceição – Teixeira Soares
07 – Lucas Santos de Oliveira                    Imaculada Conceição – Carambeí
08 – Marcos Santos Baccin                        Sr. Menino Deus – Piraí do Sul
09 – Michel Goloiuh                                       Imaculada Conceição – Teixeira Soares
10 – Moizés André Rodrigues Lima           N. Sra. Fátima – Telêmaco Borba
11 – Ricardo Barbieri                                    São Sebastião – Ortigueira
12 – Roberval Mülhstedt                              São Pedro – Ponta Grossa
13 – Rodrigo Diego de Souza                    São Sebastião – Ponta Grossa
 
ANO PROPEDÊUTICO - 2008
01 – Adevilson Dias de Lara                    Menino Jesus – Reserva
02 – Alan Danilo Moura                             Sr. Menino Deus – Piraí do Sul
03 – Alvaro Luiz Martins Nortok              N. Sra. da Luz – Irati
04 – Diego Antonio Pinheiro                    São Sebastião – Ponta Grossa
05 – Douglas Specht                                  N. Sra. Perpétuo Socorro – Irati
06 – Edevaldo Halat Carneiro                  Sr. Menino Deus – Piraí do Sul
07 – Isair Chagas Machado                      N. Sra. Medianeira – Ponta Grossa
08 – Thiago Pedro Beira Franco             N. Sra. Medianeira – Ponta Grossa
09 – Valdinei dos Santos                          São Sebastião – Ortigueira
10 – Wagner Oliveira da Silva                   N. Sra. Fátima – Telêmaco Borba
11 – Wanderson de Oliveira Rosas         São Roque – Ventania
 
ANO PROPEDÊUTICO - 2009
01 – Albino Damião Vizinoni Júnior        N. Sra. da Luz – Irati
02 – César Marinho do Prado                   Sant`Ana – Castro
03 – Daniel Aparecido Ribeiro                  Menino Jesus – Reserva
04 – Genilson S. Lopes de Oliveira          Imaculada Conceição – Carambeí
05 – José Guilherme Heil Plem                 Imaculada Conceição – Ponta Grossa
06 – Leandro Alves                                      N. Sra. do Perpétuo Socorro – Irati
07 – Wesley Danilo Bueno da Silva         N. Sra. dos Remédios – Tibagi
 
RESUMO
ANO                                           REITOR                         LOCAL             Nº Início           Nº Fim          Persever     
1986                                    Pe. Zé Lauro                Carambeí                  04                    02                    02
1987                                    Pe. Zé Lauro                Carambeí                  06                    05                    03
1988                                    Pe. Zé Lauro                Carambeí                  03                    01                    01
1989                                    Pe. Abrão                     Carambeí                   05                    03                   03
1990                                    Pe. Abrão                     Carambeí                   07                    04                   01
1991                                    Pe. Silvio Mocelin       Ponta Grossa           02                    02                   02
1992                                    Pe. Agostinho             Ponta Grossa            07                   07                   04
1998                                    Pe. Zé Lauro                Piraí do Sul                07                   05                   03
1999                                    Pe. Zé Lauro                Piraí do Sul                07                   06                   00
2000                                    Pe. Zé Lauro                Piraí/Carambeí         10                   07                    01
2001                                    Pe. Zé Lauro                Carambeí                   06                   04                   02
2002                                    Pe. Zé Lauro                Carambeí                   11                   07                   02
2003                                    Pe. Evandro                 Carambeí                   11                   10                   00
2004                                    Pe. Evandro                 Carambeí                   07                   04                   02
2005                                      Pe. Evandro              Carambeí                    10                   07                   02
2006                                    Pe. Evandro                 Carambeí                   11                   08                   03
2007                   Pe. Evandro/ Pe Valdeslei      Carambeí/P. Grossa  15                   09                    05
2008                                      Pe. Evandro              Carambeí                    11                  06                    05
2009                                    Pe. Evandro                 Carambeí                   07                  01                    01
 
Até o ano de 2009, nas dezenove, foram 147 os jovens que passaram pela experiência do propedêutico. Qual foi o resultado?
 
Dos 139, 19 foram ordenados presbíteros; 01 após ter casado, fez a Escola Diaconal e foi ordenado Diácono Permanente no dia 19 de janeiro de 2003; 02 preparam-se para a ordenação diaconal e 20 seminaristas continuam os estudos no Seminário Diocesano.

  

 

1- Deus-Amor: Deus nos olhou com amor - Experiência de Deus Amor - Relacionamentos de amor partilhado.
 
2- Escolha de Deus: A exigência primordial - Desenvolver o “Homem Novo” - Chamados a ser “sal e luz” - O grande e único Amor.
 
3- A Palavra de Deus: é força para a salvação - virtude poderosa - desperta a fé e a alimenta - a Palavra nos Santos Padres - os efeitos da Palavra.
 
4- O seguimento de Jesus: os discípulos de Jesus - seguir Jesus crucificado - os frutos do seguimento de Jesus crucificado.
 
5- Viver em Comunhão: somos prolongamento de Cristo - somos sócios do projeto divino - somos comunhão e comunidade - do amor à comunhão, da comunhão a alegria - egoísmo e amor não convivem - alegria: característica cristã - a dor não tolhe a alegria - Jesus Crucificado chama a comunhão fraterna - o amor recíproco - amar o próximo como a nós mesmos - devemos amar a todos - o cristão é o primeiro a amar - é preciso ver Jesus no outro.
 
6- Comunhão Eclesial: Igreja casa e escola de comunhão - testemunhas do amor - uma espiritualidade de comunhão - a variedade das vocações - sacerdócio comum - configurar-se com Cristo-Sacerdote - sacrifícios espirituais - comunhão exige obediência - sacrificar-se a si mesmo - sacerdócio ministerial e sacerdócio real – a relação entre sacerdócio comum e ministerial.
 
7- Relacionamento com Maria: modelo de perfeição - os mistérios da encarnação - a convivência de Maria com Jesus - a vida pública de Jesus - a desolação de Maria - Maria permaneceu entre os discípulos.
 
V – Comportamento Social e Boas Maneiras
 
A vida comunitária e a convivência com as mais diversas realidades sociais, exigem algumas posturas pessoais próprias. É importante ter muito claro algumas maneiras de se comportar, para saber agir e poder bem servir a todos.
Objetivo: Apresentar ao jovem seminarista algumas pistas que o ajudem a se comportar e agir nas mais diversas realidades nas quais estiver inserido.

 Conteúdo:

 
Cortesia, respeito ao outro e formas de tratamento: regras de convivência.
 
Ordem de precedência
 
Boas maneiras ao telefone
 
Comportamento à mesa
 
Noções básicas de higiene
 
Vestir-se adequadamente
 
Organização do quarto e da casa
 
 
VII – Vida Intelectual
 
       A formação intelectual se processa em dois momentos: a) Língua portuguesa: leitura, expressão, redação e revisão do Ensino Médio; b) Leitura sistemática e contínua de livros, artigos diversificados de revistas com explanação dos mesmos.
 
       Língua Portuguesa - Objetivo:
 
1- Resolver problemas de deficiência do Ensino médio na área de Português (deficiência principalmente porque o aluno, não tendo objetivo de vida definido, não valoriza certas disciplinas, por isso não se empenha satisfatoriamente para aprender. Definido o objetivo – o sacerdócio, no caso – o português – melhor seria dizer Técnicas de Comunicação – passa a ter outro valor para o aluno, e, em conseqüência, as aulas passam a ser muito enriquecedoras);
 
2- Preparar o aluno para os estudos posteriores, muito exigentes em relação ao desempenho lingüístico, principalmente nos aspectos de leitura e redação;
 
3- Com visão de longo prazo, otimizar a capacidade comunicativa do aluno para que, como presbítero, venha a ocupar o seu lugar ministerial e social com a qualidade esperada pela comunidade em que vier a atuar.
 
       Conteúdo: revisão gramatical, com insistência em aspectos onde a experiência mostra mais erros.
 
1 – Fonética (tipos de fonemas, encontros vocálicos...)
2 – Acentuação gráfica
3 – Grafia (s/z, x/ch, j/g)
4 – Classes de palavras (substantivos, adjetivos...)
5 – Análise sintática do período simples e composto
6 – Técnicas de leitura.
7–Técnicas de redação (documentos narrativos, descritivos, dissertativos, correspondência oficial).
       Observações:
 
1- Conscientização do seminarista para a necessidade de consulta a manuais (gramáticas e dicionários);
 
2- Correção de redação com o autor para análise sobre os aspectos positivos, sobre os aspectos negativos e encaminhamento de possíveis soluções para as dificuldades.
 
 
VII – Técnica Vocal
 
Quem canta reza duas vezes”, dizia Santo Agostinho. Na vida comunitária do seminário, o canto é muito utilizado, especialmente nas celebrações litúrgicas. No entanto, muitos jovens apresentam uma dificuldade grande em usar bem a sua voz. A técnica vocal favorece uma tomada de consciência e um crescimento muito grande no que se refere especialmente à correta forma de cantar.
 
Objetivo: Ajudar o aspirante ao seminário maior a conhecer a sua voz e a utilizá-la da forma mais adequada possível.
 
Conteúdo:
1.    Solfejo
2.    Exercícios Vocais
 
 
VIII – Catecismo da Igreja Católica
 
O conhecimento da Doutrina da Igreja leva a um compromisso maior com a própria fé. Muitos jovens ao ingressar no propedêutico têm um conhecimento muito reduzido da Doutrina Católica. Justamente por isso, o período propedêutico deve possibilitar ao aspirante uma “introdução ao Mistério de Cristo e da Igreja, podendo basear-se no Catecismo da Igreja Católica” (DBFPIB, n. 58).
 
Objetivo: Possibilitar ao jovem aspirante uma visão geral sobre o Catecismo da Igreja Católica, de tal forma que ele possa conhecer a fé da Igreja e dar as razões da própria fé.
 
       Conteúdo:
 
1- Constituição Apostólica “Fidei Depositum”: Noção - finalidade - destinatários e elaboradores do Catecismo.– Estrutura e valor doutrinal.
 
2- Profissão da Fé: Projeto de Deus - Gn 1-3; O homem capaz de conhecer Deus; Conceitos, etapas e mediador da Revelação; Transmissão da Revelação; Tradição Apostólica e Eclesial, Magistério e Dogma; Noções e valor da Escritura como Revelação; Resposta do homem - O pecado (leve e grave); Vícios capitais; Noções e características da fé como resposta pessoal a Deus - Eu Creio. Estudo sistemático e aplicação vivencial do Símbolo Apostólico: antropológico, eclesial e escatológico.
 
3- Celebração do Mistério Cristão: Noção de Liturgia: significado, fonte, como celebrar e a oração litúrgica; A Páscoa como a “Festa Cristã”; A Celebração do Mistério Pascal; Ação Trinitária na Liturgia; Sacramento como dimensão de vida cristã; Celebração sacramental na liturgia; Diversidade litúrgica e unidade do Mistério; Estudo sistemático individualizado dos sacramentos; Compreensão da expressão simbólica, mistagogia, celebração e efeitos do sacramento;
 
4- A vida em Cristo: Dignidade da pessoa - batismo; Faculdades da alma: corpo, alma e carne; Desejo de Deus na pessoa: vocação à Bem-aventurança; Liberdade da pessoa; Conceitos de moralidade dos atos e consciência; As Virtudes teologais e morais: fonte de motivação da vivência dos mandamentos; A vivência do bem comum; O Decálogo na Sagrada Escritura; os 10 mandamentos como estilo de vida; O que ensina, obriga e a extensão do mandamento para a vivência cristã; Os Mandamentos da Igreja.
 
 
IX – Documentos da Igreja
 
Todo cristão sente-se fortalecido na sua caminhada de fé quando entra em contato com a verdade ensinada pelo Magistério. Os Documentos da Igreja expressam a sua beleza, a riqueza dos seus ensinamentos e a sua forma de interpretar a Palavra de Deus.
 
O propedêutico deve ajudar o aspirante a ter uma “adequada compreensão da Igreja e do ministério presbiteral” (Cf. DBFPIB, n. 55). É oportuno, portanto, um contato, mesmo que limitado, com os Documentos da Igreja e a leitura de alguns deles.
 
Objetivo: Ajudar o jovem aspirante a entrar em contato com alguns Documentos da Igreja e a descobrir a riqueza dos ensinamentos do Magistério Eclesial.
 
Conteúdo:
1.    Noções gerais;
2.    Texto Base da Campanha da Fraternidade
2.    Instrução Geral da Liturgia das Horas;
3.    Diretório Litúrgico da Diocese de Ponta Grossa
4.    Noções gerais sobre o Concílio Vaticano II;
5.   ]Estudo dos Documentos do Concílio, destacando especialmente: LG, SC, GS, DV, PO, OT;
6.    Instrução Geral do Missal Romano;
7.    Instrução Geral do Lecionário;
8.    Medellin, Puebla e Santo Domingo;
9.    Algumas cartas, encíclicas ou exortações apostólicas recentes.
 
X – Vida Pastoral
 
     O Propedêutico quer ser uma preparação a vida eclesial, por isso o formando deve adquirir uma suficiente abertura para a vida missionária. Tal abertura se logra através de: presença na caminhada da comunidade eclesial, sem assumir lideranças ou compromissos estáveis; conhecimento da pastoral orgânica da Igreja Local; experiência em situações limites em que vive o nosso povo e a partilha de experiências (Cf. DBFPIB, n. 59).
 
       Isto acontece motivando o formando a: a) Leitura e comentário de Documentos Pastorais; b) Presença nas celebrações nas comunidades da paróquia onde se situa o seminário; c) Contato com creche, asilo, comunidades terapêuticas, grupo de jovens, experiências paroquiais; d) Visita a famílias da comunidade com posterior avaliação; e) Extraordinariamente, participando e atuando nas celebrações litúrgicas, teatros e eventos da comunidade.
 
XI. Alguns aspectos práticos
 
1- Introdução à vida espiritual:
 
A) Oração comunitária e pessoal; leitura da biografia dos Santos, de Livros espirituais, Autores Eclesiásticos e do Novo Testamento em comum;
B) O silêncio, não só à noite, mas em alguns momentos do dia;
C) Celebrações Eucarísticas diárias, centro da vida em comunidade;
D) Meditação diária da Palavra de Deus;
E) Adoração semanal;
F) Devoção à Santíssima Virgem, especialmente pela reza do Rosário.
G) Retiros: no início e no encerramento do ano (com 4 dias de duração) e Mensais;
H) Preparação da liturgia dominical.
I) Uma vez por semana, projeção de filme com temas de formação;
J) Visita aos doentes;
K) Participação em algumas atividades da paróquia.
 
 
2. Integração Comunitária:
 
A) Ofícios Diários (litúrgicos, cozinha, limpeza, etc.);
B) Trabalho manual ( jardim, horta, etc.);
C) Diálogo e Encontros Comunitários;
D) Esporte e Passeios Recreativos;
E) Uso e Cuidado dos bens da casa.
F) Aulas de música: violão, teclado, etc.
G) Aulas de Comportamento Social e Boas Maneiras.
H) Aulas de Informática
 
3. A metodologia usada na formação:
 
A) Exposição de temas;
B) Estudo e debate em grupo;
C) Apresentação de síntese individual após cada tema;
D) Acompanhamento personalizado.

 

HORÁRIO DIÁRIO
06h30                      Despertar
06h50                      Oração da Manhã
07h20                      Café , Limpeza da casa e Leitura
08h10                      Oração Vocacional e Meditação
09h00                      Encontro de Formação
10h00                      Intervalo
10h15                      Encontro de Formação
11h30                      Intervalo
11h45                      Oração
12h00                      Almoço
13h00                      Atividades Manuais
15h00                      Banho e Lanche
15h45                      Leitura, Aula ou Atividade em Grupo
18h00                     Celebração Eucarística ou 18:30 Oração da Tarde
19h00                      Jantar /Terço
20H00                      Atividades diversificadas (Jornal/Filme). Após o Jornal, leitura ou
                                  formação. 
21h40                      Oração da Noite e Repouso (Possibilidade de Partilha de Vida)
23h00                      Silêncio Absoluto
 
VARIAÇÕES DE HORÁRIO
 
Nos dias do GOV ou Reunião da ACASEG – Jantar Após o Encontro
 
Segunda-feira
21h10 – Adoração Eucarística (Quando não for possível, na quinta-feira)
 
Terça-feira
Após o Jornal – Vídeo Formativo
 
Quarta-feira
08h10 – Oração e Partilha de Vida em Grupo
16h00 – Aula – Técnica Vocal
18h00 – Oração e Jantar
19h00 – Missa na comunidade São Judas Tadeu
Após o Jornal – Leitura Bíblica
 
Quinta-feira
13h15 – Aulas de Religião na Casa Pe. Theodorus Köpp
1a do Mês: 18h00 – Adoração na Comunidade São Judas Tadeu
           19h00 – Missa na comunidade São Judas Tadeu (Jantar após a Missa)
Sempre que possível, Leitura Bíblica após o Jornal ou Adoração às 21h10
 
Sexta-feira
17h10 – Esporte (Futebol / Caminhada)
Oração e Jantar
21h00 – Missa
Primeira do Mês: 19h00 – Missa na Matriz
3a do Mês: 19h00 – Missa e Reunião-Refeição do SERRA
 
Sábado
07h15 – Despertar
07h35 – Oração da Manhã
08h00 – Café da Manhã
08h30 – Encontro de Formação
10h30 – Intervalo
10h50 – Preparação da Liturgia Dominical em grupos
13h00 – Limpeza geral da casa
Visita Familiar/Leitura/Estudo
O Horário da Oração e Jantar serão combinados de acordo com o local e o horário da Missa
Após o Jornal – Filme ou Atividade Comunitária
 
Domingo
Escolher o Horário de Missa nas Comunidades
Visita Familiar ou Participação em Eventos – Leitura/Estudo
18h15 – Terço Comunitário / Jantar
Oração da Noite – Pessoal
Após o Fantástico – Repouso e Silêncio Absoluto
 
Obs. Os horários podem ser alterados, dependendo da necessidade.
 
 
 
Seminário Mãe da divina Graça - Propedêutico
Local de um encontro profundo com Deus, através da vida comunitária, oração, escuta e vivência da Palavra de Deus e da formação humana e espiritual. Neste ambiente os jovens podem discernir a sua vocação e responder positivamente ao chamado de Deus.
________________________________________________________________________________________
 
Rua Rio Paranapanema, 49
Caixa Postal, 1269 - Tel. (42) 3231 4170
Boqueirão — Cep 84145-000 — Carambeí-PR

ESTATUTOS - SEMINÁRIOS DIOCESANOS
 
I. Natureza, Denominação e Finalidade
 
Art. 1°.Os Seminários Diocesanos (Maior, Propedêutico e Menor) são entidades pertencentes à Diocese de Ponta Grossa, pessoa jurídica sob o nome civil de “Mitra da Diocese de Ponta Grossa”, com o C.G.C 75600924/0001-28.
 
Art. 2°.A Diocese de Ponta Grossa erigiu e mantém os seguintes Seminários Diocesanos: Seminário Maior São João Maria Vianney, situado na Rua Sinhara Natel de Paula, s/n, no Bairro Vila Liane, em Ponta Grossa, onde residem e se formam os seminaristas de Teologia da Diocese; Seminário Maior São José, situado na Rua Emílio de Menezes, 1515, no Bairro Vila Estrela, em Ponta Grossa, onde residem e se formam os seminaristas de Filosofia da Diocese; Seminário Propedêutico Mãe da Divina Graça, situado na Rua Rio Paranapanema, 49, Bairro Boqueirão, em Carambeí, onde residem os seminaristas que fazem o ano propedêutico e, Seminário Menor Mãe de Deus, situado na Rua Camacuã, 381, no Bairro Rio Bonito, em Irati, onde residem e se formam os formandos do Ensino Médio da Diocese.
 
Art. 3°.O Seminário Menor da Diocese de Ponta Grossa é uma casa de formação que acolhe os candidatos que manifestam sinais de vocação ao sacerdócio. O Seminário Propedêutico da Diocese de Ponta Grossa acolhe os jovens que, sentindo os sinais de vocação ao sacerdócio, ingressam num período de profundo discernimento vocacional.A finalidade dos Seminários Maiores Diocesanos é a formação dos futuros presbíteros para o Clero da Diocese de Ponta Grossa.
 
Art. 4°.Os Seminários da Diocese de Ponta Grossa são regidos:
Pelo Código de Direito Canônico;
Pelos documentos relativos à formação sacerdotal, emanados pela Santa Sé;
Pelas Diretrizes Básicas da CNBB: “Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil”;
Pelo presente Estatuto, homologado pelo Senhor Bispo Diocesano;
Pelas decisões da Equipe de Formadores da Diocese, nomeada pelo Senhor Bispo Diocesano;
Pelo Regimento Interno de cada casa de formação aprovado pela Equipe de Formadores e pelo Senhor Bispo Diocesano;
Pelos atos normativos adicionais internos, expedidos pela Direção dos respectivos Seminários.
 
II. Organização
 
Art. 5°. Os Seminários Diocesanos funcionam em regime de internato e admitem candidatos que não só manifestam em si os sinais do chamado divino ao ministério ordenado, mas que também estejam dispostos a submeter humildemente o seu desejo à autoridade da Igreja, à qual cabe a responsabilidade e o direito de convocar alguém para receber as Sagradas Ordens.
 
Art. 6°.Cada Seminário é dirigido por um Reitor, nomeado pelo Senhor Bispo Diocesano, e que responde pelo estabelecimento diante da autoridade diocesana e o representa diante da comunidade eclesial e civil.
 
Art. 7°.A Diocese de Ponta Grossa possui uma Equipe de Formadores, à qual compete tratar de todos os assuntos relativos à formação dos candidatos ao Sacerdócio e estabelecer uma linha progressiva na formação, visando respeitar cada etapa do processo formativo.
 
Art. 8°.A Equipe de Formadores da Diocese de Ponta Grossa é presidida pelo Bispo Diocesano e composta pelo Reitor de cada um dos Seminários Diocesanos, pelo responsável da Pastoral Vocacional, pelo Ecônomo Geral para os Seminários. O Bispo Diocesano pode convocar algum outro sacerdote para compor esta equipe. A Diocese de Ponta Grossa possui também um Conselho de Ordens e Ministérios integrado pelos formadores, acima citados, pelo Vigário Geral, pelo Assessor dos Diáconos Permanentes, e dois representantes do Colégio dos Consultores.
 
Art. 9°.A Equipe de Formadores deverá reunir-se ordinariamente nos meses letivos e extraordinariamente quando convocada pelo Bispo Diocesano.
 
Art. 10°.Para cada Seminário é escolhido pela Equipe dos formadores um Orientador Espiritual, responsável pelo acompanhamento espiritual comunitário dos seminaristas. Além dele, o Bispo Diocesano pode apresentar, no início de cada ano, uma lista de sacerdotes como Orientadores Espirituais e que podem ser livremente escolhidos como tais pelos seminaristas.
 
Art. 11°.Na organização interna dos Seminários Maiores Diocesanos os seminaristas auxiliam o Reitor, especialmente no que se refere à manutenção da economia e na organização da casa.
 
Art. 12°.Os seminaristas encarregados de auxiliar o Reitor na administração do Seminário são escolhidos livremente pelo próprio Reitor, no início de cada semestre.
 
Art. 13°.Todas as decisões da Equipe de Formadores deverão ser executadas em cada Seminário, pelo Reitor e seus seminaristas.
 
Art. 14°.Para que alguém seja admitido como candidato a um dos Seminários Diocesanos requer-se, além da aprovação nos estudos previstos, também a aprovação da Equipe de Formadores da Diocese.
 
Art. 15°.Para que um candidato seja admitido às Sagradas Ordens do Diaconado e do Presbiterado, o Bispo Diocesano ouvirá o Conselho de Ordens e Ministérios a quem compete examinar os escrutínios realizados.
 
Art. 16°.As disposições do presente Estatuto deverão ser completadas pelo Regimento Interno e pelos atos normativos adicionais internos de cada Seminário.
 
Art. 17°.Situações não previstas no presente Estatuto e no Regimento Interno dos Seminários Diocesanos ou eventuais dúvidas surgidas na sua interpretação deverão ser esclarecidas, ouvida a Equipe de Formadores, pelo Senhor Bispo Diocesano, a quem cabe a palavra decisiva para todos os casos.
 
III. Orientações Práticas
 
1.    Deve existir uma Pasta do Candidato ao Presbiterado, com todos os documentos necessários para cada etapa de formação. As pastas dos seminaristas que saíram deverão ficar no seminário por três anos e depois deverão ser arquivadas na Cúria.
 
2.    Os candidatos devem apresentar um pedido escrito para ingressar no período futuro de formação. O pedido deve ser feito ao Reitor da etapa que concluem, e este enviará o pedido, com as devidas observações, ao reitor do período seguinte.
 
3.    Ano de Amadurecimento Vocacional: Interrupção nos estudos, após o primeiro ano de Teologia. Deve ser feito numa paróquia ou seminário da diocese. Quem acompanha o jovem seminarista é o Reitor da Teologia.
 
4.    Escrutínios: Para os Ministérios de Leitor e Acólito – Início do Segundo Semestre do segundo ano de Teologia. Para as Ordens Sacras – Início do Segundo Semestre do quarto ano de Teologia, após o Rito de Admissão às Ordens Sacras.
 
5.    Rito de Admissão às Ordens Sacras: Deverá ser realizado, com a participação de todos os seminaristas maiores, no início do Segundo Semestre do quarto ano de Teologia, por ocasião da Confraternização de São João Maria Vianney.
 
6.    Ordenações: Diaconal – Março ou abril do ano seguinte à conclusão da Teologia. Normalmente na Oitava da Páscoa. Presbiteral – Agosto ou Setembro do ano seguinte à conclusão da Teologia.
 
7.    Candidatos egressos de outros seminários: sendo de famílias residentes no território da Diocese estudar caso por caso, sendo de outras dioceses, encaminha-los à respectiva diocese.
 
8.    Atividades pastorais dos seminaristas maiores:
- Para a Pastoral Paroquial o critério de escolha é a necessidade da paróquia, avaliado pelo Reitor da Teologia e acompanhado pelo pároco.
- Há necessidade de atividades pastorais em todos os finais de semana.
- Os seminaristas da filosofia poderão assumir mais de uma atividade pastoral nos finais de semana.
- Quando os seminaristas da filosofia não tiverem atividades na sua pastoral específica, poderão ir ao encontro de realidades desafiadoras (hospitais, asilos, aidéticos, capelas mortuárias...).
- Que se faça a revisão das atividades pastorais dos seminaristas.
 
9. Haja vigílias eucarísticas ou horas santas para rezar pelas vocações nos quatro seminários da Diocese: “Rogai ao Senhor da messe que envie operários para a sua messe” (Mt 9, 38). 
 
 
REGIMENTO INTERNO
 
Aprovado nas reuniões dos formadores dos dias
23 de agosto e 11 de outubro de 2006.
 
I. Introdução
 
O Seminário Propedêutico Mãe da Divina Graça levará em conta os critérios e normas deste Regimento Interno, tendo em vista ser “um período de preparação humana, cristã, intelectual e espiritual para os candidatos ao seminário maior”(PDV, 62). Mas está muito claro também, neste período, aquilo que os padres conciliares destacaram – tão oportunamente – quanto à necessidade de não prejudicar em nada os candidatos caso “vierem a abraçar diferente estado de vida” (OT, 03).
 
O objetivo do Seminário Propedêutico é ajudar os jovens a seguir “de alma generosa e coração puro a Cristo Redentor” (OT, 03). Quer ainda possibilitar o “Conformar-se com Cristo” (OT, 09), ou seja, o “unir-se a Ele, como amigos, em íntima comunhão de toda a vida“ (OT, 08). Isso tudo é buscado e aprendido tendo como ideal “pronunciar com a vida” as palavras de São Paulo: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20).
 
Isso é possível na simplicidade da vivência comunitária, ao longo de nove meses de convivência e formação. A escuta, meditação e busca de vivência da Palavra, os momentos de oração e silêncio, o estudo daquilo que a Igreja tem no seu tesouro, a leitura espiritual, a busca do conhecimento de si mesmo e do mundo e a partilha da vida do povo, sem esquecer ainda o diálogo fraterno e a orientação dos formadores, são os meios que levam “o formando a uma atitude de acolhida, abertura, partilha e solidariedade” (DBFPIB, n. 60). Assim cada jovem torna-se mais humano e mais cristão e, por conseqüência, pode discernir melhor a sua vocação específica, caminho concreto para a santidade.
 
II. Atitudes Internas Diante deste Regimento
 
Serão admitidos no Seminário Propedêutico da Diocese de Ponta Grossa os jovens entre dezessete e vinte e seis anos que sentem o desejo de se consagrar a Deus no ministério ordenado, mas também aqueles que estão dispostos a se submeter a um período de forte discernimento vocacional, sendo acompanhados pelos responsáveis da formação do Seminário.
 
A vivência em comunidade, sob a responsabilidade de um reitor, exige a disposição em observar uma programação e um horário, além das orientações dos responsáveis pela formação.
 
Deverá o jovem vocacionado ao propedêutico assumir livremente o caminho formativo, tendo como lema de vida a frase “No caminho, na busca e na descoberta de Cristo”. Assim terá as condições para se tornar discípulo de Jesus. “Ser discípulo será ‘ir atrás de’ Jesus, para aprender seu novo modo de viver e de trabalhar, de amar e de servir, e para adotar sua maneira de pensar, sentir e agir, a ponto de experimentar que ‘já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim’ (Gl 2,20). Esse seguimento inclui necessariamente o caminho da cruz: ‘Quem não carrega sua cruz e não vem atrás de mim, não pode ser meu discípulo’ (Lc 14,27)” (Doc Participação V Conferência do Episcopado da América Latina e do Caribe, n. 54).
 
III. Orientações Específicas
 
1. Sobre o tempo
 
O período propedêutico de formação presbiteral acontece num período de nove meses: de março a dezembro. Quer ser um período de “Gestação” para a vivência do seguimento de Jesus. São oito meses de vida comunitária e um mês de convivência familiar (férias de julho e folgas). Após séria avaliação, no final de novembro, os jovens devem comunicar ao reitor a sua decisão de ingressar ou não na Filosofia no ano seguinte. Caso não queiram continuar o processo formativo, devem deixar o seminário, porque o mês de dezembro é reservado para os que continuarem a formação em vista do ministério ordenado.
 
2. Sobre o discernimento anterior
 
O jovem que deseja ingressar no Seminário Propedêutico deve passar “por um processo de discernimento vocacional”, a fim de que se verifique sua real motivação (cf DFPIB, 54). O acompanhamento anterior é desenvolvido pela Pastoral Vocacional da Diocese. A avaliação das motivações do candidato para o ingresso no Propedêutico é feita pela equipe de formação do seminário: Reitor, Diretor Espiritual e Psicólogo(a), com o Coordenador da Pastoral Vocacional para o Clero Diocesano. Esta avaliação é feita na Semana de Convivência, condição para o ingresso no seminário propedêutico, desenvolvida sempre no mês de fevereiro de cada ano.
 
3. Exigências para o ingresso
 
a) Para o ingresso no seminário propedêutico são pedidos documentos e materiais especificados nas Exigências para o Ingresso no Seminário Propedêutico.
 
b) O Vocacionado deve, na data do ingresso no propedêutico, assinar o termo de Compromisso e Adesão ao Serviço Voluntário. Caso tenha idade inferior a vinte e um anos, também um dos responsáveis deve assinar o mesmo termo.
 
4. São enfatizadas no Ano Propedêutico:
 
a) convivência comunitária: o seminarista deve estar disposto a caminhar com os colegas, num clima de respeito e liberdade, onde todos se sentem verdadeiramente em casa e vivem como irmãos;
 
b) vida de oração: o seminarista é ajudado a se encontrar com Deus, através dos diversos momentos de oração individual e comunitária, especialmente pela descoberta da Liturgia das Horas. “A Oração, tanto pessoal como litúrgica, é dever de cada cristão.”(EA, 29);
 
c) vida sacramental: a Santa Missa é celebrada diariamente, mas a participação diária da missa, quando possível, também nas férias ou folgas, manifesta compromisso com o essencial da vida cristã. O sacramento da Reconciliação também deve ser procurado com freqüência pelo jovem seminarista;
 
d) acolhida e abertura: o jovem vocacionado deve estar disposto a acolher cada pessoa que chega ao seminário como o próprio Cristo. Ao mesmo tempo deve querer ir ao encontro de todos;
 
e) silêncio: há horários diários em que não se permitem conversas ou barulhos (das 22 horas até o café da manhã do dia seguinte e nos horários de meditação);
 
f) leitura: neste período será bastante enfatizada a leitura bíblica e espiritual. Também será incentivada a leitura da vida dos santos e de jornais e revistas.
 
5. Qualidades especiais do seminarista
 
A transparência de vida, a generosidade, a sinceridade e a obediência à voz de Deus são grandes qualidades de um jovem seminarista do Propedêutico.
 
 
6. Vida espiritual
 
a) Diariamente, o horário da casa prevê meditação da Bíblia: pessoal, em grupos ou comunitária, visando aprofundar o conhecimento e amor à Sagrada Escritura. É preciso acolher a Palavra a cada dia, com muita humildade, e transformá-la em vida.
 
b) Será promovido o amor à Eucaristia: semanalmente os seminaristas se encontrarão para uma adoração eucarística. No segundo semestre acontecerá a adoração diária de trinta minutos (cada dia um seminarista será o responsável) e, semanalmente, uma vigília Eucarística.
 
c) Será incentivada a devoção à Santíssima Virgem, especialmente pela reza do terço.
 
d) Exige-se no Propedêutico que o seminarista tenha o seu caderno espiritual e de experiência individual, onde anotará os momentos e fatos importantes da sua caminhada vocacional. O que escreve ajudará no discernimento e avaliação da sua caminhada espiritual. Também haverá um caderno de experiências da comunidade onde o seminarista, espontaneamente, anotará as experiências mais significativas que podem ser colocadas em evidência para ser luz para os outros.
 
e) No Ano Propedêutico acontecem dois retiros com quatro dias de duração, no início e no encerramento do ano, e sete retiros de um dia de duração.
 
7. Dimensão humano-afetiva
 
O Propedêutico está voltado para o amadurecimento do candidato, por isso a dimensão humano-afetiva será priorizada. É principalmente enfocada a necessidade do auto-conhecimento, auto-aceitação e relacionamento interpessoal. “É preciso, pois, educação para o amor à verdade, à lealdade, ao respeito por cada pessoa, ao sentido da justiça, à fidelidade à palavra dada, à verdadeira compaixão, à coerência, e, particularmente, ao equilíbrio de juízos e comportamentos.” (PDV, 43).
 
8. Vida comunitária e relacionamento interpessoal
 
a) O irmão de caminhada, o companheiro seminarista, deve ser considerado pelo seminarista como um “dom para mim”. É necessário também tornar-se “dom para ele”. Deve-se valorizar o diálogo, a partilha de vida, os encontros comunitários, a correção fraterna e a convivência amigável e sincera.
b) O comportamento social, a maneira de tratar as pessoas, a prudência no falar também são qualidades de um seminarista. Não se permitem no Propedêutico os apelidos maldosos, palavrões, linguagem maliciosa e fofocas.
 
9. Conteúdos formativos
 
a) Os conteúdos formativos são desenvolvidos nos horários previstos para as aulas em conformidade com o Horário da Casa. Normalmente as aulas acontecem das nove às onze e trinta, e em algumas horas das tardes e noites.
 
b) Além dos conteúdos próprios da formação do Propedêutico, o seminário oferece aulas de Música e Canto, Comportamento Social e Boas Maneiras, Português e, de acordo com a necessidade, Noções Básicas de Informática.
 
c) Os temas formativos ou aulas são conduzidos por professores diversos, aprovados pela Equipe de Formadores da Diocese, em conformidade com os Conteúdos Formativos do Seminário Propedêutico Mãe da Divina Graça, também previamente aprovados pela mesma Equipe de Formadores.
 
10. Acompanhamento personalizado
 
O seminarista do propedêutico terá conversas regulares com o reitor, diretor espiritual e psicólogo(a). Sempre que necessário, poderá ser chamado ou procurar espontaneamente. O acompanhamento personalizado é priorizado.
 
11. Exigências
 
a) O seminarista se compromete, livremente, a observar tudo o que está de acordo com o programa de formação. Deve respeitar os responsáveis, funcionários e professores da instituição. Deve também estar presente, pontualmente, nas orações, aulas, passeios, encontros, confraternizações e demais atividades do seminário.
 
b) É possível não estar presente nas atividades comunitárias somente em casos de extrema necessidade e com a permissão do reitor. Também as saídas extraordinárias do seminário devem sempre ser comunicadas ao reitor.
 
c) O seminarista se compromete a se empenhar no crescimento pessoal. Deve fazer tudo com zelo, dedicação e empenho necessários à manutenção, desenvolvimento e expansão dos objetivos da instituição.
 
d) O seminarista deve praticar esporte regularmente. Também os passeios e momentos recreativos são promovidos.
 
12. Sobre o uso do telefone, rádio e televisão
 
a) O uso do telefone é reservado para as ligações a cobrar ou na condição de ressarcimento.
 
b) O seminarista não atende ao telefone nos momentos de formação e oração.
 
c) O uso do rádio é reservado somente para sábados à tarde e domingos até às 22 horas.
 
d) A televisão será usada para noticiosos e para filmes ou programas que estiverem de acordo com o projeto de formação. É possível assistir a alguns programas (futebol, filmes..), mas somente com a permissão do reitor.
 
13. Cuidado com os bens
 
O seminário vive de doações, por isso, cada seminarista deverá comprometer-se a cuidar de todos os bens da casa como seus. O cuidado com as coisas, também as pessoais, será sinal expressivo de que “somos simples administradores das coisas de Deus”.
 
14. Serviços e Atividades
 
a) No seminário há funcionários para os serviços gerais. No entanto, isso não dispensa a ajuda e o serviço dos seminaristas na cozinha, na lavanderia e demais setores de serviços da casa.
 
b) O seminarista desenvolve atividades diversas em horários previstos pela instituição formativa, no interior e no exterior do seminário. Faz isso independentemente de qualquer pagamento ou remuneração.
 
c) Não há nenhuma remuneração no seminário propedêutico. Os seminaristas serão ajudados por seus familiares, amigos ou comunidade de origem. Em caso de necessidades especiais, devem sempre recorrer ao reitor.
 
15. Visita aos familiares
As visitas aos familiares são regulares, em geral uma vez por mês. A visita dos familiares ao seminário é sempre permitida, com prévia comunicação aos responsáveis. O seminarista não pode perder a referência com as suas origens.
 
16. Participação da família
a) O seminário providencia os meios e condições necessárias para a formação do seminarista - não dispensando a participação dos familiares - mas não se responsabiliza por gastos pessoais ou por situações que extrapolem a natureza da instituição. Em caso de doença ou situações imprevistas, a família do jovem é co-responsável.
 
b) Não se cobra nenhuma taxa de permanência no seminário. A família do seminarista deve, no entanto, colaborar espontaneamente através de uma doação mensal (pelo menos 9 contribuições) que faz chegar ao seminário. O valor da contribuição não está estipulado. É preciso considerar as condições da família. Se a família não tiver as condições, deverá encontrar uma pessoa que, generosamente, queira colaborar com a formação do jovem vocacionado. A ajuda da família manifestará co-responsabilidade no processo formativo do seminarista.
 
17. Contatos com realidades e pessoas de fora do seminário
 
a) São importantes as visitas regulares a famílias, aos doentes, o contato com adolescentes e jovens e com realidades desafiadoras: pobres, idosos, dependentes químicos.... A participação em algumas atividades diocesanas e paroquiais também é incentivada.
 
b) Os leigos da comunidade em que o seminário está situado participam de muitas maneiras do processo formativo. Têm acesso ao seminário e são co-responsáveis com a equipe formativa.
 
c) O contato com as outras etapas da formação também é valorizado para facilitar a convivência futura em outras etapas formativas.
 
18. Não é permitido no Propedêutico:
 
a) o uso de telefone celular;
 
b)usar cabelo comprido; usar camiseta regata, exceto em horários de trabalho e esporte; usar bermuda nas orações da manhã, tarde e missa e durante as aulas; usar chinelo no horário da missa;
 
c) exercer trabalhos pastorais fixos;
 
d) adquirir alimentos ou coisas para a comunidade ou a casa, mesmo que seja com recursos particulares, sem a permissão do reitor.
 
19. Ao final da etapa do Propedêutico, o jovem deve ter estas condições para o ingresso no seminário maior:
 
a) reta intenção de consagrar a vida a Deus no serviço aos irmãos (sinceridade);
 
b) clara convicção a respeito de sua vocação e aceitação sincera da doutrina do presbiterado, definida pela Igreja;
 
c) grau suficiente de maturidade humana e comportamento condizente com a opção assumida;
 
d) conhecimento bastante amplo da doutrina da fé;
 
e) conhecimento dos métodos de oração;
 
f) costumes conforme a tradição cristã, atitudes próprias de sua religião (esforço de encontrar Deus e a fé) e experiência de vida eclesial;
 
g) demonstração de clara assimilação de conteúdos e atitudes propostos na etapa do propedêutico;
 
h) capacidade de viver em comunidade, sabendo perdoar e servir;
 
i) boa leitura, capacidade de falar em público e conhecimento básico de informática.
 
20. Avaliação
 
a) As avaliações, seja da caminhada pessoal, seja da comunitária, acontecem regularmente para favorecer o crescimento.
 
b) As correções e chamadas de atenção têm como objetivo ajudar o jovem a crescer. Normalmente são feitas nas conversas individuais, embora seja possível também que aconteçam em comunidade.
 
c) É possível que o seminarista retorne para sua casa sem ter concluído o período propedêutico, ou por decisão pessoal ou por decisão dos formadores. É também possível que, não tendo as condições para o ingresso no seminário de Filosofia, possa refazer a etapa do propedêutico ou ser convidado a fazer uma outra experiência.
 
 
CONTEÚDO FORMATIVO
 
O Ano Propedêutico foi determinado devido à situação concreta dos jovens que provém deste mundo transformado pela técnica e a ciência. Os candidatos ao Sacramento da Ordem se aproximam com carências e lacunas que seus colegas, há quarenta anos atrás, não tinham. Vêm não só jovens de 17 a 20 anos, senão também homens maduros pela experiência, que receberam o chamado de Cristo no meio da Igreja.
 
Essas carências se referem a aspectos bem particulares: visão fragmentada da própria experiência de vida e da sociedade, fragilidade de convicções humanas e de fé, carência de uma iniciação à vida comunitária, pouco conhecimento e amor à Tradição da Igreja Católica.
 
O Ano Propedêutico se propõe a ser, então, um período forte de uma experiência profunda de Deus, através da vida comunitária, da formação humano-afetiva e espiritual, da leitura bíblica, da vida de oração e litúrgica, da adequada compreensão da Igreja e do ministério presbiteral, levando assim o jovem a um aprofundamento da vocação, a um conseqüente discernimento e a uma resposta positiva ao Deus que chama (Cf. DBFPIB, n. 55).
 
I - A Vocação e o Processo de Discernimento Vocacional
 
Sendo o Propedêutico um ano que tem como ponto alto uma profunda experiência de Deus por meio da vida de comunidade, da meditação e da oração, o estudo e a reflexão sobre a vocação e o discernimento vocacional quer ajudar o aspirante a chegar, por meio da contemplação do mistério, a um maior esclarecimento do caminho a seguir, a responder ao chamado do Senhor e dar os passos necessários que o chamado, seja ele qual for, exige.
Objetivo: oferecer ao aspirante elementos bem fundamentados e claros que o ajudem a perceber, discernir e assumir a própria vocação como serviço generoso e amoroso à Igreja.
 
Conteúdo:
 
Introdução
 
1- Elementos Gerais: O mistério de Deus no mistério do homem: Toda Pessoa é Única - O Essencial da Vida Humana - A História de Deus na História dos Homens - O Mistério Cristão - O Mistério do Homem - O Encontro com Deus na Origem de toda Vocação - O que é Vocação - O Mistério da Vocação - Chamados para Seguir Jesus - A Resposta Vocacional: Diária e de modo Dinâmico - a Necessidade da Renúncia - Caminhar com Jesus - Os Valores a Assumir - Atitudes frente aos Valores.
 
2- A Vocação Humana e Cristã: A Experiência de Deus na Vida dos Homens: Vocação e Maturidade Afetiva - A Vocação como Chamado à Existência - A grande Vocação: Ser Cristão - Razões para a Alegria - Vocação como Chamado à Conversão - Encontro Interpessoal e conhecimento de si mesmo - Os Níveis de  Comunicação - Auto Estima e Comunicação.
 
3- Discernimento Vocacional e Vocação Específica: O Caminho de Consagração da Própria Vida: Discernimento Vocacional - Vocação Consagrada: Como se Manifesta? - Elementos para o Discernimento Vocacional - Fatores ou qualidades de alma que indicam probabilidade de vocação para o sacerdócio e para a vida religiosa - Prisão e Liberdade Vocacional - A Palavra é Luz na Caminhada Vocacional - Liturgia e Vocação: Algumas Pistas - A Comunidade e o Discernimento Vocacional - Manifestação do Divino Chamamento e Critérios de Discernimento – O Sacerdócio Hoje – A Ordem Sacra: O Específico dos Presbíteros.
 
4- Temas Gerais: A Lectio Divina - A Solidão - O Silêncio como Luta contra o Pecado e o Vício - Sinais de chamado - Vocação e reconciliação consigo mesmo.
 
II – A Pessoa do Formando
 
A dimensão Humano-Afetiva é o alicerce. Por isso, ocupa um lugar relevante no Ano Propedêutico. “Isto requer uma centralização e atenção especial à pessoa do formando, através de um acompanhamento personalizado, dinâmicas de grupo, estudo dirigido” (Cf. DBFPIB, n. 56).
 
Esta etapa formativa deve favorecer ao formando: o conhecimento de si mesmo; da sexualidade masculina e feminina; a formação da consciência, caráter, personalidade e o equilíbrio no relacionamento interpessoal (Cf. DBFPIB, n. 56).
 
Objetivo: Oferecer aos jovens aspirantes ao Seminário Maior meios que os ajudem a amadurecer humano e afetivamente, para que, juntando isso ao processo de crescimento, de conscientização e aprofundamento da fé, eles possam cultivar uma personalidade madura, que fecunde sua missão vocacional.
 
       Conteúdo: 
 
1- Estudo da Personalidade:
 
A) ENEAGRAMA: características da personalidade apresentada em nove tipos diferentes
 
B) Tendência central, nuclear, incluindo todas as Motivações, Características e Intenções = entidade comum estrutural: essência, ego e instinto.
 
C) Interação das tendências originais e características da essência com o mundo externo.
 
D) Tipologia: Estilo de ser: auto-imagem, paixões, fugas, condicionamentos, etc.
 
E) Tipos: Visão geral - Tentação - Pecado de raiz - Mecanismo de defesa - Armadilha.
 
2.    O Ciclo Vital: Desenvolvimento da Identidade, segundo Erick Erickson.
 
A) Núcleo positivo > ser amado: confiança básica; Segurança afetiva > autonomia; Valorização > importante, útil, reconhecido; Espírito de iniciativa; Sentimento de pertença > engajamento; Auto- identidade; Capacidade de participação > comunhão, amizade; Capacidade de amar o outro. Necessidades Psicológicas: Afiliação - Doação - Autonomia - Realização: capacidade de empenho - Liderança positiva - Conhecimento, aprender, discernir, avaliar, senso crítico - Ordem ( coisas, pensamentos, afetos)
 
B) Núcleo negativo > não ser amado: Carência - Dependência afetiva - Desconfiança em si e no outro - Insegurança - Desvalorização - Falta de sentimento de pertença - Falta de identidade - Participação frágil ou ausente - Busca de afeto - “Ser centro”.
 
Necessidades Psicológicas: Dependência afetiva – Sentimento de inferioridade - Agressão - Dominação -Exibição - Sexo - Evitar as responsabilidades, críticas, riscos.
 
C) Áreas da Identidade, segundo Erick Erickson: Identidade Sexual, Identidade Profissional e Identidade Ideológica.
 
3. Maturidade Afetiva: A proposta bíblico-cristã de humanização - Características Básicas da Auto-revelação do Deus Bíblico:
 
A) Tentação da Idolatria: Imagem e semelhança - Idolatria: História de Israel, Igreja e Idolatria, Deus-Comunidade;
 
B) Deus da revelação Bíblica: Deus comprometido com a não-salvação do homem - não salvação: Gn 3 -Homem e mulher se afastam de Deus (medo); Deus Salvador: Gn 2,4b-25; Deus misericordioso; Deus que cria para comunicar seu Amor; Deus que liberta para a liberdade; Deus que compromete com a prática da Justiça e do Amor Efetivo; Deus que se faz irmão em Jesus Cristo; Deus solidário com a dor de todo homem; Deus Vivo e Fonte da Vida; Deus comunitário (Trindade).
 
C) Processo de Humanização: Experiência e o serviço comunitário; Abertura dialógica; Acolhimento do outro.
 
D) Conclusão.
 
4. Humanização Integral: clarificação:
 
A) Humanização Integral: Subjetividade fechada; Subjetividade Aberta. Unificação Integradora: Perspectiva dualista; Visão unitária ou integrada; Espírito-corpo; Interiorização e abertura; Ambigüidade radical do ser humano.
 
B) Conclusão.
 
III – Vida Espiritual
O homem não só tem necessidades físicas, mas há em seu íntimo uma sede do Infinito. Na formação espiritual, se orienta o jovem “a partir da vocação batismal, a fazer uma profunda experiência de Deus e de amizade com Jesus Cristo” (Cf. DBFPIB, n. 55), utilizando-se de: retiros mensais e oração das horas; oração pessoal; celebrações; valorização das experiências por ele vivida anteriormente; acontecimentos relevantes em nível de Diocese, Igreja;orientaçãoespiritual; Meditação individual e comunitária da Palavra de Deus, etc.
 
Objetivo: apresentar ao aspirante elementos que o ajudem a perceber-se como amado por Deus e, assim, a colocar-se a serviço dos irmãos com generosidade.
 
       Conteúdo:
 
1- A oração como meio de se chegar a união com Deus - A Oração do Senhor: Pai Nosso – Caminhando com Jesus na oração.
 
2- As Virtudes Teologais
 
3- Ênfase na Formação do cristão maduro:
 
A) Os Conselhos Evangélicos: Pobreza: liberdade das coisas, a alegria de ser pobre – Obediência: liberdade de si mesmo, a alegria de ser obediente – Castidade: liberdade das pessoas, a alegria de ser casto.
 
B) O Sacramento do Celibato: Introdução – Celibato no Antigo e no Novo Testamento – Reino é o tesouro do homem: Lc 18,28-30; Mt 19,3-12 – O célibe e o sexo oposto: 1Cor 7,1-9 – O celibato e a sua evolução: Igreja apostólica; Santos Padres; Do séc. IV ao X; Da Idade Média aos nossos dias – Vivência do celibato; alegria de viver e a liberdade – Os valores do Reino – A comunhão fraterna – A amizade heterossexual. – Celibato como Carisma.
 
C) A Virgindade como caminho para a maturidade - O matrimônio; a virgindade - Conseqüências na vida consagrada - Como viver a castidade.
 
D) Noções de: Igreja, Corpo Místico de Cristo; Maria, imagem viva da Igreja.
 
IV - Vida Comunitária
 
O ser humano é um ser para o relacionamento. O homem não pode desenvolver uma vida normal fechando-se em si mesmo como uma ilha, porém na “sociedade moderna em que vivemos há um constante e contundente convite a um isolamento e a um individualismo doentio”, que atinge a qualquer um, afetando também aqueles cristãos que sentem um chamado a uma vida mais comprometida.
 
O Ano Propedêutico é um tempo forte de Vida Comunitária – experiência do que é Comunhão - e procura oferecer condições para que o jovem aspirante possa descobrir e assumir uma atitude de acolhida, abertura, partilha e solidariedade (Cf. DBFPIB, n. 60).
 
Objetivo: Oferecer ao jovem aspirante os elementos essenciais para que ele possa descobrir a importância da vida comunitária e assumi-la como seu estilo de vida.
 
       Conteúdo:
 
Introdução
 
Vida de Comunhão com Deus e com os irmãos.
 

* Algumas fotos do Seminário

 
 
 
 
 
 
 
 
 
                                                                                                                                              
  

 

Copyright © 2008. Diocese Ponta Grossa. Todos os direitos reservados.
Site melhor visualizado em resolução 1024x768 ou superior. Política de Privacidade.
KMM Engenharia de Sistemas