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Publicado em: 13/09/2018

Bispo conta de sua viagem à Amazônia

Dom Sergio detalhou a visita ao Conselho Missionário

 
Dom Sergio trouxe os presentes recebidos em Lábrea: uma cruz peitoral e a réplica do ‘Regnum Tum’ Dom Sergio trouxe os presentes recebidos em Lábrea: uma cruz peitoral e a réplica do ‘Regnum Tum’ | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Um dos pontos altos da reunião deste mês do Conselho Missionário Diocesano, ocorrida na segunda-feira (10), foi o detalhamento da visita feita pelo bispo de Ponta Grossa, dom Sergio Arthur Braschi, à Prelazia de Lábrea, no Amazonas, onde a diocese mantém padres há seis anos, dentro do Projeto Igreja-Irmã. Dom Sergio, que ficou dez dias em missão, contou ter vivido muitos momentos bonitos. “Fiquei muito emocionado com o testemunho do bispo (dom Santiago Sánchez Sebastián) na sua humildade”, relatou o bispo, que foi presenteado com uma cruz peitoral e uma réplica do barco da missão, o ‘Regnum Tum’, confeccionados por um artesão local.

      “Naqueles dias que estava lá, houve o assassinato de um jovem pelo próprio pai e o bispo foi lá, na família. Isso me emocionou bastante. E, depois, a fé do povo, o carinho com Nossa Senhora, a vibração”, contou, citando que , na última manhã de sua estadia, estava acontecendo a carreta do novenário da padroeira, Nossa Senhora de Nazaré, “e a multidão, a vibração, os cantos, a fé que aquele povo tem, naquela situação de limitação... É muito bonito”, enfatizou o bispo. Dom Sergio também chamou a atenção por cantar e tocar. “Foi uma novidade para eles. Aproveitei cantar nas várias celebrações que presidi, inclusive em espanhol para homenagear dom Santiago”, acrescentou.

      Na reunião, dom Sergio mostrou o mapa da Prelazia, falando sobre as cidades, os rios, a floresta, o povo, e, as fotos da visita, Lábrea tem território maior que o Paraná e conta com apenas 12 padres. O bispo ressaltou a importância de a Igreja do Brasil manter projetos com dioceses, prelazias da região amazônica. “Vi as dificuldades não só econômicas mas de pessoal. Há um grande trabalho de evangelização feito pelos religiosos, religiosas e pelas novas comunidades, mas a parte dos sacramentos fica prejudicado. É preciso ter uma presença mais forte da Igreja Católica”.

      Dom Sergio levou para a Prelazia de Lábrea a prestação de contas da Campanha Embarque Nessa Missão, que acontece até o final do ano, envolvendo crianças de toda a Diocese. Com as contribuições, recolhidas em cofrinhos distribuídos nas turmas de Catequese das paróquias, já foi possível enviar à Amazônia cerca de R$ 12 mil, que estão custeando as ‘desobrigas’, os atendimentos às populações ribeirinhas feitos de barco. A coordenadora do Conselho Missionário Diocesano, Neuci Marques de Jesus, sugeriu que a campanha seja levada também às crianças e jovens das Pontifícias Obras, por intermédio da distribuição dos cofrinhos nos grupos da Infância e Juventude Missionárias.


Plano Nacional

      A Diocese de Ponta Grossa participou com cinco representantes da assembleia do Conselho Missionário Regional (Comire), ocorrido em Guarapuava, de 7 a 9 deste mês. Este ano, a reunião teve um caráter diferente. Lançado na 35ª Assembleia do Conselho Missionário Nacional (Comina), em março, por dom Esmeraldo Barreto de Farias, presidente Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e a Cooperação Inter-eclesial da CNBB, o terá o texto e as diretrizes fundamentais montados a partir das assembleias dos Comires.

      Cada Regional fará seus estudos e mandará contribuições para o Programa, que vai vigorar pelos próximos quatro anos. “Padre Maurício conduziu muito bem um trabalho em grupo para coletar nas dioceses as contribuições, a partir de cada realidade. Fomos partilhando um pouco da caminhada e apresentando sugestões. Foi muito construtivo”, informou a coordenadora do Comidi. A assembleia de Guarapuava teve a assessoria de padre Maurício da Silva Jardim, diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias.

       Os três pontos apontados como essenciais para integrar o Programa Missionário Nacional foram a formação missionária em todos os níveis (dioceses, paróquias, seminários, regionais, para padres, religosos e leigos); a articulação da ação missionária dos conselhos e a missão ad gentes. Da Diocese, participaram da assembleia, além de dom Sergio e de Neuci, a coordenadora da Infância Missionária, Sueli Aparecida Guimarães, Hermelinda Rusche, e o coordenador do Conselho Missionário dos Seminaristas, Jefferson Sanchez.


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Publicado em: 13/09/2018

Bispo conta de sua viagem à Amazônia

Dom Sergio detalhou a visita ao Conselho Missionário

 

      Um dos pontos altos da reunião deste mês do Conselho Missionário Diocesano, ocorrida na segunda-feira (10), foi o detalhamento da visita feita pelo bispo de Ponta Grossa, dom Sergio Arthur Braschi, à Prelazia de Lábrea, no Amazonas, onde a diocese mantém padres há seis anos, dentro do Projeto Igreja-Irmã. Dom Sergio, que ficou dez dias em missão, contou ter vivido muitos momentos bonitos. “Fiquei muito emocionado com o testemunho do bispo (dom Santiago Sánchez Sebastián) na sua humildade”, relatou o bispo, que foi presenteado com uma cruz peitoral e uma réplica do barco da missão, o ‘Regnum Tum’, confeccionados por um artesão local.

      “Naqueles dias que estava lá, houve o assassinato de um jovem pelo próprio pai e o bispo foi lá, na família. Isso me emocionou bastante. E, depois, a fé do povo, o carinho com Nossa Senhora, a vibração”, contou, citando que , na última manhã de sua estadia, estava acontecendo a carreta do novenário da padroeira, Nossa Senhora de Nazaré, “e a multidão, a vibração, os cantos, a fé que aquele povo tem, naquela situação de limitação... É muito bonito”, enfatizou o bispo. Dom Sergio também chamou a atenção por cantar e tocar. “Foi uma novidade para eles. Aproveitei cantar nas várias celebrações que presidi, inclusive em espanhol para homenagear dom Santiago”, acrescentou.

      Na reunião, dom Sergio mostrou o mapa da Prelazia, falando sobre as cidades, os rios, a floresta, o povo, e, as fotos da visita, Lábrea tem território maior que o Paraná e conta com apenas 12 padres. O bispo ressaltou a importância de a Igreja do Brasil manter projetos com dioceses, prelazias da região amazônica. “Vi as dificuldades não só econômicas mas de pessoal. Há um grande trabalho de evangelização feito pelos religiosos, religiosas e pelas novas comunidades, mas a parte dos sacramentos fica prejudicado. É preciso ter uma presença mais forte da Igreja Católica”.

      Dom Sergio levou para a Prelazia de Lábrea a prestação de contas da Campanha Embarque Nessa Missão, que acontece até o final do ano, envolvendo crianças de toda a Diocese. Com as contribuições, recolhidas em cofrinhos distribuídos nas turmas de Catequese das paróquias, já foi possível enviar à Amazônia cerca de R$ 12 mil, que estão custeando as ‘desobrigas’, os atendimentos às populações ribeirinhas feitos de barco. A coordenadora do Conselho Missionário Diocesano, Neuci Marques de Jesus, sugeriu que a campanha seja levada também às crianças e jovens das Pontifícias Obras, por intermédio da distribuição dos cofrinhos nos grupos da Infância e Juventude Missionárias.


Plano Nacional

      A Diocese de Ponta Grossa participou com cinco representantes da assembleia do Conselho Missionário Regional (Comire), ocorrido em Guarapuava, de 7 a 9 deste mês. Este ano, a reunião teve um caráter diferente. Lançado na 35ª Assembleia do Conselho Missionário Nacional (Comina), em março, por dom Esmeraldo Barreto de Farias, presidente Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e a Cooperação Inter-eclesial da CNBB, o terá o texto e as diretrizes fundamentais montados a partir das assembleias dos Comires.

      Cada Regional fará seus estudos e mandará contribuições para o Programa, que vai vigorar pelos próximos quatro anos. “Padre Maurício conduziu muito bem um trabalho em grupo para coletar nas dioceses as contribuições, a partir de cada realidade. Fomos partilhando um pouco da caminhada e apresentando sugestões. Foi muito construtivo”, informou a coordenadora do Comidi. A assembleia de Guarapuava teve a assessoria de padre Maurício da Silva Jardim, diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias.

       Os três pontos apontados como essenciais para integrar o Programa Missionário Nacional foram a formação missionária em todos os níveis (dioceses, paróquias, seminários, regionais, para padres, religosos e leigos); a articulação da ação missionária dos conselhos e a missão ad gentes. Da Diocese, participaram da assembleia, além de dom Sergio e de Neuci, a coordenadora da Infância Missionária, Sueli Aparecida Guimarães, Hermelinda Rusche, e o coordenador do Conselho Missionário dos Seminaristas, Jefferson Sanchez.


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Dom Sergio trouxe os presentes recebidos em Lábrea: uma cruz peitoral e a réplica do ‘Regnum Tum’   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Dom Sergio trouxe os presentes recebidos em Lábrea: uma cruz peitoral e a réplica do ‘Regnum Tum’   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Religiosas, integrantes da Juventude Missionária, do Comise e de movimentos ligados às Pontifícias Obras participaram da reunião   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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O bispo dom Sergio falou de sua experiência missionária em Lábrea   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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