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Fé e devoção em caminhada penitencial

Fé. Humildade. Gratidão

 
| Crédito: Divulgação
    Fé. Humildade. Gratidão. A Sexta-Feira Santa para perto de quatro mil católicos começou imbuída desses sentimentos. Gente que saiu da frente da Paróquia Senhor Bom Jesus, em Ponta Grossa, às 6h30, carregando, além da devoção, rosários, imagens, cruzes. A cruz de Jesus que simbolizava a vida de cada um. 

Assim foi para a doceira Dinamara Machado de Almeida, 48 anos, que passou o dia todo de ontem produzindo trufas e, hoje, antes das 6 horas já estava em pé. “Não tenho como deixar de vir. Estava ansiosa. Mesmo tendo problema de coluna e tendo ficado o dia inteiro em pé ontem, hoje, não sinto dor alguma. É o Pai. Me preparei com Ele e o Filho Dele para vir”, dizia emocionada. 

    “Eu venho rezando, refletindo”, comentava o técnico em Telecomunicações, Tiago Skeika, que vem todo o ano. Maria de Fátima Levandoski e Matilde Ronko se conheceram no trajeto. “É uma tradição de família. Vinha com minha mãe, agora, venho sozinha”, citava Maria. “Tive que vir agradecer a Deus. São tantas graças, sempre. Mas, especialmente a cura de meu filho que estava muito doente”, completa Matilde, que veio pela primeira vez. O percurso terminou pouco mais de 11 horas, na Capela Santa Bárbara, onde os fiéis foram recebidos com água gelada e assistiram a encenação da Paixão de Cristo, apresentada pelos grupos de adolescentes e jovens da Paróquia. 

    São 50 pessoas nos bastidores e cerca de 35 atores, que, em 40 minutos, revivem os momentos finais de Jesus, desde o julgamento por Pilatos. “Muita gente nos ajuda, muitos voluntários e empresas”, comentava José Antônio Costa, citando os colegas Paulo e Rosângela Fávero, Valdemir Rodrigues, Altair Nunes Machado, Luís Ungria, Ronaldo, Ramires, além da Empri Transportes, Priscila Transportes, Viação Campos Gerais, Viação Iapó, Princesa dos Campos, Royal Fit, Maximonte, Vidraçaria Brilhante e Alfredo Santos e Wilmar Massaneiro, que oferecem água, de graça, para os penitentes. “Foi tudo muito tranquilo, tivemos mais gente que na última edição”, comemorava frei Luizinho Marafon, pároco da Senhor Bom Jesus.


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Fé e devoção em caminhada penitencial

Fé. Humildade. Gratidão

 
    Fé. Humildade. Gratidão. A Sexta-Feira Santa para perto de quatro mil católicos começou imbuída desses sentimentos. Gente que saiu da frente da Paróquia Senhor Bom Jesus, em Ponta Grossa, às 6h30, carregando, além da devoção, rosários, imagens, cruzes. A cruz de Jesus que simbolizava a vida de cada um. 

Assim foi para a doceira Dinamara Machado de Almeida, 48 anos, que passou o dia todo de ontem produzindo trufas e, hoje, antes das 6 horas já estava em pé. “Não tenho como deixar de vir. Estava ansiosa. Mesmo tendo problema de coluna e tendo ficado o dia inteiro em pé ontem, hoje, não sinto dor alguma. É o Pai. Me preparei com Ele e o Filho Dele para vir”, dizia emocionada. 

    “Eu venho rezando, refletindo”, comentava o técnico em Telecomunicações, Tiago Skeika, que vem todo o ano. Maria de Fátima Levandoski e Matilde Ronko se conheceram no trajeto. “É uma tradição de família. Vinha com minha mãe, agora, venho sozinha”, citava Maria. “Tive que vir agradecer a Deus. São tantas graças, sempre. Mas, especialmente a cura de meu filho que estava muito doente”, completa Matilde, que veio pela primeira vez. O percurso terminou pouco mais de 11 horas, na Capela Santa Bárbara, onde os fiéis foram recebidos com água gelada e assistiram a encenação da Paixão de Cristo, apresentada pelos grupos de adolescentes e jovens da Paróquia. 

    São 50 pessoas nos bastidores e cerca de 35 atores, que, em 40 minutos, revivem os momentos finais de Jesus, desde o julgamento por Pilatos. “Muita gente nos ajuda, muitos voluntários e empresas”, comentava José Antônio Costa, citando os colegas Paulo e Rosângela Fávero, Valdemir Rodrigues, Altair Nunes Machado, Luís Ungria, Ronaldo, Ramires, além da Empri Transportes, Priscila Transportes, Viação Campos Gerais, Viação Iapó, Princesa dos Campos, Royal Fit, Maximonte, Vidraçaria Brilhante e Alfredo Santos e Wilmar Massaneiro, que oferecem água, de graça, para os penitentes. “Foi tudo muito tranquilo, tivemos mais gente que na última edição”, comemorava frei Luizinho Marafon, pároco da Senhor Bom Jesus.


Diocede Ponta Grossa
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