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Publicado em: 13/10/2018

Padre conhece santuário de irmã Cleusa

Na visita a Aldeia de Japiim, padre da Diocese batiza cinco indígenas

 
O padre Nilson realizou missa junto aos indígenas na Aldeia Japiim O padre Nilson realizou missa junto aos indígenas na Aldeia Japiim | Crédito: Prelazia de Lábrea
      A Aldeia de Japiim fica distante 30 quilômetros pela estrada e cinco horas de barco pelo Rio Paciã da sede da Prelazia de Lábrea, no Amazonas. A região reúne indígenas das etnias Apurinã e Paumaris. Na última semana, padre José Nilson que é da Diocese de Ponta Grossa e está em missão na Prelazia, visitou a aldeia onde, na capela dedicada a São Francisco, participou de procissão, celebrou missa e realizou cinco batizados. O padre também conheceu um pequeno santuário erguido às margens do rio em memória da irmã missionária Agostiniana Recoleta Cleusa Carolina Rody Coelho.
      Irmã Cleuza sofreu o martírio em 1985, às margens do Rio Paciã, defendendo os direitos dos índios de permanecerem em suas terras, e apaziguando conflitos entre os próprios índios, vitimas de exploração dos donos de seringais, grileiros de terra. “Paramos no lugar onde foi encontrado seu corpo. Ali, hoje tem uma placa e os restos de uma pequena cabana. Ela (a religiosa) está em processo de canonização. Confesso que enquanto estive ali, a vontade era de rezar e rezar”, comentou padre Nilson, falando do estado de abandono do lugar. “O santuário não pode ser esquecido, deve ser visitado, acolhido como lugar de oração”, ressaltou.
      Segundo padre Nilson, durante a visita, um índio narrou que alguns moradores da aldeia passam por ali e soltam foguetes em sinal das graças e bençãos recebidas pela intercessão da religiosa. “Pra eles, ela já é uma santa. O lugar não pode estar abandonado, coberto pelo mato. Teríamos de fazer um acesso para subir com segurança, um cruzeiro, uma capela, para rezar, acender vela, agradecer a Deus. É preciso que os cristãos que entendam qual foi a motivação dela de ir até o fim por amor pela causa indígena, nos ajudem a preservar a fé, testemunho, a doação dessa irmã”, convidou. Padre Nilson convocou a todos para que, por intermédio de pequenos gestos, tornem o lugar em um ponto de oração, de peregrinação. “Fazer algo para que mais pessoas possam se aproximar de Deus através dela. A missão da irmã foi a vocação, foi ser ponte, ser sinal, canal da graça dos indígenas a Deus mas também entre eles”.
      A comitiva foi composta também por uma irmã missionária Agostiniana Recoleta, um irmão Marista e leigos. A Prelazia de Lábrea, que fica a 852 quilômetros de Manaus, no Amazonas, é atendida há seis anos pela Diocese de Ponta Grossa por intermédio do Projeto Igreja-Irmã.  O padre José Nilson Santos embarcou em missão em outubro de 2016, quando foi substituir o primeiro missionário diocesano, padre José Lauro Gonçalves Gomes, que ficou quatro anos na Prelazia. Ao todo, são quatro paróquias, situadas em quatro municípios.
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Publicado em: 13/10/2018

Padre conhece santuário de irmã Cleusa

Na visita a Aldeia de Japiim, padre da Diocese batiza cinco indígenas

 
      A Aldeia de Japiim fica distante 30 quilômetros pela estrada e cinco horas de barco pelo Rio Paciã da sede da Prelazia de Lábrea, no Amazonas. A região reúne indígenas das etnias Apurinã e Paumaris. Na última semana, padre José Nilson que é da Diocese de Ponta Grossa e está em missão na Prelazia, visitou a aldeia onde, na capela dedicada a São Francisco, participou de procissão, celebrou missa e realizou cinco batizados. O padre também conheceu um pequeno santuário erguido às margens do rio em memória da irmã missionária Agostiniana Recoleta Cleusa Carolina Rody Coelho.
      Irmã Cleuza sofreu o martírio em 1985, às margens do Rio Paciã, defendendo os direitos dos índios de permanecerem em suas terras, e apaziguando conflitos entre os próprios índios, vitimas de exploração dos donos de seringais, grileiros de terra. “Paramos no lugar onde foi encontrado seu corpo. Ali, hoje tem uma placa e os restos de uma pequena cabana. Ela (a religiosa) está em processo de canonização. Confesso que enquanto estive ali, a vontade era de rezar e rezar”, comentou padre Nilson, falando do estado de abandono do lugar. “O santuário não pode ser esquecido, deve ser visitado, acolhido como lugar de oração”, ressaltou.
      Segundo padre Nilson, durante a visita, um índio narrou que alguns moradores da aldeia passam por ali e soltam foguetes em sinal das graças e bençãos recebidas pela intercessão da religiosa. “Pra eles, ela já é uma santa. O lugar não pode estar abandonado, coberto pelo mato. Teríamos de fazer um acesso para subir com segurança, um cruzeiro, uma capela, para rezar, acender vela, agradecer a Deus. É preciso que os cristãos que entendam qual foi a motivação dela de ir até o fim por amor pela causa indígena, nos ajudem a preservar a fé, testemunho, a doação dessa irmã”, convidou. Padre Nilson convocou a todos para que, por intermédio de pequenos gestos, tornem o lugar em um ponto de oração, de peregrinação. “Fazer algo para que mais pessoas possam se aproximar de Deus através dela. A missão da irmã foi a vocação, foi ser ponte, ser sinal, canal da graça dos indígenas a Deus mas também entre eles”.
      A comitiva foi composta também por uma irmã missionária Agostiniana Recoleta, um irmão Marista e leigos. A Prelazia de Lábrea, que fica a 852 quilômetros de Manaus, no Amazonas, é atendida há seis anos pela Diocese de Ponta Grossa por intermédio do Projeto Igreja-Irmã.  O padre José Nilson Santos embarcou em missão em outubro de 2016, quando foi substituir o primeiro missionário diocesano, padre José Lauro Gonçalves Gomes, que ficou quatro anos na Prelazia. Ao todo, são quatro paróquias, situadas em quatro municípios.
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O padre Nilson realizou missa junto aos indígenas na Aldeia Japiim   |   Prelazia de Lábrea

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O padre Nilson realizou missa junto aos indígenas na Aldeia Japiim   |   Prelazia de Lábrea

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Durante a visita, foram realizados cinco batizados na aldeia   |   Prelazia de Lábrea

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Durante a visita, foram realizados cinco batizados na aldeia   |   Prelazia de Lábrea

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O pequeno santuário está abandonado, coberto pelo mato   |   Prelazia de Lábrea

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A aldeia reúne índios das etnias Apurinã e Paumaris   |   Prelazia de Lábrea

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A aldeia reúne índios das etnias Apurinã e Paumaris   |   Prelazia de Lábrea


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