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Publicado em: 29/10/2018

Catequistas têm tarde de formação interativa

Padre Joãozinho demonstrou como evangelizar via net

 
Padre Joãozinho aliou informação, música e muita interatividade. Foi uma festa Padre Joãozinho aliou informação, música e muita interatividade. Foi uma festa | Crédito: Marcelle Sora/ Paróquia Nossa Senhora de Fátima-TB

      A alegria era geral. A satisfação estava estampada na cara de catequistas de toda a Diocese de Ponta Grossa, que se mostravam revigorados. “Maravilhosa! Sem palavras!”, resumia a catequista da Paróquia Imaculada Conceição, de Ponta Grossa, Aliksa Hojo Sikorski, referindo-se a palestra do padre Joãozinho, que encerrou o XIV Congresso Diocesano de Catequistas, no sábado (27), na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Telêmaco Borba. Perto de 1.500 pessoas participaram de uma tarde de formação, interação, música, festa e muitas bênçãos.  

      O bispo dom Sergio Arthur Braschi abriu o congresso, às 13h30, destacando sua missão, como bispo, de congregar na unidade a Igreja Diocesana. “Tenho colhido os frutos da catequese nas (celebrações de) Crismas. Agradeço muito a todos os catequistas pelo trabalho de iniciação de crianças e de adolescentes, os ensinando a seguir Jesus, a imitar Jesus, com a vida, com as atitudes com as ações na comunidade”, dizia. Ao considerar a catequese um ministério, dom Sergio taxou de maravilhoso o serviço dos catequistas que trabalham com adultos, que os fazem redescobrir a fé. “Desejo que saiam muito mais entusiasmados, dispostos a continuar esse servir catequético e bíblico da diocese”, enfatizou.

      Em uma palestra-show com direito a uso de celular, das redes sociais em tempo real, e que cobrou interação o tempo todo, o padre João Carlos Almeida, ou padre Joãozinho, disse recuperar a intuição que teve no início do sacerdócio, há mais de 20 anos, abordando o método da catequese de Jesus, a partir do Evangelho de Lucas. “Desenvolvi um método sistemático, com sete passos: ver, julgar, agir, celebrar, rever,  mais um primeiro passo que estou chamando de sair, e reagir. Assim, cria-se um ciclo de evangelização kerigmática, mistagógica e catecumenal”, explicou, enaltecendo a inspiração contida no Documento 107 que trata da Iniciação a Vida Cristã. “Uma síntese perfeita e muito bem feita. É o que precisamos neste momento”, acrescentou,  

      Para o padre, ao educar na fé, o catequista tira as pessoas das autorreferencialidade narcista dos dias de hoje e as faz viver a dinâmica da Igreja em Saída que o Papa Francisco tanto pede.  A Catequese, contou, foi a primeira pastoral com a qual trabalhou, ainda seminarista, em 1984, em Brusque. “Parece que existe uma co-inspiração. Em Presidente Prudente, recentemente, me chamaram para um curso para catequistas; moro com padre Zezinho, que é um catequista; a IV Semana Brasileira de Catequese (de 14 a 18 de novembro); surge o ‘Catequista Brasil’ (de 8 a 10 de fevereiro) e sou convidado a montar uma pós-graduação para catequistas, que está quase pronta. Parece que em 2019 a catequese vai ocupar boa parte dos meus pensamentos”, brincou.


Impressões

      Aliksa Martins Hojo Sikorski, catequista da Paróquia Imaculada Conceição, de Ponta Grossa, considerou a palestra dinâmica. “Tem tudo a ver com o meu dia a dia. Vou conseguir aplicar não só no trabalho da Catequese como na sala de aula porque sou professora de adolescentes e o grande desafio é prender a atenção do jovens”, afirmava. Para Daiane Machado de França, catequista do quinto tempo na comunidade São Roque da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, foi algo diferente. “Não foi repetitiva, foi muito interessante. E os catequizandos gostam de novidade”.

      A coordenadora de Animação Bíblico-Catequética, Flávia Carla Nascimento, estava muito feliz. “Os catequistas participaram, interagiram muito bem. O padre foi ótimo, a palestra muito animada. Meu coração vai transbordar de alegria nos próximos meses, repercutindo esse congresso”, avaliou. O padre Marcos Vinicius, missionário redentorista da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, sediar o evento foi importante no sentido da colegialidade. “Acredito que ajudará no crescimento pessoal e comunitário dos catequistas”, resumiu.             


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Publicado em: 29/10/2018

Catequistas têm tarde de formação interativa

Padre Joãozinho demonstrou como evangelizar via net

 

      A alegria era geral. A satisfação estava estampada na cara de catequistas de toda a Diocese de Ponta Grossa, que se mostravam revigorados. “Maravilhosa! Sem palavras!”, resumia a catequista da Paróquia Imaculada Conceição, de Ponta Grossa, Aliksa Hojo Sikorski, referindo-se a palestra do padre Joãozinho, que encerrou o XIV Congresso Diocesano de Catequistas, no sábado (27), na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Telêmaco Borba. Perto de 1.500 pessoas participaram de uma tarde de formação, interação, música, festa e muitas bênçãos.  

      O bispo dom Sergio Arthur Braschi abriu o congresso, às 13h30, destacando sua missão, como bispo, de congregar na unidade a Igreja Diocesana. “Tenho colhido os frutos da catequese nas (celebrações de) Crismas. Agradeço muito a todos os catequistas pelo trabalho de iniciação de crianças e de adolescentes, os ensinando a seguir Jesus, a imitar Jesus, com a vida, com as atitudes com as ações na comunidade”, dizia. Ao considerar a catequese um ministério, dom Sergio taxou de maravilhoso o serviço dos catequistas que trabalham com adultos, que os fazem redescobrir a fé. “Desejo que saiam muito mais entusiasmados, dispostos a continuar esse servir catequético e bíblico da diocese”, enfatizou.

      Em uma palestra-show com direito a uso de celular, das redes sociais em tempo real, e que cobrou interação o tempo todo, o padre João Carlos Almeida, ou padre Joãozinho, disse recuperar a intuição que teve no início do sacerdócio, há mais de 20 anos, abordando o método da catequese de Jesus, a partir do Evangelho de Lucas. “Desenvolvi um método sistemático, com sete passos: ver, julgar, agir, celebrar, rever,  mais um primeiro passo que estou chamando de sair, e reagir. Assim, cria-se um ciclo de evangelização kerigmática, mistagógica e catecumenal”, explicou, enaltecendo a inspiração contida no Documento 107 que trata da Iniciação a Vida Cristã. “Uma síntese perfeita e muito bem feita. É o que precisamos neste momento”, acrescentou,  

      Para o padre, ao educar na fé, o catequista tira as pessoas das autorreferencialidade narcista dos dias de hoje e as faz viver a dinâmica da Igreja em Saída que o Papa Francisco tanto pede.  A Catequese, contou, foi a primeira pastoral com a qual trabalhou, ainda seminarista, em 1984, em Brusque. “Parece que existe uma co-inspiração. Em Presidente Prudente, recentemente, me chamaram para um curso para catequistas; moro com padre Zezinho, que é um catequista; a IV Semana Brasileira de Catequese (de 14 a 18 de novembro); surge o ‘Catequista Brasil’ (de 8 a 10 de fevereiro) e sou convidado a montar uma pós-graduação para catequistas, que está quase pronta. Parece que em 2019 a catequese vai ocupar boa parte dos meus pensamentos”, brincou.


Impressões

      Aliksa Martins Hojo Sikorski, catequista da Paróquia Imaculada Conceição, de Ponta Grossa, considerou a palestra dinâmica. “Tem tudo a ver com o meu dia a dia. Vou conseguir aplicar não só no trabalho da Catequese como na sala de aula porque sou professora de adolescentes e o grande desafio é prender a atenção do jovens”, afirmava. Para Daiane Machado de França, catequista do quinto tempo na comunidade São Roque da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, foi algo diferente. “Não foi repetitiva, foi muito interessante. E os catequizandos gostam de novidade”.

      A coordenadora de Animação Bíblico-Catequética, Flávia Carla Nascimento, estava muito feliz. “Os catequistas participaram, interagiram muito bem. O padre foi ótimo, a palestra muito animada. Meu coração vai transbordar de alegria nos próximos meses, repercutindo esse congresso”, avaliou. O padre Marcos Vinicius, missionário redentorista da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, sediar o evento foi importante no sentido da colegialidade. “Acredito que ajudará no crescimento pessoal e comunitário dos catequistas”, resumiu.             


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Padre Joãozinho aliou informação, música e muita interatividade. Foi uma festa   |   Marcelle Sora/ Paróquia Nossa Senhora de Fátima-TB

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Os perto de 1.500 catequistas de toda a Diocese se reuniram na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Telêmaco   |   Marcelle Sora/ Paróquia Nossa Senhora de Fátima-TB

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O bispo dom Sergio Arthur Braschi agradeceu o servir do catequistas: “ministério”   |   Marcelle Sora/ Paróquia Nossa Senhora de Fátima-TB

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O bispo dom Sergio Arthur Braschi agradeceu o servir do catequistas: “ministério”   |   Marcelle Sora/ Paróquia Nossa Senhora de Fátima-TB

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Momentos de muitas bênçãos e confraternização entre os catequistas de mais de 40 paróquias   |   Marcelle Sora/ Paróquia Nossa Senhora de Fátima-TB

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Momentos de muitas bênçãos e confraternização entre os catequistas de mais de 40 paróquias   |   Marcelle Sora/ Paróquia Nossa Senhora de Fátima-TB

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A animação foi feita pelo padre Wagner de Oliveira, que é de Telêmaco Borba, e pelo catequista Antônio Santos Júnior, integrante da equipe diocesana   |   Marcelle Sora/ Paróquia Nossa Senhora de Fátima-TB

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A animação foi feita pelo padre Wagner de Oliveira, que é de Telêmaco Borba, e pelo catequista Antônio Santos Júnior, integrante da equipe diocesana   |   Marcelle Sora/ Paróquia Nossa Senhora de Fátima-TB


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