DIOCESE  DE  PONTA  GROSSA

       
SOBRE
   História
   Fundação
   Bula Pontifícia


ESTRUTURA
   Colégio Consultores
   Conselho Presbiteral
   Seminários Diocesanos
   Casas para Encontros


Publicado em: 26/11/2018

Encontro reúne em PG jovens de sete cidades

Todos integram o Caminho Neo-Catecumenal

 
Eram mais de 300 jovens, vindos de oito cidades do leste do Paraná Eram mais de 300 jovens, vindos de oito cidades do leste do Paraná | Crédito: Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

      405 pessoas participaram, durante todo o dia deste domingo (25), do Encontro de Jovens do Caminho Neo-Catecumenal da Regional Paraná Leste. Vieram peregrinos, catequistas, jovens e seus pais de Londrina (86), Piên (46), Paranaguá (4), Bocaiúva (12), São José dos Pinhais (1), Pinhais (42), Curitiba e Ponta Grossa (18). O padre Carlos Cesar Neri, que coordena a equipe da Regional, e o casal de apoio que levará o grupo a JMJ, Emerson e Daniele Gomes, de Curitiba, além do casal Jorge Munhoz Júnior e Bruna Munhoz, da Paróquia São Pedro Apóstolo, de Ponta Grossa, organizaram o Encontro. As atividades se estenderam das 10 às 17 horas, no Instituto João XXIII.

     Pela manhã, os momentos foram de muita oração e cânticos. Na hora do almoço, o bispo dom Sergio Arthur Braschi chegou de surpresa. “Que São João Paulo II abençoe a todos vocês peregrnos da Jornada Mundial da Juventude, sem deixar que desanimem! Vocês que são o futuro da Igreja”, disse, motivando a juventude. Foi uma explosão de alegria. Dom Sergio foi acolhido com aplausos, fez self e abraçou a muitos. À tarde, foram repassadas orientações a respeito da Jornada e realizado o concurso para a escolha da arte que será estampada nas camisetas do grupo. “Tradicionalmente, fazemos camisetas para identificar o nosso pessoal e, este ano,  19 layouts concorreram. A arte vencedora foi a de Londrina”, comentou Jorge Munhoz.

     A camiseta será branca, terá na frente o brasão do Caminho Neo-Catecumenal, que está dentro de um octógono. “O número oito na simbologia da igreja primitiva representa o domingo, o oitvavo dia, continuidade, ressurreição. Ao centro há uma cruz com a pomba do Espirito Santo em cima. Essa cruz está dentro de um piscina batismal de seis degraus, representando o caminho da redescoberta batismal, e, em volta, a essência da nova evangelização: Palavra, liturgia e comunidade. Também aparece a inscrição ‘Ave Maria’ porque Maria foi quem inspirou o Caminho”, detalhou Munhoz.


Jornada Mundial

      O padre Carlos Cesar Neri, incardinado na Arquidiocese de Brasília, atua de forma itinerante na evangelização via Caminho Neo-Catecumenal, com a formação de comunidades, há 14 anos. “É o catecumenato para os já batizados, que não receberam a educação da fé, não foram suficientemente evangelizadas. O Senhor fez surgiu esse caminho, através Carmen Hernández e Kiko Argüello, com uma experiência vivida nas favelas depois levada as paróquias, quando descobriram a importância de reviver o batismo por etapas para chegar a uma fé adulta”, explicou o padre religioso. Para ele, é importante que os jovens participem da Jornada. “Nem sempre se tem a chance de estar fisicamente presente em um evento em que esteja o Papa. João Paulo II instituiu (a Jornada) e desde lá temos nos feito presente. Primeiro, porque os jovens podem ouvir a palavra do Papa, que sempre os tem ajudado, especialmente diante da realidade do mundo de hoje”, enfatizou.

      De acordo com Emerson Gomes, há 600 jovens na região leste e aproximadamente 200 devem ir ao Panamá. O trabalho da equpe de apoio envolve dez pessoas, cinco casais, que trabalham, junto às paróquias, dois anos antes da Jornada. “Eles trabalham para buscar recursos e as comunidades se mobilizam. Estão sempre envolvidos em atividades com essa finalidade”, contou, citando que para a JMJ de 2019 o investimento chega a R$ 7.800, entre alimentação, hospedagem, transporte e passagem aérea. A organização da viagem tem a ajuda da central do Caminho, em Brasilia, que se apóia no Itamaraty e no Ministério de Relações Exteriores. O bom relacionamento com o comitê organizador local garantiu ao Brasil obter o maior número de vôos em grupo. “O Panamá terá uma Jornada fora do padrão. São poucas linhas aéreas, por isso se limitou a entrada. Vamos direto, ficamos na Diocese de Santiago, no interior, fazemos intercâmbio cultural e religioso e seguimos para fazer os principais eventos na Cidade do Panamá”, detalhou Gomes.

      Enquanto na Europa, por exemplo, a Jornada reúne um milhão de jovens, no Panamá, este número foi reduzido para 370 mil. Gomes lembrou que na JMJ do Rio de Janeiro participaram 660 jovens da Regional Paraná Leste e foram acolhidos 6.400, de 11 nacionalidades.  Luis Cláudio Pereira Júnior, 19 anos, de Curitiba, diz estar feliz e ansioso. “Contando os dias. Se preparando desde Cracóvia, quando Papa anunciou onde seria a próxima. Vendemos hambúrgueres, realizamos brechó, trabalhamos juntos para ir”, enumerou. Beatriz Braga Silveira, de Londrina, citou que em uma ação, todos os sábados de manhã, o ‘pedágio na ruas’, pede dinheiro aos motoristas. “Digo ’sou jovem, sou católico e quero ir ver o Papa. Você pode me ajudar? No inicio, achavam que estávamos ali só para farrear. Depois começaram a conhecer. Já ganhamos doação com carta, doações de um valor muito alto e até um mendigo entregou tudo o que tinha, R$ 0, 70, mas era tudo o que ele tinha.” 

      De Ponta Grossa, pelo Caminho Neo-Catecumenal devem ir a JMJ 24 jovens. Eles são da Paróquia Nossa Senhora da Saúde (18) e da São Pedro Apóstolo (6), e, embarcam dia 17 de janeiro.


  • Diocede Ponta Grossa
  • Diocede Ponta Grossa
  • Diocede Ponta Grossa
  • Diocede Ponta Grossa
  • Diocede Ponta Grossa


Você pode se interessar também:
| Piraí se prepara para festejar Nossa Senhora das Brotas | Paroquianos do Santa Paula ganham nova capela | Padre Agostinho festeja seu jubileu de ouro | Presépio evangeliza e encanta |





Publicado em: 26/11/2018

Encontro reúne em PG jovens de sete cidades

Todos integram o Caminho Neo-Catecumenal

 

      405 pessoas participaram, durante todo o dia deste domingo (25), do Encontro de Jovens do Caminho Neo-Catecumenal da Regional Paraná Leste. Vieram peregrinos, catequistas, jovens e seus pais de Londrina (86), Piên (46), Paranaguá (4), Bocaiúva (12), São José dos Pinhais (1), Pinhais (42), Curitiba e Ponta Grossa (18). O padre Carlos Cesar Neri, que coordena a equipe da Regional, e o casal de apoio que levará o grupo a JMJ, Emerson e Daniele Gomes, de Curitiba, além do casal Jorge Munhoz Júnior e Bruna Munhoz, da Paróquia São Pedro Apóstolo, de Ponta Grossa, organizaram o Encontro. As atividades se estenderam das 10 às 17 horas, no Instituto João XXIII.

     Pela manhã, os momentos foram de muita oração e cânticos. Na hora do almoço, o bispo dom Sergio Arthur Braschi chegou de surpresa. “Que São João Paulo II abençoe a todos vocês peregrnos da Jornada Mundial da Juventude, sem deixar que desanimem! Vocês que são o futuro da Igreja”, disse, motivando a juventude. Foi uma explosão de alegria. Dom Sergio foi acolhido com aplausos, fez self e abraçou a muitos. À tarde, foram repassadas orientações a respeito da Jornada e realizado o concurso para a escolha da arte que será estampada nas camisetas do grupo. “Tradicionalmente, fazemos camisetas para identificar o nosso pessoal e, este ano,  19 layouts concorreram. A arte vencedora foi a de Londrina”, comentou Jorge Munhoz.

     A camiseta será branca, terá na frente o brasão do Caminho Neo-Catecumenal, que está dentro de um octógono. “O número oito na simbologia da igreja primitiva representa o domingo, o oitvavo dia, continuidade, ressurreição. Ao centro há uma cruz com a pomba do Espirito Santo em cima. Essa cruz está dentro de um piscina batismal de seis degraus, representando o caminho da redescoberta batismal, e, em volta, a essência da nova evangelização: Palavra, liturgia e comunidade. Também aparece a inscrição ‘Ave Maria’ porque Maria foi quem inspirou o Caminho”, detalhou Munhoz.


Jornada Mundial

      O padre Carlos Cesar Neri, incardinado na Arquidiocese de Brasília, atua de forma itinerante na evangelização via Caminho Neo-Catecumenal, com a formação de comunidades, há 14 anos. “É o catecumenato para os já batizados, que não receberam a educação da fé, não foram suficientemente evangelizadas. O Senhor fez surgiu esse caminho, através Carmen Hernández e Kiko Argüello, com uma experiência vivida nas favelas depois levada as paróquias, quando descobriram a importância de reviver o batismo por etapas para chegar a uma fé adulta”, explicou o padre religioso. Para ele, é importante que os jovens participem da Jornada. “Nem sempre se tem a chance de estar fisicamente presente em um evento em que esteja o Papa. João Paulo II instituiu (a Jornada) e desde lá temos nos feito presente. Primeiro, porque os jovens podem ouvir a palavra do Papa, que sempre os tem ajudado, especialmente diante da realidade do mundo de hoje”, enfatizou.

      De acordo com Emerson Gomes, há 600 jovens na região leste e aproximadamente 200 devem ir ao Panamá. O trabalho da equpe de apoio envolve dez pessoas, cinco casais, que trabalham, junto às paróquias, dois anos antes da Jornada. “Eles trabalham para buscar recursos e as comunidades se mobilizam. Estão sempre envolvidos em atividades com essa finalidade”, contou, citando que para a JMJ de 2019 o investimento chega a R$ 7.800, entre alimentação, hospedagem, transporte e passagem aérea. A organização da viagem tem a ajuda da central do Caminho, em Brasilia, que se apóia no Itamaraty e no Ministério de Relações Exteriores. O bom relacionamento com o comitê organizador local garantiu ao Brasil obter o maior número de vôos em grupo. “O Panamá terá uma Jornada fora do padrão. São poucas linhas aéreas, por isso se limitou a entrada. Vamos direto, ficamos na Diocese de Santiago, no interior, fazemos intercâmbio cultural e religioso e seguimos para fazer os principais eventos na Cidade do Panamá”, detalhou Gomes.

      Enquanto na Europa, por exemplo, a Jornada reúne um milhão de jovens, no Panamá, este número foi reduzido para 370 mil. Gomes lembrou que na JMJ do Rio de Janeiro participaram 660 jovens da Regional Paraná Leste e foram acolhidos 6.400, de 11 nacionalidades.  Luis Cláudio Pereira Júnior, 19 anos, de Curitiba, diz estar feliz e ansioso. “Contando os dias. Se preparando desde Cracóvia, quando Papa anunciou onde seria a próxima. Vendemos hambúrgueres, realizamos brechó, trabalhamos juntos para ir”, enumerou. Beatriz Braga Silveira, de Londrina, citou que em uma ação, todos os sábados de manhã, o ‘pedágio na ruas’, pede dinheiro aos motoristas. “Digo ’sou jovem, sou católico e quero ir ver o Papa. Você pode me ajudar? No inicio, achavam que estávamos ali só para farrear. Depois começaram a conhecer. Já ganhamos doação com carta, doações de um valor muito alto e até um mendigo entregou tudo o que tinha, R$ 0, 70, mas era tudo o que ele tinha.” 

      De Ponta Grossa, pelo Caminho Neo-Catecumenal devem ir a JMJ 24 jovens. Eles são da Paróquia Nossa Senhora da Saúde (18) e da São Pedro Apóstolo (6), e, embarcam dia 17 de janeiro.


Diocede Ponta Grossa
Eram mais de 300 jovens, vindos de oito cidades do leste do Paraná   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

Diocede Ponta Grossa
Os jovens tiveram momentos fortes de oração pela manhã   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

Diocede Ponta Grossa
Na Regional, dos 600 jovens, 200 viajam ao Panamá em janeiro   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

Diocede Ponta Grossa
Na Regional, dos 600 jovens, 200 viajam ao Panamá em janeiro   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

Diocede Ponta Grossa
Padre Carlos Cesar Neri, que coordena a equipe da Regional Paraná-Leste do Caminho Neocatecumenal   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa


Navegue até a sua Paróquia



Cúria
Cúria
Imprensa
Clipping
Download