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Publicado em: 26/11/2018

Casa de Evangelização, fruto de várias igrejas

Altar da capela recebeu artigos doados de comunidades

 
A obra da Casa de Evangelização foi abençoada pelo bispo, durante a celebração A obra da Casa de Evangelização foi abençoada pelo bispo, durante a celebração | Crédito: Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

      Uma cerimônia simples, mas rica em afeto e especial emoção marcou a inauguração oficial da Casa Diocesana de Evangelização São Paulo Apóstolo, neste domingo (25). Já um pouco antes da procissão de entrada da missa que selaria a entrega do espaço, o bispo dom Sergio Arthur Braschi abraçou o mestre de obras, Odenir de Oliveira Santos, em um gesto simbolizando, segundo ele, o agradecimento a todos que trabalharam na construção. E no decorrer de toda a celebração, que incluiu a bênção da Casa, de sua capela e a dedicação do altar, muitos foram os momentos de comoção, seja na homenagem à Cléia Falcão, a sua amiga e conselheira, Maria Malaquias, ou à memória do diácono Carlos Henrique Falcão, idealizador da obra, morto em 2008.

      Dom Sergio chamou a atenção para a raridade e riqueza simbólica da celebração, explicando aos fieis o significado de cada ato. “Cristo é a verdadeira pedra angular sobre a qual se ergueu a missão dos apóstolos. Nós somos a Igreja viva, que cremos que Cristo é o nosso Rei”, citou, lembrando que o altar é abençoado e ungido com óleo de crisma. O bispo lembrou que  a Casa já era um sonho de dois antigos bispos, dom Antônio Mazzarotto e dom Geraldo Pellanda, “este, em especial, queria para a Diocese um local de formação do leigo que, com o Batismo e a Crisma, são o fermento na massa”, acrescentou. No domingo, comemorou-se a Solenidade Jesus Cristo, Rei do Universo, e o Dia do Leigo.

      O bispo enalteceu a dedicação de toda a diretoria do Instituto São Paulo Apóstolo, principalmente da diretora administrativa, Cléia Falcão, responsável pelo dia-a-dia dos trabalhos, e o serviço do artista sacro Paulo Biscaia, que previu cada detalhe do presbitério, doando sua criatividade e religiosidade na execução e acompanhamento do mural que ornou o altar, além de todos os materiais. Por sua vez, Cléia foi homenageada pela diretoria do ISPA, recebendo rosas amarelas das mãos do neto, Carlos Vinicius Falcão, por seu empenho nos quatro anos de duração da obra. A família Falcão, Cléia e a filha Eliete, descerraram a placa colocada no átrio de recepção em memória de Carlos Henrique Falcão. “Agradeço imensamente a todos. Que cada um possa olhar para essas paredes e ver seu tijolinho, se não em dinheiro, em oração”.


Fruto de todos

      A entrega de Cléia Falcão foi lembrada pelo artista Paulo Biscaia na arte do mural. “Sabendo da experiência de fé, a dificuldade e das perdas, porque ela contou que sofreu muito, sobretudo com a perda do filho, e sempre pensava que não podia blasfemar, tinha que fazer isso (o sofrimento) dar fruto. E o que é uma perda se não cruz? Encarar a cruz? Quando começamos a nos empenhar aqui eu ia vendo as dificuldades dela, se dedicando, se entregando ao máximo, decidi colocar na imagem da cruz esses frutos dela. Só é fruto porque ela confia na cruz”, comentou Biscaia, citando que admira a coragem dela de encarar o caminho de Deus. “Não só ela, mas as várias pessoas que apoiaram firmemente: dom Sergio por, desde o começo, acreditar, e tantos outros”.

      De acordo com o artista, os 46 metros do altar são coloridos para fazer menção ao Movimento do Cursilho da Cristandade e, ao mesmo tempo lembrar a alegria da evangelização. O centro do painel é Cristo no sacrário, mas em cima está o Espírito “porque é em Cristo pelo espírito que essa Casa vai ser aquilo que pretende ser: um instituto de evangelização. Os anjos nos convidam a ser os justos, como eles sustentam São Paulo e a própria Virgem Maria, que, com essa participação da justiça de Deus, que é a salvação, nós podemos evangelizar. Biscaia trabalhou desde maio no mural, desenhando o altar, o ambão, definindo que material usar e acompanhando os serviços.

      “Fui colocando material de outros trabalhos, de  várias outras igrejas que tinha em casa: pedras douradas para mosaico, por exemplo. Tudo foi reaproveitado. De algum modo, houve a participação de outras comunidades Não doei sozinho”, contou. A cruz é de ferro cortado a laser, há vidro, pastilha de cerâmica, resina de vidro, pastilha de madeira (bambu), com o que foi feito o suporte das imagens. “Um junção que também representa a Igreja: cada um com sua qualidade, com sua dureza e firmeza ou sua moleza, compondo todo esse conjunto”. 


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Publicado em: 26/11/2018

Casa de Evangelização, fruto de várias igrejas

Altar da capela recebeu artigos doados de comunidades

 

      Uma cerimônia simples, mas rica em afeto e especial emoção marcou a inauguração oficial da Casa Diocesana de Evangelização São Paulo Apóstolo, neste domingo (25). Já um pouco antes da procissão de entrada da missa que selaria a entrega do espaço, o bispo dom Sergio Arthur Braschi abraçou o mestre de obras, Odenir de Oliveira Santos, em um gesto simbolizando, segundo ele, o agradecimento a todos que trabalharam na construção. E no decorrer de toda a celebração, que incluiu a bênção da Casa, de sua capela e a dedicação do altar, muitos foram os momentos de comoção, seja na homenagem à Cléia Falcão, a sua amiga e conselheira, Maria Malaquias, ou à memória do diácono Carlos Henrique Falcão, idealizador da obra, morto em 2008.

      Dom Sergio chamou a atenção para a raridade e riqueza simbólica da celebração, explicando aos fieis o significado de cada ato. “Cristo é a verdadeira pedra angular sobre a qual se ergueu a missão dos apóstolos. Nós somos a Igreja viva, que cremos que Cristo é o nosso Rei”, citou, lembrando que o altar é abençoado e ungido com óleo de crisma. O bispo lembrou que  a Casa já era um sonho de dois antigos bispos, dom Antônio Mazzarotto e dom Geraldo Pellanda, “este, em especial, queria para a Diocese um local de formação do leigo que, com o Batismo e a Crisma, são o fermento na massa”, acrescentou. No domingo, comemorou-se a Solenidade Jesus Cristo, Rei do Universo, e o Dia do Leigo.

      O bispo enalteceu a dedicação de toda a diretoria do Instituto São Paulo Apóstolo, principalmente da diretora administrativa, Cléia Falcão, responsável pelo dia-a-dia dos trabalhos, e o serviço do artista sacro Paulo Biscaia, que previu cada detalhe do presbitério, doando sua criatividade e religiosidade na execução e acompanhamento do mural que ornou o altar, além de todos os materiais. Por sua vez, Cléia foi homenageada pela diretoria do ISPA, recebendo rosas amarelas das mãos do neto, Carlos Vinicius Falcão, por seu empenho nos quatro anos de duração da obra. A família Falcão, Cléia e a filha Eliete, descerraram a placa colocada no átrio de recepção em memória de Carlos Henrique Falcão. “Agradeço imensamente a todos. Que cada um possa olhar para essas paredes e ver seu tijolinho, se não em dinheiro, em oração”.


Fruto de todos

      A entrega de Cléia Falcão foi lembrada pelo artista Paulo Biscaia na arte do mural. “Sabendo da experiência de fé, a dificuldade e das perdas, porque ela contou que sofreu muito, sobretudo com a perda do filho, e sempre pensava que não podia blasfemar, tinha que fazer isso (o sofrimento) dar fruto. E o que é uma perda se não cruz? Encarar a cruz? Quando começamos a nos empenhar aqui eu ia vendo as dificuldades dela, se dedicando, se entregando ao máximo, decidi colocar na imagem da cruz esses frutos dela. Só é fruto porque ela confia na cruz”, comentou Biscaia, citando que admira a coragem dela de encarar o caminho de Deus. “Não só ela, mas as várias pessoas que apoiaram firmemente: dom Sergio por, desde o começo, acreditar, e tantos outros”.

      De acordo com o artista, os 46 metros do altar são coloridos para fazer menção ao Movimento do Cursilho da Cristandade e, ao mesmo tempo lembrar a alegria da evangelização. O centro do painel é Cristo no sacrário, mas em cima está o Espírito “porque é em Cristo pelo espírito que essa Casa vai ser aquilo que pretende ser: um instituto de evangelização. Os anjos nos convidam a ser os justos, como eles sustentam São Paulo e a própria Virgem Maria, que, com essa participação da justiça de Deus, que é a salvação, nós podemos evangelizar. Biscaia trabalhou desde maio no mural, desenhando o altar, o ambão, definindo que material usar e acompanhando os serviços.

      “Fui colocando material de outros trabalhos, de  várias outras igrejas que tinha em casa: pedras douradas para mosaico, por exemplo. Tudo foi reaproveitado. De algum modo, houve a participação de outras comunidades Não doei sozinho”, contou. A cruz é de ferro cortado a laser, há vidro, pastilha de cerâmica, resina de vidro, pastilha de madeira (bambu), com o que foi feito o suporte das imagens. “Um junção que também representa a Igreja: cada um com sua qualidade, com sua dureza e firmeza ou sua moleza, compondo todo esse conjunto”. 


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A obra da Casa de Evangelização foi abençoada pelo bispo, durante a celebração   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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A obra da Casa de Evangelização foi abençoada pelo bispo, durante a celebração   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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A obra da Casa de Evangelização foi abençoada pelo bispo, durante a celebração   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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O altar foi composto por diferentes materiais, provenientes de obras de várias outras igrejas   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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O altar foi composto por diferentes materiais, provenientes de obras de várias outras igrejas   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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Cléia Falcão foi homenageada pela diretoria do ISPA, recebendo flores. Bispo e Paulo Biscaia enalteceram seu empenho   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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São 1.495 metros, distribuídos em recepção, capela, sala de mensagens, cozinhas, quartos e banheiros comunitários   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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Casa fica na Vila Santa Tereza, no Bairro Santa Maria, em Ponta Grossa   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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O espaço está preparado para servir 150 pessoas, com pernoite, e 120 para eventos de um dia   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa


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