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Publicado em: 11/12/2018

Padre Agostinho festeja seu jubileu de ouro

Emoção marcou a missa solene desta sexta-feira

 
O jubilando é devoto de Nossa Senhora, que o acompanhou em todo o seu ministério O jubilando é devoto de Nossa Senhora, que o acompanhou em todo o seu ministério | Crédito: Lucas Dutra/Pascom Paróquia São José

      Aulas de costura, tricô e crochê para mulheres, marcenaria para o trabalho de egressos do presídio Hildebrando de Souza, cursinho pré-vestibular VestibOrando para jovens carentes; arrecadação de alimentos para as famílias mais necessitadas, Farmácia da Partilha. Sua luta não foi apenas na Pastoral Social, mas também pelo crescimento espiritual. Padre Agostinho Antonio Rutkoski pagava as taxas de inscrição de muitos leigos para possibilitar a participação deles em importantes formações. Foi esse o sacerdote quem comemorou 50 anos de ministério nesta sexta-feira (7). A festa foi quase à altura de sua vida: missa em ação de graças com o bispo dom Sergio Arthur Braschi, discursos, homenagens.

      O coordenador da Liga Católica da Paróquia São José, Lauro Kumer, lembrava saudoso da passagem do sacerdote pela comunidade. “Ele era um padre que mexia muito com a população. Não era só rezar. Ele punha as mãos para trabalhar, para fazer acontecer as coisas”, destacou Kumer, citando também a construção do pavilhão, da capela externa do santuário. “Resolvemos fazer essa festa para comemorar o tempo que ele passou com a gente. Reunimos a comunidade porque o que a gente passa de bom na vida é preciso comemorar, para agradecer a Deus”, emendou. “Sempre foi um grande testemunho de vida para mim pela sua dedicação e alegria. Ajudou bastante no Santuário, fazendo palestras, sempre com seu jeito de comunicar as coisas, muito divertido, muito animado. As pessoas gostavam muito dele, e, eu também sou desses fãs, alguém que aprendeu a amá-lo pelo que ele é”, dizia padre Evandro Braun, pároco da Menino Deus e reitor do Santuário de Nossa Senhora das Brotas, de Piraí do Sul.

      A missa solene em ação de graças aconteceu na igreja São José, às 19 horas, e encerrou as comemorações que se iniciaram com um tríduo, dia 18, na Paróquia Sant’Ana. As celebrações ocorreram ainda nas paróquias Nossa Senhora do Pilar e São José, comunidades onde o padre trabalhou por mais tempo em Ponta Grossa. Padre Agostinho serviu ainda em União da Vitória, Paróquia Nossa do Perpétuo Socorro, em Irati, em Harmonia (distrito de Telêmaco Borba), no Seminário Filosófico São José, em Ponta Grossa, e no Seminário Propedêutico Mãe da Divina Graça, em Carambeí. Em 1990, participou da Escola Sacerdotal, em Loppiano, na Itália. Em 2002, era pároco da São José quando o bispo dom Murilo Ramos Krüger decretou a paróquia sede do Santuário Diocesano de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Foi padre Agostinho quem aumentou o número de novenas durante às quartas-feiras e melhorou a estrutura do lugar.

      Diversos padres de Ponta Grossa e de outros setores da Diocese concelebraram a missa. Dom Sergio contou, na homilia, que foi colega de seminário e companheiro de teatro de padre Agostinho, citando que foi nessa época que o jubilando se decidiu pela devoção à Maria. “E Nossa Senhora o acompanhou por toda a sua vida sacerdotal, haja vista a quantidade de paróquias dedicadas a Virgem Maria que ele pastoreou. Em seu coração, junto com essa devoção à Mãe Santíssima, estava o seu amor pelos pobres”, enfatizou dom Sergio. O bispo enumerou as iniciativas criativas de serviço, em especial a acolhida dos desprezados. “Lembro das cadeirinhas feitas com sobras de madeira ou madeira usada, que era motivo de alegria para as crianças carentes”, frisou.

      Padre Agostinho foi homenageado, via carta, por dom Mário Spaki, que elogiou o jeito brincalhão e as homilias. “Não só com as palavras ele se destacava, mas com gestos concretos. Preferiu ensinar com naturalidade a partir de fatos concretos da vida”, enfatizou o bispo de Paranavaí. Padre Osvaldo Pinheiro, coordenador da Pastoral Presbiteral, comentou a respeito das reflexões curtas e profundas do colega jubilando. “Mesmo na dor, seu ministério não foi ofuscado. Que você possa, ao olhar para o passado, ver que viveu plenamente o seu lema sacerdotal: ‘a serviço dos irmãos”, enalteceu, referindo-se aos dois acidentes vascular cerebral que padre Agostinho sofreu em dezembro de 2012.

      Representantes das paróquias Sant’Ana, São José e Nossa Senhora do Pilar fizeram uma bonita homenagem, trazendo ícones, cartazes e imagens que lembravam a passagem do sacerdote. Recordaram as ações, as iniciativas, as obras, os históricos Treinamentos das Lideranças Cristãs (TLCs) e as Santas Missões. No final da celebração, padre Ademir da Guia, reitor da Casa Vianney, que acolhe os padres idosos e doentes, leu um texto escrito por padre Agostinho. Nele, o jubilando fez um histórico de seu ministério. “Mesmo não ter condições de trabalhar mais anos na Pastoral, continuo entregando minha vida nas mãos do bispo, pois sei que Deus me fala sua vontade por meio dele”, leu padre Ademir com a voz embargada. Padre Agostinho se recupera dos dois AVCs que o deixaram sem movimentos, sem falar, sem ouvir e prejudicou sua memória. “Ali, naquele momento, ele se assemelhou a Jesus no sofrimento”, resumiu o bispo dom Sergio.   


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Publicado em: 11/12/2018

Padre Agostinho festeja seu jubileu de ouro

Emoção marcou a missa solene desta sexta-feira

 

      Aulas de costura, tricô e crochê para mulheres, marcenaria para o trabalho de egressos do presídio Hildebrando de Souza, cursinho pré-vestibular VestibOrando para jovens carentes; arrecadação de alimentos para as famílias mais necessitadas, Farmácia da Partilha. Sua luta não foi apenas na Pastoral Social, mas também pelo crescimento espiritual. Padre Agostinho Antonio Rutkoski pagava as taxas de inscrição de muitos leigos para possibilitar a participação deles em importantes formações. Foi esse o sacerdote quem comemorou 50 anos de ministério nesta sexta-feira (7). A festa foi quase à altura de sua vida: missa em ação de graças com o bispo dom Sergio Arthur Braschi, discursos, homenagens.

      O coordenador da Liga Católica da Paróquia São José, Lauro Kumer, lembrava saudoso da passagem do sacerdote pela comunidade. “Ele era um padre que mexia muito com a população. Não era só rezar. Ele punha as mãos para trabalhar, para fazer acontecer as coisas”, destacou Kumer, citando também a construção do pavilhão, da capela externa do santuário. “Resolvemos fazer essa festa para comemorar o tempo que ele passou com a gente. Reunimos a comunidade porque o que a gente passa de bom na vida é preciso comemorar, para agradecer a Deus”, emendou. “Sempre foi um grande testemunho de vida para mim pela sua dedicação e alegria. Ajudou bastante no Santuário, fazendo palestras, sempre com seu jeito de comunicar as coisas, muito divertido, muito animado. As pessoas gostavam muito dele, e, eu também sou desses fãs, alguém que aprendeu a amá-lo pelo que ele é”, dizia padre Evandro Braun, pároco da Menino Deus e reitor do Santuário de Nossa Senhora das Brotas, de Piraí do Sul.

      A missa solene em ação de graças aconteceu na igreja São José, às 19 horas, e encerrou as comemorações que se iniciaram com um tríduo, dia 18, na Paróquia Sant’Ana. As celebrações ocorreram ainda nas paróquias Nossa Senhora do Pilar e São José, comunidades onde o padre trabalhou por mais tempo em Ponta Grossa. Padre Agostinho serviu ainda em União da Vitória, Paróquia Nossa do Perpétuo Socorro, em Irati, em Harmonia (distrito de Telêmaco Borba), no Seminário Filosófico São José, em Ponta Grossa, e no Seminário Propedêutico Mãe da Divina Graça, em Carambeí. Em 1990, participou da Escola Sacerdotal, em Loppiano, na Itália. Em 2002, era pároco da São José quando o bispo dom Murilo Ramos Krüger decretou a paróquia sede do Santuário Diocesano de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Foi padre Agostinho quem aumentou o número de novenas durante às quartas-feiras e melhorou a estrutura do lugar.

      Diversos padres de Ponta Grossa e de outros setores da Diocese concelebraram a missa. Dom Sergio contou, na homilia, que foi colega de seminário e companheiro de teatro de padre Agostinho, citando que foi nessa época que o jubilando se decidiu pela devoção à Maria. “E Nossa Senhora o acompanhou por toda a sua vida sacerdotal, haja vista a quantidade de paróquias dedicadas a Virgem Maria que ele pastoreou. Em seu coração, junto com essa devoção à Mãe Santíssima, estava o seu amor pelos pobres”, enfatizou dom Sergio. O bispo enumerou as iniciativas criativas de serviço, em especial a acolhida dos desprezados. “Lembro das cadeirinhas feitas com sobras de madeira ou madeira usada, que era motivo de alegria para as crianças carentes”, frisou.

      Padre Agostinho foi homenageado, via carta, por dom Mário Spaki, que elogiou o jeito brincalhão e as homilias. “Não só com as palavras ele se destacava, mas com gestos concretos. Preferiu ensinar com naturalidade a partir de fatos concretos da vida”, enfatizou o bispo de Paranavaí. Padre Osvaldo Pinheiro, coordenador da Pastoral Presbiteral, comentou a respeito das reflexões curtas e profundas do colega jubilando. “Mesmo na dor, seu ministério não foi ofuscado. Que você possa, ao olhar para o passado, ver que viveu plenamente o seu lema sacerdotal: ‘a serviço dos irmãos”, enalteceu, referindo-se aos dois acidentes vascular cerebral que padre Agostinho sofreu em dezembro de 2012.

      Representantes das paróquias Sant’Ana, São José e Nossa Senhora do Pilar fizeram uma bonita homenagem, trazendo ícones, cartazes e imagens que lembravam a passagem do sacerdote. Recordaram as ações, as iniciativas, as obras, os históricos Treinamentos das Lideranças Cristãs (TLCs) e as Santas Missões. No final da celebração, padre Ademir da Guia, reitor da Casa Vianney, que acolhe os padres idosos e doentes, leu um texto escrito por padre Agostinho. Nele, o jubilando fez um histórico de seu ministério. “Mesmo não ter condições de trabalhar mais anos na Pastoral, continuo entregando minha vida nas mãos do bispo, pois sei que Deus me fala sua vontade por meio dele”, leu padre Ademir com a voz embargada. Padre Agostinho se recupera dos dois AVCs que o deixaram sem movimentos, sem falar, sem ouvir e prejudicou sua memória. “Ali, naquele momento, ele se assemelhou a Jesus no sofrimento”, resumiu o bispo dom Sergio.   


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O jubilando é devoto de Nossa Senhora, que o acompanhou em todo o seu ministério   |   Lucas Dutra/Pascom Paróquia São José

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Dom Sergio e muitos padres concelebraram a missa solene na igreja São José   |   Lucas Dutra/Pascom Paróquia São José

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Padre Agostinho se recupera de dois AVCs e recebeu a Eucaristia sentado   |   Lucas Dutra/Pascom Paróquia São José

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Muitos fiéis de todas as comunidades por onde o padre passou fizeram questão de participar da celebração   |   Lucas Dutra/Pascom Paróquia São José

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Representantes das paróquias onde o padre trabalhou mais tempo fizeram uma bonita homenagem   |   Lucas Dutra/Pascom Paróquia São José

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Emoção e reverência ao padre que dinamizou a Pastoral Social   |   Lucas Dutra/Pascom Paróquia São José

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Padre Osvaldo lembrou em sua fala as reflexões profundas do homenageado   |   Lucas Dutra/Pascom Paróquia São José


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