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Publicado em: 25/01/2019

Escola Diaconal da Diocese prossegue com 48 candidatos

Dos 54 candidatos inscritos, seis não se formam em 2020

 
Passada a ansiedade e  nervosismo dos escrutínios, a etapa deste mês está mais descontraída Passada a ansiedade e nervosismo dos escrutínios, a etapa deste mês está mais descontraída | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      A Escola Santo Estevão de Formação de Diáconos Permanentes da Diocese de Ponta Grossa completa 20 anos em janeiro. Este mês, inicia a penúltima fase da formação, que tem, ao todo, dez etapas e dura cinco anos. As aulas acontecem por módulos: um em janeiro e outro em julho. A ordenação acontece a partir de 2020, no sétimo ano da formação. Na turma 2015-2019, eram 54 candidatos, de 11 cidades e 21 paróquias da Diocese.

      Até dezembro, a formação estava na fase de escrutínios, consulta feita junto aos membros da Igreja e a esposa dos candidatos, e, que define quais deles serão ordenados. O coordenador da Escola Diaconal, padre Mário Dwulatka,  informou que o próprio bispo dom Sergio Arthur Braschi repassou a resposta a cada um dos candidatos, individualmente. “Dom Sergio e o Conselho de Ordem para Diáconos Permanentes aprovou 48 dos 54 candidatos. A um foi pedido para interromper a formação e se desligar da Escola e outros cinco precisam aprofundar algum aspecto, ter um crescimento na formação. Mas, serão ordenados posteriormente”, afirmou o padre, citando que os cinco terão acompanhamento da coordenação, do bispo e dos párocos das comunidades e, depois, no seu tempo, realizarão os ritos finais e o retiro canônico.

      O número de aprovados foi considerado muito expressivo pelo coordenador. “Enquanto ministro ordenado, o diácono permanente adquire estabilidade no ministério. Depois de uma formação intensa, aprimorada, mais de 1.200 horas de estudos, ele é ordenado e garante às comunidades estabilidade no sentido de liderança, de formadores, de pessoas que vão trabalhar na evangelização”, ressaltou padre Mário. No dia 24 de março, na Catedral Sant’Ana, às 15 horas, começa o rito de leitorato. Dia 28 de setembro, os futuros diáconos recebem o ministério do acolitato. Será realizado ainda o rito de admissão às ordens sacras e o retiro canônico. O retiro dura cinco dias ficará a cargo, este ano, do padre Sílvio Mocelim, da Paróquia São Pedro e São Paulo, de Telêmaco Borba.

      Padre Sílvio mora com um diácono e sua esposa há 15 anos e o considera um grande colaborador. Além disso, a Paróquia tem três diáconos formados e ainda cinco terminando a formação. “Eu acompanho desde o tempo que dom Murilo (Ramos Krüger) instituiu a Escola Diaconal na Diocese. Sempre houve candidatos para participar. É uma alegria estar acompanhando e ser beneficiado pelo trabalho dos diáconos. Com 75 anos de vida, estou iniciando uma paróquia de perto de 30 mil habitantes. Sozinho não teria como. É o preparo de lideranças futuras. O projeto da Igreja no Brasil é fazer da paróquia  uma rede de pequenas comunidades. Como fazer isso se não tem lideranças preparadas? É uma alegria e obrigação participar e apoiar”, argumentou o sacerdote, que, em dezembro, completou 57 anos de vida presbiteral.

      No retiro, padre Sílvio deverá enaltecer os dons do Espírito e a vontade de Deus, intrínsecas ao diaconato. “Vou ajudá-los a se colocar diante de Deus no mistério de sua vocação. Não colocar como trabalho, compromisso, obrigação, missão. Mas, fazê-los perguntar o que Deus quer? É preciso estar consciente do amor de Deus para com eles em favor de tantas outras pessoas. O que vier depois, ficará mais fácil porque não farão sozinho. Deus que me envia me dará condições”, adiantou.

      Para Félix Eudes Moleta, da Comunidade Boa Vista, na Paróquia Bom Jesus, o diaconato é uma grande graça. Aos 65 anos, o mais experiente da turma se mostra grato por ter sido convocado por Deus. O caçula do grupo, Diego Gebeluka Quadros, da Paróquia Sant’Ana, de 34 anos, garante que a troca de experiência é muito positiva e o contato com pessoas de diversas comunidades amplia e enriquece a caminhada com Deus. “Aprendemos muito juntos. E a resposta a Deus tem que ser uma só. Quando Ele convoca tem de ser ‘Eis-me aqui’”, enfatiza, citando que sua vocação surgiu na Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro, em 2013. “O Papa falou que o jovem não pode ter medo de servir e isso chamou minha atenção”.


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Publicado em: 25/01/2019

Escola Diaconal da Diocese prossegue com 48 candidatos

Dos 54 candidatos inscritos, seis não se formam em 2020

 

      A Escola Santo Estevão de Formação de Diáconos Permanentes da Diocese de Ponta Grossa completa 20 anos em janeiro. Este mês, inicia a penúltima fase da formação, que tem, ao todo, dez etapas e dura cinco anos. As aulas acontecem por módulos: um em janeiro e outro em julho. A ordenação acontece a partir de 2020, no sétimo ano da formação. Na turma 2015-2019, eram 54 candidatos, de 11 cidades e 21 paróquias da Diocese.

      Até dezembro, a formação estava na fase de escrutínios, consulta feita junto aos membros da Igreja e a esposa dos candidatos, e, que define quais deles serão ordenados. O coordenador da Escola Diaconal, padre Mário Dwulatka,  informou que o próprio bispo dom Sergio Arthur Braschi repassou a resposta a cada um dos candidatos, individualmente. “Dom Sergio e o Conselho de Ordem para Diáconos Permanentes aprovou 48 dos 54 candidatos. A um foi pedido para interromper a formação e se desligar da Escola e outros cinco precisam aprofundar algum aspecto, ter um crescimento na formação. Mas, serão ordenados posteriormente”, afirmou o padre, citando que os cinco terão acompanhamento da coordenação, do bispo e dos párocos das comunidades e, depois, no seu tempo, realizarão os ritos finais e o retiro canônico.

      O número de aprovados foi considerado muito expressivo pelo coordenador. “Enquanto ministro ordenado, o diácono permanente adquire estabilidade no ministério. Depois de uma formação intensa, aprimorada, mais de 1.200 horas de estudos, ele é ordenado e garante às comunidades estabilidade no sentido de liderança, de formadores, de pessoas que vão trabalhar na evangelização”, ressaltou padre Mário. No dia 24 de março, na Catedral Sant’Ana, às 15 horas, começa o rito de leitorato. Dia 28 de setembro, os futuros diáconos recebem o ministério do acolitato. Será realizado ainda o rito de admissão às ordens sacras e o retiro canônico. O retiro dura cinco dias ficará a cargo, este ano, do padre Sílvio Mocelim, da Paróquia São Pedro e São Paulo, de Telêmaco Borba.

      Padre Sílvio mora com um diácono e sua esposa há 15 anos e o considera um grande colaborador. Além disso, a Paróquia tem três diáconos formados e ainda cinco terminando a formação. “Eu acompanho desde o tempo que dom Murilo (Ramos Krüger) instituiu a Escola Diaconal na Diocese. Sempre houve candidatos para participar. É uma alegria estar acompanhando e ser beneficiado pelo trabalho dos diáconos. Com 75 anos de vida, estou iniciando uma paróquia de perto de 30 mil habitantes. Sozinho não teria como. É o preparo de lideranças futuras. O projeto da Igreja no Brasil é fazer da paróquia  uma rede de pequenas comunidades. Como fazer isso se não tem lideranças preparadas? É uma alegria e obrigação participar e apoiar”, argumentou o sacerdote, que, em dezembro, completou 57 anos de vida presbiteral.

      No retiro, padre Sílvio deverá enaltecer os dons do Espírito e a vontade de Deus, intrínsecas ao diaconato. “Vou ajudá-los a se colocar diante de Deus no mistério de sua vocação. Não colocar como trabalho, compromisso, obrigação, missão. Mas, fazê-los perguntar o que Deus quer? É preciso estar consciente do amor de Deus para com eles em favor de tantas outras pessoas. O que vier depois, ficará mais fácil porque não farão sozinho. Deus que me envia me dará condições”, adiantou.

      Para Félix Eudes Moleta, da Comunidade Boa Vista, na Paróquia Bom Jesus, o diaconato é uma grande graça. Aos 65 anos, o mais experiente da turma se mostra grato por ter sido convocado por Deus. O caçula do grupo, Diego Gebeluka Quadros, da Paróquia Sant’Ana, de 34 anos, garante que a troca de experiência é muito positiva e o contato com pessoas de diversas comunidades amplia e enriquece a caminhada com Deus. “Aprendemos muito juntos. E a resposta a Deus tem que ser uma só. Quando Ele convoca tem de ser ‘Eis-me aqui’”, enfatiza, citando que sua vocação surgiu na Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro, em 2013. “O Papa falou que o jovem não pode ter medo de servir e isso chamou minha atenção”.


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Os 48 candidatos a diácono se confraternizam e trocam experiência nas aulas e intervalos   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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