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Publicado em: 12/02/2019

Política pública tem a ver com ação pastoral

Assessor da CNBB explicita a padres Campanha da Fraternidade

 
Padres e diáconos de todos os setores da Diocese participaram da formação Padres e diáconos de todos os setores da Diocese participaram da formação | Crédito: Ana Andrade/Cáritas Diocesana de Ponta Grossa

      A temática da Campanha da Fraternidade 2019 – ‘Fraternidade e Políticas Públicas: Serás libertado pelo direito e pela Justiça’ – foi detalhada na manhã desta segunda-feira (11) para os padres da Diocese de Ponta Grossa. Essa foi a segunda formação voltada especificamente para o clero organizada pela coordenação diocesana da Campanha, que tinha realizado capacitação semelhante em 2014.  Desta vez, o assessor da Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Antonio S. Evangelista, falou para 43 ministros ordenados, entre sacerdotes e diáconos. O bispo dom Sergio Arthur Braschi, a exemplo do que ocorreu no domingo, na formação dos agentes de pastorais e catequistas, acompanhou a  exposição, que foi das 9 às 12 horas, no Espaço Cultural Sant’Ana.

     Toninho ressaltou que tentou sedimentar sua fala, nas duas formações, citando sempre  a origem do posicionamento: a Psicologia, o contexto social, a importância da conversão, o significado das políticas públicas. “Isso ameniza a possibilidade do enfrentamento. O enfrentamento a gente tem que fazer em outros espaços. Igreja tem que ser ambiente de multiplicar, o amor, o abraço,  a conversão; tem que estimular o amor, a cultura da paz, e, esse caminho está muito consolidado. Saio bastante satisfeito com a receptividade”, comentou o assessor que, no domingo falou para 180 catequistas, agentes das pastorais sociais e de algumas ramificações que trabalham com a promoção da dignidade humana.

      “O tema ainda soa bastante controverso. As pessoas têm bastante dificuldade de associar a prática pastoral com a nossa responsabilidade politica, mas os grupos, tanto leigos quanto padres, se mantiveram muito acessíveis e disponíveis para fazer o diálogo. Creio que os dois grupos estão bastante estimulados a dialogar sobre os diversos problemas vinculados a políticas públicas, que têm a ver com cidadania, ação pastoral, Campanha da Fraternidade, processo de conversão, dignidade humana e com o Reino. E o Reino é de todos e para todos”,  enfatizou, garantindo que, a partir deste estimulo a possibilidade de conversão é maior ainda.

      Padre Estanislau Talma, da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Ponta Grossa, se dizia feliz pela Diocese estar organizando a formação. “Só vem ajudar, dando novos aportes para lidar com um tema tão importante como esse das políticas públicas. Vale muito a pena para formarmos melhor a nós mesmos e, depois, ajudar os leigos que vem até nós”,  argumentava. Conforme a coordenadora diocesana da Campanha da Fraternidade, Íria Portela, a formação despertou para o agir. “Tivemos propostas espetaculares para colocar como gestos concretos dessa campanha. Eu acredito que vai dar um bom resultado porque a participação foi muito positiva. Extrapolou em muito a expectativa”, avaliou. Para a coordenadora, o fato de os padres terem participado da mesma formação vai garantir a abertura que os leigos necessitam para colocar em prática nas comunidades aquilo que eles mesmos sugeriram como a ação,  dentro de suas realidades”.   


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Publicado em: 12/02/2019

Política pública tem a ver com ação pastoral

Assessor da CNBB explicita a padres Campanha da Fraternidade

 

      A temática da Campanha da Fraternidade 2019 – ‘Fraternidade e Políticas Públicas: Serás libertado pelo direito e pela Justiça’ – foi detalhada na manhã desta segunda-feira (11) para os padres da Diocese de Ponta Grossa. Essa foi a segunda formação voltada especificamente para o clero organizada pela coordenação diocesana da Campanha, que tinha realizado capacitação semelhante em 2014.  Desta vez, o assessor da Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Antonio S. Evangelista, falou para 43 ministros ordenados, entre sacerdotes e diáconos. O bispo dom Sergio Arthur Braschi, a exemplo do que ocorreu no domingo, na formação dos agentes de pastorais e catequistas, acompanhou a  exposição, que foi das 9 às 12 horas, no Espaço Cultural Sant’Ana.

     Toninho ressaltou que tentou sedimentar sua fala, nas duas formações, citando sempre  a origem do posicionamento: a Psicologia, o contexto social, a importância da conversão, o significado das políticas públicas. “Isso ameniza a possibilidade do enfrentamento. O enfrentamento a gente tem que fazer em outros espaços. Igreja tem que ser ambiente de multiplicar, o amor, o abraço,  a conversão; tem que estimular o amor, a cultura da paz, e, esse caminho está muito consolidado. Saio bastante satisfeito com a receptividade”, comentou o assessor que, no domingo falou para 180 catequistas, agentes das pastorais sociais e de algumas ramificações que trabalham com a promoção da dignidade humana.

      “O tema ainda soa bastante controverso. As pessoas têm bastante dificuldade de associar a prática pastoral com a nossa responsabilidade politica, mas os grupos, tanto leigos quanto padres, se mantiveram muito acessíveis e disponíveis para fazer o diálogo. Creio que os dois grupos estão bastante estimulados a dialogar sobre os diversos problemas vinculados a políticas públicas, que têm a ver com cidadania, ação pastoral, Campanha da Fraternidade, processo de conversão, dignidade humana e com o Reino. E o Reino é de todos e para todos”,  enfatizou, garantindo que, a partir deste estimulo a possibilidade de conversão é maior ainda.

      Padre Estanislau Talma, da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Ponta Grossa, se dizia feliz pela Diocese estar organizando a formação. “Só vem ajudar, dando novos aportes para lidar com um tema tão importante como esse das políticas públicas. Vale muito a pena para formarmos melhor a nós mesmos e, depois, ajudar os leigos que vem até nós”,  argumentava. Conforme a coordenadora diocesana da Campanha da Fraternidade, Íria Portela, a formação despertou para o agir. “Tivemos propostas espetaculares para colocar como gestos concretos dessa campanha. Eu acredito que vai dar um bom resultado porque a participação foi muito positiva. Extrapolou em muito a expectativa”, avaliou. Para a coordenadora, o fato de os padres terem participado da mesma formação vai garantir a abertura que os leigos necessitam para colocar em prática nas comunidades aquilo que eles mesmos sugeriram como a ação,  dentro de suas realidades”.   


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Padres e diáconos de todos os setores da Diocese participaram da formação   |   Ana Andrade/Cáritas Diocesana de Ponta Grossa

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Dom Sergio acompanhou também nesta segunda-feira a capacitação do clero   |   Ana Andrade/Cáritas Diocesana de Ponta Grossa

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No domingo, Toninho Evangelista se utilizou de dinâmicas para estimular a participação   |   Ana Andrade/Cáritas Diocesana de Ponta Grossa


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