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Publicado em: 25/02/2019

Missionários refletem sobre a alegria do Evangelho

Mais de mil pessoas vindas de toda a Diocese reunidas em retiro

 
A alegria e o entusiasmo tomaram conta dos mais de mil missionários nos dois dias de retiro A alegria e o entusiasmo tomaram conta dos mais de mil missionários nos dois dias de retiro | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Uma Igreja missionária na alegria do Evangelho. A expectativa idealizada quando da realização do retiro missionário, ocorrido neste final de semana, em Ponta Grossa, foi superada. Afinal, todas as 46 paróquias da Diocese estavam representadas; mais de 1.100 pessoas participaram; 23 paróquias da cidade-sede acolheram os missionários  das 23 paróquias de outros municípios, envolvendo cerca de 500 famílias ponta-grossenses que hospedaram em suas casas os missionários e tomaram, juntos, o café da manhã partilhado no domingo. A avaliação é do coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, padre Joel Nalepa, que considerou ainda extremamente motivadora as falas de dom Mário Spaki, bispo de Paranavaí, e Odaril José da Rosa, coordenador do Conselho Missionário do Regional Sul 2 (Comire).

      “Eles foram muito felizes na maneira de falar do tema ‘alegria do Evangelho’. Por tudo isso; pelas reações e presença do povo valeu muito a pena!”, resumiu padre Joel. O retiro reuniu todas as lideranças das paróquias, sábado e domingo, na sede da Vila Marina do Colégio Sagrada Família. Ao todo, 1.100 pessoas. 1.003 missionários. Mas, também participaram sacerdotes, catequistas, integrantes de conselhos pastoral e econômico, seminaristas e ministros. Dom Mário Spaki se disse surpreso. “Ver gente de todas as paróquias, todas representadas, isso significa que a dimensão missionária continua em alta em Ponta Grossa, como sempre foi; cujos frutos são grandes, entre os quais o Pedro e a Salete (Lang), que saíram daqui e foram trabalhar na Guiné Bissau, na África”, comentou o bispo, que é de Irati e coordenou o processo missionário da Diocese de Ponta Grossa, a partir de 2007.

      “É com grande alegria que volto, trazendo assuntos que já tinha trabalhado e, agora, com uma nova perspectiva: falando a figura do missionário enquanto pessoa. Como cada um pode ser missionário no dia a dia”, afirmou. De acordo com dom Mário, o trabalho missionário não vai parar, não vai baixar de força porque está recebendo uma injeção de ânimo. “Vimos nos testemunhos, muito fortes, as pessoas emocionadas porque a missão toca, mexe, converte, entusiasma, arrasta”. Odaril da Rosa enalteceu a iniciativa da Diocese de iniciar os  trabalhos nas paróquias com um retiro, “para abrir essa consciência que todos os movimentos, pastorais são missionários e não só aqueles integrantes dos grupos de animação. Todo o batizado, por excelência, é um missionário, e, muitas vezes nem sabe que é. Precisamos é fazer as atividades que já fazemos na dinâmica que o Papa Francisco pede: para fora”, orientou. Odaril usou o exemplo das aulas de catequese. “Por que tem de ser no salão da igreja e não na casa de um catequizando? É preciso ser missionário nos ambientes que a gente frequenta”.

      O bispo de Ponta Grossa, dom Sergio Arthur Braschi, considerou o retiro muito enriquecedor. “Tocou muito o coração de todos os que puderam vir. Agora, passaremos para um segundo momento muito importante: em março e abril teremos de fazer ressoar isso tudo nas paróquias, repassar os conteúdos da Evangelii Gaudium, a exortação ao Evangelho da Alegria. É fundamental levar o retiro para as comunidades porque, a partir de maio, teremos gestos concretos. A sugestão ouvida aqui é para que haja ações mês a mês”, comentou o bispo.  Outra expectativa é fazer crescer o ardor missionário até a assembleia diocesana do dia 24 de agosto, quando serão escolhidas as novas prioridades para a Diocese. “E esse ardor missionário, sem dúvida, vai estar presente em nossa assembleia para os próximos anos”.


Impressões

      O aspecto diferente do retiro foi a dinâmica de ver famílias das paróquias dos Setores de 1 a 4, localizadas na sede da Diocese, hospedarem e servirem  o café da manhã, no domingo, para os missionários vindos dos Setores de 5 a 8. Araci de Oliveira Pereira, da Paróquia Nossa Senhora do Pilar, acolheu dois missionários de Castro. Ela própria é missionária e considera muito importante esse tipo de intercâmbio. “Fiquei muito animada em recebê-los. Coisa muito boa e que precisava muito ser feita”,  dizia. Ana Cristina, da Nossa Senhora do Rosário, de Castro, considerou as falas de sábado muito úteis na missão de missionário. “Gostei muito. À noite, fui acolhida por uma família maravilhosa. Só tenho a agradecer à família e à paróquia, muito obrigada!”

      Padre Joel Nalepa frisou a intenção de repetir a experiência em todas as paróquias da Diocese, por intermédio de cada grupo que participou, com ajuda da paróquias acolhedoras e apoio da coordenação diocesana. “Vamos tentar colocar em prática as pistas para os meses do ano, fortalecer os Grupos de Animação Missionária, fazer visitas e formar grupos com as famílias que foram visitadas já nos anos anteriores, enfim, manter a chama missionária acesa e na alegria do Evangelho propiciar o encontro e o reencontro com Cristo a quem somos enviados”, adiantou, citando também a necessidade preparar assembleia diocesana do dia 24 de agosto, à luz das novas Diretrizes da CNBB e em vista do centenário da Diocese, em 2026.


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Publicado em: 25/02/2019

Missionários refletem sobre a alegria do Evangelho

Mais de mil pessoas vindas de toda a Diocese reunidas em retiro

 

      Uma Igreja missionária na alegria do Evangelho. A expectativa idealizada quando da realização do retiro missionário, ocorrido neste final de semana, em Ponta Grossa, foi superada. Afinal, todas as 46 paróquias da Diocese estavam representadas; mais de 1.100 pessoas participaram; 23 paróquias da cidade-sede acolheram os missionários  das 23 paróquias de outros municípios, envolvendo cerca de 500 famílias ponta-grossenses que hospedaram em suas casas os missionários e tomaram, juntos, o café da manhã partilhado no domingo. A avaliação é do coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, padre Joel Nalepa, que considerou ainda extremamente motivadora as falas de dom Mário Spaki, bispo de Paranavaí, e Odaril José da Rosa, coordenador do Conselho Missionário do Regional Sul 2 (Comire).

      “Eles foram muito felizes na maneira de falar do tema ‘alegria do Evangelho’. Por tudo isso; pelas reações e presença do povo valeu muito a pena!”, resumiu padre Joel. O retiro reuniu todas as lideranças das paróquias, sábado e domingo, na sede da Vila Marina do Colégio Sagrada Família. Ao todo, 1.100 pessoas. 1.003 missionários. Mas, também participaram sacerdotes, catequistas, integrantes de conselhos pastoral e econômico, seminaristas e ministros. Dom Mário Spaki se disse surpreso. “Ver gente de todas as paróquias, todas representadas, isso significa que a dimensão missionária continua em alta em Ponta Grossa, como sempre foi; cujos frutos são grandes, entre os quais o Pedro e a Salete (Lang), que saíram daqui e foram trabalhar na Guiné Bissau, na África”, comentou o bispo, que é de Irati e coordenou o processo missionário da Diocese de Ponta Grossa, a partir de 2007.

      “É com grande alegria que volto, trazendo assuntos que já tinha trabalhado e, agora, com uma nova perspectiva: falando a figura do missionário enquanto pessoa. Como cada um pode ser missionário no dia a dia”, afirmou. De acordo com dom Mário, o trabalho missionário não vai parar, não vai baixar de força porque está recebendo uma injeção de ânimo. “Vimos nos testemunhos, muito fortes, as pessoas emocionadas porque a missão toca, mexe, converte, entusiasma, arrasta”. Odaril da Rosa enalteceu a iniciativa da Diocese de iniciar os  trabalhos nas paróquias com um retiro, “para abrir essa consciência que todos os movimentos, pastorais são missionários e não só aqueles integrantes dos grupos de animação. Todo o batizado, por excelência, é um missionário, e, muitas vezes nem sabe que é. Precisamos é fazer as atividades que já fazemos na dinâmica que o Papa Francisco pede: para fora”, orientou. Odaril usou o exemplo das aulas de catequese. “Por que tem de ser no salão da igreja e não na casa de um catequizando? É preciso ser missionário nos ambientes que a gente frequenta”.

      O bispo de Ponta Grossa, dom Sergio Arthur Braschi, considerou o retiro muito enriquecedor. “Tocou muito o coração de todos os que puderam vir. Agora, passaremos para um segundo momento muito importante: em março e abril teremos de fazer ressoar isso tudo nas paróquias, repassar os conteúdos da Evangelii Gaudium, a exortação ao Evangelho da Alegria. É fundamental levar o retiro para as comunidades porque, a partir de maio, teremos gestos concretos. A sugestão ouvida aqui é para que haja ações mês a mês”, comentou o bispo.  Outra expectativa é fazer crescer o ardor missionário até a assembleia diocesana do dia 24 de agosto, quando serão escolhidas as novas prioridades para a Diocese. “E esse ardor missionário, sem dúvida, vai estar presente em nossa assembleia para os próximos anos”.


Impressões

      O aspecto diferente do retiro foi a dinâmica de ver famílias das paróquias dos Setores de 1 a 4, localizadas na sede da Diocese, hospedarem e servirem  o café da manhã, no domingo, para os missionários vindos dos Setores de 5 a 8. Araci de Oliveira Pereira, da Paróquia Nossa Senhora do Pilar, acolheu dois missionários de Castro. Ela própria é missionária e considera muito importante esse tipo de intercâmbio. “Fiquei muito animada em recebê-los. Coisa muito boa e que precisava muito ser feita”,  dizia. Ana Cristina, da Nossa Senhora do Rosário, de Castro, considerou as falas de sábado muito úteis na missão de missionário. “Gostei muito. À noite, fui acolhida por uma família maravilhosa. Só tenho a agradecer à família e à paróquia, muito obrigada!”

      Padre Joel Nalepa frisou a intenção de repetir a experiência em todas as paróquias da Diocese, por intermédio de cada grupo que participou, com ajuda da paróquias acolhedoras e apoio da coordenação diocesana. “Vamos tentar colocar em prática as pistas para os meses do ano, fortalecer os Grupos de Animação Missionária, fazer visitas e formar grupos com as famílias que foram visitadas já nos anos anteriores, enfim, manter a chama missionária acesa e na alegria do Evangelho propiciar o encontro e o reencontro com Cristo a quem somos enviados”, adiantou, citando também a necessidade preparar assembleia diocesana do dia 24 de agosto, à luz das novas Diretrizes da CNBB e em vista do centenário da Diocese, em 2026.


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A alegria e o entusiasmo tomaram conta dos mais de mil missionários nos dois dias de retiro   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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A alegria e o entusiasmo tomaram conta dos mais de mil missionários nos dois dias de retiro   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Veio gente de todas as paróquias da Diocese para ouvir e refletir sobre a alegria do Evangelho   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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As famílias de Ponta Grossa receberam os missionários de outras cidades. Na Paróquia Nossa Senhora do Pilar, o salão estava preparado já no sábado para o café da manhã   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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As famílias de Ponta Grossa receberam os missionários de outras cidades. Na Paróquia Nossa Senhora do Pilar, o salão estava preparado já no sábado para o café da manhã   |   Pascom Paróquia Nossa Senhora do Pilar

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