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Publicado em: 28/03/2019

Depois de cinco meses, capela é reaberta

Estrutura da igreja foi ameaçada por buraco de sete metros

 
O bispo dom Sergio enalteceu a generosidade de todos os benfeitores O bispo dom Sergio enalteceu a generosidade de todos os benfeitores | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      “Um novo tempo da igreja de pedra. Um novo tempo da igreja viva”. A frase do bispo  dom Sergio Arthur Braschi resume as expectativas quanto o futuro da Capela Santa Catarina de Alexandria, na Vila Catarina Miró, em Ponta Grossa. Depois de mais de um ano fechada devido o surgimento de um buraco de aproximadamente sete metros no terreno ao lado da igreja, que provocou rachaduras e ameaçou a estrutura, a capela foi reinaugurada neste sábado (23). Foram necessários cinco meses de trabalho e o investimento de R$ 100 mil, quase tudo obtido junto a benfeitores.

      A celebração de ação de graças começou às 17h30 e o lotou o novo espaço. O bispo dom Sergio agradeceu os colaboradores, o Conselho Pastoral Paroquial e a comunidade, contando ter acompanhado todo o processo de recuperação da igreja, desde a intervenção da prefeitura, que refez a tubulação pluvial na região. “Foi um momento de muita tribulação e sofrimento porque todos aqui perderam o local onde se encontravam com Deus, seu local sagrado, como nos fala a primeira leitura de hoje, da sarça ardente. Mas, Deus salva através da intervenção humana e é a Ele que nos reunimos hoje para agradecer e se alegrar, suplicar graças a todos que ajudaram, os daqui da comunidade, da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e os benfeitores, instrumentos nas mãos do Senhor”,  destacou o bispo.  

      O pároco, padre Claudemir Nascimento Leal, contou que a paróquia tem 41 anos e que a Capela Santa Catarina de Alexandria foi  fundada há 36, pelo padre Sílvio Mocelim. “Quando foi comprada a área, ao lado corria um córrego, que foi canalizado. Em janeiro do ano passado, devido às muitas chuvas, estourou a tubulação e a ação da água provocou uma cratera de quase sete metros no terreno aqui ao lado, um buraco que engoliu metade do quintal, feriu a vizinha, que caiu dentro da vala, e ameaçava o muro e a nossa construção. Surgiram rachaduras no chão e nas paredes”, detalhou o padre, lembrando que constantemente, em dias de temporal, a igreja era tomada pela água, que chegava a metade das paredes. “Foi muito trabalho, muito sacrifício para chegar até aqui. Tivemos que esperar a prefeitura agir. Eles refizeram toda a tubulação, num trabalho muito bem feito, e só depois é que pudemos trazer profissionais para avaliar o problema e nos dizer o que fazer”, acrescentou.

      Segundo padre Claudemir, na capela foram colocados dez caminhões de concreto, dois tipos de pedra, malhas de ferro nas paredes e sete centímetros de concreto usinado. As rachaduras tiveram que ser alargadas para poderem ser fechadas com espuma. “Mas, graças a Providência Divina, os benfeitores, pedreiros, a partir de agora, é uma nova história”, ressaltou. O presidente do Conselho Pastoral Paroquial, Lucas Nobre da Costa, lembrou o susto que levou quando soube do surgimento da cratera, que avançava para a capela e podia causar seu desabamento. “O sentimento hoje é de gratidão, principalmente à graça de Deus que tocou o coração das pessoas, os benfeitores que agiram,  o poder público, a mídia – não fosse a intercessão da mídia, a prefeitura não tinha acelerado os trabalhos – e aos que não puderam ajudar com dinheiro mas que estiveram ao nosso lado em oração”, enfatizou Costa.

      A capela continuará sediando a celebração da missa, aos sábados, às 17h30, mas este ano não terá turmas de catequese nem realizará o Tríduo Pascal.


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Publicado em: 28/03/2019

Depois de cinco meses, capela é reaberta

Estrutura da igreja foi ameaçada por buraco de sete metros

 

      “Um novo tempo da igreja de pedra. Um novo tempo da igreja viva”. A frase do bispo  dom Sergio Arthur Braschi resume as expectativas quanto o futuro da Capela Santa Catarina de Alexandria, na Vila Catarina Miró, em Ponta Grossa. Depois de mais de um ano fechada devido o surgimento de um buraco de aproximadamente sete metros no terreno ao lado da igreja, que provocou rachaduras e ameaçou a estrutura, a capela foi reinaugurada neste sábado (23). Foram necessários cinco meses de trabalho e o investimento de R$ 100 mil, quase tudo obtido junto a benfeitores.

      A celebração de ação de graças começou às 17h30 e o lotou o novo espaço. O bispo dom Sergio agradeceu os colaboradores, o Conselho Pastoral Paroquial e a comunidade, contando ter acompanhado todo o processo de recuperação da igreja, desde a intervenção da prefeitura, que refez a tubulação pluvial na região. “Foi um momento de muita tribulação e sofrimento porque todos aqui perderam o local onde se encontravam com Deus, seu local sagrado, como nos fala a primeira leitura de hoje, da sarça ardente. Mas, Deus salva através da intervenção humana e é a Ele que nos reunimos hoje para agradecer e se alegrar, suplicar graças a todos que ajudaram, os daqui da comunidade, da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e os benfeitores, instrumentos nas mãos do Senhor”,  destacou o bispo.  

      O pároco, padre Claudemir Nascimento Leal, contou que a paróquia tem 41 anos e que a Capela Santa Catarina de Alexandria foi  fundada há 36, pelo padre Sílvio Mocelim. “Quando foi comprada a área, ao lado corria um córrego, que foi canalizado. Em janeiro do ano passado, devido às muitas chuvas, estourou a tubulação e a ação da água provocou uma cratera de quase sete metros no terreno aqui ao lado, um buraco que engoliu metade do quintal, feriu a vizinha, que caiu dentro da vala, e ameaçava o muro e a nossa construção. Surgiram rachaduras no chão e nas paredes”, detalhou o padre, lembrando que constantemente, em dias de temporal, a igreja era tomada pela água, que chegava a metade das paredes. “Foi muito trabalho, muito sacrifício para chegar até aqui. Tivemos que esperar a prefeitura agir. Eles refizeram toda a tubulação, num trabalho muito bem feito, e só depois é que pudemos trazer profissionais para avaliar o problema e nos dizer o que fazer”, acrescentou.

      Segundo padre Claudemir, na capela foram colocados dez caminhões de concreto, dois tipos de pedra, malhas de ferro nas paredes e sete centímetros de concreto usinado. As rachaduras tiveram que ser alargadas para poderem ser fechadas com espuma. “Mas, graças a Providência Divina, os benfeitores, pedreiros, a partir de agora, é uma nova história”, ressaltou. O presidente do Conselho Pastoral Paroquial, Lucas Nobre da Costa, lembrou o susto que levou quando soube do surgimento da cratera, que avançava para a capela e podia causar seu desabamento. “O sentimento hoje é de gratidão, principalmente à graça de Deus que tocou o coração das pessoas, os benfeitores que agiram,  o poder público, a mídia – não fosse a intercessão da mídia, a prefeitura não tinha acelerado os trabalhos – e aos que não puderam ajudar com dinheiro mas que estiveram ao nosso lado em oração”, enfatizou Costa.

      A capela continuará sediando a celebração da missa, aos sábados, às 17h30, mas este ano não terá turmas de catequese nem realizará o Tríduo Pascal.


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O bispo dom Sergio enalteceu a generosidade de todos os benfeitores   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Padre Claudemir disse que a capela viverá a partir de agora uma nova fase   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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A missa em ação de graças recebeu fieis de toda a paróquia, no sábado   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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