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Publicado em: 06/04/2019

Semana Santa: a importância de celebrar

Paróquias já tem programação definida

 
Na Missa dos Santos Óleos há bênção dos santos óleos do Batismo, da Crisma e da Unção dos Enfermos Na Missa dos Santos Óleos há bênção dos santos óleos do Batismo, da Crisma e da Unção dos Enfermos | Crédito: Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa

      “O maior acontecimento da História da humanidade é a Encarnação, Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem. Nada neste mundo supera a grandiosidade deste acontecimento...Depois da Encarnação e Morte cruel de Jesus na Cruz, ninguém mais tem o direito de duvidar do amor de Deus pela humanidade”. A catequese do professor Felipe Aquino define bem a Semana Santa e o que ela celebra todos os anos.

       De acordo com o teólogo, o católico convicto celebra com alegria cada função litúrgica do Tríduo Pascal e da Páscoa. “Toda a Quaresma nos prepara para celebrar com as disposições necessárias a Semana Santa. Ela se inicia com a celebração da Entrada de Jesus em Jerusalém, o Domingo de Ramos. Na Missa dos Santos Óleos a Igreja celebra a Instituição do Sacramento da Ordem e a bênção dos santos óleos do Batismo, da Crisma e da Unção dos Enfermos. Na Missa do Lava-pés, na noite da Quinta-feira Santa, a Igreja celebra a Última Ceia de Jesus com os Apóstolos onde Ele instituiu a Sagrada Eucaristia e deu suas últimas orientações aos Apóstolos. Na Sexta-Feira Santa a Igreja guarda o grande silêncio diante da celebração da morte do seu Senhor. Às três horas da tarde é celebrada a Paixão e Morte do Senhor. Em seguida, a Procissão do Senhor Morto por cada um de nós. Cristo não está morto, e nem morre outra vez, mas celebrar a sua Morte é participar dos frutos da Redenção”, detalha professor Felipe Aquino.

      Na Vigília Pascal a Igreja canta o ’Exultet’, o canto da Páscoa, a celebração da Ressurreição do Senhor que venceu a morte, a dor, o inferno, o pecado. É o canto da Vitória, acrescenta, lembrando que esta é a Semana Santa que o mundo precisa celebrar “para vencer seus males, suas tristezas, suas desesperanças”. Nas diferentes paróquias a programação da Semana Santa está definida. Na Catedral Sant’Ana, onde o bispo dom Sergio Artur Braschi costuma celebrar, no Domingo de Ramos, às 10 horas, acontece a procissão, saindo da igreja Nossa Senhora do Rosário para Catedral, seguida de Santa Missa. Na Quinta-Feira Santa (18), a Missa do  Crisma começa mais tarde, às 9 horas. Às 20 horas, será celebrada a Ceia do Senhor/Lava Pés. Após a missa, haverá adoração ao Santíssimo.

      Na Sexta-Feira Santa (19), a adoração se prolonga das 8 horas ao meio dia. A celebração solene da Paixão do Senhor está marcada para às 15 horas. A  procissão do Senhor Morto, saindo da Catedral para a igreja do Rosário, começa às 19 horas. No Sábado Santo, às 16 horas haverá bênção dos alimentos e, às 20 horas, começa a Vigília Pascal. No Domingo de Páscoa, a missa será celebrada às 11 horas. Estarão acontecendo confissões, todos os dias, antes e depois da missa das 18 horas.  


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Publicado em: 06/04/2019

Semana Santa: a importância de celebrar

Paróquias já tem programação definida

 

      “O maior acontecimento da História da humanidade é a Encarnação, Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem. Nada neste mundo supera a grandiosidade deste acontecimento...Depois da Encarnação e Morte cruel de Jesus na Cruz, ninguém mais tem o direito de duvidar do amor de Deus pela humanidade”. A catequese do professor Felipe Aquino define bem a Semana Santa e o que ela celebra todos os anos.

       De acordo com o teólogo, o católico convicto celebra com alegria cada função litúrgica do Tríduo Pascal e da Páscoa. “Toda a Quaresma nos prepara para celebrar com as disposições necessárias a Semana Santa. Ela se inicia com a celebração da Entrada de Jesus em Jerusalém, o Domingo de Ramos. Na Missa dos Santos Óleos a Igreja celebra a Instituição do Sacramento da Ordem e a bênção dos santos óleos do Batismo, da Crisma e da Unção dos Enfermos. Na Missa do Lava-pés, na noite da Quinta-feira Santa, a Igreja celebra a Última Ceia de Jesus com os Apóstolos onde Ele instituiu a Sagrada Eucaristia e deu suas últimas orientações aos Apóstolos. Na Sexta-Feira Santa a Igreja guarda o grande silêncio diante da celebração da morte do seu Senhor. Às três horas da tarde é celebrada a Paixão e Morte do Senhor. Em seguida, a Procissão do Senhor Morto por cada um de nós. Cristo não está morto, e nem morre outra vez, mas celebrar a sua Morte é participar dos frutos da Redenção”, detalha professor Felipe Aquino.

      Na Vigília Pascal a Igreja canta o ’Exultet’, o canto da Páscoa, a celebração da Ressurreição do Senhor que venceu a morte, a dor, o inferno, o pecado. É o canto da Vitória, acrescenta, lembrando que esta é a Semana Santa que o mundo precisa celebrar “para vencer seus males, suas tristezas, suas desesperanças”. Nas diferentes paróquias a programação da Semana Santa está definida. Na Catedral Sant’Ana, onde o bispo dom Sergio Artur Braschi costuma celebrar, no Domingo de Ramos, às 10 horas, acontece a procissão, saindo da igreja Nossa Senhora do Rosário para Catedral, seguida de Santa Missa. Na Quinta-Feira Santa (18), a Missa do  Crisma começa mais tarde, às 9 horas. Às 20 horas, será celebrada a Ceia do Senhor/Lava Pés. Após a missa, haverá adoração ao Santíssimo.

      Na Sexta-Feira Santa (19), a adoração se prolonga das 8 horas ao meio dia. A celebração solene da Paixão do Senhor está marcada para às 15 horas. A  procissão do Senhor Morto, saindo da Catedral para a igreja do Rosário, começa às 19 horas. No Sábado Santo, às 16 horas haverá bênção dos alimentos e, às 20 horas, começa a Vigília Pascal. No Domingo de Páscoa, a missa será celebrada às 11 horas. Estarão acontecendo confissões, todos os dias, antes e depois da missa das 18 horas.  


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Na Missa dos Santos Óleos há bênção dos santos óleos do Batismo, da Crisma e da Unção dos Enfermos   |   Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa

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A Paixão e Morte de Jesus é encenada, todos os anos, das diferentes paróquias. Aqui, a da Nossa Senhora de Fátima, em Ponta Grossa   |   Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa


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