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Publicado em: 22/04/2019

‘Paixão de Cristo’ atrai quatro mil fieis na Cipa

Espetáculo é totalmente produzido pela comunidade

 
As cenas da via crúcis foram apresentadas, este ano, em cinco palcos As cenas da via crúcis foram apresentadas, este ano, em cinco palcos | Crédito: Divulgação

      Mais de quatro mil pessoas acompanharam este ano a encenação da Paixão e  Morte de Jesus, pelas ruas da Vila Cipa, em Ponta Grossa. Teatro vivo, a apresentação é a uma volta no tempo que, ao rememorar a via crúcis de Cristo, do seu calvário até a crucificação, faz muitos fieis se emocionarem. O espetáculo é montado pelo grupo de teatro da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, que reúne mais de 100 pessoas. Este ano, foram cinco palcos, em uma produção totalmente elaborada pela comunidade, com o apoio da Polícia Militar e Prefeitura. O bispo dom Sergio Arthur Braschi assistiu a encenação pelo quarto ano seguido.

      A encenação começou a ser apresentada há mais de 40 anos. Parou cinco anos e voltou com força total há quatro anos, encabeçada pela juventude da paróquia. Renan Bianco, coordenador do grupo de jovens, se dizia muito feliz por ver o evento cada vez mais reconhecido. “Fico feliz pelas pessoas virem, não só pela apresentação, mas para, juntos, revivermos este momento importante, que é a morte de Jesus”, destacava, comemorando a presença do bispo dom Sergio. “Ele veio pelo quarto ano seguido. Sabe o nosso nome de cor e já disse que, ano que vem, é para chamá-lo que ele vem”, acrescentava.

      De acordo com coordenadora da Conselho Pastoral Paroquial, Kelly Cuimachowick, o projeto ainda que idealizado pelos jovens, ao longo dos anos, ganhou o envolvimento de todos os movimentos e pastorais, “ que foram somando e agregando nesse importante meio de evangelização, forma de levar a palavra de Deus encenada e que chega a todos. Ano após ano, tem se aprimorado e contado com o apoio do bispo e de toda a paróquia, em reconhecimento ao trabalho da juventude. Kelly enalteceu o empenho da comunidade, que não só atua, mas produz e confecciona cenários, ensaia, divulga, monta as estruturas. Os ensaios se incrementaram a  partir de janeiro, mas a captação de recursos iniciou já no final do ano passado. “Queríamos melhorar a iluminação e o som”, informou a coordenadora.

      Padre José Amilton Gomes dos Santos, vigário paroquial, contou que acompanhou os jovens em alguns ensaios e viu uma grande integração da juventude. “É um momento de sentir e testemunhar a caminhada de Cristo nas últimas horas junto de nós. O empenho dos paroquianos supera as expectativas. Que Deus os abençoe, que continuem com essa euforia porque a Igreja precisa de sangue novo e vejo que esse sangue já chegou”, brincou. Para Vilmar Oliveira Lima, voluntário há mais de 30 anos no espetáculo, trata-se de um grande ato que colabora e muito para aprofundar toda a caminhada feita durante os quarenta dias da Quaresma. “É o resumo final de tudo aquilo que de fato aconteceu e, com certeza, ótima maneira de fazer que as pessoas parem para refletir”, ressaltou.

      “Não há profissionais da área. O que se vê é uma dedicação enorme, uma vontade de fazer, de dar o melhor de si em todos os aspectos. Ninguém espera um espetáculo cheio de coisas mirabolantes, efeitos técnicos. O que há é a missão de cada um, de transmitir através do seu papel aquilo que ocorreu na época para fazer com que nós relembremos os fatos e, a partir daí, renovemos nosso amor por Jesus”, comentou. Lima lembrou que sua primeira função no espetáculo foi na iluminação. “Não havia iluminação pública na rua e poucos tinham carro. Eu iluminei com os faróis de neblina do meu carro a imagem de Jesus no momento da entrega. E um morador, ‘seo’ Muniz, me ajudou, com o caminhão dele, que tinha luz forte”. Depois, Vilmar Lima foi Barrabás e fez o comentário várias vezes.

      A coordenadora da Catequese, Cleide Alves, citando que a preparação para a encenação começou ainda em dezembro, com reuniões e a divisão das equipes de figurino, cenário e  palco, garantiu que a apresentação inova sempre mais a cada ano. “E, o mais importante, as crianças estão aderindo ao projeto de evangelização. Elas vem atrás querendo participar. Temos que incentivar as crianças para que isso tenha continuidade”, frisou.


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Publicado em: 22/04/2019

‘Paixão de Cristo’ atrai quatro mil fieis na Cipa

Espetáculo é totalmente produzido pela comunidade

 

      Mais de quatro mil pessoas acompanharam este ano a encenação da Paixão e  Morte de Jesus, pelas ruas da Vila Cipa, em Ponta Grossa. Teatro vivo, a apresentação é a uma volta no tempo que, ao rememorar a via crúcis de Cristo, do seu calvário até a crucificação, faz muitos fieis se emocionarem. O espetáculo é montado pelo grupo de teatro da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, que reúne mais de 100 pessoas. Este ano, foram cinco palcos, em uma produção totalmente elaborada pela comunidade, com o apoio da Polícia Militar e Prefeitura. O bispo dom Sergio Arthur Braschi assistiu a encenação pelo quarto ano seguido.

      A encenação começou a ser apresentada há mais de 40 anos. Parou cinco anos e voltou com força total há quatro anos, encabeçada pela juventude da paróquia. Renan Bianco, coordenador do grupo de jovens, se dizia muito feliz por ver o evento cada vez mais reconhecido. “Fico feliz pelas pessoas virem, não só pela apresentação, mas para, juntos, revivermos este momento importante, que é a morte de Jesus”, destacava, comemorando a presença do bispo dom Sergio. “Ele veio pelo quarto ano seguido. Sabe o nosso nome de cor e já disse que, ano que vem, é para chamá-lo que ele vem”, acrescentava.

      De acordo com coordenadora da Conselho Pastoral Paroquial, Kelly Cuimachowick, o projeto ainda que idealizado pelos jovens, ao longo dos anos, ganhou o envolvimento de todos os movimentos e pastorais, “ que foram somando e agregando nesse importante meio de evangelização, forma de levar a palavra de Deus encenada e que chega a todos. Ano após ano, tem se aprimorado e contado com o apoio do bispo e de toda a paróquia, em reconhecimento ao trabalho da juventude. Kelly enalteceu o empenho da comunidade, que não só atua, mas produz e confecciona cenários, ensaia, divulga, monta as estruturas. Os ensaios se incrementaram a  partir de janeiro, mas a captação de recursos iniciou já no final do ano passado. “Queríamos melhorar a iluminação e o som”, informou a coordenadora.

      Padre José Amilton Gomes dos Santos, vigário paroquial, contou que acompanhou os jovens em alguns ensaios e viu uma grande integração da juventude. “É um momento de sentir e testemunhar a caminhada de Cristo nas últimas horas junto de nós. O empenho dos paroquianos supera as expectativas. Que Deus os abençoe, que continuem com essa euforia porque a Igreja precisa de sangue novo e vejo que esse sangue já chegou”, brincou. Para Vilmar Oliveira Lima, voluntário há mais de 30 anos no espetáculo, trata-se de um grande ato que colabora e muito para aprofundar toda a caminhada feita durante os quarenta dias da Quaresma. “É o resumo final de tudo aquilo que de fato aconteceu e, com certeza, ótima maneira de fazer que as pessoas parem para refletir”, ressaltou.

      “Não há profissionais da área. O que se vê é uma dedicação enorme, uma vontade de fazer, de dar o melhor de si em todos os aspectos. Ninguém espera um espetáculo cheio de coisas mirabolantes, efeitos técnicos. O que há é a missão de cada um, de transmitir através do seu papel aquilo que ocorreu na época para fazer com que nós relembremos os fatos e, a partir daí, renovemos nosso amor por Jesus”, comentou. Lima lembrou que sua primeira função no espetáculo foi na iluminação. “Não havia iluminação pública na rua e poucos tinham carro. Eu iluminei com os faróis de neblina do meu carro a imagem de Jesus no momento da entrega. E um morador, ‘seo’ Muniz, me ajudou, com o caminhão dele, que tinha luz forte”. Depois, Vilmar Lima foi Barrabás e fez o comentário várias vezes.

      A coordenadora da Catequese, Cleide Alves, citando que a preparação para a encenação começou ainda em dezembro, com reuniões e a divisão das equipes de figurino, cenário e  palco, garantiu que a apresentação inova sempre mais a cada ano. “E, o mais importante, as crianças estão aderindo ao projeto de evangelização. Elas vem atrás querendo participar. Temos que incentivar as crianças para que isso tenha continuidade”, frisou.


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As cenas da via crúcis foram apresentadas, este ano, em cinco palcos   |   Divulgação

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A produção envolve 100 pessoas, entre atores, técnicos, todas da comunidade   |   Divulgação

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O bispo dom Sergio há quatro anos acompanha a apresentação   |   Divulgação


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