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Publicado em: 24/05/2019

Relíquias de São Camilo emocionam fieis

Pedaço de osso e ataduras peregrinam por Ponta Grossa

 
Os fieis puderam se aproximar e tocas as relíquias de São Camilo Os fieis puderam se aproximar e tocas as relíquias de São Camilo | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Por dois dias, os fieis da Diocese de Ponta Grossa tiveram a oportunidade de ver de perto relíquias de São Camilo de Lellis, que peregrinam pelo Brasil desde fevereiro. Um pedaço de osso -  relíquia de primeiro grau - parte do próprio corpo de Camilo e as ataduras que envolveram as chagas do santo, além de uma imagem retratando São Camilo carregando doentes nas costas chegaram a Ponta Grossa na segunda-feira e foram expostas nas duas unidades hospitalares mantidas pelos camilianos, paróquias e congregações. Uma missa, na Catedral Sant’Ana, nesta terça-feira (21), marcou a despedida das relíquias, que seguiriam para Florianópolis (SC).

       Padre Fábio Eduardo Pinto, formador do Propedêutico no Seminário São Camilo, de Pinhais, na Arquidiocese de Curitiba, contou que em 2019 está se celebrando o Ano Vocacional Camiliano e a ideia da Província Camiliana Brasileira da Ordem dos Ministros Enfermos é fazer com que São Camilo seja mais conhecido em todas as localidades onde a congregação está inserida. Segundo o padre, a relíquia de São Camilo está circulando todo o Brasil desde 2 de fevereiro, quando foi aberto o Ano Vocacional, no Santuário Nacional de Aparecida. Ela já passou pelo Nordeste e Norte do país e, agora, peregrina  pela região Sul. “É algo que é muito importante para os camilianos porque a relíquia é um pedacinho do osso de São Camilo e as ataduras são aquelas que envolveram o pé chagado dele. A imagem tem uma simbologia muito grande porque lembra a noite de Natal, quando houve uma grande enchente em Roma e o rio Tigre encheu, e, a água entrou no primeiro andar do prédio, onde estavam os doentes. São Camilo passou a noite, carregando os doentes nas costas”,  explicou.

      O padre lembrou que há outra relíquia, o coração de Camilo, que, em 2012, veio a Curitiba e foi acolhida na Paróquia de Nossa Senhora de Boa Esperança. “E, agora, a oportunidade de vir ao Brasil, principalmente, a das ataduras, que voltam para a Itália no dia 9 de dezembro”, enfatizou, considerando a recepção na Diocese muito enriquecedora tanto os dois hospitais, como dom Sergio, as paróquias, a rádio diocesana, “fomos percebendo, ao longo da caminhada, a fé do povo, o amor com que acolheu São Camilo e a própria espiritualidade da misericórdia do santo. Só tenho a agradecer”, completou.

      O bispo dom Sergio Arthur Braschi lembrou que os católicos, que tem essa devoção aos santos que foram cristãos como eles, e seguiram Jesus de uma maneira mais bela, extraordinária, com mais fidelidade e generosidade, quando estão na presença da relíquia de um grande santo, sentem a presença, a intercessão. “E sabemos que vivem junto a Deus e estão intercedendo por nós. São Camilo de Lellis foi esse grande cristão convertido, que se dedicou aos enfermos de modo especial; não somente ele pessoalmente, mas arrebanhou muitos colaboradores que formaram essa congregação camiliana no mundo inteiro, que, depois de séculos, continuam essa obra. É uma grande graça para a nossa Diocese”, comemorava o bispo. Na missa desta terça-feira, foram distribuídos materiais impressos com a história da vida do santo, a oração do Ano Vocacional e toalhas de mão comemorativas.   


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Publicado em: 24/05/2019

Relíquias de São Camilo emocionam fieis

Pedaço de osso e ataduras peregrinam por Ponta Grossa

 

      Por dois dias, os fieis da Diocese de Ponta Grossa tiveram a oportunidade de ver de perto relíquias de São Camilo de Lellis, que peregrinam pelo Brasil desde fevereiro. Um pedaço de osso -  relíquia de primeiro grau - parte do próprio corpo de Camilo e as ataduras que envolveram as chagas do santo, além de uma imagem retratando São Camilo carregando doentes nas costas chegaram a Ponta Grossa na segunda-feira e foram expostas nas duas unidades hospitalares mantidas pelos camilianos, paróquias e congregações. Uma missa, na Catedral Sant’Ana, nesta terça-feira (21), marcou a despedida das relíquias, que seguiriam para Florianópolis (SC).

       Padre Fábio Eduardo Pinto, formador do Propedêutico no Seminário São Camilo, de Pinhais, na Arquidiocese de Curitiba, contou que em 2019 está se celebrando o Ano Vocacional Camiliano e a ideia da Província Camiliana Brasileira da Ordem dos Ministros Enfermos é fazer com que São Camilo seja mais conhecido em todas as localidades onde a congregação está inserida. Segundo o padre, a relíquia de São Camilo está circulando todo o Brasil desde 2 de fevereiro, quando foi aberto o Ano Vocacional, no Santuário Nacional de Aparecida. Ela já passou pelo Nordeste e Norte do país e, agora, peregrina  pela região Sul. “É algo que é muito importante para os camilianos porque a relíquia é um pedacinho do osso de São Camilo e as ataduras são aquelas que envolveram o pé chagado dele. A imagem tem uma simbologia muito grande porque lembra a noite de Natal, quando houve uma grande enchente em Roma e o rio Tigre encheu, e, a água entrou no primeiro andar do prédio, onde estavam os doentes. São Camilo passou a noite, carregando os doentes nas costas”,  explicou.

      O padre lembrou que há outra relíquia, o coração de Camilo, que, em 2012, veio a Curitiba e foi acolhida na Paróquia de Nossa Senhora de Boa Esperança. “E, agora, a oportunidade de vir ao Brasil, principalmente, a das ataduras, que voltam para a Itália no dia 9 de dezembro”, enfatizou, considerando a recepção na Diocese muito enriquecedora tanto os dois hospitais, como dom Sergio, as paróquias, a rádio diocesana, “fomos percebendo, ao longo da caminhada, a fé do povo, o amor com que acolheu São Camilo e a própria espiritualidade da misericórdia do santo. Só tenho a agradecer”, completou.

      O bispo dom Sergio Arthur Braschi lembrou que os católicos, que tem essa devoção aos santos que foram cristãos como eles, e seguiram Jesus de uma maneira mais bela, extraordinária, com mais fidelidade e generosidade, quando estão na presença da relíquia de um grande santo, sentem a presença, a intercessão. “E sabemos que vivem junto a Deus e estão intercedendo por nós. São Camilo de Lellis foi esse grande cristão convertido, que se dedicou aos enfermos de modo especial; não somente ele pessoalmente, mas arrebanhou muitos colaboradores que formaram essa congregação camiliana no mundo inteiro, que, depois de séculos, continuam essa obra. É uma grande graça para a nossa Diocese”, comemorava o bispo. Na missa desta terça-feira, foram distribuídos materiais impressos com a história da vida do santo, a oração do Ano Vocacional e toalhas de mão comemorativas.   


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Os fieis puderam se aproximar e tocas as relíquias de São Camilo   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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O bispo concelebrou a missa desta terça-feira e reverenciou as relíquias colocadas diante do altar   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Era grande a emoção dos colaboradores das unidades hospitalares, religiosos e integrantes da Pastoral da Saúde   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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A missa aconteceu na Catedral Sant’Ana   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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A missa aconteceu na Catedral Sant’Ana   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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