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Publicado em: 27/05/2019

Ações querem reavivar o Rosário Perpétuo

Reunião envolveu coordenadores paroquiais

 
Em sua fala, o bispo cantou, rezou e explicou os mistérios do rosário Em sua fala, o bispo cantou, rezou e explicou os mistérios do rosário | Crédito: Silmara Santos

      Pensando em reavivar o Movimento do Rosário Perpétuo, que nasceu na Diocese de Ponta Grossa em 1998 e viveu seu auge nos dez anos seguintes, aconteceu neste sábado (25) reunião com coordenadores e integrantes de grupos. A intenção era reunir representantes das 46 paróquias da Diocese e os párocos para ouvir o bispo dom Sergio Arthur e o casal coordenador nacional do Movimento, Simoni Adriani Alberti Soares e José Eduardo Soares, que vieram de Guarapuava.  

      Em 20 anos na Diocese existem pouco mais de 50 grupos, informava a coordenadora diocesana, Silmara Aparecida Santos. Segundo ela, a intenção da reunião era atualizar as fichas, reorganizar os grupos. “Pretendemos ir atrás, ver se estão rezando, quem saiu, colocar outras pessoas no lugar, pedir para os integrantes convidarem outras pessoas”, explicou, citando que, em uma segunda fase, serão feitas visitas a todas as paróquias para falar do Rosário Perpétuo. O bispo dom Sergio contou que o movimento tem a característica de uma mística, de formar um grupo de pessoas que, conjuntamente, cada uma rezando o seu mistério, formar um rosário. “É algo estável. Diferente do chamado ‘Rosário Vivo’, comum nas colônias polonesas, onde várias pessoas rezam e, juntas, formam um rosário, mas todo o mês muda o mistério que a pessoa contempla. O (Movimento do ) Perpétuo não muda, o integrante fica firme naquela meditação. O meu é muito bonito. É o segundo mistério gozoso, a visita de Maria a sua prima Isabel”, comentou o bispo.

      Dom Sergio ressaltou ainda outra importante característica do Rosário Perpétuo, que é por quem se reza. “Se reza pela defesa da vida humana, em intenção dos nascituros, das crianças que estão sendo esperadas para que tenham saúde, para que as mães também tenham, e que a criança venha a nascer. Que haja condições de apoio a todas as gestantes, para que não sejam levadas à tentação do aborto, especialmente as mais jovens. Com isso, se forma um pequeno exército dos filhos espirituais. Todas aquelas crianças que vierem a nascer graças a oração são filhos e filhas espirituais de quem reza, que as continuam acompanhando pela vida”, acrescentou, destacando que o Movimento acontece pelo testemunho pessoal de quem vive essa espiritualidade. A reunião seria um momento importante de mútua edificação, como os primeiros cristãos, que se incentivavam uns os outros.


Testemunho

     Para Anair Schamne Laroca Santos o reavivamento do Movimento era mais do que necessário. Ela que viveu o início do Rosário Perpétuo, na década de 90,  quando a irmã Lenita Miessa, fundadora de grupos em Curitiba, em 1993, trouxe a espiritualidade para a Paróquia São José, em Ponta Grossa. “Ela inflamava o Movimento, animava, promovia encontros com o pessoal de Curitiba, reunia pessoas de todos os grupos e a igreja São José lotava. Era muito bonito, muito intenso. Tinha celebração da santa missa e testemunhos”, lembrou. Esse furor durou quase dez anos, citou. “As pessoas faleceram, mudaram de cidade, perderam o contato. Atualmente, as pessoas não acolhem o convite. Apesar de ser somente uma dezena do rosário por dia, não querem assumir compromisso”, lamenta.

      O casal Simoni e José Eduardo Soares assumiu a coordenação nacional do Movimento do Rosário Perpétuo dia 19 de maio. Eles trabalham com o Movimento desde o ano 2000. O primeiro compromisso oficial foi com dom Sergio. “O lindo é que, em 2002, vim para Ponta Grossa em um encontro do Rosário e conheci o bispo. Foi quando recebeu a carta (apostólica) do Papa, abençoando o Movimento. Ele, como sacerdote, escolheu a dezena, e, quando foi ordenado bispo entregou pessoalmente ao Papa o pedido de bênção apostólica. Nessa época, tinha em Guarapuava 600 pessoas rezando, sem coordenação. O bispo me falou para coordenar, mas, eu era muito menina. Agora, a coordenação vem como um presente de Deus”, detalhou. Na reunião, o  casal se apresentou e falou da realidade do Rosário Perpétuo em Guarapuava.


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Publicado em: 27/05/2019

Ações querem reavivar o Rosário Perpétuo

Reunião envolveu coordenadores paroquiais

 

      Pensando em reavivar o Movimento do Rosário Perpétuo, que nasceu na Diocese de Ponta Grossa em 1998 e viveu seu auge nos dez anos seguintes, aconteceu neste sábado (25) reunião com coordenadores e integrantes de grupos. A intenção era reunir representantes das 46 paróquias da Diocese e os párocos para ouvir o bispo dom Sergio Arthur e o casal coordenador nacional do Movimento, Simoni Adriani Alberti Soares e José Eduardo Soares, que vieram de Guarapuava.  

      Em 20 anos na Diocese existem pouco mais de 50 grupos, informava a coordenadora diocesana, Silmara Aparecida Santos. Segundo ela, a intenção da reunião era atualizar as fichas, reorganizar os grupos. “Pretendemos ir atrás, ver se estão rezando, quem saiu, colocar outras pessoas no lugar, pedir para os integrantes convidarem outras pessoas”, explicou, citando que, em uma segunda fase, serão feitas visitas a todas as paróquias para falar do Rosário Perpétuo. O bispo dom Sergio contou que o movimento tem a característica de uma mística, de formar um grupo de pessoas que, conjuntamente, cada uma rezando o seu mistério, formar um rosário. “É algo estável. Diferente do chamado ‘Rosário Vivo’, comum nas colônias polonesas, onde várias pessoas rezam e, juntas, formam um rosário, mas todo o mês muda o mistério que a pessoa contempla. O (Movimento do ) Perpétuo não muda, o integrante fica firme naquela meditação. O meu é muito bonito. É o segundo mistério gozoso, a visita de Maria a sua prima Isabel”, comentou o bispo.

      Dom Sergio ressaltou ainda outra importante característica do Rosário Perpétuo, que é por quem se reza. “Se reza pela defesa da vida humana, em intenção dos nascituros, das crianças que estão sendo esperadas para que tenham saúde, para que as mães também tenham, e que a criança venha a nascer. Que haja condições de apoio a todas as gestantes, para que não sejam levadas à tentação do aborto, especialmente as mais jovens. Com isso, se forma um pequeno exército dos filhos espirituais. Todas aquelas crianças que vierem a nascer graças a oração são filhos e filhas espirituais de quem reza, que as continuam acompanhando pela vida”, acrescentou, destacando que o Movimento acontece pelo testemunho pessoal de quem vive essa espiritualidade. A reunião seria um momento importante de mútua edificação, como os primeiros cristãos, que se incentivavam uns os outros.


Testemunho

     Para Anair Schamne Laroca Santos o reavivamento do Movimento era mais do que necessário. Ela que viveu o início do Rosário Perpétuo, na década de 90,  quando a irmã Lenita Miessa, fundadora de grupos em Curitiba, em 1993, trouxe a espiritualidade para a Paróquia São José, em Ponta Grossa. “Ela inflamava o Movimento, animava, promovia encontros com o pessoal de Curitiba, reunia pessoas de todos os grupos e a igreja São José lotava. Era muito bonito, muito intenso. Tinha celebração da santa missa e testemunhos”, lembrou. Esse furor durou quase dez anos, citou. “As pessoas faleceram, mudaram de cidade, perderam o contato. Atualmente, as pessoas não acolhem o convite. Apesar de ser somente uma dezena do rosário por dia, não querem assumir compromisso”, lamenta.

      O casal Simoni e José Eduardo Soares assumiu a coordenação nacional do Movimento do Rosário Perpétuo dia 19 de maio. Eles trabalham com o Movimento desde o ano 2000. O primeiro compromisso oficial foi com dom Sergio. “O lindo é que, em 2002, vim para Ponta Grossa em um encontro do Rosário e conheci o bispo. Foi quando recebeu a carta (apostólica) do Papa, abençoando o Movimento. Ele, como sacerdote, escolheu a dezena, e, quando foi ordenado bispo entregou pessoalmente ao Papa o pedido de bênção apostólica. Nessa época, tinha em Guarapuava 600 pessoas rezando, sem coordenação. O bispo me falou para coordenar, mas, eu era muito menina. Agora, a coordenação vem como um presente de Deus”, detalhou. Na reunião, o  casal se apresentou e falou da realidade do Rosário Perpétuo em Guarapuava.


Diocede Ponta Grossa
Em sua fala, o bispo cantou, rezou e explicou os mistérios do rosário   |   Silmara Santos

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Dom Sergio com Simoni e a ex-coordenadora diocesana, Vilma Tereza Panzarini Schila   |   Silmara Santos

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Simoni falou da experiência do Rosário Perpétuo em Guarapuava   |   Silmara Santos

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O casal coordenador nacional do Movimento, Simoni e José Eduardo   |   Silmara Santos

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Dom Sergio com uma cópia da carta apostólica do Papa   |   Silmara Santos


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