DIOCESE  DE  PONTA  GROSSA


SOBRE
   História
   Fundação
   Bula Pontifícia


ESTRUTURA
   Colégio Consultores
   Conselho Presbiteral
   Seminários Diocesanos
   Casas para Encontros


Publicado em: 00/00/0000

Dedicação de Santa Rita terá homenagem a padre Wilton

Celebração acontece na próxima segunda-feira, às 19h30

 
Padre Pedro: quase tudo pronto. Detalhes ricamente inspirados Padre Pedro: quase tudo pronto. Detalhes ricamente inspirados | Crédito: Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

     Os 41 anos de vida religiosa do padre Wilton Moraes Lopes, primeiro padre da Congregação Copiosa Redenção que veio para a Paróquia Santa Rita de Cássia, em Ponta Grossa, serão lembrados durante a celebração eucarística de dedicação da nova igreja matriz e seu altar, marcada para esta segunda-feira (5), às 19h30. Padre Wilton, pároco de 2003 a 2006 da Santa Rita, professou seus votos em 5 de fevereiro de 1977, tornando-se religioso da Congregação do Santíssimo Redentor (redentoristas). Ao longo  de sua rica e obediente vida de amor a Deus, o padre fundou, em dezembro de 1989, a Congregação das Irmãs da Copiosa Redenção de Maria Mãe da Divina Graça, que, em 1997, originaria em sua ramificação masculina, os Servos da Misericórdia, responsáveis atualmente pela administração da paróquia.

     O pároco da Santa Rita de Cássia, padre Pedro Cláudio Mendes, conta que pediu ao bispo dom Sergio Arthur Brashci que fosse feita a cerimônia de dedicação da igreja no dia 5 em homenagem ao fundador. “Ele é nosso superior. A dedicação é uma festa que vai se perpetuar na paróquia, anualmente será comemorada. Além da placa, vai ficar a lembrança”, argumenta, referindo-se a placa comemorativa que será descerrada depois da celebração desta segunda-feira. Dia 5 de fevereiro também é o dia do aniversário de 18 anos de vida religiosa de padre Pedro, que vem se dedicando há quase dois anos à reforma da matriz. E justamente quando a (re)construção de uma igreja chega ao fim é que é feita a dedicação, celebração que marca sua vida, uma  consagração, onde o templo é dedicado à Santíssima Trindade.

     Ao falar da obra, padre Pedro cita que ela não está totalmente terminada. “Faltam alguns detalhes na igreja em si e no seu entorno, mas precisávamos voltar para o templo”, justifica,dizendo que a nova matriz terá mais que o dobro da capacidade: dos perto de 180 lugares existentes anteriormente, são 532 aproximadamente agora. “Tinham as colunas, os bancos eram estreitos. Colocamos bancos no meio, mais largos. (A igreja) Foi transformada por dentro; utilizamos a  estrutura apenas. Otimizamos o espaço. E a intenção era só trocar o telhado porque chovia dentro..fomos trocando o piso, as janelas...”, detalha o  pároco. Nas últimas semamas, foram realizadas algumas celebrações para se ambientalizar o espaço, em uma espécie de teste antes da dedicação.

     Em um ambiente especialmente voltado à Santa Rita de Cássia haverá 22 rosas e sete figuras de abelhas. “Sete porque é o número da plenitude e Santa Rita foi plena. Deus plenificou a vida dela e a gente quer, na oração, ser plenificado também”, comenta padre Pedro. Novidade também é o espaço kids, criado para atrair as crianças e as evangelizar; uma sala à prova de som para os pais ficarem mais à vontade e o barulho dos pequenos não atrapalhar a assembleia. A pia batismal e o sacrário chamam igualmente a atenção. O mesmo pode ser dito das12 cruzes que marcam a dedicação. As velas serão colocadas dentro da cruz, que parecerá incendiada, propositamente. “Uma paróquia em chamas, inspirada na experiência de uma comunidade dos Estados Unidos, que encantou um padre italiano, que a levou para Milão, e, depois, a Santa Sé assumiu como projeto de evangelização oficial da Igreja. Uma paróquia renovada, viva, com as células, com essa nova evangelização, como temos aqui”, justifica.


Adoração perétua

     De acordo com o padre, está praticamente pronta a capela de adoração perpétua do Santíssimo, erguida ao lado da igreja. Um lugar pensado para ser diferente, cheio de simbologias. A porta é mais baixa que o  habitual, as paredes são  chapiscadas “para lembrar um útero” e o chão coberto com carpê azul, em referência ao mar. “Queremos que tudo nasça da adoração. A porta baixa é inspirada na Basílica da Natividade, em Belém, porque o encontro com Deus só se dá se eu me abaixar. A parede chapiscada lembra o útero porque quem reza nasce de novo. O chão de carpe azul nos fala do mar porque quem reza anda sobre o mar, sobre as tempestades”, explica padre Pedro.

     A capela  terá adoração 24 horas. Na porta, foi colocado um sensor. Todos os líderes, as pessoas que participam da paróquia terão uma senha para poder entrar a qualquer hora do dia ou da noite. “Adoração perpétua porque acreditamos que sem a oração, sem a espiritualidade não se mantem a obra de Deus. Não é só o trabalho pastoral, tudo tem de nascer de uma mística”, argumenta o pároco.

     Os custos com a obra ultrapassaram em mais que o dobro o inicialmente planejado, diz  padre Pedro, sem citar valores. 


  • Diocede Ponta Grossa
  • Diocede Ponta Grossa
  • Diocede Ponta Grossa
  • Diocede Ponta Grossa
  • Diocede Ponta Grossa


Você pode se interessar também:
| Live atinge mais de 10 mil pessoas   |   Missa do Crisma será no feriado   |   Catedral faz festa pelos seus 197 anos   |   Missa online vai ‘conectar’ jovens   |  





Publicado em: 00/00/0000

Dedicação de Santa Rita terá homenagem a padre Wilton

Celebração acontece na próxima segunda-feira, às 19h30

 

     Os 41 anos de vida religiosa do padre Wilton Moraes Lopes, primeiro padre da Congregação Copiosa Redenção que veio para a Paróquia Santa Rita de Cássia, em Ponta Grossa, serão lembrados durante a celebração eucarística de dedicação da nova igreja matriz e seu altar, marcada para esta segunda-feira (5), às 19h30. Padre Wilton, pároco de 2003 a 2006 da Santa Rita, professou seus votos em 5 de fevereiro de 1977, tornando-se religioso da Congregação do Santíssimo Redentor (redentoristas). Ao longo  de sua rica e obediente vida de amor a Deus, o padre fundou, em dezembro de 1989, a Congregação das Irmãs da Copiosa Redenção de Maria Mãe da Divina Graça, que, em 1997, originaria em sua ramificação masculina, os Servos da Misericórdia, responsáveis atualmente pela administração da paróquia.

     O pároco da Santa Rita de Cássia, padre Pedro Cláudio Mendes, conta que pediu ao bispo dom Sergio Arthur Brashci que fosse feita a cerimônia de dedicação da igreja no dia 5 em homenagem ao fundador. “Ele é nosso superior. A dedicação é uma festa que vai se perpetuar na paróquia, anualmente será comemorada. Além da placa, vai ficar a lembrança”, argumenta, referindo-se a placa comemorativa que será descerrada depois da celebração desta segunda-feira. Dia 5 de fevereiro também é o dia do aniversário de 18 anos de vida religiosa de padre Pedro, que vem se dedicando há quase dois anos à reforma da matriz. E justamente quando a (re)construção de uma igreja chega ao fim é que é feita a dedicação, celebração que marca sua vida, uma  consagração, onde o templo é dedicado à Santíssima Trindade.

     Ao falar da obra, padre Pedro cita que ela não está totalmente terminada. “Faltam alguns detalhes na igreja em si e no seu entorno, mas precisávamos voltar para o templo”, justifica,dizendo que a nova matriz terá mais que o dobro da capacidade: dos perto de 180 lugares existentes anteriormente, são 532 aproximadamente agora. “Tinham as colunas, os bancos eram estreitos. Colocamos bancos no meio, mais largos. (A igreja) Foi transformada por dentro; utilizamos a  estrutura apenas. Otimizamos o espaço. E a intenção era só trocar o telhado porque chovia dentro..fomos trocando o piso, as janelas...”, detalha o  pároco. Nas últimas semamas, foram realizadas algumas celebrações para se ambientalizar o espaço, em uma espécie de teste antes da dedicação.

     Em um ambiente especialmente voltado à Santa Rita de Cássia haverá 22 rosas e sete figuras de abelhas. “Sete porque é o número da plenitude e Santa Rita foi plena. Deus plenificou a vida dela e a gente quer, na oração, ser plenificado também”, comenta padre Pedro. Novidade também é o espaço kids, criado para atrair as crianças e as evangelizar; uma sala à prova de som para os pais ficarem mais à vontade e o barulho dos pequenos não atrapalhar a assembleia. A pia batismal e o sacrário chamam igualmente a atenção. O mesmo pode ser dito das12 cruzes que marcam a dedicação. As velas serão colocadas dentro da cruz, que parecerá incendiada, propositamente. “Uma paróquia em chamas, inspirada na experiência de uma comunidade dos Estados Unidos, que encantou um padre italiano, que a levou para Milão, e, depois, a Santa Sé assumiu como projeto de evangelização oficial da Igreja. Uma paróquia renovada, viva, com as células, com essa nova evangelização, como temos aqui”, justifica.


Adoração perétua

     De acordo com o padre, está praticamente pronta a capela de adoração perpétua do Santíssimo, erguida ao lado da igreja. Um lugar pensado para ser diferente, cheio de simbologias. A porta é mais baixa que o  habitual, as paredes são  chapiscadas “para lembrar um útero” e o chão coberto com carpê azul, em referência ao mar. “Queremos que tudo nasça da adoração. A porta baixa é inspirada na Basílica da Natividade, em Belém, porque o encontro com Deus só se dá se eu me abaixar. A parede chapiscada lembra o útero porque quem reza nasce de novo. O chão de carpe azul nos fala do mar porque quem reza anda sobre o mar, sobre as tempestades”, explica padre Pedro.

     A capela  terá adoração 24 horas. Na porta, foi colocado um sensor. Todos os líderes, as pessoas que participam da paróquia terão uma senha para poder entrar a qualquer hora do dia ou da noite. “Adoração perpétua porque acreditamos que sem a oração, sem a espiritualidade não se mantem a obra de Deus. Não é só o trabalho pastoral, tudo tem de nascer de uma mística”, argumenta o pároco.

     Os custos com a obra ultrapassaram em mais que o dobro o inicialmente planejado, diz  padre Pedro, sem citar valores. 


Diocede Ponta Grossa
Padre Pedro: quase tudo pronto. Detalhes ricamente inspirados   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

Diocede Ponta Grossa
As cruzes da dedicação terão as velas colocadas dentro, ficando como que incendiadas   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

Diocede Ponta Grossa
O espaço interno mais que dobrou   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

Diocede Ponta Grossa
O espaço interno mais que dobrou   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

Diocede Ponta Grossa
A capela de Santa Rita terá 22 rosas e figuras de abelhas. O sacrário é outro diferencial   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa


Navegue até a sua Paróquia