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Crimes em PG são motivados pelo uso de drogas

Juiz sugere o combate ao tráfico para superar violência

 
Campanha da Fraternidade Campanha da Fraternidade | Crédito: Divulgação

     Mais de 60% dos crimes cometidos na Comarca de Ponta Grossa tem relação com o tráfico de drogas. Ações de combate ao uso e comercialização de entorpecentes devem ser pensadas como ferramentas importantes na superação da violência. A conclusão é do juiz corregedor da Vara ade Execuções Penais, Antônio Acir Hrycyna, que conduziu a formação dos agentes da Campanha da Fraternidade 2018 ‘‘Fraternidade e Superação da Violência, Em Cristo somos todos irmãos’. Perto de 85 pessoas participaram, entre catequistas, agentes de pastorais e representantes do Conselho Dioecesano de Leigos, Cáritas e de entidades, vindos não só de Ponta Grossa como de Telêmaco Borba, Castro, Tibagi, Ipirganga e Imbituva.

     Para o juiz Antonio Acir Hrycyna, a realidade de Ponta Grossa não fica muito atrás da visão geral do Brasil. “Mas, não quanto à violência direta, violência bruta. O número de homicídos são menores. Muita criminalidade está ligada ao tráfico de drogas. Os crimes contra o patrimônio, por exemplo, sempre por trás está a droga. Resolvendo a questão da droga, supera-se a crimanilidade. Violência e fraternidade não combinam de forma alguma: violência e cristianismo também são antagênicos”, destacou o magistrado, citando que a superação da violência vem pela mudança de mentalidade. “Hoje em dia, a violência ocorre justamente poque o mundo está se paganizando, se tornando materialista. É preciso ter mentalidade mais de pensar no outro. O outro tem de ser o foco da nossa vivência cristã. O tema (da Campanha da Fraternidade) cabe nestes tempos em que a Igreja está retomando a doutrina de Cristo, que é o contrário do que o mundo prega”, destacou Hrycyna.

     O bispo dom Sergio Arthur Braschi lembrou que o Brasil está em um ranking entre os campeões de assassinatos por arma de fogo, onde a violência acontece por motivos fúteis, problemas de trânsito, violência doméstica. “Refletimos sobre isso é fundamental porque temos a base que é fraternidade. ‘Vós todos sois irmãos’: isso que deve nos fazer crescer no respeito, deixar de lado preconceito, deixar de lado toda a forma de desiguladade para assism superar a violência e crescer no armor, respeito e fraternidade entre todos as pessoas”, enfatizou o bispo. Dom Sergio citou que é muito importante que todas as paróquias tenham uma equipe da Campanha da Fraternidade para que se estude o texto base e, domingo após domingo, vá se colocando elementos para a reflexão. “Tempo da Quaresma é um tempo de conversão, que quer dizer mudança de vda. Precisamos nos perguntar em que medida eu tenho que superar atitudes de volência, de falta de respeito, falta de amor, e isso nos fará chegar na Páscoa mais preparados”, orientou.

     Silmara Santos, representante da Paróquia Santa Rita, no bairro da Ronda, em Ponta Grossa, lembra que o tema tem de ser muito bem trabalhado para despertar olhares e corações , especialmente, das pessoas que tem a incumbência de tomar decisões, tomar as rédeas para poder conter essa violência. “Com a formação, cada um trabalhando em sua comunidade vai gerar vários grupos, que discutindo o tema, vão achar maneiras de combater os vários tipos de violência”.

     Padre Marcelo do Carmo explicou a metodologia do Campanha da Fraternidade – ver, julgar e agir – usando a Sagrada Escritura. Diferentes passagens da Bíblia foram comentadas para citar que os critérios cristãos para julgar, depois de connhecida a realidade, não podem sofrer influência externa, mas serem iluminados por valores de fé. “É preciso se debruçar sobre a Sagrada Escritura, a Palavra da Igreja e a oração”, comentou, orientando que os agentes sejam multiplicadores, levantando e divulgando, por exemplo, os direitos humanos. “Precisamos de motivação real, de idéias”.


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Crimes em PG são motivados pelo uso de drogas

Juiz sugere o combate ao tráfico para superar violência

 

     Mais de 60% dos crimes cometidos na Comarca de Ponta Grossa tem relação com o tráfico de drogas. Ações de combate ao uso e comercialização de entorpecentes devem ser pensadas como ferramentas importantes na superação da violência. A conclusão é do juiz corregedor da Vara ade Execuções Penais, Antônio Acir Hrycyna, que conduziu a formação dos agentes da Campanha da Fraternidade 2018 ‘‘Fraternidade e Superação da Violência, Em Cristo somos todos irmãos’. Perto de 85 pessoas participaram, entre catequistas, agentes de pastorais e representantes do Conselho Dioecesano de Leigos, Cáritas e de entidades, vindos não só de Ponta Grossa como de Telêmaco Borba, Castro, Tibagi, Ipirganga e Imbituva.

     Para o juiz Antonio Acir Hrycyna, a realidade de Ponta Grossa não fica muito atrás da visão geral do Brasil. “Mas, não quanto à violência direta, violência bruta. O número de homicídos são menores. Muita criminalidade está ligada ao tráfico de drogas. Os crimes contra o patrimônio, por exemplo, sempre por trás está a droga. Resolvendo a questão da droga, supera-se a crimanilidade. Violência e fraternidade não combinam de forma alguma: violência e cristianismo também são antagênicos”, destacou o magistrado, citando que a superação da violência vem pela mudança de mentalidade. “Hoje em dia, a violência ocorre justamente poque o mundo está se paganizando, se tornando materialista. É preciso ter mentalidade mais de pensar no outro. O outro tem de ser o foco da nossa vivência cristã. O tema (da Campanha da Fraternidade) cabe nestes tempos em que a Igreja está retomando a doutrina de Cristo, que é o contrário do que o mundo prega”, destacou Hrycyna.

     O bispo dom Sergio Arthur Braschi lembrou que o Brasil está em um ranking entre os campeões de assassinatos por arma de fogo, onde a violência acontece por motivos fúteis, problemas de trânsito, violência doméstica. “Refletimos sobre isso é fundamental porque temos a base que é fraternidade. ‘Vós todos sois irmãos’: isso que deve nos fazer crescer no respeito, deixar de lado preconceito, deixar de lado toda a forma de desiguladade para assism superar a violência e crescer no armor, respeito e fraternidade entre todos as pessoas”, enfatizou o bispo. Dom Sergio citou que é muito importante que todas as paróquias tenham uma equipe da Campanha da Fraternidade para que se estude o texto base e, domingo após domingo, vá se colocando elementos para a reflexão. “Tempo da Quaresma é um tempo de conversão, que quer dizer mudança de vda. Precisamos nos perguntar em que medida eu tenho que superar atitudes de volência, de falta de respeito, falta de amor, e isso nos fará chegar na Páscoa mais preparados”, orientou.

     Silmara Santos, representante da Paróquia Santa Rita, no bairro da Ronda, em Ponta Grossa, lembra que o tema tem de ser muito bem trabalhado para despertar olhares e corações , especialmente, das pessoas que tem a incumbência de tomar decisões, tomar as rédeas para poder conter essa violência. “Com a formação, cada um trabalhando em sua comunidade vai gerar vários grupos, que discutindo o tema, vão achar maneiras de combater os vários tipos de violência”.

     Padre Marcelo do Carmo explicou a metodologia do Campanha da Fraternidade – ver, julgar e agir – usando a Sagrada Escritura. Diferentes passagens da Bíblia foram comentadas para citar que os critérios cristãos para julgar, depois de connhecida a realidade, não podem sofrer influência externa, mas serem iluminados por valores de fé. “É preciso se debruçar sobre a Sagrada Escritura, a Palavra da Igreja e a oração”, comentou, orientando que os agentes sejam multiplicadores, levantando e divulgando, por exemplo, os direitos humanos. “Precisamos de motivação real, de idéias”.


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Campanha da Fraternidade   |   Divulgação

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Mais de 80 pessoas vindas de cinco cidades da região participaram. Campanha é coordenada na Diocese por Iria e Antonio Portela   |   Divulgação

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Bispo dom Sergio destacou a importância do trabalho dos leigos e leigas na discussão de formas de superação de violência   |   Divulgação

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O juiz corregedor Antônio Hrcycyna disse que a droga é o maior causador dos atos de violência em Ponta Grossa   |   Divulgação


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