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Publicado em: 21/07/2019

Festa de Sant’Ana resgata antiga tradição

Barracas na lateral da igreja venderão comida

 
Dia 26 será realizada a tradicional procissão com início às 10 horas, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em direção à catedral Dia 26 será realizada a tradicional procissão com início às 10 horas, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em direção à catedral | Crédito: Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Os festejos em honra a Senhora Sant’Ana, padroeira de Ponta Grossa,  começam já na terça-feira (23), Em 2019, a festa lembra, além do dia da avó de Jesus, no dia 26, também os dez anos da dedicação da catedral, comemorado dia 23. Tríduo com celebrações diárias, sempre às 19 horas, procissão, missa solene seguida de almoço integram a programação, que, este ano, tem dois diferenciais: a instalação de barracas na lateral da igreja para a venda de lanches e bebidas, como ocorria nas primeiras festas, e a abertura da catedral para turistas, com passeios guiados por suas dependências, da cripta a cúpula.

      O tríduo preparatório inicia na terça-feira, às 19 horas, com celebração da Santa Eucaristia pelo bispo dom Sergio Arthur Braschi, em louvor ao décimo ano da dedicação da catedral. Na quarta-feira, a celebração será conduzida por padres das paróquias dos Setores 3 e 4, e, na quinta-feira, a condução ficará por conta de representantes dos Setores 1 e 2. A partir de terça-feira, das 15 às 21 horas, começam a funcionar as barraquinhas, na lateral da igreja, com a venda de pasteis, cachorro quente, docinhos, refrigerante e quentão. Os fieis da Capela São Paulo Apóstolo ficarão responsáveis pela barraca do pastel.

       Na sexta-feira, feriado e dia da padroeira, a procissão com a imagem de Senhora Sant’Ana sairá da Paróquia Nosssa Senhora do Rosário, às 10 horas, em direção à catedral, onde acontece missa solene com o bispo dom Sergio. Um almoço festivo acontece no Salão Paroquial, em seguida.  Os convites podem ser retirados na secretaria da paróquia ou após as missas, a R$ 50. São esperadas cerca de 400 pessoas.


 História

      Em 1770, Ponta Grossa pertencia a freguesia de Castro, e, na região dos Campos Gerais havia apenas uma capela, mais precisamente na região de Pitangui, a igreja dedicada a Santa Bárbara. Não se conhece a data de sua construção, apenas que foram os Jesuítas que a construíram. Com o tempo, começou a se formar um povoado um pouco distante da Capela Santa Bárbara, na região denominada pelos tropeiros Capão da Ponta Grossa, que ficava localizado onde hoje fica o Bairro da Ronda. Era preciso que se construísse uma nova Igreja, mais próxima do povoado que se formava.

      A tradição relata que, para a escolha do local para a construção da capela, foi solto um casal de pombos que foram pousar na colina, onde hoje está construída a catedral. Uma capelinha de madeira foi então construída, tinha um altar singelo, onde ficava a pequena imagem de Sant’Ana, por quem os primeiros habitantes dos Campos Gerais tinham especial devoção. Eles achavam que a Santa protegia com muito carinho as novas povoações e desde então ela passou a ser a padroeira da cidade.

      A capela tornou-se paróquia em 1823, tendo como primeiro vigário padre José Pereira da Fonseca. Por volta de 1863, a pequena Igreja foi ampliada, já que não havia torres, nem corredores laterais. Em seu interior existia, além do altar-mor, dois altares laterais, um dedicado a São Pedro e o outro dedicado a Santo Antônio de Pádua.


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Publicado em: 21/07/2019

Festa de Sant’Ana resgata antiga tradição

Barracas na lateral da igreja venderão comida

 

      Os festejos em honra a Senhora Sant’Ana, padroeira de Ponta Grossa,  começam já na terça-feira (23), Em 2019, a festa lembra, além do dia da avó de Jesus, no dia 26, também os dez anos da dedicação da catedral, comemorado dia 23. Tríduo com celebrações diárias, sempre às 19 horas, procissão, missa solene seguida de almoço integram a programação, que, este ano, tem dois diferenciais: a instalação de barracas na lateral da igreja para a venda de lanches e bebidas, como ocorria nas primeiras festas, e a abertura da catedral para turistas, com passeios guiados por suas dependências, da cripta a cúpula.

      O tríduo preparatório inicia na terça-feira, às 19 horas, com celebração da Santa Eucaristia pelo bispo dom Sergio Arthur Braschi, em louvor ao décimo ano da dedicação da catedral. Na quarta-feira, a celebração será conduzida por padres das paróquias dos Setores 3 e 4, e, na quinta-feira, a condução ficará por conta de representantes dos Setores 1 e 2. A partir de terça-feira, das 15 às 21 horas, começam a funcionar as barraquinhas, na lateral da igreja, com a venda de pasteis, cachorro quente, docinhos, refrigerante e quentão. Os fieis da Capela São Paulo Apóstolo ficarão responsáveis pela barraca do pastel.

       Na sexta-feira, feriado e dia da padroeira, a procissão com a imagem de Senhora Sant’Ana sairá da Paróquia Nosssa Senhora do Rosário, às 10 horas, em direção à catedral, onde acontece missa solene com o bispo dom Sergio. Um almoço festivo acontece no Salão Paroquial, em seguida.  Os convites podem ser retirados na secretaria da paróquia ou após as missas, a R$ 50. São esperadas cerca de 400 pessoas.


 História

      Em 1770, Ponta Grossa pertencia a freguesia de Castro, e, na região dos Campos Gerais havia apenas uma capela, mais precisamente na região de Pitangui, a igreja dedicada a Santa Bárbara. Não se conhece a data de sua construção, apenas que foram os Jesuítas que a construíram. Com o tempo, começou a se formar um povoado um pouco distante da Capela Santa Bárbara, na região denominada pelos tropeiros Capão da Ponta Grossa, que ficava localizado onde hoje fica o Bairro da Ronda. Era preciso que se construísse uma nova Igreja, mais próxima do povoado que se formava.

      A tradição relata que, para a escolha do local para a construção da capela, foi solto um casal de pombos que foram pousar na colina, onde hoje está construída a catedral. Uma capelinha de madeira foi então construída, tinha um altar singelo, onde ficava a pequena imagem de Sant’Ana, por quem os primeiros habitantes dos Campos Gerais tinham especial devoção. Eles achavam que a Santa protegia com muito carinho as novas povoações e desde então ela passou a ser a padroeira da cidade.

      A capela tornou-se paróquia em 1823, tendo como primeiro vigário padre José Pereira da Fonseca. Por volta de 1863, a pequena Igreja foi ampliada, já que não havia torres, nem corredores laterais. Em seu interior existia, além do altar-mor, dois altares laterais, um dedicado a São Pedro e o outro dedicado a Santo Antônio de Pádua.


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Dia 26 será realizada a tradicional procissão com início às 10 horas, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em direção à catedral   |   Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Sant’Ana, avó de Jesus, era estéril e concebeu Maria como resposta de Deus ao seu choro e orações   |   Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa


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