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Publicado em: 26/09/2019

Candidatos a diáconos são instituídos no Acolitato

Celebração acontecerá neste domingo

 
São cinco anos de formação na Escola Santo Estevão São cinco anos de formação na Escola Santo Estevão | Crédito: Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Neste domingo (29), às 15 horas, na Catedral Sant’Ana, a Escola Diaconal Santo Estevão promoverá a instituição do Ministério do Acolitato a 47 candidatos a diáconos da Diocese de Ponta Grossa. A celebração será presidida pelo bispo dom Sergio Arthur Braschi, reunindo padres e fieis de 23 paróquias. Uma reunião já na segunda-feira, discutirá os detalhes das celebrações de ordenação, que começarão a partir de fevereiro, logo depois do retiro canônico.

      O coordenador da Escola Diaconal, padre Mário Dwulatka, comenta que a instituição do Ministério do Acolitato representa um passo a mais para a ordenação diaconal que está se aproximando. “É o segundo ministério. O primeiro, o do Leitorato, foi instituído dia 23 de março. Agora, seis meses depois, como orienta a Igreja para que eles tivessem tempo para exercer o Ministério de Leitor, receberão o do Acolitado e vão poder continuar a servir as comunidades da diocese”, explica padre Mário, lembrando que, entre o Ministério do Acolitato e a ordenação, acabará não dando seis de intervalo para todos devido a quantidade de candidatos. Além dos 47 aprovados até aqui, cinco candidatos prosseguem aguardando.

      Na reunião desta segunda-feira, será batido o martelo em relação às celebrações de ordenação. A princípio, o bispo dom Sergio determinou que as paróquias que tiverem três candidatos terão autorização de sediar a ordenação. “As que tem um candidato, dois candidatos, se somariam as que tem um número maior para que não se multiplique tanto as datas de ordenações”, resume padre Mário. Com as ordenações do ano que vem, a Diocese de Ponta Grossa passará a contar com 125 diáconos permanentes. “Em 22 anos de história, a evolução foi muito grande. Isso quer dizer que a diocese, as paróquias, seus padres, com seus leigos, assumiram o diaconato permanente, encaminharam seus candidatos e a diocese assumiu o compromisso de formá-los”, acrescenta.

      O coordenador da Escola lembra que atualmente são 78 diáconos permanentes servindo na diocese. Ao longo de 2020, com as ordenações, esse número subirá para 125. “A imensa maioria das dioceses não tem essa quantidade de diáconos. Além de termos mais de 100 padres, também teremos mais de 100 diáconos. Estaremos entre as (dioceses) que mais têm candidatos e, depois de 2020, vamos praticamente acompanhar Curitiba”, enfatiza. Padre Mário frisa que o crescimento se verificou em um período bastante breve, pouco mais de 20 anos – em 1998, a formação se iniciou na Escola Diaconal São Francisco, em Florianópolis (SC), com oito candidatos – e que a Escola Santo Estevão é uma das mais exigentes na formação do ministério diaconal do Brasil. “Eu acompanho diretores e coordenadores de outras escolas e pude constatar que as dioceses do Sul são as que mais exigem em tempo, quanto às disciplinas, entre as quais a de Pona Grossa é a mais exigente”, detalha o padre.

      Enquanto em outras escolas, a formação se dá em  três anos, com dez dias em janeiro e dez em julho, aqui, são cinco anos, 15 dias em janeiro e dez dias em julho, mais um ano de propedêutico. Metade dos formadores são padres e a outra metade, diáconos permanentes da diocese. O início da próxima Escola Diaconal será um dos temas da reunião do Conselho Presbiteral, dia 14 de novembro.


 Missão

      Segundo padre Mário, a dimensão missionária está presente na formação, seja pelas disciplinas ou pela presença de diáconos ligados a missão, como Pedro Lang e sua mulher Salete, que passaram quatro anos na Missão Católica São Paulo VI, na Guiné-Bissau, África, ou, padres, como José Nilson Santos, há três anos na Prelazia de Lábrea, no Amazonas. “Existe essa abertura, mas é claro que eles são orientados a missão junto aos mais carentes, às comunidades que mais precisam, às realidade mais voltadas para a paróquia em si. Afinal, são ligados ao bispo mas também à paróquia. Sair em missão faz parte da dimensão da Igreja”, afirma o coordenador da Escola.

      Como, entretanto, os diácono têm família, filhos, netos, depende muito do candidato, dos familiares. “Está sendo articulado a ida de diáconos para a Prelazia de Lálbrea. Um já está se preparando para ir, o Gilson Camilo da Silva, presidente da Cáritas, Vai conhecer lá, agora no final do ano, e já está se organizando profissionalmente, conversando com a família, para retornar por mais tempo. Além dele, outros manifestaram desejo de ir por um ano ou dois”, informa  o padre.

      Neste sentido, prossegue padre Mário, seria muito bom que os diáconos da diocese pudessem ir em missão “até para que o povo de lá conheça a figura do diácono permanente, quais as possibilidades desse ministério diante uma cidade que é tão carente de ministros ordenados. Estamos no aguardo também de uma palavra a respeito do ministério ordenado no Sínodo da Amazônia. Parece que sairá uma proposta em relação ao diaconato naquela região”, adianta.


  • Diocede Ponta Grossa


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Publicado em: 26/09/2019

Candidatos a diáconos são instituídos no Acolitato

Celebração acontecerá neste domingo

 

      Neste domingo (29), às 15 horas, na Catedral Sant’Ana, a Escola Diaconal Santo Estevão promoverá a instituição do Ministério do Acolitato a 47 candidatos a diáconos da Diocese de Ponta Grossa. A celebração será presidida pelo bispo dom Sergio Arthur Braschi, reunindo padres e fieis de 23 paróquias. Uma reunião já na segunda-feira, discutirá os detalhes das celebrações de ordenação, que começarão a partir de fevereiro, logo depois do retiro canônico.

      O coordenador da Escola Diaconal, padre Mário Dwulatka, comenta que a instituição do Ministério do Acolitato representa um passo a mais para a ordenação diaconal que está se aproximando. “É o segundo ministério. O primeiro, o do Leitorato, foi instituído dia 23 de março. Agora, seis meses depois, como orienta a Igreja para que eles tivessem tempo para exercer o Ministério de Leitor, receberão o do Acolitado e vão poder continuar a servir as comunidades da diocese”, explica padre Mário, lembrando que, entre o Ministério do Acolitato e a ordenação, acabará não dando seis de intervalo para todos devido a quantidade de candidatos. Além dos 47 aprovados até aqui, cinco candidatos prosseguem aguardando.

      Na reunião desta segunda-feira, será batido o martelo em relação às celebrações de ordenação. A princípio, o bispo dom Sergio determinou que as paróquias que tiverem três candidatos terão autorização de sediar a ordenação. “As que tem um candidato, dois candidatos, se somariam as que tem um número maior para que não se multiplique tanto as datas de ordenações”, resume padre Mário. Com as ordenações do ano que vem, a Diocese de Ponta Grossa passará a contar com 125 diáconos permanentes. “Em 22 anos de história, a evolução foi muito grande. Isso quer dizer que a diocese, as paróquias, seus padres, com seus leigos, assumiram o diaconato permanente, encaminharam seus candidatos e a diocese assumiu o compromisso de formá-los”, acrescenta.

      O coordenador da Escola lembra que atualmente são 78 diáconos permanentes servindo na diocese. Ao longo de 2020, com as ordenações, esse número subirá para 125. “A imensa maioria das dioceses não tem essa quantidade de diáconos. Além de termos mais de 100 padres, também teremos mais de 100 diáconos. Estaremos entre as (dioceses) que mais têm candidatos e, depois de 2020, vamos praticamente acompanhar Curitiba”, enfatiza. Padre Mário frisa que o crescimento se verificou em um período bastante breve, pouco mais de 20 anos – em 1998, a formação se iniciou na Escola Diaconal São Francisco, em Florianópolis (SC), com oito candidatos – e que a Escola Santo Estevão é uma das mais exigentes na formação do ministério diaconal do Brasil. “Eu acompanho diretores e coordenadores de outras escolas e pude constatar que as dioceses do Sul são as que mais exigem em tempo, quanto às disciplinas, entre as quais a de Pona Grossa é a mais exigente”, detalha o padre.

      Enquanto em outras escolas, a formação se dá em  três anos, com dez dias em janeiro e dez em julho, aqui, são cinco anos, 15 dias em janeiro e dez dias em julho, mais um ano de propedêutico. Metade dos formadores são padres e a outra metade, diáconos permanentes da diocese. O início da próxima Escola Diaconal será um dos temas da reunião do Conselho Presbiteral, dia 14 de novembro.


 Missão

      Segundo padre Mário, a dimensão missionária está presente na formação, seja pelas disciplinas ou pela presença de diáconos ligados a missão, como Pedro Lang e sua mulher Salete, que passaram quatro anos na Missão Católica São Paulo VI, na Guiné-Bissau, África, ou, padres, como José Nilson Santos, há três anos na Prelazia de Lábrea, no Amazonas. “Existe essa abertura, mas é claro que eles são orientados a missão junto aos mais carentes, às comunidades que mais precisam, às realidade mais voltadas para a paróquia em si. Afinal, são ligados ao bispo mas também à paróquia. Sair em missão faz parte da dimensão da Igreja”, afirma o coordenador da Escola.

      Como, entretanto, os diácono têm família, filhos, netos, depende muito do candidato, dos familiares. “Está sendo articulado a ida de diáconos para a Prelazia de Lálbrea. Um já está se preparando para ir, o Gilson Camilo da Silva, presidente da Cáritas, Vai conhecer lá, agora no final do ano, e já está se organizando profissionalmente, conversando com a família, para retornar por mais tempo. Além dele, outros manifestaram desejo de ir por um ano ou dois”, informa  o padre.

      Neste sentido, prossegue padre Mário, seria muito bom que os diáconos da diocese pudessem ir em missão “até para que o povo de lá conheça a figura do diácono permanente, quais as possibilidades desse ministério diante uma cidade que é tão carente de ministros ordenados. Estamos no aguardo também de uma palavra a respeito do ministério ordenado no Sínodo da Amazônia. Parece que sairá uma proposta em relação ao diaconato naquela região”, adianta.


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