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Publicado em: 09/10/2019

Diocese envia segundo padre à Amazônia

Padre Adevilson de Lara vai ficar um mês em Lábrea

 
O casal Hélio e Marinês receberam o padre para o pernoite, em Porto Velho
O casal Hélio e Marinês receberam o padre para o pernoite, em Porto Velho | Crédito: Acervo Pessoal

      O padre Adevilson Dias de Lara está na Prelazia de Lábrea. É o segundo padre da Diocese de Ponta Grossa que é enviado para a Amazônia dentro do Projeto Igreja-Irmã, desenvolvido há quase dez anos com a prelazia, onde está já, há pouco mais de três anos, o padre José Nilson Santos. Antes dele, padre José Lauro Gonçalves Gomes serviu em Lábrea por quatro anos. Padre Adevilson viajou no dia 7, no final da tarde, pernoitou em Porto Velho (RO), e seguiu para Lábrea, de carro, onde chegou dia 8.

      Segundo padre Adevilson, no caminho até a sede da prelazia, via rodovia Transamazônica, ele passou por algumas comunidades que fazem parte da Paróquia São João Batista, na cidade de Canutama, onde irá permanecer neste próximo mês. “De amanhã até sábado estarei me deslocando para a Paróquia São João Batista. Preciso esperar o barco. Do dia 12 até o dia 24 fico na paróquia. Depois, retorno para Lábrea para conhecer os ramais, as linhas - as comunidades - mais próximas. Vou acabar ficando entre os dois lugares”, comenta o sacerdote, que foi ordenado em 2017. Em Canutama, ele será recebido pelo bispo emérito do prelado, dom Jesus Morazza, e pelo padre Severino Albino da Silva, que vão acompanhá-lo nas visitas às comunidades ribeirinhas.

      “Estou aberto para a ação missionária. É como no versículo 29 de Mateus 19, quando Jesus diz ‘"e todo aquele que por minha causa deixar irmãos, irmãs, pai, mãe, mulher, filhos, terras ou casa receberá o cêntuplo e possuirá a vida eterna’, ou seja, quem ama essas coisas mais do que a Cristo não está apto para a ação missionária. É a renúncia, o despojamento, o coração aberto para acolher a realidade nova, cultura, pessoas diferentes. E trago comigo o lema da minha ordenação - ‘Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo – a liberdade, a caridade, a escuta, que tanto Jesus nos falou no Evangelho da semana passada”, afirma padre Adevilson.

      Padre Adevilson ressalta  que se trata de uma realidade que exige disposição e empenho missionário. “O que vou encontrar só depois que terminar essa experiência vou poder dizer”, reforça, afirmando ser o cenário desafiador. Para chegar a alguns pontos da paróquia de Canutama o sacerdote terá de percorrer 400 quilômetros de estrada, além das 12 horas de viagem no barco.  


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Publicado em: 09/10/2019

Diocese envia segundo padre à Amazônia

Padre Adevilson de Lara vai ficar um mês em Lábrea

 

      O padre Adevilson Dias de Lara está na Prelazia de Lábrea. É o segundo padre da Diocese de Ponta Grossa que é enviado para a Amazônia dentro do Projeto Igreja-Irmã, desenvolvido há quase dez anos com a prelazia, onde está já, há pouco mais de três anos, o padre José Nilson Santos. Antes dele, padre José Lauro Gonçalves Gomes serviu em Lábrea por quatro anos. Padre Adevilson viajou no dia 7, no final da tarde, pernoitou em Porto Velho (RO), e seguiu para Lábrea, de carro, onde chegou dia 8.

      Segundo padre Adevilson, no caminho até a sede da prelazia, via rodovia Transamazônica, ele passou por algumas comunidades que fazem parte da Paróquia São João Batista, na cidade de Canutama, onde irá permanecer neste próximo mês. “De amanhã até sábado estarei me deslocando para a Paróquia São João Batista. Preciso esperar o barco. Do dia 12 até o dia 24 fico na paróquia. Depois, retorno para Lábrea para conhecer os ramais, as linhas - as comunidades - mais próximas. Vou acabar ficando entre os dois lugares”, comenta o sacerdote, que foi ordenado em 2017. Em Canutama, ele será recebido pelo bispo emérito do prelado, dom Jesus Morazza, e pelo padre Severino Albino da Silva, que vão acompanhá-lo nas visitas às comunidades ribeirinhas.

      “Estou aberto para a ação missionária. É como no versículo 29 de Mateus 19, quando Jesus diz ‘"e todo aquele que por minha causa deixar irmãos, irmãs, pai, mãe, mulher, filhos, terras ou casa receberá o cêntuplo e possuirá a vida eterna’, ou seja, quem ama essas coisas mais do que a Cristo não está apto para a ação missionária. É a renúncia, o despojamento, o coração aberto para acolher a realidade nova, cultura, pessoas diferentes. E trago comigo o lema da minha ordenação - ‘Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo – a liberdade, a caridade, a escuta, que tanto Jesus nos falou no Evangelho da semana passada”, afirma padre Adevilson.

      Padre Adevilson ressalta  que se trata de uma realidade que exige disposição e empenho missionário. “O que vou encontrar só depois que terminar essa experiência vou poder dizer”, reforça, afirmando ser o cenário desafiador. Para chegar a alguns pontos da paróquia de Canutama o sacerdote terá de percorrer 400 quilômetros de estrada, além das 12 horas de viagem no barco.  


Diocede Ponta Grossa
O casal Hélio e Marinês receberam o padre para o pernoite, em Porto Velho   |   Acervo Pessoal

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O sacerdote diocesano viajou de Porto Velho em direção a Lábrea   |   Acervo Pessoal

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Mata, rio e barro integram o cenário do interior do Amazonas   |   Acervo Pessoal

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Padre Adevilson está conhecendo alguns pontos da paróquia que atenderá na prelazia   |   Acervo Pessoal


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