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Publicado em: 12/10/2019

Vigília reúne mais de 100 jovens

O despertar missionário foi o foco da noite

 
 Adorações, orações, missa fizeram parte da programação da noite Adorações, orações, missa fizeram parte da programação da noite | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Mais de 100 jovens de Ponta Grossa e vindos de diversas cidades da Diocese se reuniram uma vigília missionária, entre esta sexta-feira e sábado (12), na sub-sede do Colégio e Faculdade Sant’Ana, em Uvaranas. Durante toda a noite, música, oração, adoração, palestras e o cumprimento de tarefas,  regadas a muita alegria e animação, na véspera do dia da Mãe Aparecida. A promoção, a cargo das Missionárias Servas do Espírito Santo, acontece dentro do Mês Missionário Extraordinário, instituído pelo Papa Francisco em outubro, como forma de despertar e animar as comunidades.

      O bispo dom Sergio Arthur Braschi foi o primeiro a falar para a juventude reunida na vigília” Os jovens amam, gostam passar horas assim, em convivência e de encontro vivo com Jesus vivo. Será uma noite inesquecível para muitos deles e vai suscitar no coração a abertura para a missão. E a missão se faz com os pés dos que partem, com os joelhos dos que suplicam e apoiam os missionários na oração e com as mãos que trabalham, que ajudam a missão acontecer. Que os nossos jovens possam viver essa vigília como uma grande descoberta da missão”, dizia dom Sergio.                                

      Padre Edvino Sicuro, da Congregação Missionários do Verbo Divino, foi um dos palestrantes. Ele partilhou um pouco de sua caminhada, falou da importância de a juventude ver os padres como pessoas normais. “Isso que tentei mostrar: que fui jovem, tive grupos, namorei, fui a bailes... e depois que se vira padre não se passa a ser um extraterrestre, mas se continua com uma vida simples, normal, servindo a Deus e aproveitando como se pode todos os momentos. Minha finalidade foi convidá-los que sejam jovens cristãos no meio do mundo”, detalhou o padre verbita, citando que os jovens precisam ter experiência de namoro, de vida social, para ter certeza do que quer, se pensa em se tornar sacerdote ou religioso. Padre Edivino contou que foi responsável, no ano 2000, pela coordenação de uma catacumba, em Roma, e que traduzia na Rádio Vaticano as celebrações do italiano para o português à Rede Canção Nova, TV Aparecida  e Rede Católica de Rádio. “Foi a melhor experiência que tive; conheci o interior da Igreja”, acrescentou. 

       Graziele Mendoka veio da Comunidade  do Fundão, que pertence à Paróquia Sant’Ana, de Castro, comentou que com ela vieram cerca de 15 jovens. Primeira vez que participava de uma vigília, a jovem lembrava que mora em um sítiio e os pais sempre a ensinaram a ir na Igreja e a buscar a Palavra de Deus. “Está sendo muito bom. Abre a mente para a decidir o que se quer da vida, qual caminho seguir”, destacou. Ela que tem uma irmã recém-ingressa nas Servas Missionária do Espírito Santo,  revelou ter pensando em seguir também a vida religiosa. “Ela me convidou para ir em uma convivência que terá em novembro. Estou pensando seriamente porque o que cativa na congregação delas é o ajudar os outros, ir em creches... isso motiva a gente e ela está muito feliz”,  ressaltou Graziele, que não havia comentado nem com os pais sobre a intenção.

      A coordenadora provincial Sul das Servas Missionárias do Espírito Santo, irmã Ilca Maria Henges, resumiu a vigília como um momento de viver o Mês Extraordinário de uma forma extraordinária. “É algo novo a vigília para jovens e a conscientização missionária passa por aí, precisa conscientizar o jovem do seu papel, de sua responsabilidade de ser missionário aqui e agora, ou, ad gentes. Bonito de ver padres aqui para atender o jovem em confissão e para ouvir a juventude. É uma bênção para a diocese e para a Igreja”.

      Irmã Adriana Regina da Silva, missionária Serva do Espírito Santo, idealizadora do evento, dizia estar vivendo uma grande alegria, um momento de contemplação, de um projeto que não é dela, mas de Deus, do qual ela é só instrumento. “Minha primeira motivação foi fazer convite e deixar que o jovem aderisse espontaneamente, por isso não direcionei apenas para os alunos do colégio, mas para os grupos de jovens e de todas as paróquias. Foi um convite para uma noite diferente, dinâmica, mas a resposta era dele”, afirmou. O trabalho, segundo ela, envolveu leigos, religiosos, jovens e os meios de divulgação da Diocese de Ponta Grossa. “Fazemos por Cristo, para Ele. Não tem nada que aconteça que tire a minha alegria”, emocionava-se.


 Serviço Vocacional

       A irmã Adriana assume, ano que vem, o Serviço de Animação Vocacional da Congregação. “Temos em vista a melhoria do serviço e sua renovação. A atual coordenadora, irmã Íria Walter, vai em missão ao Paraguai, a comunidade de San Lorenzo, assumir uma casa de formação,  e pensei na irmã Adriana para assumir essa função tão importante por ser jovem, animada. É a pessoa certa. Jovem quer se identificar com alguém mais jovem”, justificava a coordenadora provincial. 

      “Se você dá aula no colégio, trabalha com jovens visa a realização do jovem vocacionalmente. O jovem sempre esteve presente na minha vida e o trabalho vocacional também. Foi uma surpresa e é uma grande responsabilidade. Minha expectativa é que Deus continue trabalhando em mim porque, eu por si só, não consigo fazer muita coisa, mas sou serva do Espírito Santo”, argumentou irmã Adriana. São mais de 200 religiosas na Província Sul, que abrange ainda São Paulo, Santa Catarina. Rio Grande do Sul, Pará, Rondônia e Amazonas. Para a religiosa, existe grande crise de vocações em todas as congregações,  o número tem diminuído significativamente. “Mas, Deus continua chamando. Temos de ir ao encontro e ajudar esse jovem a dar sentido na vida. Não é o fim, mas uma fase que tem nos ajudado a amadurecer e perceber que é preciso mudar algumas coisas se não a vida, a missão não atrai o jovem. Esse novo vigor, esse dinamismo precisa fazer parte de nossa vida como Missionária Serva do Espírito Santo”.


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Publicado em: 12/10/2019

Vigília reúne mais de 100 jovens

O despertar missionário foi o foco da noite

 

      Mais de 100 jovens de Ponta Grossa e vindos de diversas cidades da Diocese se reuniram uma vigília missionária, entre esta sexta-feira e sábado (12), na sub-sede do Colégio e Faculdade Sant’Ana, em Uvaranas. Durante toda a noite, música, oração, adoração, palestras e o cumprimento de tarefas,  regadas a muita alegria e animação, na véspera do dia da Mãe Aparecida. A promoção, a cargo das Missionárias Servas do Espírito Santo, acontece dentro do Mês Missionário Extraordinário, instituído pelo Papa Francisco em outubro, como forma de despertar e animar as comunidades.

      O bispo dom Sergio Arthur Braschi foi o primeiro a falar para a juventude reunida na vigília” Os jovens amam, gostam passar horas assim, em convivência e de encontro vivo com Jesus vivo. Será uma noite inesquecível para muitos deles e vai suscitar no coração a abertura para a missão. E a missão se faz com os pés dos que partem, com os joelhos dos que suplicam e apoiam os missionários na oração e com as mãos que trabalham, que ajudam a missão acontecer. Que os nossos jovens possam viver essa vigília como uma grande descoberta da missão”, dizia dom Sergio.                                

      Padre Edvino Sicuro, da Congregação Missionários do Verbo Divino, foi um dos palestrantes. Ele partilhou um pouco de sua caminhada, falou da importância de a juventude ver os padres como pessoas normais. “Isso que tentei mostrar: que fui jovem, tive grupos, namorei, fui a bailes... e depois que se vira padre não se passa a ser um extraterrestre, mas se continua com uma vida simples, normal, servindo a Deus e aproveitando como se pode todos os momentos. Minha finalidade foi convidá-los que sejam jovens cristãos no meio do mundo”, detalhou o padre verbita, citando que os jovens precisam ter experiência de namoro, de vida social, para ter certeza do que quer, se pensa em se tornar sacerdote ou religioso. Padre Edivino contou que foi responsável, no ano 2000, pela coordenação de uma catacumba, em Roma, e que traduzia na Rádio Vaticano as celebrações do italiano para o português à Rede Canção Nova, TV Aparecida  e Rede Católica de Rádio. “Foi a melhor experiência que tive; conheci o interior da Igreja”, acrescentou. 

       Graziele Mendoka veio da Comunidade  do Fundão, que pertence à Paróquia Sant’Ana, de Castro, comentou que com ela vieram cerca de 15 jovens. Primeira vez que participava de uma vigília, a jovem lembrava que mora em um sítiio e os pais sempre a ensinaram a ir na Igreja e a buscar a Palavra de Deus. “Está sendo muito bom. Abre a mente para a decidir o que se quer da vida, qual caminho seguir”, destacou. Ela que tem uma irmã recém-ingressa nas Servas Missionária do Espírito Santo,  revelou ter pensando em seguir também a vida religiosa. “Ela me convidou para ir em uma convivência que terá em novembro. Estou pensando seriamente porque o que cativa na congregação delas é o ajudar os outros, ir em creches... isso motiva a gente e ela está muito feliz”,  ressaltou Graziele, que não havia comentado nem com os pais sobre a intenção.

      A coordenadora provincial Sul das Servas Missionárias do Espírito Santo, irmã Ilca Maria Henges, resumiu a vigília como um momento de viver o Mês Extraordinário de uma forma extraordinária. “É algo novo a vigília para jovens e a conscientização missionária passa por aí, precisa conscientizar o jovem do seu papel, de sua responsabilidade de ser missionário aqui e agora, ou, ad gentes. Bonito de ver padres aqui para atender o jovem em confissão e para ouvir a juventude. É uma bênção para a diocese e para a Igreja”.

      Irmã Adriana Regina da Silva, missionária Serva do Espírito Santo, idealizadora do evento, dizia estar vivendo uma grande alegria, um momento de contemplação, de um projeto que não é dela, mas de Deus, do qual ela é só instrumento. “Minha primeira motivação foi fazer convite e deixar que o jovem aderisse espontaneamente, por isso não direcionei apenas para os alunos do colégio, mas para os grupos de jovens e de todas as paróquias. Foi um convite para uma noite diferente, dinâmica, mas a resposta era dele”, afirmou. O trabalho, segundo ela, envolveu leigos, religiosos, jovens e os meios de divulgação da Diocese de Ponta Grossa. “Fazemos por Cristo, para Ele. Não tem nada que aconteça que tire a minha alegria”, emocionava-se.


 Serviço Vocacional

       A irmã Adriana assume, ano que vem, o Serviço de Animação Vocacional da Congregação. “Temos em vista a melhoria do serviço e sua renovação. A atual coordenadora, irmã Íria Walter, vai em missão ao Paraguai, a comunidade de San Lorenzo, assumir uma casa de formação,  e pensei na irmã Adriana para assumir essa função tão importante por ser jovem, animada. É a pessoa certa. Jovem quer se identificar com alguém mais jovem”, justificava a coordenadora provincial. 

      “Se você dá aula no colégio, trabalha com jovens visa a realização do jovem vocacionalmente. O jovem sempre esteve presente na minha vida e o trabalho vocacional também. Foi uma surpresa e é uma grande responsabilidade. Minha expectativa é que Deus continue trabalhando em mim porque, eu por si só, não consigo fazer muita coisa, mas sou serva do Espírito Santo”, argumentou irmã Adriana. São mais de 200 religiosas na Província Sul, que abrange ainda São Paulo, Santa Catarina. Rio Grande do Sul, Pará, Rondônia e Amazonas. Para a religiosa, existe grande crise de vocações em todas as congregações,  o número tem diminuído significativamente. “Mas, Deus continua chamando. Temos de ir ao encontro e ajudar esse jovem a dar sentido na vida. Não é o fim, mas uma fase que tem nos ajudado a amadurecer e perceber que é preciso mudar algumas coisas se não a vida, a missão não atrai o jovem. Esse novo vigor, esse dinamismo precisa fazer parte de nossa vida como Missionária Serva do Espírito Santo”.


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Os jovens vieram de Ponta Grossa e de diferentes cidades   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Bispo dom Sergio foi o primeiro a falar para os jovens   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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As tarefas foram cumpridas pelos jovens com muita alegria e animação   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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As tarefas foram cumpridas pelos jovens com muita alegria e animação   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Padre Edvino, da Congregação Missionários do Verbo Divino, foi um dos palestrantes   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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