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Publicado em: 13/10/2019

Devotos homenageiam padroeira do Brasil

Milhares de fiéis ganharam às ruas neste sábado

 
No santuário, dom Sergio celebra, ao lado de padres e diáconos, a missa solene No santuário, dom Sergio celebra, ao lado de padres e diáconos, a missa solene | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      ‘Imaculada, Maria Mãe de Deus, Nossa Senhora Aparecida, rainha do povo brasileiro, rogai por nós!’. A faixa carregada por religiosas Servas de Maria Imaculada, responsáveis pela administração do Hospital  Bom Jesus, congregação onde nasceu há 35 anos a procissão em honra à padroeira do Brasil, estampava bem a força da devoção de uma nação. Idosos, cadeirantes, gente escorada em bengalas, jovens...a legião de devotos que ganha às ruas neste dia 12 de outubro impressiona. Mesmo com o sol forte, estima-se que aproximadamente dez mil pessoas participaram da procissão, este ano. O trajeto feito pela imagem saiu do hospital, perto das 14 horas e foi levada pelos fiéis até o Santuário Diocesano de Nossa Senhora Aparecida, na matriz da Paróquia São Sebastião.

      O verdadeiro mar de devotos caminhava coberto por sombrinhas e guarda-chuvas, que tentavam amenizar a temperatura de 29 graus registrada na tarde deste sábado em Ponta Grossa. Gente de todas as idades que, com o terço nas mãos acompanha todo o cortejo, rezando o rosário. Padres, religiosos, diáconos, ministros extraordinários da  Eucaristia, coroinhas e acólitos seguem ao lado da imagem, carregada em uma caminhonete. Rosicléia de Oliveira Rosa trazia na camiseta a santa estampada, caminhava e rezava. “Sou devota desde jovem. Vou todos os anos para Aparecida. Este mês, viajo para lá agora dia 29. Há três anos venho na procissão. Tenho muito a agradecer”, confidenciava a moradora da Vila Marina.  

      Júlia Pereira, de 80 anos, é aposentada e mesmo com as fortes dores causadas pela artrose não se furtou de acompanhar a procissão. De bengala, ela fez 90% do trajeto. “Vim de ônibus e desci há uma quadra para frente do hospital. Faço questão de vir. Fiquei triste no ano passado porque a doença estava pior e me impediu de estar aqui. Este ano, mesmo escorada nessa bengala e com dor na perna, eu tinha que estar aqui”, emocionava-se a legionária, que reside na Palmeirinha e frequenta a Paróquia Nossa Senhora do Pilar. Ana Cândida Dimejon, cunhada de Júlia, veio com ela. “Achei que não iria conseguir vir porque estava com uma gripe muito forte, mas pedi saúde a Nossa Senhora e ela me atendeu”, contou, citando que já recebeu inúmeras graças, especialmente, para os filhos. “Tenho uma filha de 47 anos que teve um ameaço de AVC, teve um coágulo na cabeça, mas, por Deus, com a intercessão da Senhora Aparecida, tenho fé que ela vai melhorar, vai se curar”.

       O bispo dom Sergio Arthur Braschi acompanhou a procissão e celebrou a missa solene, depois da chegada da imagem ao santuário. Em sua homilia, dom Sergio falou das características de Maria que, mesmo quando se distraía, como na festa de casamento em estava e onde Jesus realizou seu primeiro milagre, estava atenta. “Ela festejava,  conversava, mas estava atenta, tanto que se preocupou com a angústia dos pais dos noivos. Ela falou com quem podia resolver o problema e, apesar dEle dizer que não era a sua hora, ela intercedeu e O fez se mostrar ao mundo.  Aprendamos com Maria, sejamos essa Igreja onde se festeja e onde se ajuda, onde ninguém passa necessidade”, afirmou o bispo. Dom Sergio ainda enalteceu o caráter servidor de Nossa Senhora, que imitada por irmã Dulce, a santa brasileira que será canonizada neste domingo. “Uma seguidora de Maria que, no alto de seus um metro e meio, transformou uma pequena enfermaria no maior hospital da Bahia”, lembrava.

 

Carreata

      Este ano, pela primeira vez, foi realizada uma carreata percorrendo as principais ruas do centro de Ponta Grossa. A imagem de Nossa Senhora Aparecida saiu do santuário, por volta das 11 horas, passou pela região central e voltou ao Hospital Bom Jesus. O reitor, padre Sandro Maciel Cândido Ferreira, considerou o momento muito bonito. “Tivemos uma adesão muito grande, não só das pessoas que já estavam na comunidade paroquial, mas dos que foram aderindo pelas ruas, com buzinaço, gente nos prédios saudando Nossa Senhora, demonstrando o carinho que o povo tem para com a Mãe de Deus e nossa, avaliou.

      O  pároco da São Sebastião ao garantir que a carreata se repetirá ano que vem, afirma que a ideia é preencher o dia todo com uma programação em honra a Nossa Senhora. “Com missa de hora em hora, carreata, caminhada. Se há anseio do povo, nós como Igreja temos a obrigação de fazer essas promoções. Há alguns anos, era só a procissão e a missa. Viu-se a necessidade de mais celebrações e, hoje, foram abertos mais dois horários de missa, às 10 e às 19 horas, e, conforme for mostrando a necessidade vamos preenchendo o dia”, destacou. Na missa das 10 horas, retomada há quatro anos, a igreja estava lotada. 


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Publicado em: 13/10/2019

Devotos homenageiam padroeira do Brasil

Milhares de fiéis ganharam às ruas neste sábado

 

      ‘Imaculada, Maria Mãe de Deus, Nossa Senhora Aparecida, rainha do povo brasileiro, rogai por nós!’. A faixa carregada por religiosas Servas de Maria Imaculada, responsáveis pela administração do Hospital  Bom Jesus, congregação onde nasceu há 35 anos a procissão em honra à padroeira do Brasil, estampava bem a força da devoção de uma nação. Idosos, cadeirantes, gente escorada em bengalas, jovens...a legião de devotos que ganha às ruas neste dia 12 de outubro impressiona. Mesmo com o sol forte, estima-se que aproximadamente dez mil pessoas participaram da procissão, este ano. O trajeto feito pela imagem saiu do hospital, perto das 14 horas e foi levada pelos fiéis até o Santuário Diocesano de Nossa Senhora Aparecida, na matriz da Paróquia São Sebastião.

      O verdadeiro mar de devotos caminhava coberto por sombrinhas e guarda-chuvas, que tentavam amenizar a temperatura de 29 graus registrada na tarde deste sábado em Ponta Grossa. Gente de todas as idades que, com o terço nas mãos acompanha todo o cortejo, rezando o rosário. Padres, religiosos, diáconos, ministros extraordinários da  Eucaristia, coroinhas e acólitos seguem ao lado da imagem, carregada em uma caminhonete. Rosicléia de Oliveira Rosa trazia na camiseta a santa estampada, caminhava e rezava. “Sou devota desde jovem. Vou todos os anos para Aparecida. Este mês, viajo para lá agora dia 29. Há três anos venho na procissão. Tenho muito a agradecer”, confidenciava a moradora da Vila Marina.  

      Júlia Pereira, de 80 anos, é aposentada e mesmo com as fortes dores causadas pela artrose não se furtou de acompanhar a procissão. De bengala, ela fez 90% do trajeto. “Vim de ônibus e desci há uma quadra para frente do hospital. Faço questão de vir. Fiquei triste no ano passado porque a doença estava pior e me impediu de estar aqui. Este ano, mesmo escorada nessa bengala e com dor na perna, eu tinha que estar aqui”, emocionava-se a legionária, que reside na Palmeirinha e frequenta a Paróquia Nossa Senhora do Pilar. Ana Cândida Dimejon, cunhada de Júlia, veio com ela. “Achei que não iria conseguir vir porque estava com uma gripe muito forte, mas pedi saúde a Nossa Senhora e ela me atendeu”, contou, citando que já recebeu inúmeras graças, especialmente, para os filhos. “Tenho uma filha de 47 anos que teve um ameaço de AVC, teve um coágulo na cabeça, mas, por Deus, com a intercessão da Senhora Aparecida, tenho fé que ela vai melhorar, vai se curar”.

       O bispo dom Sergio Arthur Braschi acompanhou a procissão e celebrou a missa solene, depois da chegada da imagem ao santuário. Em sua homilia, dom Sergio falou das características de Maria que, mesmo quando se distraía, como na festa de casamento em estava e onde Jesus realizou seu primeiro milagre, estava atenta. “Ela festejava,  conversava, mas estava atenta, tanto que se preocupou com a angústia dos pais dos noivos. Ela falou com quem podia resolver o problema e, apesar dEle dizer que não era a sua hora, ela intercedeu e O fez se mostrar ao mundo.  Aprendamos com Maria, sejamos essa Igreja onde se festeja e onde se ajuda, onde ninguém passa necessidade”, afirmou o bispo. Dom Sergio ainda enalteceu o caráter servidor de Nossa Senhora, que imitada por irmã Dulce, a santa brasileira que será canonizada neste domingo. “Uma seguidora de Maria que, no alto de seus um metro e meio, transformou uma pequena enfermaria no maior hospital da Bahia”, lembrava.

 

Carreata

      Este ano, pela primeira vez, foi realizada uma carreata percorrendo as principais ruas do centro de Ponta Grossa. A imagem de Nossa Senhora Aparecida saiu do santuário, por volta das 11 horas, passou pela região central e voltou ao Hospital Bom Jesus. O reitor, padre Sandro Maciel Cândido Ferreira, considerou o momento muito bonito. “Tivemos uma adesão muito grande, não só das pessoas que já estavam na comunidade paroquial, mas dos que foram aderindo pelas ruas, com buzinaço, gente nos prédios saudando Nossa Senhora, demonstrando o carinho que o povo tem para com a Mãe de Deus e nossa, avaliou.

      O  pároco da São Sebastião ao garantir que a carreata se repetirá ano que vem, afirma que a ideia é preencher o dia todo com uma programação em honra a Nossa Senhora. “Com missa de hora em hora, carreata, caminhada. Se há anseio do povo, nós como Igreja temos a obrigação de fazer essas promoções. Há alguns anos, era só a procissão e a missa. Viu-se a necessidade de mais celebrações e, hoje, foram abertos mais dois horários de missa, às 10 e às 19 horas, e, conforme for mostrando a necessidade vamos preenchendo o dia”, destacou. Na missa das 10 horas, retomada há quatro anos, a igreja estava lotada. 


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No santuário, dom Sergio celebra, ao lado de padres e diáconos, a missa solene   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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No santuário, dom Sergio celebra, ao lado de padres e diáconos, a missa solene   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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No santuário, dom Sergio celebra, ao lado de padres e diáconos, a missa solene   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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As pessoas se abrigam em chapéus, bonés, sombrinhas e guardas-chuvas para acompanhar a procissão   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Nem o sol quente afasta as pessoas de rezar ao lado do bispo durante a procissão   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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A igreja fica lotada. Os devotos são acomodados no centro pastoral e no estacionamento   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Pela primeira vez foi realizada uma carreata pelo centro da cidade   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Pela primeira vez foi realizada uma carreata pelo centro da cidade   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Julia Pereira e Ana Cândida Dimejon, devotas de Nossa Senhora   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Grande número de religiosas participaram da procissão   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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