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Publicado em: 16/10/2019

Procissão e aniversário de sacerdócio

Em Reserva, festa do dia da padroeira foi especial

 
As pessoas vieram também de Ponta Grossa e de Toledo para homenagear o frei As pessoas vieram também de Ponta Grossa e de Toledo para homenagear o frei | Crédito: Pascom Paróquia Menino Jesus/Reserva

      Sacerdotes e diáconos de Reserva, Ponta Grossa e Toledo celebraram, no último sábado (12), na missa das 19 horas, além da Solenidade de Nossa Senhora Aparecida. Os dez anos de sacerdócio do frei Margon Milleo, de 39 anos, nascido em Reserva. Houve procissão pelas ruas da cidade na sequência. Familiares do frei e moradores de Ponta Grossa, por onde Margon passou, acompanharam a celebração. 

      O pároco da Paróquia Menino Jesus, Fábio Sejanoski, apresentou os freis visitantes, pediu para que todos dissessem suas origens. Quando chegou a vez de Margon, o frei brincou.‘’Ele disse para falar frei Margon (risos). Sou daqui e moro em Londrina’’, disse, após as palmas.

      O momento foi conduzido pelo frei, que destacou a importância de festejar a padroeira e fez uma analogia com a leitura do Livro de Ester. “Ela se preocupa com seu povo; uma rainha que pede ajuda ao rei pela vida dos hebreus, que estava em uma situação de risco, perseguição. Na Santíssima Virgem este ato intercessor continua. Nós brasileiros precisamos dessa mediação, comentou”.

      Margon falou de sua missão pelo Brasil e as dificuldades e alegrias encontradas. “Posso dizer que encontro várias coisas belas, uma Igreja que luta para evangelizar, que luta para ser discipula missionária de Jesus. Mas não posso negar que ando vendo muita miséria, sofrimento nesses quatro últimos anos que trabalho com a coordenação das missões, tenho visto muita dor em nosso povo’’, lamentou.

      O frei salientou a responsabilidade do cristão sobre as mazelas da sociedade. Não apontar apenas o setor público. ‘’Nós também carregamos nossa parte de culpa, como Igreja, como cristãos católicos, argumentou. Ao citar o Evangelho de João, Margon reiterou a papel fundamental de Maria no primeiro milagre público de Cristo. “Maria estava orando em silêncio, mas não alienada à situação. Ela foi uma mulher de atitude. Não era quieta, no sentido de deixar as coisas acontecerem.  Ela se posicionava. Muitas vezes pintamos uma Maria muito silenciosa, quase um coitadismo. Esta não é a mãe de Jesus. Pelo contrário, foi uma mulher que agiu. Desde o Magnifica ‘’vamos derrubar os poderosos nos tronos e elevar os humildes’’. Esta é a Virgem que nós acreditamos’’, complementou.

Despedida

      Ao final da missa, o frei Margon chamou as irmãs religiosas, seminaristas e a equipe de celebração para cantar e rezar a Ave-Maria em frente à imagem de Nossa Senhora Aparecida. Antes da procissão luminosa, padre Fábio abençoou as velas e pediu um ‘Parabéns pra Você’ em homenagem ao frei.

      A procissão começou pela lateral do estacionamento da igreja. Um andor enfeitado e com a imagem da padroeira foi conduzido por devotos pela Avenida Coronel Rogério Borba e ruas próximas. A chegada foi novamente à matriz.


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Publicado em: 16/10/2019

Procissão e aniversário de sacerdócio

Em Reserva, festa do dia da padroeira foi especial

 

      Sacerdotes e diáconos de Reserva, Ponta Grossa e Toledo celebraram, no último sábado (12), na missa das 19 horas, além da Solenidade de Nossa Senhora Aparecida. Os dez anos de sacerdócio do frei Margon Milleo, de 39 anos, nascido em Reserva. Houve procissão pelas ruas da cidade na sequência. Familiares do frei e moradores de Ponta Grossa, por onde Margon passou, acompanharam a celebração. 

      O pároco da Paróquia Menino Jesus, Fábio Sejanoski, apresentou os freis visitantes, pediu para que todos dissessem suas origens. Quando chegou a vez de Margon, o frei brincou.‘’Ele disse para falar frei Margon (risos). Sou daqui e moro em Londrina’’, disse, após as palmas.

      O momento foi conduzido pelo frei, que destacou a importância de festejar a padroeira e fez uma analogia com a leitura do Livro de Ester. “Ela se preocupa com seu povo; uma rainha que pede ajuda ao rei pela vida dos hebreus, que estava em uma situação de risco, perseguição. Na Santíssima Virgem este ato intercessor continua. Nós brasileiros precisamos dessa mediação, comentou”.

      Margon falou de sua missão pelo Brasil e as dificuldades e alegrias encontradas. “Posso dizer que encontro várias coisas belas, uma Igreja que luta para evangelizar, que luta para ser discipula missionária de Jesus. Mas não posso negar que ando vendo muita miséria, sofrimento nesses quatro últimos anos que trabalho com a coordenação das missões, tenho visto muita dor em nosso povo’’, lamentou.

      O frei salientou a responsabilidade do cristão sobre as mazelas da sociedade. Não apontar apenas o setor público. ‘’Nós também carregamos nossa parte de culpa, como Igreja, como cristãos católicos, argumentou. Ao citar o Evangelho de João, Margon reiterou a papel fundamental de Maria no primeiro milagre público de Cristo. “Maria estava orando em silêncio, mas não alienada à situação. Ela foi uma mulher de atitude. Não era quieta, no sentido de deixar as coisas acontecerem.  Ela se posicionava. Muitas vezes pintamos uma Maria muito silenciosa, quase um coitadismo. Esta não é a mãe de Jesus. Pelo contrário, foi uma mulher que agiu. Desde o Magnifica ‘’vamos derrubar os poderosos nos tronos e elevar os humildes’’. Esta é a Virgem que nós acreditamos’’, complementou.

Despedida

      Ao final da missa, o frei Margon chamou as irmãs religiosas, seminaristas e a equipe de celebração para cantar e rezar a Ave-Maria em frente à imagem de Nossa Senhora Aparecida. Antes da procissão luminosa, padre Fábio abençoou as velas e pediu um ‘Parabéns pra Você’ em homenagem ao frei.

      A procissão começou pela lateral do estacionamento da igreja. Um andor enfeitado e com a imagem da padroeira foi conduzido por devotos pela Avenida Coronel Rogério Borba e ruas próximas. A chegada foi novamente à matriz.


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As pessoas vieram também de Ponta Grossa e de Toledo para homenagear o frei   |   Pascom Paróquia Menino Jesus/Reserva

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Frei Margon festejou dez anos de sacerdócio   |   Pascom Paróquia Menino Jesus/Reserva

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Depois da missa, houve procissão pelas ruas próximas a igreja matriz   |   Pascom Paróquia Menino Jesus/Reserva