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Encontro detalha ação das Pontifícias Obras

Na Diocese, são duas as mais conhecidas

O encontro aconteceu durante todo o domingo O encontro aconteceu durante todo o domingo | Crédito: Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

     Promoção do Conselho Missionário Diocesano e do Conselho Missionário dos Seminaristas, no domingo (25), um encontro reuniu perto de 45 pessoas para falar a respeito da atuação das quatro Pontifícias Obras Missionárias. Na Diocese de Ponta Grossa, duas funcionam ativamente, a Infância e Adolescência Missionária e a Propagação da Fé, que é integrada pela Juventude Missionária.  As atividades foram das 9 às 17 horas, no salão paroquial da igreja Imaculada Conceição, reunindo representantes das paróquias Nossa Senhora dos Remédios, de Tibagi; Imaculada Conceição, de Carambeí; da São Sebastião, de Ortigueira Nossa Senhora de Fátima, Santo Antônio, Nossa Senhora do Pilar e Senhor Bom Jesus, de Ponta Grossa, além de irmãs Servas do Espírito Santo e do Colégio Santana.

     O coordenador do Conselho Missionário Regional, Odaril José da Rosa, abriu os trabalhos fazendo um histórico de cada uma das Pontifícias Obras. “Contei um pouco da história de como foram acontecendo, e, a partir daí, direcionei sobre as que existem em Ponta Grossa, citando a Infância Missionária, o Comire, a Propagação da Fé. Iniciei falando da animação missionária e detalhei também os documentos da Igreja ligados às Pontifícias Obras”, comentou Odaril, para quem a espinha dorsal das Obras é a animação missionária. “Ela perpassa as quatro obras. Todas derivam da animação. Sem anim ação não tem missão”, destacou.

     Dom Sergio Arthur Braschi, bispo referencial da Dimensão Missionária no Paraná, ressaltou que as obras foram nascendo ao longo de décadas, começando em 1822, com a Paulina Jaricot, na França. “E pela importância que foram adquirindo na conscientização de toda a comunidade católica sobre o valor da missão universal da Igreja além das fronteiras, foram chamadas de ‘pontifícias’ porque foram assumidas pelos papas”, detalhou o bispo. Das quatro obras a que existe há mais tempo na Diocese é a Infância e Adolescência Missionária, a mais conhecida. “Mas, também existe a propagação da fé com grupos que rezam e contribuem com os missionários distantes , e, dentro dela ainda, existe a Juventude Missionária. As outras duas, a União Católica e a Obra de São Pedro, são menos conhecidas”, citou dom Sergio. “É uma alegria tê-las na Diocese”, sentenciou.

     A atuação das obras pontifícias foram detalhadas em oficinas com os padres Wagner Oliveira da Silva e José Fernando Noriega Zegarra.  O coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, padre Joel Nalepa, também falou aos participantes do encontro, destacando a importância das diferentes vertentes missionárias na evangelização.


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Encontro detalha ação das Pontifícias Obras

Na Diocese, são duas as mais conhecidas

     Promoção do Conselho Missionário Diocesano e do Conselho Missionário dos Seminaristas, no domingo (25), um encontro reuniu perto de 45 pessoas para falar a respeito da atuação das quatro Pontifícias Obras Missionárias. Na Diocese de Ponta Grossa, duas funcionam ativamente, a Infância e Adolescência Missionária e a Propagação da Fé, que é integrada pela Juventude Missionária.  As atividades foram das 9 às 17 horas, no salão paroquial da igreja Imaculada Conceição, reunindo representantes das paróquias Nossa Senhora dos Remédios, de Tibagi; Imaculada Conceição, de Carambeí; da São Sebastião, de Ortigueira Nossa Senhora de Fátima, Santo Antônio, Nossa Senhora do Pilar e Senhor Bom Jesus, de Ponta Grossa, além de irmãs Servas do Espírito Santo e do Colégio Santana.

     O coordenador do Conselho Missionário Regional, Odaril José da Rosa, abriu os trabalhos fazendo um histórico de cada uma das Pontifícias Obras. “Contei um pouco da história de como foram acontecendo, e, a partir daí, direcionei sobre as que existem em Ponta Grossa, citando a Infância Missionária, o Comire, a Propagação da Fé. Iniciei falando da animação missionária e detalhei também os documentos da Igreja ligados às Pontifícias Obras”, comentou Odaril, para quem a espinha dorsal das Obras é a animação missionária. “Ela perpassa as quatro obras. Todas derivam da animação. Sem anim ação não tem missão”, destacou.

     Dom Sergio Arthur Braschi, bispo referencial da Dimensão Missionária no Paraná, ressaltou que as obras foram nascendo ao longo de décadas, começando em 1822, com a Paulina Jaricot, na França. “E pela importância que foram adquirindo na conscientização de toda a comunidade católica sobre o valor da missão universal da Igreja além das fronteiras, foram chamadas de ‘pontifícias’ porque foram assumidas pelos papas”, detalhou o bispo. Das quatro obras a que existe há mais tempo na Diocese é a Infância e Adolescência Missionária, a mais conhecida. “Mas, também existe a propagação da fé com grupos que rezam e contribuem com os missionários distantes , e, dentro dela ainda, existe a Juventude Missionária. As outras duas, a União Católica e a Obra de São Pedro, são menos conhecidas”, citou dom Sergio. “É uma alegria tê-las na Diocese”, sentenciou.

     A atuação das obras pontifícias foram detalhadas em oficinas com os padres Wagner Oliveira da Silva e José Fernando Noriega Zegarra.  O coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, padre Joel Nalepa, também falou aos participantes do encontro, destacando a importância das diferentes vertentes missionárias na evangelização.


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O encontro aconteceu durante todo o domingo   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

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Odaril da Rosa explicou como começaram as pontifícias obras no mundo   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

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O bispo dom Sergio fez a missa de encerramento do encontro, no final da tarde   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa


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