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Publicado em: 18/10/2019

Religiosas festejam jubileu de consagração

11 Servas do Espírito Santo celebram neste domingo

 
Irmã Maria Aluísia vai festejar 50 anos de vida religiosa neste domingo Irmã Maria Aluísia vai festejar 50 anos de vida religiosa neste domingo | Crédito: Arquivo/AssCom Diocese de Ponta Grossa

      “Tu és minha serva, eu te escolhi para ser luz das nações” (Is 41,9). O dom da vida religiosa será celebrado neste domingo (20) por 11 integrantes da congregação Servas Missionárias do Espírito Santo. Uma missa, às 9h30, no Convento Espírito Santo, no Bairro de Uvaranas, em Ponta Grossa, lembra os 70 anos de vida religiosa da irmã Ana Lúcia Orth, 60 anos de consagração de Almerita Poggel, 50  anos como serva missionária de Dirce Helena Vettorazzi, Maria Aluísia Rhoden, Cleonice Bin, Maria Elmira Webber, Marta Maria de Melo, Sandra Maria Rockenbach e Susana Lúcia Rhoden, e 25 anos de vida consagrada de Maria Isabel Costa Barbosa e Aurélia Prihodová.

      A congregação, em Ponta Grossa desde 1905, é responsável pelo Colégio e Faculdade Sant’Ana e pelo Convento Espírito Santo, construído em 1962, onde ficam as religiosas idosas, as doentes, as jovens em formação e a direção provinciana. Irmã Maria Aluísia Rhode, que festeja seu jubileu de ouro, se diz feliz, realizada, forte, valente e firme. “Sinto que a opção pela vida religiosa vem de Deus, como toda a vocação, e vem gratuita. Sou feliz naquilo que sou e naquilo que faço”, afirma a religiosa que responde por uma das mais antigas e maiores instituições de ensino da cidade.

      Para irmã Maria Aluísia, não existe divisão entre ‘ser’ e ‘fazer’. “Não me divido. Meu dia é cronometrado entre oração, atendimento e trabalho. Levanto às 5 horas da manhã para cumprir com o dever de religiosa. E faço com muito gosto. Quem foi chamado sabe que não é só no claustro mas também no trabalho que Deus quer que a gente se realize. Sou mais religiosa com o povo. Temos que mostrar o dom de Deus, a vocação que temos. No Sant’Ana, não precisamos dizer somos religiosas entre os pais novos; eles percebem em nós um ser diferente: a caridade, o sorriso, jeito de atender e Deus que existe dentro de nós, e, Ele aparece”, conta.

      Às jovens que estão em dúvida, estão em fase de discernimento vocacional irmã Maria Aluísia faz um apelo. “Acordem! Acordem porque vocação não acertada seja para o matrimônio, seja para vida religiosa ou para sacerdote, se não acertarmos vamos ser infelizes. Deus deu os dons a cada um. Se é para a vida religiosa tem algo diferente: dedicação, caridade. No matrimônio, o amor é diferente, é dividido entre marido e crianças. Para gerar, é preciso ter Deus dentro de si. Mãe é feita para gerar, para cuidar, Tem dons específicos. E quem é chamado para a vida religiosa recebe dons e virtudes diferentes”, argumenta.   

       A Congregação das Servas Missionárias do Espírito Santo chegou ao Brasil em 1905, primeiramente em Juiz de Fora (MG), depois mandando religiosas para São José dos Pinhais e Ponta Grossa, onde vieram fundar um colégio para atender filhos de imigrantes alemães. Até ano passado,  no mundo, eram 3.020 irmãs. No Brasil, existiam duas províncias, a do sul, com 123 religiosas, e, a do norte, com 98. As servas tem comunidades pastorais e unidades de saúde complementar em Cascavel, Ortigueira, Medianeira, Porto União (SC), Canoas e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e em Jaru, em Rondônia, Placas, no Pará, Manaus, em Roraima, São Paulo e Minas Gerais.


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Publicado em: 18/10/2019

Religiosas festejam jubileu de consagração

11 Servas do Espírito Santo celebram neste domingo

 

      “Tu és minha serva, eu te escolhi para ser luz das nações” (Is 41,9). O dom da vida religiosa será celebrado neste domingo (20) por 11 integrantes da congregação Servas Missionárias do Espírito Santo. Uma missa, às 9h30, no Convento Espírito Santo, no Bairro de Uvaranas, em Ponta Grossa, lembra os 70 anos de vida religiosa da irmã Ana Lúcia Orth, 60 anos de consagração de Almerita Poggel, 50  anos como serva missionária de Dirce Helena Vettorazzi, Maria Aluísia Rhoden, Cleonice Bin, Maria Elmira Webber, Marta Maria de Melo, Sandra Maria Rockenbach e Susana Lúcia Rhoden, e 25 anos de vida consagrada de Maria Isabel Costa Barbosa e Aurélia Prihodová.

      A congregação, em Ponta Grossa desde 1905, é responsável pelo Colégio e Faculdade Sant’Ana e pelo Convento Espírito Santo, construído em 1962, onde ficam as religiosas idosas, as doentes, as jovens em formação e a direção provinciana. Irmã Maria Aluísia Rhode, que festeja seu jubileu de ouro, se diz feliz, realizada, forte, valente e firme. “Sinto que a opção pela vida religiosa vem de Deus, como toda a vocação, e vem gratuita. Sou feliz naquilo que sou e naquilo que faço”, afirma a religiosa que responde por uma das mais antigas e maiores instituições de ensino da cidade.

      Para irmã Maria Aluísia, não existe divisão entre ‘ser’ e ‘fazer’. “Não me divido. Meu dia é cronometrado entre oração, atendimento e trabalho. Levanto às 5 horas da manhã para cumprir com o dever de religiosa. E faço com muito gosto. Quem foi chamado sabe que não é só no claustro mas também no trabalho que Deus quer que a gente se realize. Sou mais religiosa com o povo. Temos que mostrar o dom de Deus, a vocação que temos. No Sant’Ana, não precisamos dizer somos religiosas entre os pais novos; eles percebem em nós um ser diferente: a caridade, o sorriso, jeito de atender e Deus que existe dentro de nós, e, Ele aparece”, conta.

      Às jovens que estão em dúvida, estão em fase de discernimento vocacional irmã Maria Aluísia faz um apelo. “Acordem! Acordem porque vocação não acertada seja para o matrimônio, seja para vida religiosa ou para sacerdote, se não acertarmos vamos ser infelizes. Deus deu os dons a cada um. Se é para a vida religiosa tem algo diferente: dedicação, caridade. No matrimônio, o amor é diferente, é dividido entre marido e crianças. Para gerar, é preciso ter Deus dentro de si. Mãe é feita para gerar, para cuidar, Tem dons específicos. E quem é chamado para a vida religiosa recebe dons e virtudes diferentes”, argumenta.   

       A Congregação das Servas Missionárias do Espírito Santo chegou ao Brasil em 1905, primeiramente em Juiz de Fora (MG), depois mandando religiosas para São José dos Pinhais e Ponta Grossa, onde vieram fundar um colégio para atender filhos de imigrantes alemães. Até ano passado,  no mundo, eram 3.020 irmãs. No Brasil, existiam duas províncias, a do sul, com 123 religiosas, e, a do norte, com 98. As servas tem comunidades pastorais e unidades de saúde complementar em Cascavel, Ortigueira, Medianeira, Porto União (SC), Canoas e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e em Jaru, em Rondônia, Placas, no Pará, Manaus, em Roraima, São Paulo e Minas Gerais.


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Irmã Maria Aluísia vai festejar 50 anos de vida religiosa neste domingo   |   Arquivo/AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Em 2018, 12 religiosas foram homenageadas   |   Arquivo/AssCom Diocese de Ponta Grossa


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