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Publicado em: 22/10/2019

A alegria de uma vida colorida no DNJ

Três mil jovens passam o dia juntos

 
Na área externa os jovens confraternizavam-se com muitas brincadeiras e coreografias Na área externa os jovens confraternizavam-se com muitas brincadeiras e coreografias | Crédito: Divulgação

      O espírito de união, alegria e diversão, com muita música, extrapolou a Color Party e se estendeu por toda a programação deste ano do Dia Nacional da Juventude, comemorado na Diocese de Ponta Grossa sempre no terceiro domingo de outubro. Uma das novidades da edição 2019, a Festa das Cores injetou ainda mais animação ao grupo de aproximadamente três mil jovens e adolescentes, que se reuniram no Espaço Silvana Khun, no Núcleo Santa Maria, neste domingo (20). O tema ‘que todos tenham vida’ abordou o resgate do sentido da vida, a promoção da vida entre os jovens. Na programação, o espetáculo Canto das Írias, adoração, confissões, workshops, aconselhamento e show com o DJ Alan Nunes.   

        “Tentamos falar da ‘vida viva’ de formas diferentes: com a possibilidade de confissão, a possibilidade de poder conversar, de se atirar de uma tirolesa, o não ter medo de se lançar, em uma roda de conversa com uma  psicóloga, que falou sobre suicídio, automutilação e sentido da vida. São muitos meios, não suficientes dada tantas necessidades”, explicava o assessor diocesano da Pastoral Juvenil, frei Walter da Silva Santos, contando que há uma preocupação muito grande da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) quanto automutilação, suicídio, “sintomas, em outras palavras, de falta de sentido da vida. Tanto que o assunto foi abordado no último encontro da (coordenação) nacional, em Brasília, em setembro”, acrescentou.

      Para frei Walter, nunca tivemos jovens tão bonitos como temos hoje. “Moças e rapazes belíssimos, mas que nunca foram tão tristes. É justamente esse contraste que queremos tentar corrigir e colocar a luz de Cristo para dar sentido a esse povo todo”, afirmou. O assessor diocesano lembrou que o DNJ tem tido um crescimento expressivo nos últimos três anos: em 2017, foram cerca de dois mil jovens e adolescentes, em 2018, perto de 2.500, e, este ano, aproximadamente três mil pessoas vieram de praticamente todas as paróquias da diocese, com exceção de Ortigueira e Ventania. “Me impressionou a presença dos jovens de Ipiranga, que vinham em 15, 20 pessoas e, este ano, vieram em dois ônibus, em torno de 98 jovens”, confidenciou o frei.

      De acordo com o frei, o jovem tem muita necessidade de se identificar com algo, com um grupo, uma tribo. “Essas grandes concentrações servem muitas vezes para mostrar que aquele jovem que está lá no seu grupo de jovem, com oito, dez, 15 jovens, que, às vezes sente ‘como somos pequenos e fracos’, na verdade, eles fazem parte de uma grande multidão de jovens, que é esse rosto jovem  da Diocese de Ponta Grossa, e, portanto, não estão sozinhos”, argumentou o assessor, enaltecendo o apoio e a presença do bispo dom Sergio Artur Braschi e, o engajamento de muitos jovens, que, em suas comunidades, já são catequistas, ministros.      

      Dom Sergio fez a abertura do DNJ e se dizia muito alegre de ver praticamente todas as paróquias representadas. “Este ano, tem um diferencial porque se insere dentro do Mês Missionário Extraordinário e no Dia Mundial das Missões. Que os jovens sempre despertem cada vez mais para essa consciência batizados e enviados, sentindo-se essa Igreja que sai para evangelizar o mundo que tanto precisa. Em outubro, muita coisa bonita está acontecendo. É a vitalidade da Igreja, que sempre se renova, a eterna jovem”, destacou o bispo.   


Fim de ciclo  

      A entrada do DNJ este ano era R$ 2 e mais um quilo de alimento. Segundo frei Walter, a arrecadação de passou de uma tonelada. Os alimentos devem ser encaminhados para as comunidades Deus Pai, que trabalha com a população em situação de rua, e, Mãe do Bom Conselho, que auxilia na recuperação de dependentes químicos.

      À frente da Pastoral Juvenil há três anos, o frei informou estar encerrando um ciclo. “O trabalho é possível porque há apoio da diocese, tanto financeiro como de presença, e dos padres. Mas, há muito a ser feito.  De zero a 100 cheguei, talvez, a 8. E o Reino de Deus tem pressa. As necessidades são muito grandes e quem quer trabalhar sempre vai ver que as necessidades estão sempre acima de nossas capacidades. Mas, graças a Deus que é Deus quem chama. Muitas coisas vão ficar encaminhadas para a próxima assessoria. Muda o assessoria não a coordenação da Pastoral. O Caminho vai continuar e, sempre alguém que entra, traz algo novo, de positivo, essa é a renovação da Igreja”.

      Nessa luta de três anos, prosseguiu o frei, o  mais  gratificante foi ver a busca de comunhão das diferentes expressões. “Ver jovens de diversas tribos, reunidos em um único local  para celebrar o seu ‘ser jovem católico’. Esse foi o maior benefício de todos”.  


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Publicado em: 22/10/2019

A alegria de uma vida colorida no DNJ

Três mil jovens passam o dia juntos

 

      O espírito de união, alegria e diversão, com muita música, extrapolou a Color Party e se estendeu por toda a programação deste ano do Dia Nacional da Juventude, comemorado na Diocese de Ponta Grossa sempre no terceiro domingo de outubro. Uma das novidades da edição 2019, a Festa das Cores injetou ainda mais animação ao grupo de aproximadamente três mil jovens e adolescentes, que se reuniram no Espaço Silvana Khun, no Núcleo Santa Maria, neste domingo (20). O tema ‘que todos tenham vida’ abordou o resgate do sentido da vida, a promoção da vida entre os jovens. Na programação, o espetáculo Canto das Írias, adoração, confissões, workshops, aconselhamento e show com o DJ Alan Nunes.   

        “Tentamos falar da ‘vida viva’ de formas diferentes: com a possibilidade de confissão, a possibilidade de poder conversar, de se atirar de uma tirolesa, o não ter medo de se lançar, em uma roda de conversa com uma  psicóloga, que falou sobre suicídio, automutilação e sentido da vida. São muitos meios, não suficientes dada tantas necessidades”, explicava o assessor diocesano da Pastoral Juvenil, frei Walter da Silva Santos, contando que há uma preocupação muito grande da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) quanto automutilação, suicídio, “sintomas, em outras palavras, de falta de sentido da vida. Tanto que o assunto foi abordado no último encontro da (coordenação) nacional, em Brasília, em setembro”, acrescentou.

      Para frei Walter, nunca tivemos jovens tão bonitos como temos hoje. “Moças e rapazes belíssimos, mas que nunca foram tão tristes. É justamente esse contraste que queremos tentar corrigir e colocar a luz de Cristo para dar sentido a esse povo todo”, afirmou. O assessor diocesano lembrou que o DNJ tem tido um crescimento expressivo nos últimos três anos: em 2017, foram cerca de dois mil jovens e adolescentes, em 2018, perto de 2.500, e, este ano, aproximadamente três mil pessoas vieram de praticamente todas as paróquias da diocese, com exceção de Ortigueira e Ventania. “Me impressionou a presença dos jovens de Ipiranga, que vinham em 15, 20 pessoas e, este ano, vieram em dois ônibus, em torno de 98 jovens”, confidenciou o frei.

      De acordo com o frei, o jovem tem muita necessidade de se identificar com algo, com um grupo, uma tribo. “Essas grandes concentrações servem muitas vezes para mostrar que aquele jovem que está lá no seu grupo de jovem, com oito, dez, 15 jovens, que, às vezes sente ‘como somos pequenos e fracos’, na verdade, eles fazem parte de uma grande multidão de jovens, que é esse rosto jovem  da Diocese de Ponta Grossa, e, portanto, não estão sozinhos”, argumentou o assessor, enaltecendo o apoio e a presença do bispo dom Sergio Artur Braschi e, o engajamento de muitos jovens, que, em suas comunidades, já são catequistas, ministros.      

      Dom Sergio fez a abertura do DNJ e se dizia muito alegre de ver praticamente todas as paróquias representadas. “Este ano, tem um diferencial porque se insere dentro do Mês Missionário Extraordinário e no Dia Mundial das Missões. Que os jovens sempre despertem cada vez mais para essa consciência batizados e enviados, sentindo-se essa Igreja que sai para evangelizar o mundo que tanto precisa. Em outubro, muita coisa bonita está acontecendo. É a vitalidade da Igreja, que sempre se renova, a eterna jovem”, destacou o bispo.   


Fim de ciclo  

      A entrada do DNJ este ano era R$ 2 e mais um quilo de alimento. Segundo frei Walter, a arrecadação de passou de uma tonelada. Os alimentos devem ser encaminhados para as comunidades Deus Pai, que trabalha com a população em situação de rua, e, Mãe do Bom Conselho, que auxilia na recuperação de dependentes químicos.

      À frente da Pastoral Juvenil há três anos, o frei informou estar encerrando um ciclo. “O trabalho é possível porque há apoio da diocese, tanto financeiro como de presença, e dos padres. Mas, há muito a ser feito.  De zero a 100 cheguei, talvez, a 8. E o Reino de Deus tem pressa. As necessidades são muito grandes e quem quer trabalhar sempre vai ver que as necessidades estão sempre acima de nossas capacidades. Mas, graças a Deus que é Deus quem chama. Muitas coisas vão ficar encaminhadas para a próxima assessoria. Muda o assessoria não a coordenação da Pastoral. O Caminho vai continuar e, sempre alguém que entra, traz algo novo, de positivo, essa é a renovação da Igreja”.

      Nessa luta de três anos, prosseguiu o frei, o  mais  gratificante foi ver a busca de comunhão das diferentes expressões. “Ver jovens de diversas tribos, reunidos em um único local  para celebrar o seu ‘ser jovem católico’. Esse foi o maior benefício de todos”.  


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Na área externa os jovens confraternizavam-se com muitas brincadeiras e coreografias   |   Divulgação

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A animação do DNJ contagiou a todos   |   Divulgação

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Dom Sergio celebrou a Santa Missa na abertura do DNJ   |   Divulgação

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Este ano o DNJ arrecadou mais de uma tonelada de alimentos   |   Divulgação

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A Color Party foi uma das atrações mais aguardadas pelos jovens   |   Divulgação

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A Color Party foi uma das atrações mais aguardadas pelos jovens   |   Divulgação


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