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Publicado em: 22/10/2019

DNJ: viver a verdadeira alegria

Jovens elogiam a experiência

 
| Crédito: Divulgação

      Alessandra dos Santos, da Paróquia São Miguel, de Irati, participava pela segunda vez do DNJ. “A experiência foi renovadora. Um ano é diferente do outro; o que Deus tem para fazer é sempre novo para a gente e é muito bom o que estamos vivendo. A gente vive a verdadeira alegria aqui dentro; viver essa alegria de viver dentro da Igreja, com o que a Igreja pode oferecer para nós”, avaliava a jovem, que veio em um ônibus com mais 50 pessoas. Alessandra lembrou que, em 2017, o  enfoque foi mais a espiritualidade. “Este ano, falaram mais do louvor, da alegria, cantar, dançar, pular, foi diferente. Focaram na festa, que é o que o jovem gosta. Vale a pena vir”, garantia.

      A companheira de paróquia de Alessandra, Letícia André dos Santos, participou da missa e da confissão. “Muito bom participar. Aproveitei a oportunidade e me confessei. Não fazia tanto tempo que não me confessava, mas resolvi aproveitar. É sempre bom estar vivendo os sacramentos. Vou voltar muito bem. Valeu a experiência!”, afirmava. O dj Alan Nunes de Sousa é da Paróquia Santa Cecília, da Arquidiocese da Sé (SP). Dj há oito anos, ele contava que foi evangelizado com a música. “As pessoas que estão fora, muitas vezes, acham que é só uma festa, um monte de jovem pulando, sem conteúdo, mas não, cada festa é um encontro diferente com Jesus, levando esses jovens a saírem da zona de conforto para uma coisa nova”, argumentava.

      Padre Pedro Cláudio Mendes, pároco da Paróquia Santa Rita de Cássia, de Ponta Grossa, veio acompanhado de um grupo grande de jovens. “Essa coletividade faz muto bem. Povo jovem que reza, que sonha, que se encontra. Essa riqueza de carismas, de espiritualidades, das diferentes paróquias, de idades, essa colegialidade desses jovens é coisa muito bonita e uma sinal do espírito e da catolicidade da Igreja”, resumia.


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Publicado em: 22/10/2019

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Jovens elogiam a experiência

 

      Alessandra dos Santos, da Paróquia São Miguel, de Irati, participava pela segunda vez do DNJ. “A experiência foi renovadora. Um ano é diferente do outro; o que Deus tem para fazer é sempre novo para a gente e é muito bom o que estamos vivendo. A gente vive a verdadeira alegria aqui dentro; viver essa alegria de viver dentro da Igreja, com o que a Igreja pode oferecer para nós”, avaliava a jovem, que veio em um ônibus com mais 50 pessoas. Alessandra lembrou que, em 2017, o  enfoque foi mais a espiritualidade. “Este ano, falaram mais do louvor, da alegria, cantar, dançar, pular, foi diferente. Focaram na festa, que é o que o jovem gosta. Vale a pena vir”, garantia.

      A companheira de paróquia de Alessandra, Letícia André dos Santos, participou da missa e da confissão. “Muito bom participar. Aproveitei a oportunidade e me confessei. Não fazia tanto tempo que não me confessava, mas resolvi aproveitar. É sempre bom estar vivendo os sacramentos. Vou voltar muito bem. Valeu a experiência!”, afirmava. O dj Alan Nunes de Sousa é da Paróquia Santa Cecília, da Arquidiocese da Sé (SP). Dj há oito anos, ele contava que foi evangelizado com a música. “As pessoas que estão fora, muitas vezes, acham que é só uma festa, um monte de jovem pulando, sem conteúdo, mas não, cada festa é um encontro diferente com Jesus, levando esses jovens a saírem da zona de conforto para uma coisa nova”, argumentava.

      Padre Pedro Cláudio Mendes, pároco da Paróquia Santa Rita de Cássia, de Ponta Grossa, veio acompanhado de um grupo grande de jovens. “Essa coletividade faz muto bem. Povo jovem que reza, que sonha, que se encontra. Essa riqueza de carismas, de espiritualidades, das diferentes paróquias, de idades, essa colegialidade desses jovens é coisa muito bonita e uma sinal do espírito e da catolicidade da Igreja”, resumia.


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