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Diocese estuda reativar ermida de Vila Velha

Bispo, padres e representantes do governo avaliaram a ideia

Os padres de paróquias de Ponta Grossa e de outras cidades discutiram como pode ser a utilização da ermida Os padres de paróquias de Ponta Grossa e de outras cidades discutiram como pode ser a utilização da ermida | Crédito: Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

     Ainda em 2018, Ano Estadual do Turismo Religioso, a Diocese de Ponta Grossa pretende ver oficializada a permissão de uso da Ermida Nossa Senhora de Vila Velha/Santuário  Mãe da Divina Graça, a padroeira da Diocese. Em 2017, além de documento encaminhado, o bispo dom Sergio Arthur Braschi se reuniu com representantes do governo do Estado para tratar do assunto. Em resposta, nesta quinta-feira (1º), o assessor da Secretaria da Família e do Desenvolvimento Social, Eliseu Sebastião Rocha, se encontrou com dom Sergio e padres de paróquias de Ponta Grossa e da região.

     De acordo com o coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, padre Joel Nalepa, o primeiro contato, ano passado, foi com o superintende do Instituto Ambiental do Paraná, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, e com o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do IAP,  Guilherme Vasconcelos. “Hoje, ouvimos os padres,apresentamos a proposta e fizemos alguns encaminhamentos. A intenção é envolver as paróquias e a Pastoral do Turismo para que aconteçam celebrações periódicas (no santuário), talvez até semanais. No inicio dos trabalhos, devem ser uma vez ao mês. Também a presença de alguém lá durante todo o dia para receber e orientar os turistas, com possibilidade de uma celebração ou momento de oração”, comentou padre Joel. Há a intenção de unir o santuário aos demais da Diocese. “Fazer que haja integração com a possibilidade de ligar o santuário à Rota do Rosário e à Rota dos Tropeiros, já que está dentro da temática”, acrescentou.

     Ainda existe a possibilidade de a ermida ser utilizada em retiros, encontros e eventos, como uma jornada da família, vocacional e da juventude, ressaltou o padre, citando que a definição exata sobre o uso acontecerá posteriormente. “A ermida nasceu para ser santuário (ela foi transformada no dia 25 de julho de 1983, em documento do papa João Paulo II. Foi um sonho de (bispo) dom Geraldo (Pellanda) como sinal da presença de Deus no local. Podemos agora intensificar os cuidados e prática pastoral, agregar turismo e orientação espiritual que peregrinos querem e buscam em tantos locais”, destacou padre Joel.

     Eliseu Sebastião Rocha informou que o documento protocolado por dom Sergio  está no IAP para a análise técnica. “Vim ouvir o que a Igreja pensa em fazer lá, colher mais informações para que possa repassar ao Instituto e ajudar na análise. O governo é aberto ao dialogo e, dentro da legalidade, veremos a possibilidade da reabertura da ermida. Tudo depende do parecer técnico”, avaliou. Em até 20 dias, Rocha acredita que haja um posicionamento oficial. Para o bispo, foi importante a disponibilidade dos organismos do Estado em procurar dar resposta aos contatos mantidos. “Queremos voltar a utilizar a ermida da Mãe da Divina Graça. A conversa com os padres da cidade e do interior hoje foi para ver como vão pastoralmente usar o lugar. Peço a oração de todos. Afinal,  2018 é o Ano Estadual do Turismo Religioso. O momento é mais que apropriado”, analisou dom Sergio.


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Diocese estuda reativar ermida de Vila Velha

Bispo, padres e representantes do governo avaliaram a ideia

     Ainda em 2018, Ano Estadual do Turismo Religioso, a Diocese de Ponta Grossa pretende ver oficializada a permissão de uso da Ermida Nossa Senhora de Vila Velha/Santuário  Mãe da Divina Graça, a padroeira da Diocese. Em 2017, além de documento encaminhado, o bispo dom Sergio Arthur Braschi se reuniu com representantes do governo do Estado para tratar do assunto. Em resposta, nesta quinta-feira (1º), o assessor da Secretaria da Família e do Desenvolvimento Social, Eliseu Sebastião Rocha, se encontrou com dom Sergio e padres de paróquias de Ponta Grossa e da região.

     De acordo com o coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, padre Joel Nalepa, o primeiro contato, ano passado, foi com o superintende do Instituto Ambiental do Paraná, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, e com o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do IAP,  Guilherme Vasconcelos. “Hoje, ouvimos os padres,apresentamos a proposta e fizemos alguns encaminhamentos. A intenção é envolver as paróquias e a Pastoral do Turismo para que aconteçam celebrações periódicas (no santuário), talvez até semanais. No inicio dos trabalhos, devem ser uma vez ao mês. Também a presença de alguém lá durante todo o dia para receber e orientar os turistas, com possibilidade de uma celebração ou momento de oração”, comentou padre Joel. Há a intenção de unir o santuário aos demais da Diocese. “Fazer que haja integração com a possibilidade de ligar o santuário à Rota do Rosário e à Rota dos Tropeiros, já que está dentro da temática”, acrescentou.

     Ainda existe a possibilidade de a ermida ser utilizada em retiros, encontros e eventos, como uma jornada da família, vocacional e da juventude, ressaltou o padre, citando que a definição exata sobre o uso acontecerá posteriormente. “A ermida nasceu para ser santuário (ela foi transformada no dia 25 de julho de 1983, em documento do papa João Paulo II. Foi um sonho de (bispo) dom Geraldo (Pellanda) como sinal da presença de Deus no local. Podemos agora intensificar os cuidados e prática pastoral, agregar turismo e orientação espiritual que peregrinos querem e buscam em tantos locais”, destacou padre Joel.

     Eliseu Sebastião Rocha informou que o documento protocolado por dom Sergio  está no IAP para a análise técnica. “Vim ouvir o que a Igreja pensa em fazer lá, colher mais informações para que possa repassar ao Instituto e ajudar na análise. O governo é aberto ao dialogo e, dentro da legalidade, veremos a possibilidade da reabertura da ermida. Tudo depende do parecer técnico”, avaliou. Em até 20 dias, Rocha acredita que haja um posicionamento oficial. Para o bispo, foi importante a disponibilidade dos organismos do Estado em procurar dar resposta aos contatos mantidos. “Queremos voltar a utilizar a ermida da Mãe da Divina Graça. A conversa com os padres da cidade e do interior hoje foi para ver como vão pastoralmente usar o lugar. Peço a oração de todos. Afinal,  2018 é o Ano Estadual do Turismo Religioso. O momento é mais que apropriado”, analisou dom Sergio.


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Os padres de paróquias de Ponta Grossa e de outras cidades discutiram como pode ser a utilização da ermida   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

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A reunião foi conduzida pelo bispo dom Sergio, no salão da Paróquia São Sebastião   |   Assessoria de Imprensa da Diocese de Ponta Grossa

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Ermida Nossa Senhora de Vila Velha/Santuário Mãe da Divina Graça   |   Sergio Mendonça Filho



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