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Publicado em: 12/12/2019

Missionários já estão em Lábrea

Grupo se reúne com catequistas e agentes

 
Dom Santiago lembrou que a região tem muitas ‘estranhas’ e a que mais cresce é a hanseníase Dom Santiago lembrou que a região tem muitas ‘estranhas’ e a que mais cresce é a hanseníase | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      Depois de 15 horas de viagem, da saída de Ponta Grossa ao desembarque em Lábrea (AM), viajando de van, avião e ônibus, os missionários Gilson e Bernadete Camilo da Silva, Iuri Nack Buss, André Emanuel França e Flávia Carla Nascimento já cumprem agenda na prelazia. O grupo foi recepcionado pelo padre José Nilson Santos, sacerdote diocesano na Amazônia desde 2016, que os apresentou à comunidade da Capela Nossa Senhora de Fátima, durante missa e novena. O grupo está hospedado no Centro Vocacional da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, uma das quatro paróquias da prelazia.

      Um momento de espiritualidade com dom Santiago Sánchez Sebastian, bispo da prelazia, preparou os missionários para a intensa programação que os espera. O bispo falou de o tema Amazônia ter se transformado em ‘modismo’ e destacou a importância de a missão se fazer com pessoas enviadas pela Igreja, por seus bispos. “Pessoas realmente preparadas para  aceitar a realidade como ela é porque, aqui, se vê muitas coisas ruins, mas muitas coisas boas, tudo enriquece. Como nos diz o Papa (Francisco) é essencial, primeiro, escutar a Deus, e, depois, o povo. Viemos para anunciar Jesus e também encontrarmos com Ele”, dizia no primeiro encontro com o grupo. Depois da leitura orante de Lucas 24, o bispo contou um pouco do que vê em suas visitas, das carências enfrentadas pelo povo e da inexistência de políticas públicas básicas.

      Dom Santiago resumiu os problemas da prelazia em três âmbitos: falta de moradia digna, ineficiência no sistema de educação e inexistência do sistema público de saúde. “No interior, não se tem título de propriedade de terra e na cidade as casas são muito pequenas, faltando espaço, intimidade, todos dormem embaixo do mesmo mosquiteiro. O nível educacional é muito baixo. Calcula-se que 44% da população seja analfabeta. E, na saúde, não existe posto de saúde, quanto tem, não existe médico e, quando existe médico, não há remédio. Uma realidade diante da qual a gente se sente impotente”, ilustrou, citando que essas informações foram  a base de sua fala durante o Sínodo da Amazônia.

      Padre José Nilson é vigário da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, composta por 13 capelas e uma área missionária beira-mar (Rio Purus), assessor da Pastoral da Criança, da Pastoral do Dízimo, coordenador da Pastoral Vocacional, assessor da Renovação Carismática Católica e do Terço dos Homens. ”As nossas prioridades neste momento são as Santas Missões Populares e a Iniciação à Vida Cristã. Muitos passos foram dados nestes três anos. A proximidade com os freis (Agostianos Recoletos, administradores da prelazia) nos dá força para fazermos o Reino de Deus acontecer”, comentou. O padre enalteceu a parceria com a Diocese de Ponta Grossa, dentro do Projeto Igreja-Irmã, que auxilia a igreja de Lábrea desde 2012.


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Publicado em: 12/12/2019

Missionários já estão em Lábrea

Grupo se reúne com catequistas e agentes

 

      Depois de 15 horas de viagem, da saída de Ponta Grossa ao desembarque em Lábrea (AM), viajando de van, avião e ônibus, os missionários Gilson e Bernadete Camilo da Silva, Iuri Nack Buss, André Emanuel França e Flávia Carla Nascimento já cumprem agenda na prelazia. O grupo foi recepcionado pelo padre José Nilson Santos, sacerdote diocesano na Amazônia desde 2016, que os apresentou à comunidade da Capela Nossa Senhora de Fátima, durante missa e novena. O grupo está hospedado no Centro Vocacional da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, uma das quatro paróquias da prelazia.

      Um momento de espiritualidade com dom Santiago Sánchez Sebastian, bispo da prelazia, preparou os missionários para a intensa programação que os espera. O bispo falou de o tema Amazônia ter se transformado em ‘modismo’ e destacou a importância de a missão se fazer com pessoas enviadas pela Igreja, por seus bispos. “Pessoas realmente preparadas para  aceitar a realidade como ela é porque, aqui, se vê muitas coisas ruins, mas muitas coisas boas, tudo enriquece. Como nos diz o Papa (Francisco) é essencial, primeiro, escutar a Deus, e, depois, o povo. Viemos para anunciar Jesus e também encontrarmos com Ele”, dizia no primeiro encontro com o grupo. Depois da leitura orante de Lucas 24, o bispo contou um pouco do que vê em suas visitas, das carências enfrentadas pelo povo e da inexistência de políticas públicas básicas.

      Dom Santiago resumiu os problemas da prelazia em três âmbitos: falta de moradia digna, ineficiência no sistema de educação e inexistência do sistema público de saúde. “No interior, não se tem título de propriedade de terra e na cidade as casas são muito pequenas, faltando espaço, intimidade, todos dormem embaixo do mesmo mosquiteiro. O nível educacional é muito baixo. Calcula-se que 44% da população seja analfabeta. E, na saúde, não existe posto de saúde, quanto tem, não existe médico e, quando existe médico, não há remédio. Uma realidade diante da qual a gente se sente impotente”, ilustrou, citando que essas informações foram  a base de sua fala durante o Sínodo da Amazônia.

      Padre José Nilson é vigário da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, composta por 13 capelas e uma área missionária beira-mar (Rio Purus), assessor da Pastoral da Criança, da Pastoral do Dízimo, coordenador da Pastoral Vocacional, assessor da Renovação Carismática Católica e do Terço dos Homens. ”As nossas prioridades neste momento são as Santas Missões Populares e a Iniciação à Vida Cristã. Muitos passos foram dados nestes três anos. A proximidade com os freis (Agostianos Recoletos, administradores da prelazia) nos dá força para fazermos o Reino de Deus acontecer”, comentou. O padre enalteceu a parceria com a Diocese de Ponta Grossa, dentro do Projeto Igreja-Irmã, que auxilia a igreja de Lábrea desde 2012.


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Dom Santiago lembrou que a região tem muitas ‘estranhas’ e a que mais cresce é a hanseníase   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Padre José Nilson: “muitos passos foram dados nestes três anos”   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Os missionários tiveram um momento de espiritualidade com o bispo de Lábrea, dom Santiago   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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