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Publicado em: 03/02/2020

Agentes querem estimular o ‘cuidar’ na Igreja

Proposta surgiu na formação sobre a Campanha da Fraternidade de 2020

 
Os agentes vieram de todos os setores da Diocese para a formação Os agentes vieram de todos os setores da Diocese para a formação | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

      “A Campanha da Fraternidade deve ser aplicada na prática. Não basta ler o texto. O texto ilumina uma realidade. É a base propulsora. Esse é o grande diferencial”, resumia o padre Valdecir Badzinski, secretário executivo do Regional Sul 2 e assessor da formação dada a 170 agentes da campanha, que vieram de todos os oito setores da Diocese de Ponta Grossa.  O padre detalhou todo o texto-base através exposições orais, trabalhos de grupo e plenárias. No final, foi lido e assinado o compromisso, com as propostas dos representantes paroquiais de sugestões de ações concretas.

      Para o assessor , a formação capacita as lideranças para voltarem a suas capelas e serem uma âncora e uma luz na vida de todas as pessoas,  famílias, as instituições e organizações da sociedade. Para dizerem em que a Igreja acredita e o que ensina. “Por isso o campo formativo é essencial para que a Igreja tenha uma caminhada una. A unidade é que faz a diferença dentro de uma diocese. Quando se reúnem os lideres, então, se cadencia os passos pastorais”, destacou, ressaltando também a convivência, reflexão, o aprimoramento e a avaliação da vida pastoral e diocesana presentes neste tipo de dia formativo.

      A Campanha da Fraternidade 2020, ‘Fraternidade e vida: dom e compromisso’, tem como lema, ‘Viu, sentiu compaixão e cuidou dele’, o que, segundo padre Valdecir, é muito amplo.  “Por mais que nos debruçássemos sobre ele longos dias não conseguiríamos abarcar sua magnitude e aplicabilidade. Justamente porque fala da fraternidade e vida. E quando se fala em vida, ela está inserida no dia-a-dia ou na história ou no futuro de cada pessoa; no meio ambiente, nos animais. E a Igreja está na defesa da vida”, avaliou. “Ainda mais quando percebemos esse lema tão profundo, no capítulo dez de São Lucas, da parábola do Bom Samaritano, quando o próprio Cristo se torna o bom samaritano para nós”, acrescentou.

      Antônio Portela, um dos coordenadores da Campanha da Fraternidade, considerou que padre Valdecir conseguiu conduzir com propriedade o aprofundamento do texto-base. “Pareceu que estávamos em um retiro diante da vibração que pudemos sentir nos participantes. O dia foi encerrado com a celebração da Santa Missa, onde foi feito o envio e lido o gesto concreto, com todos assinando uma carta-compromisso - já entrando dentro do espírito da campanha – e se comprometendo a executar as propostas surgidas hoje, tudo aquilo que foi discutido. Foi um dia muito proveitoso, que, tenho certeza, vai gerar grandes e bons frutos na Igreja”.

      Dentre as propostas mais recorrentes estão achar formas de motivar mais a comunidade a se compadecer, não só ver, mas agir, ir ao encontro, além de também fortalecer os organismos, as pastorais sociais da Igreja. “Extrapolar o trabalho das pastorais, se apropriando da ideia de Igreja em Saída, para que todo o povo de Deus olhe para os marginalizados e passe a auxiliar mais”, informou.

      A formação aconteceu durante todo o domingo (2), no salão paroquial da igreja Imaculada Conceição, no bairro de Uvaranas, em Ponta Grossa. 


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Publicado em: 03/02/2020

Agentes querem estimular o ‘cuidar’ na Igreja

Proposta surgiu na formação sobre a Campanha da Fraternidade de 2020

 

      “A Campanha da Fraternidade deve ser aplicada na prática. Não basta ler o texto. O texto ilumina uma realidade. É a base propulsora. Esse é o grande diferencial”, resumia o padre Valdecir Badzinski, secretário executivo do Regional Sul 2 e assessor da formação dada a 170 agentes da campanha, que vieram de todos os oito setores da Diocese de Ponta Grossa.  O padre detalhou todo o texto-base através exposições orais, trabalhos de grupo e plenárias. No final, foi lido e assinado o compromisso, com as propostas dos representantes paroquiais de sugestões de ações concretas.

      Para o assessor , a formação capacita as lideranças para voltarem a suas capelas e serem uma âncora e uma luz na vida de todas as pessoas,  famílias, as instituições e organizações da sociedade. Para dizerem em que a Igreja acredita e o que ensina. “Por isso o campo formativo é essencial para que a Igreja tenha uma caminhada una. A unidade é que faz a diferença dentro de uma diocese. Quando se reúnem os lideres, então, se cadencia os passos pastorais”, destacou, ressaltando também a convivência, reflexão, o aprimoramento e a avaliação da vida pastoral e diocesana presentes neste tipo de dia formativo.

      A Campanha da Fraternidade 2020, ‘Fraternidade e vida: dom e compromisso’, tem como lema, ‘Viu, sentiu compaixão e cuidou dele’, o que, segundo padre Valdecir, é muito amplo.  “Por mais que nos debruçássemos sobre ele longos dias não conseguiríamos abarcar sua magnitude e aplicabilidade. Justamente porque fala da fraternidade e vida. E quando se fala em vida, ela está inserida no dia-a-dia ou na história ou no futuro de cada pessoa; no meio ambiente, nos animais. E a Igreja está na defesa da vida”, avaliou. “Ainda mais quando percebemos esse lema tão profundo, no capítulo dez de São Lucas, da parábola do Bom Samaritano, quando o próprio Cristo se torna o bom samaritano para nós”, acrescentou.

      Antônio Portela, um dos coordenadores da Campanha da Fraternidade, considerou que padre Valdecir conseguiu conduzir com propriedade o aprofundamento do texto-base. “Pareceu que estávamos em um retiro diante da vibração que pudemos sentir nos participantes. O dia foi encerrado com a celebração da Santa Missa, onde foi feito o envio e lido o gesto concreto, com todos assinando uma carta-compromisso - já entrando dentro do espírito da campanha – e se comprometendo a executar as propostas surgidas hoje, tudo aquilo que foi discutido. Foi um dia muito proveitoso, que, tenho certeza, vai gerar grandes e bons frutos na Igreja”.

      Dentre as propostas mais recorrentes estão achar formas de motivar mais a comunidade a se compadecer, não só ver, mas agir, ir ao encontro, além de também fortalecer os organismos, as pastorais sociais da Igreja. “Extrapolar o trabalho das pastorais, se apropriando da ideia de Igreja em Saída, para que todo o povo de Deus olhe para os marginalizados e passe a auxiliar mais”, informou.

      A formação aconteceu durante todo o domingo (2), no salão paroquial da igreja Imaculada Conceição, no bairro de Uvaranas, em Ponta Grossa. 


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Os agentes vieram de todos os setores da Diocese para a formação   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Padre Valdecir se dispôs a ceder todo o material abordado na formação   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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