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Escola de Fé e Política debate a Justiça Restaurativa

Idéia é lincar práticas restaurativas e a superação da violência

 
Oscar Fürstenberger durante a aula inaugural da Escola de Fé e Política, em fevereiro Oscar Fürstenberger durante a aula inaugural da Escola de Fé e Política, em fevereiro | Crédito: Assessoria de Comunicação da Diocese de Ponta Grossa

     A Campanha da Fraternidade e a Justiça Restaurativa será o tema da Escola de Fé e Política da Diocese de Ponta Grossa, neste sábado (24). Nucleada pela psicóloga Glaucia Mayara Niedermeyer Orth, do Centro Judiciária de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), a conversa pretende abordar outros três subtemas: Justiça Restaurativa em processos judiciais, Justiça Restaurativa nas escolas e o Projeto Pacificar é Divino, que aplica a  Justiça Restaurativa na Igreja. A Escola terá como convidada a também psicóloga Simone Sanson e Silva, do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria).

     Oscar Fürstenberger, presidente do Conselho Diocesano do Laicato, promotor da Escola de Fé e Política, comenta que a Justiça Restaurativa é um trabalho feito pelo Poder Judiciário, que vem semeando uma série de propostas de pacificação, começando no meio da Justiça mas que engloba também outras ações, entre elas uma campanha de conscientização nas escolas. “Tudo tem uma convergência plena com a Campanha da Fraternidade, que tem como tema a superação da violência. A Justiça Restaurativa começa pela questão de conflitos que procuram a Justiça como mediadora, contribuindo, eficazmente, com uma cultura de paz.”, explica, citando que as práticas restaurativas vem sendo desenvolvido em Ponta Grossa há alguma tempo, com sucesso. “Agora, busca de conciliação em outras esferas, em outros ambientes, inclusive com a tentativa de levar essas práticas às comunidades da Igreja”, acrescenta.

     De acordo com  Fürstenberger, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania realiza cursos abertos à comunidade, por isso se pretende divulgar as iniciativas ligadas a Justiça Restaurativa e atrair os leigos católicos. “As pessoas têm vida dentro e fora da Igreja. As que têm contato com questões judiciais podem vir a apoiar as práticas e os fiéis, de uma maneira geral, podem fazer os treinamentos, dirigidos para determinadas categorias; sem falar que está em processo uma tentativa de levar a solução de conflitos para as comunidades, onde, às vezes, eles acontecem”, reforça Oscar Fürstenberger.

     A Escola de Fé e Política, ‘Campanha da Fraternidade 2018 e a Justiça Restaurativa’, acontece neste sábado, às 14 horas, no Espaço Cultural Sant’Ana (Praça Marechal Floriano Peixoto, 581, Térreo do Edifício da Rádio Sant’Ana). Não há taxa de inscrição e não há necessidade de confirmação prévia.


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Escola de Fé e Política debate a Justiça Restaurativa

Idéia é lincar práticas restaurativas e a superação da violência

 

     A Campanha da Fraternidade e a Justiça Restaurativa será o tema da Escola de Fé e Política da Diocese de Ponta Grossa, neste sábado (24). Nucleada pela psicóloga Glaucia Mayara Niedermeyer Orth, do Centro Judiciária de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), a conversa pretende abordar outros três subtemas: Justiça Restaurativa em processos judiciais, Justiça Restaurativa nas escolas e o Projeto Pacificar é Divino, que aplica a  Justiça Restaurativa na Igreja. A Escola terá como convidada a também psicóloga Simone Sanson e Silva, do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria).

     Oscar Fürstenberger, presidente do Conselho Diocesano do Laicato, promotor da Escola de Fé e Política, comenta que a Justiça Restaurativa é um trabalho feito pelo Poder Judiciário, que vem semeando uma série de propostas de pacificação, começando no meio da Justiça mas que engloba também outras ações, entre elas uma campanha de conscientização nas escolas. “Tudo tem uma convergência plena com a Campanha da Fraternidade, que tem como tema a superação da violência. A Justiça Restaurativa começa pela questão de conflitos que procuram a Justiça como mediadora, contribuindo, eficazmente, com uma cultura de paz.”, explica, citando que as práticas restaurativas vem sendo desenvolvido em Ponta Grossa há alguma tempo, com sucesso. “Agora, busca de conciliação em outras esferas, em outros ambientes, inclusive com a tentativa de levar essas práticas às comunidades da Igreja”, acrescenta.

     De acordo com  Fürstenberger, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania realiza cursos abertos à comunidade, por isso se pretende divulgar as iniciativas ligadas a Justiça Restaurativa e atrair os leigos católicos. “As pessoas têm vida dentro e fora da Igreja. As que têm contato com questões judiciais podem vir a apoiar as práticas e os fiéis, de uma maneira geral, podem fazer os treinamentos, dirigidos para determinadas categorias; sem falar que está em processo uma tentativa de levar a solução de conflitos para as comunidades, onde, às vezes, eles acontecem”, reforça Oscar Fürstenberger.

     A Escola de Fé e Política, ‘Campanha da Fraternidade 2018 e a Justiça Restaurativa’, acontece neste sábado, às 14 horas, no Espaço Cultural Sant’Ana (Praça Marechal Floriano Peixoto, 581, Térreo do Edifício da Rádio Sant’Ana). Não há taxa de inscrição e não há necessidade de confirmação prévia.


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Oscar Fürstenberger durante a aula inaugural da Escola de Fé e Política, em fevereiro   |   Assessoria de Comunicação da Diocese de Ponta Grossa


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