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Projeto capacita agentes religiosos para mediar conflitos

‘Pacificar é Divino’ ensina técnicas de conciliação

 
Representantes de pastorais, movimentos e de diversas paróquias acompanharam a Escola de Fé e Política Representantes de pastorais, movimentos e de diversas paróquias acompanharam a Escola de Fé e Política | Crédito: Assessoria de Comunicação da Diocese de Ponta Grossa

     Durante a Escola de Fé e Política da Diocese de Ponta Grossa, deste sábado (24),  a psicóloga Glaucia Mayara Niedermeyer Orth, do Centro Judiciária de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), falou a respeito da Justiça Restaurativa em processos judiciais, nas escolas e sobre o Projeto Pacificar é Divino, promovido pela segunda vice-presidência do Tribunal de Justiça do Paraná e que consiste em capacitar pessoas da comunidade religiosa em técnicas de mediação e conciliação.

     “Em Ponta Grossa, foram incluídas as práticas da Justiça Restaurativa devido a proximidade com o projeto para que essas pessoas possam atuar na resolução de conflitos em suas comunidades. A ideia é ir ao encontro das demais formas de trabalho feitas que é de dar uma solução diferente para os conflitos,s que não seja a punição somente, mas uma forma em que todos possam sair satisfeitos. Tudo resolvido por meio do diálogo, buscando uma convivência mais pacífica e harmoniosa”, explicou Gláucia. A psicóloga lembrou que o tamanho da cidade faz com que, fatalmente, as pessoas voltem a conviver, que não tem como se livrar das pessoas. “As pessoas vão presas, mas voltarão a conviver, a cidade não é tão grande. A Justiça Restaurativa trabalha com vítimas e ofensores, tentando dar uma solução mais satisfatória para todos, já que o sistema de justiça muitas vezes emite uma sentença que desagrada quem ofendeu e não atende necessidade de quem foi vítima”, acrescenta.

     Para atender a necessidade de todos os envolvidos no conflito foram criadas práticas restaurativas, baseadas em teorias de psicólogos norte-americanos originadas em modelos das civilizações antigas. Os facilitadores passam por treinamento de quatro dias, oferecido pelo Cejusc e Instituto Mundo Melhor. Para o segundo semestre deste ano, está previsto um curso ofertado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, aberto para a comunidade. A intenção é usar a metologia nos diferentes espaços de trabalho. “O Pacificar é Divino oferece treinamento em técnicas de mediação e na construção da paz. Dependendo do conflito”, argumenta Gláucia.

     Os dois primeiros temas da Escola de Fé e Política deste ano foram ligados à Campanha da Fraternidade 2018. . “Tudo tem uma convergência plena com a Campanha da Fraternidade, que tem como tema a superação da violência. A Justiça Restaurativa começa pela questão de conflitos que procuram a Justiça como mediadora, contribuindo, eficazmente, com uma cultura de paz.”, explicava o presidente do Conselho Diocesano do Laicato, promotor da Escola de Fé e Política, Oscar Fürstenberger. A Escola de sábado teve a colaboração da também psicóloga Simone Sanson e Silva, do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria), que, ao lado de Gláucia, demonstrou como o círculo restaurativo funciona.


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Projeto capacita agentes religiosos para mediar conflitos

‘Pacificar é Divino’ ensina técnicas de conciliação

 

     Durante a Escola de Fé e Política da Diocese de Ponta Grossa, deste sábado (24),  a psicóloga Glaucia Mayara Niedermeyer Orth, do Centro Judiciária de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), falou a respeito da Justiça Restaurativa em processos judiciais, nas escolas e sobre o Projeto Pacificar é Divino, promovido pela segunda vice-presidência do Tribunal de Justiça do Paraná e que consiste em capacitar pessoas da comunidade religiosa em técnicas de mediação e conciliação.

     “Em Ponta Grossa, foram incluídas as práticas da Justiça Restaurativa devido a proximidade com o projeto para que essas pessoas possam atuar na resolução de conflitos em suas comunidades. A ideia é ir ao encontro das demais formas de trabalho feitas que é de dar uma solução diferente para os conflitos,s que não seja a punição somente, mas uma forma em que todos possam sair satisfeitos. Tudo resolvido por meio do diálogo, buscando uma convivência mais pacífica e harmoniosa”, explicou Gláucia. A psicóloga lembrou que o tamanho da cidade faz com que, fatalmente, as pessoas voltem a conviver, que não tem como se livrar das pessoas. “As pessoas vão presas, mas voltarão a conviver, a cidade não é tão grande. A Justiça Restaurativa trabalha com vítimas e ofensores, tentando dar uma solução mais satisfatória para todos, já que o sistema de justiça muitas vezes emite uma sentença que desagrada quem ofendeu e não atende necessidade de quem foi vítima”, acrescenta.

     Para atender a necessidade de todos os envolvidos no conflito foram criadas práticas restaurativas, baseadas em teorias de psicólogos norte-americanos originadas em modelos das civilizações antigas. Os facilitadores passam por treinamento de quatro dias, oferecido pelo Cejusc e Instituto Mundo Melhor. Para o segundo semestre deste ano, está previsto um curso ofertado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, aberto para a comunidade. A intenção é usar a metologia nos diferentes espaços de trabalho. “O Pacificar é Divino oferece treinamento em técnicas de mediação e na construção da paz. Dependendo do conflito”, argumenta Gláucia.

     Os dois primeiros temas da Escola de Fé e Política deste ano foram ligados à Campanha da Fraternidade 2018. . “Tudo tem uma convergência plena com a Campanha da Fraternidade, que tem como tema a superação da violência. A Justiça Restaurativa começa pela questão de conflitos que procuram a Justiça como mediadora, contribuindo, eficazmente, com uma cultura de paz.”, explicava o presidente do Conselho Diocesano do Laicato, promotor da Escola de Fé e Política, Oscar Fürstenberger. A Escola de sábado teve a colaboração da também psicóloga Simone Sanson e Silva, do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria), que, ao lado de Gláucia, demonstrou como o círculo restaurativo funciona.


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Representantes de pastorais, movimentos e de diversas paróquias acompanharam a Escola de Fé e Política   |   Assessoria de Comunicação da Diocese de Ponta Grossa

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Oscar Fürstenberger conduziu os trabalhos de último sábado   |   Assessoria de Comunicação da Diocese de Ponta Grossa


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