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Publicado em: 26/06/2020

Devoção a Frei Galvão une santuários

Santuário de Brotas transmitirá missa votiva

 
Procissão e muitas orações ao primeiro santo brasileiro Procissão e muitas orações ao primeiro santo brasileiro | Crédito: Arquivo Santuário Nossa Senhora das Brotas

                     O Santuário Arquidiocesano de Santo Antônio de Santana Galvão, de Guaratinguetá (SP), firmou parceria com o Santuário de Nossa Senhora das Brotas. A partir deste mês, o santuário de Piraí do Sul vai retransmitir a missa votiva de Frei Galvão, todo dia 25 de cada mês, às 15 horas, e o santuário paulista transmitirá a missa de Nossa Senhora das Brotas, todo o dia 27, às19h30.  A intenção do trabalho em conjunto é anunciar e difundir a devoção do primeiro santo brasileiro no Paraná. A parceria inicia já neste dia 25.

                      O reitor do Santuário Arquidiocesano de Santo Antônio de Santana Galvão, padre José Carlos de Melo, ressalta que a missão é, acima de tudo, anunciar e propagar a devoção a Frei Galvão. “Alguns podem estar se perguntando: o que temos em comum? É preciso lembrar que a devoção à Nossa Senhora das Brotas surgiu, justamente, quando frei Galvão, andando por essas pastagens, deu de presente a uma senhora a estampa da imagem de Nossa Senhora”, explica o reitor, agradecendo a parceria. “Vamos, nós aqui e vocês aí, juntos, futuramente, fazermos novas parcerias para trabalharmos juntos pela evangelização. Lembrando as palavras de João Batista: “é preciso que o Cristo apareça e nós sejamos apenas sinais, instrumentos de evangelização”, destaca.

                      A história de Nossa Senhora das Brotas está intimamente ligada a Frei Galvão. Conta a história, que por volta do ano de 1808, em passagem por aquelas terras, ele presenteou uma viúva, a Ana Rosa da Conceição de Paula, com uma estampa em papel com a efígie de Nossa Senhora com a seguinte dedicatória: ‘lembrança de Frei Galvão’. Entregando a estampa, pede a família de Ana Rosa: “Venerai sempre esta Santa Efígie porque ela é muito milagrosa”.

                        A gravura entregue por Frei Galvão a Ana Rosa é uma litografia impressa em papel comum e mede 10x16cm. É a cópia da verdadeira efígie de Nossa Senhora das Barracas, proveniente de Portugal. Ana Rosa guardou a estampa como uma relíquia, colando-a em uma cartolina e para conservá-la numa moldura de madeira, tendo em sua casa local de honra, onde diante dele a família fazia suas orações diárias.

                    Anos mais tarde, Ana Rosa contrai segunda núpcias com Joaquim Maciel e na mudança perdeu o quadro de Nossa Senhora. Um dia, após a festa de Natal, caminhando próximo ao mato perto de sua casa, mato este devastado por um incêndio, encontrou a imagem da sua santinha intacta em meio a brotos novos da vegetação, a moldura de madeira havia sido queimada, porém a gravura nada sofrera. Este acontecimento foi considerado milagroso pelo povo da época. Com este fato, os devotos passaram a chamar a santa de Nossa Senhora das Brotas e o culto de familiar passa a público.  

                     No dia 1º de maio de 2013, o bispo da Diocese de Ponta Grossa, dom Sergio Arthur Braschi assinou o decreto de criação e instalação do Santuário de Nossa Senhora das Brotas. Atualmente, a festa de Nossa Senhora das Brotas é uma das mais tradicionais festas religiosas do Paraná, realizada, anualmente, em 27 de dezembro, dia de Nossa Senhora das Brotas. Na festa, que acontece desde 1880, é feita uma tradicional procissão, saindo da igreja matriz e indo até o santuário, além de outros eventos.


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Publicado em: 26/06/2020

Devoção a Frei Galvão une santuários

Santuário de Brotas transmitirá missa votiva

 

                     O Santuário Arquidiocesano de Santo Antônio de Santana Galvão, de Guaratinguetá (SP), firmou parceria com o Santuário de Nossa Senhora das Brotas. A partir deste mês, o santuário de Piraí do Sul vai retransmitir a missa votiva de Frei Galvão, todo dia 25 de cada mês, às 15 horas, e o santuário paulista transmitirá a missa de Nossa Senhora das Brotas, todo o dia 27, às19h30.  A intenção do trabalho em conjunto é anunciar e difundir a devoção do primeiro santo brasileiro no Paraná. A parceria inicia já neste dia 25.

                      O reitor do Santuário Arquidiocesano de Santo Antônio de Santana Galvão, padre José Carlos de Melo, ressalta que a missão é, acima de tudo, anunciar e propagar a devoção a Frei Galvão. “Alguns podem estar se perguntando: o que temos em comum? É preciso lembrar que a devoção à Nossa Senhora das Brotas surgiu, justamente, quando frei Galvão, andando por essas pastagens, deu de presente a uma senhora a estampa da imagem de Nossa Senhora”, explica o reitor, agradecendo a parceria. “Vamos, nós aqui e vocês aí, juntos, futuramente, fazermos novas parcerias para trabalharmos juntos pela evangelização. Lembrando as palavras de João Batista: “é preciso que o Cristo apareça e nós sejamos apenas sinais, instrumentos de evangelização”, destaca.

                      A história de Nossa Senhora das Brotas está intimamente ligada a Frei Galvão. Conta a história, que por volta do ano de 1808, em passagem por aquelas terras, ele presenteou uma viúva, a Ana Rosa da Conceição de Paula, com uma estampa em papel com a efígie de Nossa Senhora com a seguinte dedicatória: ‘lembrança de Frei Galvão’. Entregando a estampa, pede a família de Ana Rosa: “Venerai sempre esta Santa Efígie porque ela é muito milagrosa”.

                        A gravura entregue por Frei Galvão a Ana Rosa é uma litografia impressa em papel comum e mede 10x16cm. É a cópia da verdadeira efígie de Nossa Senhora das Barracas, proveniente de Portugal. Ana Rosa guardou a estampa como uma relíquia, colando-a em uma cartolina e para conservá-la numa moldura de madeira, tendo em sua casa local de honra, onde diante dele a família fazia suas orações diárias.

                    Anos mais tarde, Ana Rosa contrai segunda núpcias com Joaquim Maciel e na mudança perdeu o quadro de Nossa Senhora. Um dia, após a festa de Natal, caminhando próximo ao mato perto de sua casa, mato este devastado por um incêndio, encontrou a imagem da sua santinha intacta em meio a brotos novos da vegetação, a moldura de madeira havia sido queimada, porém a gravura nada sofrera. Este acontecimento foi considerado milagroso pelo povo da época. Com este fato, os devotos passaram a chamar a santa de Nossa Senhora das Brotas e o culto de familiar passa a público.  

                     No dia 1º de maio de 2013, o bispo da Diocese de Ponta Grossa, dom Sergio Arthur Braschi assinou o decreto de criação e instalação do Santuário de Nossa Senhora das Brotas. Atualmente, a festa de Nossa Senhora das Brotas é uma das mais tradicionais festas religiosas do Paraná, realizada, anualmente, em 27 de dezembro, dia de Nossa Senhora das Brotas. Na festa, que acontece desde 1880, é feita uma tradicional procissão, saindo da igreja matriz e indo até o santuário, além de outros eventos.


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Procissão e muitas orações ao primeiro santo brasileiro   |   Arquivo Santuário Nossa Senhora das Brotas

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Padre José Carlos: “anunciar e propagar a devoção”   |   Arquivo Santuário Nossa Senhora das Brotas

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A devoção a Frei Galvão une os fiéis dos dois santuários   |   Arquivo Santuário Nossa Senhora das Brotas


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