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Há 20 anos, encenação da Paixão ganha as ruas na Cipa

São mais de 100 atores envolvidos. Cenas emocionaram duas mil pessoas

 
 As cenas são apresentadas nas ruas da vila e fazem o público reviver o calvário de Jesus As cenas são apresentadas nas ruas da vila e fazem o público reviver o calvário de Jesus | Crédito: Assessoria de Comunicação da Diocese de Ponta Grossa

      Há mais de 20 anos, as ruas da Vila Cipa, em Ponta Grossa, se tornam palco de um teatro vivo. A encenação, acompanhada este ano por perto de duas mil pessoas, provoca uma volta no tempo e leva os fiéis a vivenciar o que foi a via crúcis de Jesus, o seu calvário até a crucificação. A apresentação é montada pelo grupo de teatro da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, que conta com mais de 100 pessoas. Os ensaios duraram dois meses, acontecendo sempre aos domingos, das 20h30 às 22 horas. A encenação, que contou com apoio da Polícia Militar e Prefeitura, foi acompanhada, pelo segundo ano seguido, pelo bispo dom Sergio Arthur Braschi.

      “Estou realizado por mostrar que Jesus tudo o que passou por cada um de nós”, dizia Renan Bianco, coordenador da encenação, citando que todos os envolvidos são da matriz da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, De acordo com o coordenador, foram investidos R$ 3.000 na apresentação, que conta também com a participação de voluntários, que doam tapetes, roupas e demais objetos do cenário. “Tivemos o apoio do padre Tadeu, da Cavalaria da Policia e a alegria de termos o bispo conosco. Só nos resta agradecer muito”

      “Essa encenação já se tornou uma tradição pelo empenho da juventude da paróquia para que nessa noite santa, diante dessas cenas, possamos meditar. Cenas que permanecerão profundamente marcadas em nossos olhos e nossos corações. Agradecemos aos artistas, aos roteiristas, produtores, que traduziram o que está no Evangelho em cenas vivas”, destacava o bispo dom Sergio Arthur Braschi. O mesmo Jesus continua sofrendo todos os dias, na morte dos jovens, na violência e são tantas noticias de mortes, tanta gente as filmando com seus celulares e nada fazendo, como vimos aqui, hoje. A banalização da violência”, comentou o bispo. “Essa cruz e a morte de Jesus não é ponto final. Nosso Deus é o Deus da vida. Jesus depois de morrer no seu amor infinito pela Humanidade ressuscitou glorioso e pelo batismo nos faz participar dessa vida de filho e filhas de Deus”.

      De acordo com o pároco Tadeu Biasio, o teatro tem grande importância para a evangelização. “As pessoas vão refletindo sobre os mistérios da salvação, a partir de tudo o que Jesus realizou por nós, vão crescendo na fé”. Ricardo Eder da Silva foi o sumo sacerdote na encenação deste ano, mas, em edições anteriores já foi um dos ladrões, soldado e Pilatos, além de atuar na produção, A esposa e o casal de filhos também atuam no espetáculo. “É muito gratificante poder passar isso para os expectadores: o que Jesus passou por nós. .Volto para casa mudado, tocado por essa energia”, resumiu o técnico mecânico que integra o Ministério de Música da paróquia.


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Há 20 anos, encenação da Paixão ganha as ruas na Cipa

São mais de 100 atores envolvidos. Cenas emocionaram duas mil pessoas

 

      Há mais de 20 anos, as ruas da Vila Cipa, em Ponta Grossa, se tornam palco de um teatro vivo. A encenação, acompanhada este ano por perto de duas mil pessoas, provoca uma volta no tempo e leva os fiéis a vivenciar o que foi a via crúcis de Jesus, o seu calvário até a crucificação. A apresentação é montada pelo grupo de teatro da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, que conta com mais de 100 pessoas. Os ensaios duraram dois meses, acontecendo sempre aos domingos, das 20h30 às 22 horas. A encenação, que contou com apoio da Polícia Militar e Prefeitura, foi acompanhada, pelo segundo ano seguido, pelo bispo dom Sergio Arthur Braschi.

      “Estou realizado por mostrar que Jesus tudo o que passou por cada um de nós”, dizia Renan Bianco, coordenador da encenação, citando que todos os envolvidos são da matriz da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, De acordo com o coordenador, foram investidos R$ 3.000 na apresentação, que conta também com a participação de voluntários, que doam tapetes, roupas e demais objetos do cenário. “Tivemos o apoio do padre Tadeu, da Cavalaria da Policia e a alegria de termos o bispo conosco. Só nos resta agradecer muito”

      “Essa encenação já se tornou uma tradição pelo empenho da juventude da paróquia para que nessa noite santa, diante dessas cenas, possamos meditar. Cenas que permanecerão profundamente marcadas em nossos olhos e nossos corações. Agradecemos aos artistas, aos roteiristas, produtores, que traduziram o que está no Evangelho em cenas vivas”, destacava o bispo dom Sergio Arthur Braschi. O mesmo Jesus continua sofrendo todos os dias, na morte dos jovens, na violência e são tantas noticias de mortes, tanta gente as filmando com seus celulares e nada fazendo, como vimos aqui, hoje. A banalização da violência”, comentou o bispo. “Essa cruz e a morte de Jesus não é ponto final. Nosso Deus é o Deus da vida. Jesus depois de morrer no seu amor infinito pela Humanidade ressuscitou glorioso e pelo batismo nos faz participar dessa vida de filho e filhas de Deus”.

      De acordo com o pároco Tadeu Biasio, o teatro tem grande importância para a evangelização. “As pessoas vão refletindo sobre os mistérios da salvação, a partir de tudo o que Jesus realizou por nós, vão crescendo na fé”. Ricardo Eder da Silva foi o sumo sacerdote na encenação deste ano, mas, em edições anteriores já foi um dos ladrões, soldado e Pilatos, além de atuar na produção, A esposa e o casal de filhos também atuam no espetáculo. “É muito gratificante poder passar isso para os expectadores: o que Jesus passou por nós. .Volto para casa mudado, tocado por essa energia”, resumiu o técnico mecânico que integra o Ministério de Música da paróquia.


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As cenas são apresentadas nas ruas da vila e fazem o público reviver o calvário de Jesus   |   Assessoria de Comunicação da Diocese de Ponta Grossa

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As cenas são apresentadas nas ruas da vila e fazem o público reviver o calvário de Jesus   |   Assessoria de Comunicação da Diocese de Ponta Grossa

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Integrantes da Cavalaria da PM participaram da encenação   |   Assessoria de Comunicação da Diocese de Ponta Grossa

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O bispo dom Sergio acompanhou pelo segundo ano a apresentação   |   Assessoria de Comunicação da Diocese de Ponta Grossa

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A produção envolve 100 atores, roteiristas, técnicos e conta com o apoio da comunidade   |   Assessoria de Comunicação da Diocese de Ponta Grossa


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