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Modelo de construção ergue capela em nove meses

A nova concepção aproveita 100% do espaço e otimiza recursos

 
A obra, a segunda na Diocese, aproveitou totalmente o terreno, otimizando espaço e recursos A obra, a segunda na Diocese, aproveitou totalmente o terreno, otimizando espaço e recursos | Crédito: Acervo da Paróquia

     Uma nova filosofia está sendo implementada na Diocese de Ponta Grossa no que se refere a oferta de espaços para celebrações, em especial nas comunidades da periferia.  Pela segunda vez nos últimos dois anos, a construção de capelas obedece um ritmo mais rápido, com o aproveitamento total das áreas e otimiza recursos, que tem origem compartilhada. O modelo foi aplicado no Jardim Jacarandá, na Paróquia Nossa Senhora Medianeira, e, agora, na obra da Capela São José, no Jardim Ibirapuera, na Paróquia Espírito Santo, que está pronta e começa a ser utilizada pela comunidade no próximo dia 15. A entrega oficial será feita pelo bispo dom Sergio Arthur Braschi, em maio. 

     O ecônomo da Diocese, padre Mário Dwulatka, acompanha de perto o projeto. “Uma nova concepção que está sendo implementada pela Mitra, com a participação da comunidade e do pároco, padre Xavier (Panackalody). Estamos vendo as vantagens e desvantagens de construir uma igreja rapidamente. A ideia é entregar a obra toda em até um ano. Outro ponto são os empréstimos de outras paróquias para a construção, que tem, no contrato, a Mitra como anuente”, explicou padre Mário. De acordo com o ecônomo, tudo tem o aval do Conselho Pastoral Paroquial, sob a orientação do pároco. “A filosofia quer agilizar, otimizar e compartilhar. Afinal, somos uma única Igreja. É preciso que as (paróquias) que mais têm dificuldade também possam ter seus espaços. As (paróquias) que estão emprestando podem estar perdendo os juros da aplicação, quando o dinheiro está investido, mas o ganho pastoral tem valor muito maior”, detalha, acrescentando que o prazo para devolução do dinheiro é de seis meses. 

     A construção do templo, financiada pela própria matriz Espírito Santo, Paróquia Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora do Pilar, aconteceu em nove meses, segundo padre Mário. Para pagar os empréstimos, a comunidade organizou a Campanha do Tijolinho, com a divisão da obra por metros quadrados e a confecção de carnês, que as pessoas adquirem e pagam de acordo com as suas possibilidades. “Fiéis não só da capela mas de outros locais. A (paróquia do) Rosário ajudou bastante”, enalteceu o ecônomo. A previsão é que até julho o restante da obra esteja concluído: quatro salas de catequese, sala de reunião, três banheiros - um para portadores de necessidades especiais - e um salão. O terreno de 12x25 metros foi praticamente todo aproveitado. A capela está mobiliada e pronta para uso.

     A obra da Capela São José se baseou na construção da capela do Jardim Jacarandá, na Paróquia Nossa senhora Medianeira, concluída há dois anos. Em um único terreno, foi erguida a igreja, duas salas de catequese, cozinha, salão e banheiros. A construção se utilizou de recursos próprios.


História

     Geraldo Cleverson Kostiurezko, que mora ao lado da capela, conta a primeira missa na nova igreja ocorre dia 15, às 8h30. “A inauguração será feita em maio, assim que a agenda do bispo permitir”, alegra-se.Kostiurezko lembra que, há quatro anos e meio, os fiéis tinham dois lotes, um por doação da Mitra e outro da matriz da Paróquia Espírito Santo. “Foi vendido um deles e iniciada a construção com R$ 100 mil arrecadados, mais a Campanha do Tijolinho, além dos empréstimos das paróquia Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora do Pilar e da Diocese”.

     “A comunidade fazia missa no terreno, iam entre 50 e 70 pessoas. Depois, na construção, cada um levava seu banco e as celebrações já reuniam mais de 100 pessoas”, rememora Geraldo Kostiurezko, citando que a ajuda mensal dos fiéis foi muito importante. “Na Campanha do Tijolinho, 1 metro quadrado de construção custa R$ 200, em média. E a pessoa pode parcelar em até dez vezes. Paga como pode”, comenta. A obra já consumiu R$ 240 mil, dos quais R$ 190 já foram pagos, ressalta. A Capela São José tem capacidade para 150 pessoas sentadas. Estão programadas celebrações em todos os finais de semana e missas quinzenais.


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Modelo de construção ergue capela em nove meses

A nova concepção aproveita 100% do espaço e otimiza recursos

 

     Uma nova filosofia está sendo implementada na Diocese de Ponta Grossa no que se refere a oferta de espaços para celebrações, em especial nas comunidades da periferia.  Pela segunda vez nos últimos dois anos, a construção de capelas obedece um ritmo mais rápido, com o aproveitamento total das áreas e otimiza recursos, que tem origem compartilhada. O modelo foi aplicado no Jardim Jacarandá, na Paróquia Nossa Senhora Medianeira, e, agora, na obra da Capela São José, no Jardim Ibirapuera, na Paróquia Espírito Santo, que está pronta e começa a ser utilizada pela comunidade no próximo dia 15. A entrega oficial será feita pelo bispo dom Sergio Arthur Braschi, em maio. 

     O ecônomo da Diocese, padre Mário Dwulatka, acompanha de perto o projeto. “Uma nova concepção que está sendo implementada pela Mitra, com a participação da comunidade e do pároco, padre Xavier (Panackalody). Estamos vendo as vantagens e desvantagens de construir uma igreja rapidamente. A ideia é entregar a obra toda em até um ano. Outro ponto são os empréstimos de outras paróquias para a construção, que tem, no contrato, a Mitra como anuente”, explicou padre Mário. De acordo com o ecônomo, tudo tem o aval do Conselho Pastoral Paroquial, sob a orientação do pároco. “A filosofia quer agilizar, otimizar e compartilhar. Afinal, somos uma única Igreja. É preciso que as (paróquias) que mais têm dificuldade também possam ter seus espaços. As (paróquias) que estão emprestando podem estar perdendo os juros da aplicação, quando o dinheiro está investido, mas o ganho pastoral tem valor muito maior”, detalha, acrescentando que o prazo para devolução do dinheiro é de seis meses. 

     A construção do templo, financiada pela própria matriz Espírito Santo, Paróquia Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora do Pilar, aconteceu em nove meses, segundo padre Mário. Para pagar os empréstimos, a comunidade organizou a Campanha do Tijolinho, com a divisão da obra por metros quadrados e a confecção de carnês, que as pessoas adquirem e pagam de acordo com as suas possibilidades. “Fiéis não só da capela mas de outros locais. A (paróquia do) Rosário ajudou bastante”, enalteceu o ecônomo. A previsão é que até julho o restante da obra esteja concluído: quatro salas de catequese, sala de reunião, três banheiros - um para portadores de necessidades especiais - e um salão. O terreno de 12x25 metros foi praticamente todo aproveitado. A capela está mobiliada e pronta para uso.

     A obra da Capela São José se baseou na construção da capela do Jardim Jacarandá, na Paróquia Nossa senhora Medianeira, concluída há dois anos. Em um único terreno, foi erguida a igreja, duas salas de catequese, cozinha, salão e banheiros. A construção se utilizou de recursos próprios.


História

     Geraldo Cleverson Kostiurezko, que mora ao lado da capela, conta a primeira missa na nova igreja ocorre dia 15, às 8h30. “A inauguração será feita em maio, assim que a agenda do bispo permitir”, alegra-se.Kostiurezko lembra que, há quatro anos e meio, os fiéis tinham dois lotes, um por doação da Mitra e outro da matriz da Paróquia Espírito Santo. “Foi vendido um deles e iniciada a construção com R$ 100 mil arrecadados, mais a Campanha do Tijolinho, além dos empréstimos das paróquia Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora do Pilar e da Diocese”.

     “A comunidade fazia missa no terreno, iam entre 50 e 70 pessoas. Depois, na construção, cada um levava seu banco e as celebrações já reuniam mais de 100 pessoas”, rememora Geraldo Kostiurezko, citando que a ajuda mensal dos fiéis foi muito importante. “Na Campanha do Tijolinho, 1 metro quadrado de construção custa R$ 200, em média. E a pessoa pode parcelar em até dez vezes. Paga como pode”, comenta. A obra já consumiu R$ 240 mil, dos quais R$ 190 já foram pagos, ressalta. A Capela São José tem capacidade para 150 pessoas sentadas. Estão programadas celebrações em todos os finais de semana e missas quinzenais.


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A obra, a segunda na Diocese, aproveitou totalmente o terreno, otimizando espaço e recursos   |   Acervo da Paróquia

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O templo está totalmente pronto. A primeira missa no novo espaço será celebrada dia 15, às 8h30   |   Acervo da Paróquia

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Os bancos, usados, foram comprados pela internet. Foram limpos e calçados com carpet para não riscar o porcelanato   |   Acervo da Paróquia


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