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Reunião detalha procissão de Corpus Christi

O tema deste ano será ‘Eucaristia, vocação e missão. Vida, esperança e salvação’

 
A reunião aconteceu no Espaço Cultural Sant’Ana, na última segunda-feira à noite A reunião aconteceu no Espaço Cultural Sant’Ana, na última segunda-feira à noite | Crédito: Ass Com Diocese de Ponta Grossa

     A tradicional procissão de Corpus Christi este ano acontece no dia 31 d maio, uma quinta-feira, e terá como tema ‘Eucaristia, vocação e missão. Vida, esperança e salvação’. A ideia é que as paróquias trabalhem o tapete considerando a natureza missionária da Igreja, destacando por intermédio de imagens e frases a luta pela superação da violência – tema da Campanha da Fraternidade – e fazendo referência às diversas vocações e a atuação do leigo e pelo Ano do Laicato e a Ação Evangelizadora Em Cada Comunidade uma Nova Vocação. Uma reunião, na última segunda-feira, discutiu os detalhes da procissão de 2018.

     “Como no ano passado, as comunidades poderiam trazer adolescentes caracterizados de padres, religiosas, pais e mães lembrando a vivência familiar, médicos, professores, para acolher o Santíssimo, na chegada”, citou o padre Wagner Oliveira da Silva, coordenador da procissão deste ano. “Precisamos levar em conta o que está acontecendo neste momento na Igreja, incluir também recortes do que fez e o que está fazendo para superar a violência, por exemplo”, argumentou o padre. A sugestão foi acatada pela  maioria dos representantes das paróquias. O coordenador orientou que sejam buscadas contribuições junto às comunidades, com iniciativas que valorizem a atuação do leigo em seus respectivos campos e tragam testemunhos da presença de Deus no cotidiano das pessoas. “Podemos mostrar em fotos, no tapete, as pessoas rezando o terço em seus ambientes de trabalho ou nos ônibus, antes de uma ação pastoral”, sugeriu uma das participantes.

     O coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, padre Joel Nalepa, comentou que essa semana fecharia o cronograma de visitas aos oito setores da Diocese de Ponta Grossa e que, no próximo dia 5, teria uma reunião com os coordenadores dos Grupos de Animação Missionária para refletir com padres e leigos o que foi feito na caminhada e quais os passos que podem ser dados juntos para a sua continuidade. “Estamos vivendo a Igreja em Saída, Comunidade Samaritana, Ano do Laicato, o cuidado e a formação dos conselhos, e, agora, a Ação Em Cada Comunidade uma Nova Vocação, tudo dentro do que precisa acolher e fazer para que a caminhada seja na unidade, além da proposta da CNBB da iniciação a vida cristã. Não podemos ficar apenas nas ideias: é preciso que a ação pastoral apareça”, destacou o padre, convidando a todos para que assumam o compromisso de tornar a procissão, acima de tudo, uma oportunidade de reflexão e adoração a Deus na Santissima Eucaristia.

     Padre Joel, que também é diretor da Rádio Sant’Ana, lembrou que este ano, como nos demais anos, a procissão será transmitida pela emissora e que o sucesso da cobertura não depende da linha ou de instalações. “A qualidade do som da transmissão depende da quantidade de rádios ligados ao longo do trajeto. Façamos todo o esforço para que o som seja multiplicado e chegue aos receptores, pela primeira vez em FM, em um novo sinal, nessa nova etapa da emissora. Precisamos de uma força tarefa para isso”.


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Reunião detalha procissão de Corpus Christi

O tema deste ano será ‘Eucaristia, vocação e missão. Vida, esperança e salvação’

 

     A tradicional procissão de Corpus Christi este ano acontece no dia 31 d maio, uma quinta-feira, e terá como tema ‘Eucaristia, vocação e missão. Vida, esperança e salvação’. A ideia é que as paróquias trabalhem o tapete considerando a natureza missionária da Igreja, destacando por intermédio de imagens e frases a luta pela superação da violência – tema da Campanha da Fraternidade – e fazendo referência às diversas vocações e a atuação do leigo e pelo Ano do Laicato e a Ação Evangelizadora Em Cada Comunidade uma Nova Vocação. Uma reunião, na última segunda-feira, discutiu os detalhes da procissão de 2018.

     “Como no ano passado, as comunidades poderiam trazer adolescentes caracterizados de padres, religiosas, pais e mães lembrando a vivência familiar, médicos, professores, para acolher o Santíssimo, na chegada”, citou o padre Wagner Oliveira da Silva, coordenador da procissão deste ano. “Precisamos levar em conta o que está acontecendo neste momento na Igreja, incluir também recortes do que fez e o que está fazendo para superar a violência, por exemplo”, argumentou o padre. A sugestão foi acatada pela  maioria dos representantes das paróquias. O coordenador orientou que sejam buscadas contribuições junto às comunidades, com iniciativas que valorizem a atuação do leigo em seus respectivos campos e tragam testemunhos da presença de Deus no cotidiano das pessoas. “Podemos mostrar em fotos, no tapete, as pessoas rezando o terço em seus ambientes de trabalho ou nos ônibus, antes de uma ação pastoral”, sugeriu uma das participantes.

     O coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, padre Joel Nalepa, comentou que essa semana fecharia o cronograma de visitas aos oito setores da Diocese de Ponta Grossa e que, no próximo dia 5, teria uma reunião com os coordenadores dos Grupos de Animação Missionária para refletir com padres e leigos o que foi feito na caminhada e quais os passos que podem ser dados juntos para a sua continuidade. “Estamos vivendo a Igreja em Saída, Comunidade Samaritana, Ano do Laicato, o cuidado e a formação dos conselhos, e, agora, a Ação Em Cada Comunidade uma Nova Vocação, tudo dentro do que precisa acolher e fazer para que a caminhada seja na unidade, além da proposta da CNBB da iniciação a vida cristã. Não podemos ficar apenas nas ideias: é preciso que a ação pastoral apareça”, destacou o padre, convidando a todos para que assumam o compromisso de tornar a procissão, acima de tudo, uma oportunidade de reflexão e adoração a Deus na Santissima Eucaristia.

     Padre Joel, que também é diretor da Rádio Sant’Ana, lembrou que este ano, como nos demais anos, a procissão será transmitida pela emissora e que o sucesso da cobertura não depende da linha ou de instalações. “A qualidade do som da transmissão depende da quantidade de rádios ligados ao longo do trajeto. Façamos todo o esforço para que o som seja multiplicado e chegue aos receptores, pela primeira vez em FM, em um novo sinal, nessa nova etapa da emissora. Precisamos de uma força tarefa para isso”.


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