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Missão leva o amor da Igreja a indígenas

“Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles”

 
Muitas famílias foram visitadas pelos grupos de missionários, que eram acompanhados de crianças e jovens Muitas famílias foram visitadas pelos grupos de missionários, que eram acompanhados de crianças e jovens | Crédito: Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

      “O que valeu foi a presença, o testemunho de ‘estar junto’, de ‘ser com as pessoas’, era o mais importante. Elas perceberam isso e nós também: esse calor humano, esse contato, que é o que faz que Jesus também esteja presente (‘Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles). Ainda que não estivessem entendendo tanto o que tínhamos para falar”. Assim resumiu o secretário do Conselho Missionário dos Seminaristas (Comise), Iuri Nack, a visita à reserva indígena de Queimadas, em Ortigueira, no último domingo. Dom Sergio Arthur Braschi, bispo referencial da Dimensão Missionária no Paraná, e o vigário geral da Diocese, padre Jaime Rossa, integraram a comitiva de  cerca de 200 missionários, vindos de Ponta Grossa e das reservas de Monjolinho, Mococa e Água Branca.

      Participaram representantes do Conselho Missionário Diocesano (Comidi), da coordenação da Juventude e Infância Missionária, e além de sacerdotes e religiosas. Da Reserva de Água Branca, no distrito de Tamarana, vieram 80 pessoas, que chegaram no sábado já. Para o seminarista Iuri, é preciso atender o apelo do Papa Francisco de uma Igreja em saída , que vai ao encontro dos que estão afastados. “Foi desafiador porque além de todas as dificuldades que enfrento geralmente nas ações missionárias pela Diocese, aqui tem a questão cultural, de não ter certeza de como vão acolher, de não saber como enxergam a fé. Mas, é preciso que essas pessoas se sintam amadas pela Igreja”, afirmou, citando que a maior dificuldade foi a língua. “Não entendiam Português e os que nos acompanhavam também tinham suas imitações”.  

      A visita à reserva, onde moram cerca de 500 famílias, durou o dia todo. Os missionários saíam acompanhados de crianças e jovens que falavam kaigangue. O bispo e padre Jaime atenderam inúmeras confissões. Dom Sergio fez orações, deu unção dos enfermos e abençoou as casas. Depois da santa missa houve várias apresentações culturais. Nada de cultura indígena, mas hip hop, encenado por grupos de jovens das comunidades. “Estou muito feliz. Nunca teve visita antes, com ida nas casas. Nunca aconteceu. Precisa que venham mais vezes; (eles) precisam muito ler a Bíblia”, disse o cacique Marildo Correia. O coordenador da capela e da aldeia Água Branca, José Mendes, contou que na aldeia existe catequese, primeira Eucaristia e Crisma, e que vieram com integrantes de pastorais, um futuro diácono, membros da Infância e Juventude missionárias e quatro catequistas. “O Evangelho é lido em Português e traduzido em kaigangue para que todos tenham acesso e conheçam a Palavra de Deus. Estamos correndo atrás agora de bíblias bilíngues para distribuir a todos”, conta; A aldeia pertence a Arquidiocese de Londrina e tem 78 famílias católicas. “Os católicos têm de dar força uns aos outros. Por isso, decidi vir hoje aqui, estive já em Manoel Ribas e em Cândido de Abreu para ajudar, para apoiar”.

      De acordo com a coordenadora diocesana do Comidi, Neuci Marques de Jesus, a comunidade acolheu muito bem os missionários. “Foi um dia festivo, celebrativo; as famílias receberam bem a todos, inclusive os evangélicos e os de outras crenças, abriram as portas. A presença do bispo, nosso pastor maior, tem um valor muito grande”, destacou. “Nós esperávamos há muito tempo por isso. Seria importante que viessem sacerdotes todos os domingos”, sugeria Florides Nato, morador de 37 anos que nasceu na Reserva de Queimadas.  A aldeia, segundo ele, tem 280 católicos, a maioria dos habitantes.


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Publicado em: 00/00/0000

Missão leva o amor da Igreja a indígenas

“Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles”

 

      “O que valeu foi a presença, o testemunho de ‘estar junto’, de ‘ser com as pessoas’, era o mais importante. Elas perceberam isso e nós também: esse calor humano, esse contato, que é o que faz que Jesus também esteja presente (‘Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles). Ainda que não estivessem entendendo tanto o que tínhamos para falar”. Assim resumiu o secretário do Conselho Missionário dos Seminaristas (Comise), Iuri Nack, a visita à reserva indígena de Queimadas, em Ortigueira, no último domingo. Dom Sergio Arthur Braschi, bispo referencial da Dimensão Missionária no Paraná, e o vigário geral da Diocese, padre Jaime Rossa, integraram a comitiva de  cerca de 200 missionários, vindos de Ponta Grossa e das reservas de Monjolinho, Mococa e Água Branca.

      Participaram representantes do Conselho Missionário Diocesano (Comidi), da coordenação da Juventude e Infância Missionária, e além de sacerdotes e religiosas. Da Reserva de Água Branca, no distrito de Tamarana, vieram 80 pessoas, que chegaram no sábado já. Para o seminarista Iuri, é preciso atender o apelo do Papa Francisco de uma Igreja em saída , que vai ao encontro dos que estão afastados. “Foi desafiador porque além de todas as dificuldades que enfrento geralmente nas ações missionárias pela Diocese, aqui tem a questão cultural, de não ter certeza de como vão acolher, de não saber como enxergam a fé. Mas, é preciso que essas pessoas se sintam amadas pela Igreja”, afirmou, citando que a maior dificuldade foi a língua. “Não entendiam Português e os que nos acompanhavam também tinham suas imitações”.  

      A visita à reserva, onde moram cerca de 500 famílias, durou o dia todo. Os missionários saíam acompanhados de crianças e jovens que falavam kaigangue. O bispo e padre Jaime atenderam inúmeras confissões. Dom Sergio fez orações, deu unção dos enfermos e abençoou as casas. Depois da santa missa houve várias apresentações culturais. Nada de cultura indígena, mas hip hop, encenado por grupos de jovens das comunidades. “Estou muito feliz. Nunca teve visita antes, com ida nas casas. Nunca aconteceu. Precisa que venham mais vezes; (eles) precisam muito ler a Bíblia”, disse o cacique Marildo Correia. O coordenador da capela e da aldeia Água Branca, José Mendes, contou que na aldeia existe catequese, primeira Eucaristia e Crisma, e que vieram com integrantes de pastorais, um futuro diácono, membros da Infância e Juventude missionárias e quatro catequistas. “O Evangelho é lido em Português e traduzido em kaigangue para que todos tenham acesso e conheçam a Palavra de Deus. Estamos correndo atrás agora de bíblias bilíngues para distribuir a todos”, conta; A aldeia pertence a Arquidiocese de Londrina e tem 78 famílias católicas. “Os católicos têm de dar força uns aos outros. Por isso, decidi vir hoje aqui, estive já em Manoel Ribas e em Cândido de Abreu para ajudar, para apoiar”.

      De acordo com a coordenadora diocesana do Comidi, Neuci Marques de Jesus, a comunidade acolheu muito bem os missionários. “Foi um dia festivo, celebrativo; as famílias receberam bem a todos, inclusive os evangélicos e os de outras crenças, abriram as portas. A presença do bispo, nosso pastor maior, tem um valor muito grande”, destacou. “Nós esperávamos há muito tempo por isso. Seria importante que viessem sacerdotes todos os domingos”, sugeria Florides Nato, morador de 37 anos que nasceu na Reserva de Queimadas.  A aldeia, segundo ele, tem 280 católicos, a maioria dos habitantes.


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Muitas famílias foram visitadas pelos grupos de missionários, que eram acompanhados de crianças e jovens   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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Os missionários saíram de ônibus de Ponta Grossa às 6 horas do domingo e passaram o dia na aldeia   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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O bispo dom Sergio atendeu muitos indígenas em confissão e deu unção dos enfermos   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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O bispo dom Sergio atendeu muitos indígenas em confissão e deu unção dos enfermos   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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O bispo dom Sergio atendeu muitos indígenas em confissão e deu unção dos enfermos   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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Padre Jaime Rossa acompanhou dom Sergio na atenção aos moradores de Queimadas   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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Segundo os moradores, existem 280 católicos na aldeia   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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Segundo os moradores, existem 280 católicos na aldeia   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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Mesmo em dia de sol forte dom Sergio realizou as visitas a pé   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa

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Mesmo em dia de sol forte dom Sergio realizou as visitas a pé   |   Assessoria de Comunicação Diocese de Ponta Grossa


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