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Publicado em: 03/02/2021

Diocese lamenta morte de padre Márcio

Sacerdote tinha 45 anos e morreu dormindo

 
Padre Márcio tinha família em Castro: pai, mãe e um irmão. Outro irmão morava em São Mateus do Sul Padre Márcio tinha família em Castro: pai, mãe e um irmão. Outro irmão morava em São Mateus do Sul | Crédito: Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa

     A comunidade diocesana foi surpreendida, nesta quarta-feira (3), com o falecimento do padre Márcio Milek Marques, de 45 anos. Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Medianeira, em Ponta Grossa, o sacerdote foi encontrado morto na casa paroquial, logo nas primeiras horas da manhã. Segundo laudo do Instituto Médico Legal, a morte foi por causa natural e deve ter ocorrido durante a madrugada. O velório ocorreria na Igreja Nossa Senhora de Medianeira, a partir das 14 horas, com missa de corpo presente celebrada pelo bispo dom Sergio Arthur Braschi, às 16 horas, e sepultamento seria ainda nesta quarta-feira, às 17h30, no Cemitério Jardim Paraíso.

     Padre Márcio era pároco da Nossa Senhora de Medianeira há mais de oito anos. Respondia pela Pastoral Presbiteral da Diocese de Ponta Grossa há cerca de um ano e meio e era assessor da Escola de Teologia para Leigos há mais de oito anos, onde ministrou aula nos módulos Liturgia, Pai Nosso e Espírito Santo. O último módulo que o sacerdote assessorou foi em julho de 2020. No Instituto de Filosofia e Teologia Mater Ecclesiae (Ifiteme), que pertence à diocese, substituiu o padre Gilson Camargo, ano passado, na disciplina de Liturgia.

     O velório foi aberto à comunidade, com restrição no fluxo de pessoas junto do caixão para evitar aglomeração. Em função disso, houve transmissão da missa de corpo presente pelo Facebook da paróquia. E muitas foram as demonstrações de carinho. “A comunidade católica de Ponta Grossa com certeza está profundamente entristecida com a perda desta pessoa tão admirável e querida por todos. Meus sinceros sentimentos a toda a família. Que Deus conforte os corações de todos nesta hora tão difícil”, lamentava Mariane Filipkowski.

     A jornalista Ana Paula Bonfim Martins, que participa da Paróquia Imaculada Conceição, de Carambeí, se dizia muito triste. “Foi grande pároco aqui na Imaculada de Carambeí. Em um dos momentos mais difíceis, em que minha avó ficou doente, ele esteve junto. Minha avó chamava ele de ‘padre príncipe’. Quando ouvi que ele faleceu me emocionei. Vieram tantas lembranças lindas...”, confidenciou, lembrando que padre Márcio esteve no hospital, em 2011, visitando dona Haydêe Barreto Bomfim. “Ela ficou muito feliz. Contou que tinha a certeza que iria melhorar, porque ele tinha ido vê-la”.

     Conforme Ana Paula, realmente, ela ficou uma semana internada e voltou para casa. No entanto, meses depois, voltou a adoecer e foi direto para a UTI. “Liguei para ele e contei, mas ele disse que era seu dia de folga e que mandaria outro sacerdote. No entanto, foi o próprio padre Márcio quem esteve lá e lhe concedeu a unção dos enfermos. E ele estava muito emocionado”, acrescentou a jornalista, citando que a avó faleceu ainda em 2011, com 90 anos. “Padre Márcio foi quem fez as exéquias. A ligação deles era muito especial. Que Nossa Senhora o leve até a luz do nosso Senhor!”.

     Dom Sergio Arthur Braschi fala com carinho do colega sacerdote. “Era um padre relativamente jovem ainda, tinha 45 anos de idade, ia fazer 21 anos de padre, em julho. Era uma pessoa com quem a gente sempre podia contar. Muito amigo dos padres, era da Pastoral Presbiteral, organizava todas as formações, os retiros, os passeios que o clero fazia. Era um padre que a gente tinha uma grande estima, uma grande admiração. Ele era um grande conhecedor da Liturgia e de outras áreas da Teologia. É uma perda grande, motivo de tristeza, mas temos a certeza que Jesus Ressuscitado vai recebê-lo, agora, no céu e recompensá-lo por tudo. Desde já rezemos por ele”, pede dom Sergio.


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Publicado em: 03/02/2021

Diocese lamenta morte de padre Márcio

Sacerdote tinha 45 anos e morreu dormindo

 

     A comunidade diocesana foi surpreendida, nesta quarta-feira (3), com o falecimento do padre Márcio Milek Marques, de 45 anos. Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Medianeira, em Ponta Grossa, o sacerdote foi encontrado morto na casa paroquial, logo nas primeiras horas da manhã. Segundo laudo do Instituto Médico Legal, a morte foi por causa natural e deve ter ocorrido durante a madrugada. O velório ocorreria na Igreja Nossa Senhora de Medianeira, a partir das 14 horas, com missa de corpo presente celebrada pelo bispo dom Sergio Arthur Braschi, às 16 horas, e sepultamento seria ainda nesta quarta-feira, às 17h30, no Cemitério Jardim Paraíso.

     Padre Márcio era pároco da Nossa Senhora de Medianeira há mais de oito anos. Respondia pela Pastoral Presbiteral da Diocese de Ponta Grossa há cerca de um ano e meio e era assessor da Escola de Teologia para Leigos há mais de oito anos, onde ministrou aula nos módulos Liturgia, Pai Nosso e Espírito Santo. O último módulo que o sacerdote assessorou foi em julho de 2020. No Instituto de Filosofia e Teologia Mater Ecclesiae (Ifiteme), que pertence à diocese, substituiu o padre Gilson Camargo, ano passado, na disciplina de Liturgia.

     O velório foi aberto à comunidade, com restrição no fluxo de pessoas junto do caixão para evitar aglomeração. Em função disso, houve transmissão da missa de corpo presente pelo Facebook da paróquia. E muitas foram as demonstrações de carinho. “A comunidade católica de Ponta Grossa com certeza está profundamente entristecida com a perda desta pessoa tão admirável e querida por todos. Meus sinceros sentimentos a toda a família. Que Deus conforte os corações de todos nesta hora tão difícil”, lamentava Mariane Filipkowski.

     A jornalista Ana Paula Bonfim Martins, que participa da Paróquia Imaculada Conceição, de Carambeí, se dizia muito triste. “Foi grande pároco aqui na Imaculada de Carambeí. Em um dos momentos mais difíceis, em que minha avó ficou doente, ele esteve junto. Minha avó chamava ele de ‘padre príncipe’. Quando ouvi que ele faleceu me emocionei. Vieram tantas lembranças lindas...”, confidenciou, lembrando que padre Márcio esteve no hospital, em 2011, visitando dona Haydêe Barreto Bomfim. “Ela ficou muito feliz. Contou que tinha a certeza que iria melhorar, porque ele tinha ido vê-la”.

     Conforme Ana Paula, realmente, ela ficou uma semana internada e voltou para casa. No entanto, meses depois, voltou a adoecer e foi direto para a UTI. “Liguei para ele e contei, mas ele disse que era seu dia de folga e que mandaria outro sacerdote. No entanto, foi o próprio padre Márcio quem esteve lá e lhe concedeu a unção dos enfermos. E ele estava muito emocionado”, acrescentou a jornalista, citando que a avó faleceu ainda em 2011, com 90 anos. “Padre Márcio foi quem fez as exéquias. A ligação deles era muito especial. Que Nossa Senhora o leve até a luz do nosso Senhor!”.

     Dom Sergio Arthur Braschi fala com carinho do colega sacerdote. “Era um padre relativamente jovem ainda, tinha 45 anos de idade, ia fazer 21 anos de padre, em julho. Era uma pessoa com quem a gente sempre podia contar. Muito amigo dos padres, era da Pastoral Presbiteral, organizava todas as formações, os retiros, os passeios que o clero fazia. Era um padre que a gente tinha uma grande estima, uma grande admiração. Ele era um grande conhecedor da Liturgia e de outras áreas da Teologia. É uma perda grande, motivo de tristeza, mas temos a certeza que Jesus Ressuscitado vai recebê-lo, agora, no céu e recompensá-lo por tudo. Desde já rezemos por ele”, pede dom Sergio.


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Padre Márcio tinha família em Castro: pai, mãe e um irmão. Outro irmão morava em São Mateus do Sul   |   Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa


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