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Publicado em: 19/06/2018

Semana do Migrante aborda solidariedade

Bispo dom Sergio recebe padre haitiano nesta quarta

 
Érica Clarindo representou a Cáritas Diocesana de Ponta Grossa Érica Clarindo representou a Cáritas Diocesana de Ponta Grossa | Crédito: Rede de Comunicadores Regional Paraná

      Na busca pela promoção da cultura do encontro, tão motivada pelo Papa Francisco com a intenção de fazer crescer os espaços de convivência, trocas e diálogo acontece, de 17 a 24 deste mês, a 33ª Semana do Migrante. Pensando em criar oportunidades para integrar os migrantes e a comunidade, dentro da Semana, o ‘Solidariedade Brasil Haiti’ reunirá diversas experiências de migração e irá compartilhar histórias de cada jornada. O evento, promovido pela Cáritas Diocesana de Ponta Grossa e o Laboratório de Mecanização Agrícola da Universidade Estadual de Ponta Grossa, ocorre nesta quarta-feira (20), às 19 horas, no Espaço Cutlural Sant’ana. Um pouco mais cedo, às 14h15, o bispo dom Sergio Arthur Braschi recebe o padre do haitiano Joseph Philippe, fundador de quatro importantes organizações para a reconstrução do país.

     Nessa edição, o ‘Solidariedade Brasil Haiti’ conta com a parceria da Universidade de Fondwa primeira e única universidade rural do Haiti, fundada em 2001. Embalado pelo tema da Semana do Migrante – ‘a vida é feita de encontros: braços abertos, sem medo para acolher ‘ - a Igreja descobre nas migrações mais uma oportunidade para viver a acolhida, uma ocasião de crescimento para quem sabe ir ao encontro. A atividade, aberta ao público, consistirá na exibição de um documentário sobre padre Joseph Phillippe, que através da espiritualidade, dedicou os últimos 30 anos de vida, ao trabalho de fortalecer os camponeses do Haiti.

      Segundo o padre, a intenção é organizar e ajudar os produtores rurais a identificar suas próprias prioridades, “capacitá-los a transformar suas vidas. E enxergo resultados positivos nos filhos dessas pessoas retornando, com uma educação universitária”, ressalta o sacerdote. Joseph nasceu em Fondwa, região montanhosa do Haiti.  Ele retornou em 1988 para iniciar seu trabalho e teve que começar do zero porque não havia estrada e água corrente. Sua caminhada para a escola durava quatro horas . Após três anos fazendo Contabilidade, profissão que ensinou ao irmão mais novo, a quem incumbiu de cuidar da família. O padre Joseph passou a estudar no Canadá e juntou-se aos Espiritanos (os padres do Espírito Santo) em Montreal. A Congregação do Espírito Santo fundou a Universidade Duquesne como um ato de serviço aos filhos de imigrantes pobres que careciam de oportunidades educacionais.  Deixou o Canadá para continuar os seus estudos na União Teológica Católica, em Chicago em 1984.

     Ele permaneceu focado em uma missão de "colocar oração e luta política" juntos de uma forma positiva. Ele estudou e promoveu sua educação sobre este assunto por conta própria no Canadá e, em seguida, Chicago, técnicas de aprendizagem para a implementação da mudança.  Antes de fundar o banco Fonkoze, ele também viajou para Paris para se reunir com dois líderes do setor bancário, aposentados, para ajudá-lo a desenvolver uma estratégia para o seu banco no Haiti. Fundou também a Associação dos Camponeses de Fondwa, em 1988; e a Universidade de Fondwa, primeira e única Universidade rural do Haiti.

     Fonkoze, a Fundação que presta serviços não financeiros; Fonkoze Financial Services, uma fundação que presta serviços financeiros,A missão da APF é reforçar os esforços das organizações de base locais para criar riqueza no meio rural do Haiti. Na verdade, a APF é uma ONG nacional (organização não governamental) no Haiti. Em Fondwa, a APF tem um centro comunitário, uma escola com 700 estudantes, um orfanato, um projeto de água limpa, um programa de reflorestamento, uma clínica de saúde e uma estação de rádio.


Seminário

     A Cáritas Brasileira Regional Paraná enviou agentes no Seminário Internacional sobre Migrações e Refúgio, com o tema: “Caminhos para a cultura do encontro”, promovido pela Cáritas Brasileira, entre os dias 12 a 14 deste mês, em Brasília. A delegação do Regional foi representados pelos entidades-membro de Curitiba, Cascavel, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Paranavaí  e Umuarama. Pela Diocese de Ponta Grossa participou a assistente social da Cáritas, Érica Francine Clarindo.

     Participaram do Seminário migrantes e refugiados que vivem no Brasil, representando cerca 50 países, o arcebispo de Manila, Filipinas, e presidente da Cáritas Internacional, cardeal Luis Antonio Tagle, agentes Cáritas, Igrejas Cristãs, denominações religiosas, agentes de pastoral, agências de cooperação e governos, reunindo 200 pessoas. Os deslocamentos forçados e suas peculiaridades tem direcionado o olhar de  diversos órgãos, movimentos e organizações  sociais em todo o mundo. A migração se tornou um fenômeno global e cada vez mais presente na vida das pessoas, o desafio está em oferecer condições dignas de acolhimento a quem  está chegando.


Com informações de Ana Paula Andrade/ Cáritas


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Publicado em: 19/06/2018

Semana do Migrante aborda solidariedade

Bispo dom Sergio recebe padre haitiano nesta quarta

 

      Na busca pela promoção da cultura do encontro, tão motivada pelo Papa Francisco com a intenção de fazer crescer os espaços de convivência, trocas e diálogo acontece, de 17 a 24 deste mês, a 33ª Semana do Migrante. Pensando em criar oportunidades para integrar os migrantes e a comunidade, dentro da Semana, o ‘Solidariedade Brasil Haiti’ reunirá diversas experiências de migração e irá compartilhar histórias de cada jornada. O evento, promovido pela Cáritas Diocesana de Ponta Grossa e o Laboratório de Mecanização Agrícola da Universidade Estadual de Ponta Grossa, ocorre nesta quarta-feira (20), às 19 horas, no Espaço Cutlural Sant’ana. Um pouco mais cedo, às 14h15, o bispo dom Sergio Arthur Braschi recebe o padre do haitiano Joseph Philippe, fundador de quatro importantes organizações para a reconstrução do país.

     Nessa edição, o ‘Solidariedade Brasil Haiti’ conta com a parceria da Universidade de Fondwa primeira e única universidade rural do Haiti, fundada em 2001. Embalado pelo tema da Semana do Migrante – ‘a vida é feita de encontros: braços abertos, sem medo para acolher ‘ - a Igreja descobre nas migrações mais uma oportunidade para viver a acolhida, uma ocasião de crescimento para quem sabe ir ao encontro. A atividade, aberta ao público, consistirá na exibição de um documentário sobre padre Joseph Phillippe, que através da espiritualidade, dedicou os últimos 30 anos de vida, ao trabalho de fortalecer os camponeses do Haiti.

      Segundo o padre, a intenção é organizar e ajudar os produtores rurais a identificar suas próprias prioridades, “capacitá-los a transformar suas vidas. E enxergo resultados positivos nos filhos dessas pessoas retornando, com uma educação universitária”, ressalta o sacerdote. Joseph nasceu em Fondwa, região montanhosa do Haiti.  Ele retornou em 1988 para iniciar seu trabalho e teve que começar do zero porque não havia estrada e água corrente. Sua caminhada para a escola durava quatro horas . Após três anos fazendo Contabilidade, profissão que ensinou ao irmão mais novo, a quem incumbiu de cuidar da família. O padre Joseph passou a estudar no Canadá e juntou-se aos Espiritanos (os padres do Espírito Santo) em Montreal. A Congregação do Espírito Santo fundou a Universidade Duquesne como um ato de serviço aos filhos de imigrantes pobres que careciam de oportunidades educacionais.  Deixou o Canadá para continuar os seus estudos na União Teológica Católica, em Chicago em 1984.

     Ele permaneceu focado em uma missão de "colocar oração e luta política" juntos de uma forma positiva. Ele estudou e promoveu sua educação sobre este assunto por conta própria no Canadá e, em seguida, Chicago, técnicas de aprendizagem para a implementação da mudança.  Antes de fundar o banco Fonkoze, ele também viajou para Paris para se reunir com dois líderes do setor bancário, aposentados, para ajudá-lo a desenvolver uma estratégia para o seu banco no Haiti. Fundou também a Associação dos Camponeses de Fondwa, em 1988; e a Universidade de Fondwa, primeira e única Universidade rural do Haiti.

     Fonkoze, a Fundação que presta serviços não financeiros; Fonkoze Financial Services, uma fundação que presta serviços financeiros,A missão da APF é reforçar os esforços das organizações de base locais para criar riqueza no meio rural do Haiti. Na verdade, a APF é uma ONG nacional (organização não governamental) no Haiti. Em Fondwa, a APF tem um centro comunitário, uma escola com 700 estudantes, um orfanato, um projeto de água limpa, um programa de reflorestamento, uma clínica de saúde e uma estação de rádio.


Seminário

     A Cáritas Brasileira Regional Paraná enviou agentes no Seminário Internacional sobre Migrações e Refúgio, com o tema: “Caminhos para a cultura do encontro”, promovido pela Cáritas Brasileira, entre os dias 12 a 14 deste mês, em Brasília. A delegação do Regional foi representados pelos entidades-membro de Curitiba, Cascavel, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Paranavaí  e Umuarama. Pela Diocese de Ponta Grossa participou a assistente social da Cáritas, Érica Francine Clarindo.

     Participaram do Seminário migrantes e refugiados que vivem no Brasil, representando cerca 50 países, o arcebispo de Manila, Filipinas, e presidente da Cáritas Internacional, cardeal Luis Antonio Tagle, agentes Cáritas, Igrejas Cristãs, denominações religiosas, agentes de pastoral, agências de cooperação e governos, reunindo 200 pessoas. Os deslocamentos forçados e suas peculiaridades tem direcionado o olhar de  diversos órgãos, movimentos e organizações  sociais em todo o mundo. A migração se tornou um fenômeno global e cada vez mais presente na vida das pessoas, o desafio está em oferecer condições dignas de acolhimento a quem  está chegando.


Com informações de Ana Paula Andrade/ Cáritas


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Érica Clarindo representou a Cáritas Diocesana de Ponta Grossa   |   Rede de Comunicadores Regional Paraná

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O Seminário aconteceu em Brasília, de 12 a 14 deste mês   |   Rede de Comunicadores Regional Paraná

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Participaram migrantes e refugiados que vivem no Brasil, representando cerca 50 países   |   Rede de Comunicadores Regional Paraná


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