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Publicado em: 07/09/2021

Legião de Maria: missa encerra festejos

Dom Sergio, seis padres e diáconos celebram centenário

 
Dom Sergio: “muitos legionários da primeira hora não estão mais aqui, mas estão intercedendo na eternidade, inclusive, minha mãe que era legionária Dom Sergio: “muitos legionários da primeira hora não estão mais aqui, mas estão intercedendo na eternidade, inclusive, minha mãe que era legionária | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

     Com toda a pompa que o momento exige, inclusive ao som de uma orquestra, a Orquestra dos Arautos do Evangelho, o Senatus Assumpta de Ponta Grossa encerrou, neste feriado (7), a programação festiva pelos 100 anos de fundação da Legião de Maria. Iniciada na quinta-feira (2), a comemoração encerrou-se com a missa solene na Catedral Sant’Ana, celebrada pelo bispo Dom Sergio Arthur Braschi, seis padres e seis diáconos, diretores e assessores espirituais da Legião de Maria. Em seu centenário, são mais de 10 milhões de legionários em todo o mundo, em uma história que completa, em 2021, 72 anos de Brasil e 67 anos no Paraná.


     O bispo Dom Sergio, enaltecendo a diversidade e a sinodalidade da Igreja, representados pela Legião de Maria, lembrou que a associação de fiéis se expandiu a partir de Ponta Grossa para o restante do estado. “Minha história com a Legião vem de longe. Nasci em Curitiba, onde a presença da Legião de Maria é muito forte. Mas, em Ponta Grossa foi onde ela chegou no Paraná e se difundiu para as outras dioceses. Então, aqui a história é mais longa e mais forte”, comentou, citando que, na Arquidiocese de Curitiba, era comum um grupo de legionárias por paróquia. “Quando cheguei aqui, em 2003, fazendo as visitas pastorais, observei que muitas paroquias tinham não um grupo, o chamado ‘praesidium’, mas várias ‘praesidia’. Algumas paróquias têm até comitium e outras, outros graus da Legião. É muito bonito ver isso”, acrescentou Dom Sergio.


     Além da quantidade, continuou o bispo, o mais importante é o trabalho semanal realizado pela Legião de Maria. “Porque é um movimento muito bem organizado, com oração diária e a visita que as legionárias fazem toda a semana às casas, hospitais ou ajudando na família. É uma das grandes forças da Igreja, onde os leigos e leigas encontraram seu lugar. Muito antes do Concilio Vaticano II, já estavam presentes”. Dom Sergio foi quem formalizou a Secretaria da Juventude Legionária, a Sejule, em 2019. “Era uma realidade a preocupação com a continuidade da Legião porque a maioria dos integrantes era já de certa idade e não entravam membros mais jovens. Mas, Deus vai chamando, Maria vai chamando e sempre vão surgindo novas gerações de legionários. O Senatus daqui está fazendo seu trabalho, ajudando, incentivando, lutando, nos últimos anos, com o anúncio para a juventude, para que mais jovens possam se juntar ao movimento. E o jovem encontra na Legião organização, a constância e muitos aderem. Ela nasceu com jovens e deve ter sempre esse espirito”, destacou.


    A coordenadora da Secretaria da Juventude Legionária do Paraná e Santa Catarina, Simone da Cruz Gonçalves, contou que a ideia de se criar a versão jovem da Legião surgiu em 2013, após a Jornada Mundial da Juventude. Ela foi se firmando a partir de 2015. “No entanto, consideramos a formalização a partir da chegada do diretor espiritual, padre Wagner Oliveira da Silva, em 2019. Foi quando também escolhemos um presidente, vice-presidente e uma secretária para acompanhar os trabalhos, além da irmã Maria Daniele Engelmann (religiosa do Instituto das Filhas e Filhos do Coração Imaculado de Maria), que é a nossa assessora espiritual”, contou. Segundo a coordenadora, integram a Sejule100 jovens entre o Paraná e Santa Catarina e, no Brasil, são mais de mil os integrantes. Quem quiser participar deve procurar uma legionária em sua paróquia. Ela vai saber indicar onde existe um grupo juvenil. A Sejule é responsável pela animação da juventude legionária, promovendo adorações, retiros, jogos...eventos próprios para a juventude legionária, informou Simone.


     Renovação


     Padre Wagner Oliveira da Silva reforçou que, na riqueza da diversidade presente na vida da Igreja, a Sejule vem ser uma ‘isca’ para atrair os jovens e proporcionar um encontro profundo com Maria. “A Legião tem uma organização muito interessante, semelhante a um exército e, portanto, os jovens se sentem atraídos por fazer parte desse caminho. Eu me alegro porque há três anos o bispo me concedeu a provisão de diretor espiritual da Sejule e isso tem me levado a acompanhar um pouco melhor. Eu que tenho um caminho na Legião de Maria desde criança”, lembrou, contando que a avó era membro ativa da Legião por muito tempo, e, depois de um AVC, se tornou membro auxiliar. Ela rezava todos os dias o terço, fazia a oração da Catena e o convidava para rezar com ela. “ Foi ali que eu comecei a conhecer a Legião de Maria, inclusive, quando eu tinha oito anos, comecei a participar do grupo Nossa Senhora de Loreto, em Telêmaco Borba”, detalhou.


     Padre Jaime Rossa, diretor espiritual da Senatu, disse que é uma alegria muito grande participar do centenário de fundação da Legião de Maria. “Sabemos que a Legião está presente em Ponta Grossa há muito tempo e é admirável o trabalho realizado por elas, com simplicidade, mas com muita perseverança. Grupos que se reúnem toda a semana, quando meditam a Palavra, são instruídas pelo manual próprio da Legião e são enviados em trabalho cada semana. Uma atividade muita intensa e muito importante para a evangelização da Igreja. Chegam em lugares onde o padre e o diácono não chegam. É impressionante como eles enfrentam os desafios com muita coragem, perseverança, sabendo que são instrumentos nas mãos de Deus como que um exército de Maria. Queremos agradecer a Deus por tantas maravilhas realizadas ao longo desse tempo, mas também pedimos a Deus que acompanhe e sustente e esteja sempre junto de todos os legionários”.


     A coordenadora diocesana da Legião de Maria, Flora Demiate, citou que há três anos estão se preparando para o centenário. “Uma capelinha peregrina andou por muitas cidades no Paraná e Santa Catarina e está hoje aqui, na Catedral. Maria Santíssima nos acompanha todo esse tempo, rezando e pedindo por nós, louvando e agradecendo por esses 100 anos de fundação da Legião de Maria no mundo. É uma alegria rever as legionárias. Elas estão felizes, somos felizes por sermos legionárias e por estarmos no serviço à Igreja”, comemorava.


 


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Publicado em: 07/09/2021

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     Com toda a pompa que o momento exige, inclusive ao som de uma orquestra, a Orquestra dos Arautos do Evangelho, o Senatus Assumpta de Ponta Grossa encerrou, neste feriado (7), a programação festiva pelos 100 anos de fundação da Legião de Maria. Iniciada na quinta-feira (2), a comemoração encerrou-se com a missa solene na Catedral Sant’Ana, celebrada pelo bispo Dom Sergio Arthur Braschi, seis padres e seis diáconos, diretores e assessores espirituais da Legião de Maria. Em seu centenário, são mais de 10 milhões de legionários em todo o mundo, em uma história que completa, em 2021, 72 anos de Brasil e 67 anos no Paraná.

     O bispo Dom Sergio, enaltecendo a diversidade e a sinodalidade da Igreja, representados pela Legião de Maria, lembrou que a associação de fiéis se expandiu a partir de Ponta Grossa para o restante do estado. “Minha história com a Legião vem de longe. Nasci em Curitiba, onde a presença da Legião de Maria é muito forte. Mas, em Ponta Grossa foi onde ela chegou no Paraná e se difundiu para as outras dioceses. Então, aqui a história é mais longa e mais forte”, comentou, citando que, na Arquidiocese de Curitiba, era comum um grupo de legionárias por paróquia. “Quando cheguei aqui, em 2003, fazendo as visitas pastorais, observei que muitas paroquias tinham não um grupo, o chamado ‘praesidium’, mas várias ‘praesidia’. Algumas paróquias têm até comitium e outras, outros graus da Legião. É muito bonito ver isso”, acrescentou Dom Sergio.

     Além da quantidade, continuou o bispo, o mais importante é o trabalho semanal realizado pela Legião de Maria. “Porque é um movimento muito bem organizado, com oração diária e a visita que as legionárias fazem toda a semana às casas, hospitais ou ajudando na família. É uma das grandes forças da Igreja, onde os leigos e leigas encontraram seu lugar. Muito antes do Concilio Vaticano II, já estavam presentes”. Dom Sergio foi quem formalizou a Secretaria da Juventude Legionária, a Sejule, em 2019. “Era uma realidade a preocupação com a continuidade da Legião porque a maioria dos integrantes era já de certa idade e não entravam membros mais jovens. Mas, Deus vai chamando, Maria vai chamando e sempre vão surgindo novas gerações de legionários. O Senatus daqui está fazendo seu trabalho, ajudando, incentivando, lutando, nos últimos anos, com o anúncio para a juventude, para que mais jovens possam se juntar ao movimento. E o jovem encontra na Legião organização, a constância e muitos aderem. Ela nasceu com jovens e deve ter sempre esse espirito”, destacou.

    A coordenadora da Secretaria da Juventude Legionária do Paraná e Santa Catarina, Simone da Cruz Gonçalves, contou que a ideia de se criar a versão jovem da Legião surgiu em 2013, após a Jornada Mundial da Juventude. Ela foi se firmando a partir de 2015. “No entanto, consideramos a formalização a partir da chegada do diretor espiritual, padre Wagner Oliveira da Silva, em 2019. Foi quando também escolhemos um presidente, vice-presidente e uma secretária para acompanhar os trabalhos, além da irmã Maria Daniele Engelmann (religiosa do Instituto das Filhas e Filhos do Coração Imaculado de Maria), que é a nossa assessora espiritual”, contou. Segundo a coordenadora, integram a Sejule100 jovens entre o Paraná e Santa Catarina e, no Brasil, são mais de mil os integrantes. Quem quiser participar deve procurar uma legionária em sua paróquia. Ela vai saber indicar onde existe um grupo juvenil. A Sejule é responsável pela animação da juventude legionária, promovendo adorações, retiros, jogos...eventos próprios para a juventude legionária, informou Simone.

     Renovação

     Padre Wagner Oliveira da Silva reforçou que, na riqueza da diversidade presente na vida da Igreja, a Sejule vem ser uma ‘isca’ para atrair os jovens e proporcionar um encontro profundo com Maria. “A Legião tem uma organização muito interessante, semelhante a um exército e, portanto, os jovens se sentem atraídos por fazer parte desse caminho. Eu me alegro porque há três anos o bispo me concedeu a provisão de diretor espiritual da Sejule e isso tem me levado a acompanhar um pouco melhor. Eu que tenho um caminho na Legião de Maria desde criança”, lembrou, contando que a avó era membro ativa da Legião por muito tempo, e, depois de um AVC, se tornou membro auxiliar. Ela rezava todos os dias o terço, fazia a oração da Catena e o convidava para rezar com ela. “ Foi ali que eu comecei a conhecer a Legião de Maria, inclusive, quando eu tinha oito anos, comecei a participar do grupo Nossa Senhora de Loreto, em Telêmaco Borba”, detalhou.

     Padre Jaime Rossa, diretor espiritual da Senatu, disse que é uma alegria muito grande participar do centenário de fundação da Legião de Maria. “Sabemos que a Legião está presente em Ponta Grossa há muito tempo e é admirável o trabalho realizado por elas, com simplicidade, mas com muita perseverança. Grupos que se reúnem toda a semana, quando meditam a Palavra, são instruídas pelo manual próprio da Legião e são enviados em trabalho cada semana. Uma atividade muita intensa e muito importante para a evangelização da Igreja. Chegam em lugares onde o padre e o diácono não chegam. É impressionante como eles enfrentam os desafios com muita coragem, perseverança, sabendo que são instrumentos nas mãos de Deus como que um exército de Maria. Queremos agradecer a Deus por tantas maravilhas realizadas ao longo desse tempo, mas também pedimos a Deus que acompanhe e sustente e esteja sempre junto de todos os legionários”.

     A coordenadora diocesana da Legião de Maria, Flora Demiate, citou que há três anos estão se preparando para o centenário. “Uma capelinha peregrina andou por muitas cidades no Paraná e Santa Catarina e está hoje aqui, na Catedral. Maria Santíssima nos acompanha todo esse tempo, rezando e pedindo por nós, louvando e agradecendo por esses 100 anos de fundação da Legião de Maria no mundo. É uma alegria rever as legionárias. Elas estão felizes, somos felizes por sermos legionárias e por estarmos no serviço à Igreja”, comemorava.

 


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