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Publicado em: 07/11/2021

Integrantes do Condae ouvem sobre o Sínodo

Dom Sergio destacou o momento histórico vivido pela Igreja

 
Dom Sergio reforçou a equipe diocesana neste sábado Dom Sergio reforçou a equipe diocesana neste sábado | Crédito: Abel Rosa

 


     O Sínodo 2023 foi o tema principal da pauta da reunião do Conselho Diocesano de Ação Evangelizadora (Condae), realizada neste sábado (6). A equipe diocesana de preparação do Sínodo, composta pelos padres Alvaro Martins Nortok, Evandro Luis Braun, Joel Nalepa e Kleber Pacheco, e pela consagrada Flávia Carla Nascimento, foi reforçada, desta vez, pelo bispo Dom Sergio Arthur Braschi, que agradeceu o empenho do grupo no estudo e detalhamento deste que é o assunto do momento na Igreja, bem como a disposição dos integrantes em levar e esclarecer o tema pelos oito Setores da Diocese. 


     Dom Sergio, que rotineiramente participa dos encontros do Condae, fez um histórico dos sínodos, contando que esse tipo de estrutura, reunindo bispos, surgiu com o Concílio Vaticano II. “Sínodos existem desde o início da Igreja, reunindo dioceses, províncias. Mas, nesse formato, de reunir representantes dos diferentes continentes, que trazem visões localizadas para um debate a nível mundial da Igreja, não havia. Surgiu com o Papa Paulo VI, depois do Vaticano II”, lembrou o bispo. Dos aproximadamente 4.500 bispos do mundo, em torno de 250 são representados em um sínodo. Do Brasil, onde existem perto de 300 bispos, quatro são escolhidos para representar o País. 


     “Agora, o Papa Francisco nos pede que haja participação de toda a Igreja, para que ela possa realmente caminhar junto, ser Igreja. Mais importante que respostas é o processo de escutar, aprender que a Igreja é participar e não esperar que o Papa dê solução para os problemas, muito menos o bispo. As respostas estão na comunidade. A Igreja é estruturada em níveis, segundo o princípio de subsidialidade, ou seja, as decisões são tomadas no seu próprio nível. E quanta riqueza vivida de toda essa participação, da Igreja local, bem concreta, com realidades distintas. É preciso envolver as pessoas no processo sinodal, porque isso vai as marcar profundamente. Ela vai se descobrir Igreja e é muito bonito essa consciência”, argumentava Dom Sergio.


     Conforme o bispo, é necessário dar passos para se atingir a comunhão, como prevê o tema do Sínodo 2023 - ‘por uma Igreja Sinodal: Comunhão, Participação e Missão’ – “Como o Papa já fez na abertura do Sínodo, quando reuniu chefes de diferentes igrejas para ir envolvendo. O desejo é envolver para que a pessoa venha e descubra que é importante ‘ser’ Igreja e não procurar a Igreja para satisfazer uma necessidade momentânea, resolver e se afastar até surgir um outro problema. A responsabilidade universal é de cada comunidade. Somos todos responsáveis pela evangelização e, esse momento, eu considero histórico. Se sabia que não iríamos sair dessa pandemia do mesmo jeito e o Sínodo é a oportunidade dada pelo Papa para descobrirmos como sermos Igreja daqui para frente”, destacou.         


     Os integrantes do Condae conheceram as motivações, objetivos, prazos e o passo a passo do processo sinodal. Receberam cópias do documento preparatório e o Vademecum, que é um manual, um apoio prático às pessoas envolvidas no processo. Os integrantes foram orientados a ler e a responder as dez questões contidas no questionário. Os documentos estão disponíveis no site oficial da Diocese: www.diocesepontagrossa.org.br. Da equipe diocesana participaram os padres Joel, coordenador diocesano da Ação Evangelizadora; Kleber Pacheco, assessor da Pastoral Vocacional e do Setor Juventude, e a coordenadora diocesana da Pastoral de Animação Bíblico-Catequética, Flávia Nascimento. A última reunião da equipe como as lideranças paroquiais acontecerá nesta segunda-feira (8), às 19h30, na igreja São José, de Imbaú, envolvendo representantes do Setor 8. 


 


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Publicado em: 07/11/2021

Integrantes do Condae ouvem sobre o Sínodo

Dom Sergio destacou o momento histórico vivido pela Igreja

 

 


     O Sínodo 2023 foi o tema principal da pauta da reunião do Conselho Diocesano de Ação Evangelizadora (Condae), realizada neste sábado (6). A equipe diocesana de preparação do Sínodo, composta pelos padres Alvaro Martins Nortok, Evandro Luis Braun, Joel Nalepa e Kleber Pacheco, e pela consagrada Flávia Carla Nascimento, foi reforçada, desta vez, pelo bispo Dom Sergio Arthur Braschi, que agradeceu o empenho do grupo no estudo e detalhamento deste que é o assunto do momento na Igreja, bem como a disposição dos integrantes em levar e esclarecer o tema pelos oito Setores da Diocese. 


     Dom Sergio, que rotineiramente participa dos encontros do Condae, fez um histórico dos sínodos, contando que esse tipo de estrutura, reunindo bispos, surgiu com o Concílio Vaticano II. “Sínodos existem desde o início da Igreja, reunindo dioceses, províncias. Mas, nesse formato, de reunir representantes dos diferentes continentes, que trazem visões localizadas para um debate a nível mundial da Igreja, não havia. Surgiu com o Papa Paulo VI, depois do Vaticano II”, lembrou o bispo. Dos aproximadamente 4.500 bispos do mundo, em torno de 250 são representados em um sínodo. Do Brasil, onde existem perto de 300 bispos, quatro são escolhidos para representar o País. 


     “Agora, o Papa Francisco nos pede que haja participação de toda a Igreja, para que ela possa realmente caminhar junto, ser Igreja. Mais importante que respostas é o processo de escutar, aprender que a Igreja é participar e não esperar que o Papa dê solução para os problemas, muito menos o bispo. As respostas estão na comunidade. A Igreja é estruturada em níveis, segundo o princípio de subsidialidade, ou seja, as decisões são tomadas no seu próprio nível. E quanta riqueza vivida de toda essa participação, da Igreja local, bem concreta, com realidades distintas. É preciso envolver as pessoas no processo sinodal, porque isso vai as marcar profundamente. Ela vai se descobrir Igreja e é muito bonito essa consciência”, argumentava Dom Sergio.


     Conforme o bispo, é necessário dar passos para se atingir a comunhão, como prevê o tema do Sínodo 2023 - ‘por uma Igreja Sinodal: Comunhão, Participação e Missão’ – “Como o Papa já fez na abertura do Sínodo, quando reuniu chefes de diferentes igrejas para ir envolvendo. O desejo é envolver para que a pessoa venha e descubra que é importante ‘ser’ Igreja e não procurar a Igreja para satisfazer uma necessidade momentânea, resolver e se afastar até surgir um outro problema. A responsabilidade universal é de cada comunidade. Somos todos responsáveis pela evangelização e, esse momento, eu considero histórico. Se sabia que não iríamos sair dessa pandemia do mesmo jeito e o Sínodo é a oportunidade dada pelo Papa para descobrirmos como sermos Igreja daqui para frente”, destacou.         


     Os integrantes do Condae conheceram as motivações, objetivos, prazos e o passo a passo do processo sinodal. Receberam cópias do documento preparatório e o Vademecum, que é um manual, um apoio prático às pessoas envolvidas no processo. Os integrantes foram orientados a ler e a responder as dez questões contidas no questionário. Os documentos estão disponíveis no site oficial da Diocese: www.diocesepontagrossa.org.br. Da equipe diocesana participaram os padres Joel, coordenador diocesano da Ação Evangelizadora; Kleber Pacheco, assessor da Pastoral Vocacional e do Setor Juventude, e a coordenadora diocesana da Pastoral de Animação Bíblico-Catequética, Flávia Nascimento. A última reunião da equipe como as lideranças paroquiais acontecerá nesta segunda-feira (8), às 19h30, na igreja São José, de Imbaú, envolvendo representantes do Setor 8. 


 


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Dom Sergio reforçou a equipe diocesana neste sábado   |   Abel Rosa

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Os representantes de todas esferas da Ação Evangelizadora participaram   |   Abel Rosa

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Materiais de apoio foram entregues na reunião   |   Abel Rosa

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Para Dom Sergio o Sìnodo: momento histórico”   |   Abel Rosa

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Padres Joel e Kleber detalharam as motivações e objetivos do Sínodo   |   Abel Rosa

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Flávia abordou os prazos da escuta na Diocese   |   Abel Rosa


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