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Publicado em: 23/12/2021

Ação distribui 100 pastéis a quem mora na rua

Devotos do Divino acharam maneira diferente de viver o Natal

 
“Tudo que fizeste a um desses pequeninos, é a mim que fizeste” “Tudo que fizeste a um desses pequeninos, é a mim que fizeste” | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

     Frequentadores da Casa do Divino foram para as ruas e praças na noite de ontem (22) para entregar 100 kits com pastel de carne, refrigerante gelado e um bombom. A ação foi a maneira encontrada para encerrar as novenas de Natal deste ano e contou com a colaboração de devotos e de comerciantes da região central de Ponta Grossa. Voluntários passaram o dia ontem, fazendo os pastéis e os deixando prontos para fritar. No final da tarde, foi celebrada a última novena e, logo em seguida, iniciou a fritura dos pastéis e a montagem dos kits para distribuição. Os devotos do Divino Espírito Santo saíram em seguida para fazer a entrega. Passaram por diversos pontos onde há a permanência de cidadãos em situação de rua, como as praças Barão de Guaraúna e Barão do Rio Branco.


    A coordenadora da Casa do Divino, Lídia Hoffman Chaves, conta que sempre guardava as garrafas pets de refrigerante que era servido quando das vendas dos pastéis durante a semana – às terças e quintas-feiras – Um dia, pensou em fazer uma árvore de Natal com as garrafas. “Achei um galho e comecei a pendurar as garrafinhas nele. Aí, veio a ideia de fazer com que as garrafas pudessem se transformar em alguma coisa positiva, concreta. ‘E se em cada garrafa as pessoas pudessem colocar dinheiro para que a gente conseguisse fazer pastéis e refrigerantes para doar?’, imaginei. Espalhamos a ideia nas novenas de Natal. Todos gostaram”, detalha, contando que o gesto concreto foi possível graças a contribuição de frequentadores da Casa e dos comerciantes do entorno. 


     “A gente sabe que nessa época do ano há muitas entidades fazendo ações semelhantes, mas um pastel, um refrigerante e um bombom é algo que não se ganha todo o dia. É uma coisa especial para o Natal. Os moradores de rua, de praças, dependentes químicos em sua maioria, alcoolistas, praticamente não comem, simplesmente estão ali. Ao entregar os lanches, fazíamos questão de dizer: ‘Não esqueça! Deus te ama’. Alguns agradeciam e respondiam que Ele ama a mim. ‘Mas, ele ama mais você’, retrucava eu. Quem dera possam acordar e sair dessa vida. Esses são os verdadeiros miseráveis”, lamenta Lídia.


     A coordenadora da Casa do Divino cita que recebeu críticas, que alguns foram procurados e não quiseram ajudar.  “Quando falamos que a ação é para ajudar os dependentes químicos que estão nas ruas, nem todos entendem. Mas, é preciso lembrar que eles também são nossos irmãos”, justifica. Ao longo do ano, a Casa doa marmitas, roupas e cobertores. “A ideia é servir. Como tivermos que nos reinventar, como tantas outras comunidades e pastorais - pois não podíamos mais levar a bandeira do Divino, a alegria da música, que sempre dava aquele tumulto entre as pessoas - surgiu a ideia de fazer a refeição solidária, a entrega de roupas, cobertores. São poucas pessoas envolvidas e que vão ao encontro de quem precisa”, ressalta Lídia. 


 


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Publicado em: 23/12/2021

Ação distribui 100 pastéis a quem mora na rua

Devotos do Divino acharam maneira diferente de viver o Natal

 

     Frequentadores da Casa do Divino foram para as ruas e praças na noite de ontem (22) para entregar 100 kits com pastel de carne, refrigerante gelado e um bombom. A ação foi a maneira encontrada para encerrar as novenas de Natal deste ano e contou com a colaboração de devotos e de comerciantes da região central de Ponta Grossa. Voluntários passaram o dia ontem, fazendo os pastéis e os deixando prontos para fritar. No final da tarde, foi celebrada a última novena e, logo em seguida, iniciou a fritura dos pastéis e a montagem dos kits para distribuição. Os devotos do Divino Espírito Santo saíram em seguida para fazer a entrega. Passaram por diversos pontos onde há a permanência de cidadãos em situação de rua, como as praças Barão de Guaraúna e Barão do Rio Branco.


    A coordenadora da Casa do Divino, Lídia Hoffman Chaves, conta que sempre guardava as garrafas pets de refrigerante que era servido quando das vendas dos pastéis durante a semana – às terças e quintas-feiras – Um dia, pensou em fazer uma árvore de Natal com as garrafas. “Achei um galho e comecei a pendurar as garrafinhas nele. Aí, veio a ideia de fazer com que as garrafas pudessem se transformar em alguma coisa positiva, concreta. ‘E se em cada garrafa as pessoas pudessem colocar dinheiro para que a gente conseguisse fazer pastéis e refrigerantes para doar?’, imaginei. Espalhamos a ideia nas novenas de Natal. Todos gostaram”, detalha, contando que o gesto concreto foi possível graças a contribuição de frequentadores da Casa e dos comerciantes do entorno. 


     “A gente sabe que nessa época do ano há muitas entidades fazendo ações semelhantes, mas um pastel, um refrigerante e um bombom é algo que não se ganha todo o dia. É uma coisa especial para o Natal. Os moradores de rua, de praças, dependentes químicos em sua maioria, alcoolistas, praticamente não comem, simplesmente estão ali. Ao entregar os lanches, fazíamos questão de dizer: ‘Não esqueça! Deus te ama’. Alguns agradeciam e respondiam que Ele ama a mim. ‘Mas, ele ama mais você’, retrucava eu. Quem dera possam acordar e sair dessa vida. Esses são os verdadeiros miseráveis”, lamenta Lídia.


     A coordenadora da Casa do Divino cita que recebeu críticas, que alguns foram procurados e não quiseram ajudar.  “Quando falamos que a ação é para ajudar os dependentes químicos que estão nas ruas, nem todos entendem. Mas, é preciso lembrar que eles também são nossos irmãos”, justifica. Ao longo do ano, a Casa doa marmitas, roupas e cobertores. “A ideia é servir. Como tivermos que nos reinventar, como tantas outras comunidades e pastorais - pois não podíamos mais levar a bandeira do Divino, a alegria da música, que sempre dava aquele tumulto entre as pessoas - surgiu a ideia de fazer a refeição solidária, a entrega de roupas, cobertores. São poucas pessoas envolvidas e que vão ao encontro de quem precisa”, ressalta Lídia. 


 


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“Tudo que fizeste a um desses pequeninos, é a mim que fizeste”   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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A abordagem aconteceu nas praças da região central   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Junto com o lanche, uma palavra de consolo e de esperança   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Ontem, foi celebrada a última novena de Natal   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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O gesto concreto encerrou as novenas de Natal da Casa do Divino   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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