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Publicado em: 18/02/2022

Padre José Nilson dá adeus à Amazônia

Duas missas, em Canutama e em Lábrea, selaram despedida

 
Padre Nilson ficou cinco anos e quatro meses na Amazônia Padre Nilson ficou cinco anos e quatro meses na Amazônia | Crédito: Acervo Pessoal

     “Agradeço a Deus Pai que me chamou a servir e cooperar na missão de Seu filho Jesus, confirmando graças especiais através da ação do Espírito Santo. Seu chamado veio através do convite do missionário padre José Lauro Gonçalves Gomes, e Dom Jesus Moraza (bispo emérito da Prelazia de Lábrea). Gratidão de coração a Dom Sergio Arthur Braschi (na pessoa dele, aos padres, diáconos permanentes, religiosas e religiosos e toda Diocese de Ponta Grossa), que confirmou e me deu condições para assumir com amor essa nobre missão”. Assim se despediu padre José Nilson Santos da Prelazia de Lábrea, no Amazonas, onde permaneceu em missão por cinco anos e quatro meses. 


     Duas missas marcaram o adeus do padre ao povo amazônico: uma no dia 9, em Canutama, sede da Paróquia São João Batista, a qual servia como vigário, e, dia 12, na Catedral de Lábrea/Paróquia Nossa Senhora de Nazaré. Em suas palavras de agradecimentos, um obrigado especial a Dom Santiago Sanchez, seu clero, religiosas e religiosos e a toda essa imensa Prelazia de Lábrea, “que me ajudaram a viver o amor na simplicidade, na coragem e na fé”. Dom Santiago, aliás, fez questão de lembrar que ambos chegaram praticamente juntos à Prelazia. O bispo vai completar seis anos na região e padre Nilson estava lá há pouco mais de cinco anos. “Chegamos praticamente juntos e fomos conhecendo a realidade local e juntos nos planejando e trabalhando”, lembrou, citando que o padre esteve vários anos na sede da Prelazia, atendendo diversas comunidades, ajudando nas pastorais e visitando os ribeirinhos e comunidades do interior.


     “Há mais de um ano, a Diocese de Ponta Grossa deixou de só enviar sacerdotes para ajudar, mas quis assumir uma paróquia. Para assumir veio padre Osvaldo Pinheiro, como pároco, e padre Nilson, como vigário paroquial. Fizeram seus planos e sua caminhada. Muitas coisas positivas podemos avaliar sua estada pela Prelazia. Ele se sente feliz porque tem despertado o espírito missionário em sua diocese, porque tem criado esse compromisso da Diocese como Igreja-Irmã. Tem criado perfeita comunhão com os freis Agostianos Recoletos, que trabalham aqui, e com os outros sacerdotes diocesanos. Trabalhou precisamente pela unidade, sempre muito de perto com o bispo e segundo as diretrizes da Prelazia. Participou positivamente da assembleia da Prelazia, assumiu as diretrizes, os objetivos e lutou para semeá-los. Não deu tempo de ver os frutos, mas nessa despedida conseguimos ver que o seu trabalho não foi em terra baldia, já está dando frutos. Só tenho a agradecer a Igreja-Irmã de Ponta Grossa e a generosidade de Dom Sergio”, avaliou Dom Santiago.


     Ao comentar que estamos no Ano jubilar do Projeto Igrejas-Irmãs no Brasil -: 1972-2022 - aprovado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – padre José Nilson destacou que o envio de missionários, à luz desse convênio, traz dinamismo para a vida da Igreja que recebe e da Igreja que envia, donde, cresce a cooperação na missão de Cristo, o Reino de Deus ganha expressividade, e a ‘Igreja em saída’, de encontro em encontro, cresce no dinamismo missionário, na fé, no diálogo e na partilha. “Aqui, com minhas fragilidades e virtudes, procurei ser um missionário junto aos demais missionários que aqui encontrei: bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas. Leigos e leigas, discípulos missionários, apaixonados por Cristo, testemunhas vivas do evangelho. Eles estão empenhados nas diversas paróquias, pastorais, movimentos e organismos. Alguns cansados e sobrecarregados pelas funções acumuladas e a pouca disponibilidade ao serviço à comunidade. De fato, ‘a Messe é grande e os operários são poucos’. Mas, ‘o Espírito Santo sempre desperta pessoas, tocadas pelo Evangelho, dispostas a lançar suas redes para águas mais profundas’. Encontrei pessoas simples e livres, sofridas e pobres, porém, verdadeiros mestres na fé, no temor a Deus e no amor aos irmãos”, ressaltou.


     “Volto para minha Diocese com coração cheio de gratidão a Deus que me deu saúde e condições para servir a missão de Jesus de Nazaré. Volto com muitas experiências palpáveis do amor surpreendente de Deus! Encontrei e descobri verdadeiros amigos que se tornaram meus irmãos, pais e mães, que jamais esquecerei, estarão em minhas orações. A missão nos dilata o coração para o novo de Deus! Valeu a pena arriscar-se no amor, como dizia nossa querida Irmã Cleuza Rody Coelho (Mártir da causa indígena em Lábrea). Oxalá, que as sementes lançadas e o esforço dedicado possam gerar perseverança e entusiasmo entre nossas Igrejas-Irmãs, crescendo assim a dimensão eclesial missionaria. Confio a Nossa Senhora de Nazaré a minha vida e missão!”, acrescentou.


     Nesta sexta-feira (18), padre José Nilson acompanhado de Dom Santiago, padre Osvaldo e de o seminarista diocesano Thiago Mendes saem de Lábrea rumo ao Km 70, distrito de Assuanópolis. Serão recebidos pelos missionários de Ponta Grossa: padre Silvio Mocelin, diácono Metódio Retexin e sua esposa Vera. No dia 20 acontece a missa solene em que os três serão acolhidos oficialmente na Prelazia, junto às comunidades e lideranças. Assim, cria-se a Área Missionária ao sul da Paroquia São João Batista. Depois da celebração, padre Nilson embarca para Ponta Grossa, onde deverá chegar entre os dias 27 e 28. 


 


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Publicado em: 18/02/2022

Padre José Nilson dá adeus à Amazônia

Duas missas, em Canutama e em Lábrea, selaram despedida

 

     “Agradeço a Deus Pai que me chamou a servir e cooperar na missão de Seu filho Jesus, confirmando graças especiais através da ação do Espírito Santo. Seu chamado veio através do convite do missionário padre José Lauro Gonçalves Gomes, e Dom Jesus Moraza (bispo emérito da Prelazia de Lábrea). Gratidão de coração a Dom Sergio Arthur Braschi (na pessoa dele, aos padres, diáconos permanentes, religiosas e religiosos e toda Diocese de Ponta Grossa), que confirmou e me deu condições para assumir com amor essa nobre missão”. Assim se despediu padre José Nilson Santos da Prelazia de Lábrea, no Amazonas, onde permaneceu em missão por cinco anos e quatro meses. 


     Duas missas marcaram o adeus do padre ao povo amazônico: uma no dia 9, em Canutama, sede da Paróquia São João Batista, a qual servia como vigário, e, dia 12, na Catedral de Lábrea/Paróquia Nossa Senhora de Nazaré. Em suas palavras de agradecimentos, um obrigado especial a Dom Santiago Sanchez, seu clero, religiosas e religiosos e a toda essa imensa Prelazia de Lábrea, “que me ajudaram a viver o amor na simplicidade, na coragem e na fé”. Dom Santiago, aliás, fez questão de lembrar que ambos chegaram praticamente juntos à Prelazia. O bispo vai completar seis anos na região e padre Nilson estava lá há pouco mais de cinco anos. “Chegamos praticamente juntos e fomos conhecendo a realidade local e juntos nos planejando e trabalhando”, lembrou, citando que o padre esteve vários anos na sede da Prelazia, atendendo diversas comunidades, ajudando nas pastorais e visitando os ribeirinhos e comunidades do interior.


     “Há mais de um ano, a Diocese de Ponta Grossa deixou de só enviar sacerdotes para ajudar, mas quis assumir uma paróquia. Para assumir veio padre Osvaldo Pinheiro, como pároco, e padre Nilson, como vigário paroquial. Fizeram seus planos e sua caminhada. Muitas coisas positivas podemos avaliar sua estada pela Prelazia. Ele se sente feliz porque tem despertado o espírito missionário em sua diocese, porque tem criado esse compromisso da Diocese como Igreja-Irmã. Tem criado perfeita comunhão com os freis Agostianos Recoletos, que trabalham aqui, e com os outros sacerdotes diocesanos. Trabalhou precisamente pela unidade, sempre muito de perto com o bispo e segundo as diretrizes da Prelazia. Participou positivamente da assembleia da Prelazia, assumiu as diretrizes, os objetivos e lutou para semeá-los. Não deu tempo de ver os frutos, mas nessa despedida conseguimos ver que o seu trabalho não foi em terra baldia, já está dando frutos. Só tenho a agradecer a Igreja-Irmã de Ponta Grossa e a generosidade de Dom Sergio”, avaliou Dom Santiago.


     Ao comentar que estamos no Ano jubilar do Projeto Igrejas-Irmãs no Brasil -: 1972-2022 - aprovado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – padre José Nilson destacou que o envio de missionários, à luz desse convênio, traz dinamismo para a vida da Igreja que recebe e da Igreja que envia, donde, cresce a cooperação na missão de Cristo, o Reino de Deus ganha expressividade, e a ‘Igreja em saída’, de encontro em encontro, cresce no dinamismo missionário, na fé, no diálogo e na partilha. “Aqui, com minhas fragilidades e virtudes, procurei ser um missionário junto aos demais missionários que aqui encontrei: bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas. Leigos e leigas, discípulos missionários, apaixonados por Cristo, testemunhas vivas do evangelho. Eles estão empenhados nas diversas paróquias, pastorais, movimentos e organismos. Alguns cansados e sobrecarregados pelas funções acumuladas e a pouca disponibilidade ao serviço à comunidade. De fato, ‘a Messe é grande e os operários são poucos’. Mas, ‘o Espírito Santo sempre desperta pessoas, tocadas pelo Evangelho, dispostas a lançar suas redes para águas mais profundas’. Encontrei pessoas simples e livres, sofridas e pobres, porém, verdadeiros mestres na fé, no temor a Deus e no amor aos irmãos”, ressaltou.


     “Volto para minha Diocese com coração cheio de gratidão a Deus que me deu saúde e condições para servir a missão de Jesus de Nazaré. Volto com muitas experiências palpáveis do amor surpreendente de Deus! Encontrei e descobri verdadeiros amigos que se tornaram meus irmãos, pais e mães, que jamais esquecerei, estarão em minhas orações. A missão nos dilata o coração para o novo de Deus! Valeu a pena arriscar-se no amor, como dizia nossa querida Irmã Cleuza Rody Coelho (Mártir da causa indígena em Lábrea). Oxalá, que as sementes lançadas e o esforço dedicado possam gerar perseverança e entusiasmo entre nossas Igrejas-Irmãs, crescendo assim a dimensão eclesial missionaria. Confio a Nossa Senhora de Nazaré a minha vida e missão!”, acrescentou.


     Nesta sexta-feira (18), padre José Nilson acompanhado de Dom Santiago, padre Osvaldo e de o seminarista diocesano Thiago Mendes saem de Lábrea rumo ao Km 70, distrito de Assuanópolis. Serão recebidos pelos missionários de Ponta Grossa: padre Silvio Mocelin, diácono Metódio Retexin e sua esposa Vera. No dia 20 acontece a missa solene em que os três serão acolhidos oficialmente na Prelazia, junto às comunidades e lideranças. Assim, cria-se a Área Missionária ao sul da Paroquia São João Batista. Depois da celebração, padre Nilson embarca para Ponta Grossa, onde deverá chegar entre os dias 27 e 28. 


 


Diocede Ponta Grossa
Padre Nilson ficou cinco anos e quatro meses na Amazônia   |   Acervo Pessoal

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A despedida no porto de Canutama   |   Acervo Pessoal

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Dom Santiago fez o envo do padre de volta a sua diocese   |   Acervo Pessoal

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Padre Nilson é muito querido por todos os paroquianos em Canutama   |   Acervo Pessoal

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Nas celebrações o padre recebeu o carinho de todos   |   Acervo Pessoal

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Em Lábrea, ladeado do bispo e do padre Henrique Giera, com dividiu moradia por três anos   |   Acervo Pessoal


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